Culpa é do excesso de adrenalina, considerado o hormônio do estresse
Muito estresse pode realmente deixar os cabelos brancos, segundo uma pesquisa divulgada nessa semana pela Universidade de Bradford. Isto é, a reação de ser colocado sob pressão ativa a adrenalina (hormônio do estresse) que, ao ser secretada frequentemente, pode causar alterações químicas que surgem de forma leve com a mudança de tom dos cabelos, até em reações mais graves, como o câncer.
Durante períodos breves, mas intensos de estresse, a adrenalina chega a ser benéfica, pois prepara o corpo para lutar ou fugir. Mas quando se mantém por longos períodos pode começar a produzir seus efeitos sobre o DNA.
Para trabalhar essa tese, os pesquisadores inseriram doses de adrenalina em ratos de laboratório durante várias semanas, como forma de imitar os efeitos de estar sob estresse.
Para o professor e pesquisador Robert Lefkowitz, da Universidade Duke, na Carolina do Norte, o experimento “pode nos dar uma explicação plausível de como o estresse crônico pode levar a uma variedade de condições e distúrbios humanos, que vão desde meramente cosméticos, como o cabelo grisalho, ao risco de vida por doenças como neoplasias malignas".
Seus experimentos, detalhado na revista Nature, também mostraram que uma molécula chamada beta-prender contribuiu para os problemas.
O estudo descobriu ainda que o desgaste do nosso corpo pode levar a níveis perigosamente elevados de peróxido de hidrogênio, encontrado nas raízes de nossos cabelos, bloqueando a produção de pigmento.
Durante períodos breves, mas intensos de estresse, a adrenalina chega a ser benéfica, pois prepara o corpo para lutar ou fugir. Mas quando se mantém por longos períodos pode começar a produzir seus efeitos sobre o DNA.
Para trabalhar essa tese, os pesquisadores inseriram doses de adrenalina em ratos de laboratório durante várias semanas, como forma de imitar os efeitos de estar sob estresse.
Para o professor e pesquisador Robert Lefkowitz, da Universidade Duke, na Carolina do Norte, o experimento “pode nos dar uma explicação plausível de como o estresse crônico pode levar a uma variedade de condições e distúrbios humanos, que vão desde meramente cosméticos, como o cabelo grisalho, ao risco de vida por doenças como neoplasias malignas".
Seus experimentos, detalhado na revista Nature, também mostraram que uma molécula chamada beta-prender contribuiu para os problemas.
O estudo descobriu ainda que o desgaste do nosso corpo pode levar a níveis perigosamente elevados de peróxido de hidrogênio, encontrado nas raízes de nossos cabelos, bloqueando a produção de pigmento.
Fonte R7
Nenhum comentário:
Postar um comentário