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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Gaeco volta a fazer buscas em Bauru em operação que apura desvio de remédios

Em outras cidades, grupo do Ministério Público prendeu mais nove suspeitos de integrar organização criminosa sediada no interior de SP e que atuava desde 2014 em vários estados

Comércio irregular de medicamentos de alto custo é combatido em operação (Foto: Evandro Cini/TV TEM/Arquivo)
Comércio irregular de medicamentos de alto custo é combatido em operação (Foto: Evandro Cini/TV TEM/Arquivo)

Uma operação de combate a desvio de medicamentos de alto custo deflagrada em Bauru (SP) em 2015, e coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, realizou na manhã desta quarta-feira (31) mais nove prisões e cumpriu mandados de buscas.

Em Bauru, e também em Osasco, a operação cumpriu apenas mandados de busca, enquanto as prisões e sequestro de bens foram feitas nas cidades de Araraquara, Guarulhos, São Paulo (SP), Brasília (DF), Colatina (ES) e Goiânia (GO).

Uma operação de combate a desvio de medicamentos de alto custo deflagrada em Bauru (SP) em 2015, e coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, realizou na manhã desta quarta-feira (31) mais nove prisões e cumpriu mandados de buscas.

Em Bauru, e também em Osasco, a operação cumpriu apenas mandados de busca, enquanto as prisões e sequestro de bens foram feitas nas cidades de Araraquara, Guarulhos, São Paulo (SP), Brasília (DF), Colatina (ES) e Goiânia (GO).

A investigação aponta que o grupo conseguiu R$ 16,5 milhões ao revender medicamentos para hospitais e clínicas entre setembro de 2014 e maio de 2016. As novas buscas da operação, conhecida como Medlecy, são um desdobramento das investigações iniciadas em abril de 2015, em Bauru, que apurou a atuação de grupo criminoso.

De acordo com o MP, os criminosos conseguiam medicamentos de alto custo de origem ilícita, como furto, roubo e desvio de órgão público, para, em seguida, por meio de empresas de fachada, promover a venda desses medicamentos a clínicas e hospitais. Segundo os procuradores, essas vendas eram realizadas por meio de escritório sediado em Bauru, onde também atuavam os líderes da organização.

Crime contra a saúde pública
Na primeira fase da investigação, que durou cerca de um ano, foram denunciadas 15 pessoas pelos crimes de organização criminosa, crime contra a saúde pública e receptação dolosa qualificada. Os denunciados eram moradores de Bauru, Piratininga, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto e Goiânia. Na ocasião, 12 pessoas foram presas, sendo que oito delas permanecem detidas até agora.

Agora, nesta segunda fase da operação, que tem a parceria com a Corregedoria Geral da Administração do governo paulista por conta do envolvimento de funcionário público, o Gaeco apresentou nova denúncia ao Juízo da 3ª Vara Criminal da Comarca de Bauru contra esses 11 novos membros do grupo, dos quais nove acabaram presos nesta quarta.

G1

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Assaltos na madrugada aumentam, e farmácias de SP cortam atendimento 24h

Roubos e tentativas de roubo a drogarias da capital paulista subiram 13% em 2017

Alvos frequentes de criminosos durante a madrugada, farmácias de São Paulo cortaram o atendimento 24h. Conforme apurou o Bom Dia Brasil, via Lei de Acesso à Informação, o número de roubos e de tentativas de roubo a drogarias subiu 13% na capital na comparação entre janeiro e setembro de 2017 e o mesmo período do ano passado.

Há relato de farmácia que já foi assaltada nove vezes. Um dos funcionários do estabelecimento até reconheceu o bandido. Como os donos das lojas não conseguem garantir a segurança, passaram a limitar o horário de funcionamento. Resultado: ruim para quem precisa de um medicamento de madrugada e prejuízo para os próprios comerciantes.

“Infelizmente, o que a gente tem feito é reduzir horário de jornada, da loja aberta. Encerramos alguns plantões noturnos, porque a gente ficava à mercê dos bandidos e não via solução. Então, a solução foi diminuir o horário de funcionamento pra que a gente conseguisse resolver o problema”, conta Daniel Caramti, dono de uma rede de farmácias.

Grande parte das drogarias conta com câmeras de segurança, mas elas não inibem a ação dos criminosos. O Bom Dia Brasil teve acesso ao vídeo de um dos assaltos a farmácias paulistanas. Vestindo capuzes, um bando entra no estabelecimento e, rapidamente, faz a limpa. Além do dinheiro do caixa, eles recolhem tudo que possa ser vendido clandestinamente depois: cosméticos, itens de perfumaria e até fraldas.

Nos nove primeiros meses de 2017, 987 casos de assaltos ou tentativas de assalto a drogarias foram registradas na capital paulista. No ano passado, haviam sido 874. O número de furtos disparou ainda mais: 47%. Enquanto ocorreram 340 casos do tipo entre janeiro e setembro de 2016, foram 501 no mesmo intervalo de meses deste ano.

O farmacêutico Ivan Locatelli Collin costumava trabalhar no período noturno e já foi vítima de três assaltos. Ele conta que chegou a apanhar e que, inclusive, reconheceu os ladrões. Foram os mesmos nas três oportunidades. “Eu falei ‘pô, de novo você aqui, meu’. Aí já veio com o revólver na cabeça”, relembra ele.

Os assaltos frequentes colocam medo não só nos funcionários dos estabelecimentos, mas também na clientela. A doceira Cláudia Lopes Martins de Souza Lima afirma que evita comprar medicamentos à noite. “Só venho de dia mesmo”, garante ela. Já para a designer Tânia Furlan, o problema é outro: encontrar uma farmácia funcionando até mais tarde: “Já cheguei a dar voltas procurando, e nada”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo diz que investiga os casos. A Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico diz que os roubos aumentaram de forma preocupante este ano, e que a maioria das farmácias não tem condições financeiras de manter guardas de plantão.

G1

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Hemofilia A tem novo tratamento aprovado

Anvisa aprova novo produto anti-hemorrágico para o tratamento da hemofilia A

A Anvisa publicou nesta segunda-feira, 2 de janeiro, o registro do medicamentos Nuwiq que tem como substância ativa o fator de coagulação VIII recombinante humano (alfasimoctocogue). O medicamento, registrado como produto biológico novo, substitui o fator VIII no corpo humano e é utilizado para o tratamento e prevenção de hemorragias em pacientes com hemofilia A.

O fator VIII está presente no sangue e é necessário para formar coágulos e estancar sangramentos de forma natural no organismo. Em pessoas com hemofilia A, a ausência desta substância faz com que o doente possa ter sangramentos nas articulações e mesmo intracranianos.

O Nuwiq (alfasimoctocogue) pode ser utilizado em todas as faixas etárias e foi aprovado com a indicação para “o tratamento e profilaxia de sangramentos em pacientes com hemofilia A (deficiência congênita do fator VIII de coagulação)”. Apesar de existirem outras substitutos ao fator VIII no mercado, o Nuwiq foi considerado novo por ter um menor potencial de provocar imunogenicidade.

ANVISA

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PM recupera carga de medicamentos roubados no Rio

Remédios são utilizados para tratamento do câncer. Carga foi encontrada na comunidade do Juramento, no Subúrbio
 
PM apreende carga de remédio roubado no Subúrbio do Rio (Foto: Divulgação / Polícia Militar)
Foto: Divulgação / Polícia Militar - PM apreende carga de remédio roubado no Subúrbio do Rio
 
A Polícia do Rio recuperou na tarde desta segunda-feira (26), uma carga de remédios roubados  no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, no Subúrbio. Segundo a PM, a medicação, de uso restrito e utilizada para o tratamento contra o câncer, foi recuperada por policiais militares do 41ºBPM (Irajá) e encaminhada para a 39ªDP (Pavuna).
 
G1

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Enfermeiros e médicos do Rio vão ao Ministério Público contra instalação de chips em jalecos

Rio de Janeiro – Os sindicatos dos médicos e dos enfermeiros do Rio de Janeiro vão entrar com representações no Ministério Público do Trabalho contra os chips implantados em jalecos de funcionários da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Mesquita, da rede estadual de saúde. A medida adotada pela direção da UPA visa controlar a frequência dos 150 servidores e evitar o desvio de materiais.

Segundo a presidenta do Sindicato dos Enfermeiros, Monica Armada, essa é uma atitude arbitrária dos gestores da unidade. “Que país é esse que as pessoas têm que ser monitoradas por um chip? Qualquer dia estarão colocando um chip embaixo da pele das pessoas. É uma perseguição às pessoas que estão trabalhando. E também acho que não vai funcionar efetivamente. Um jaleco eu posso trocar com você”, afirma Monica.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, a medida viola a dignidade da pessoa humana. “Do ponto de vista da Constituição, o cidadão tem direito à dignidade. Nosso entendimento é que iniciativas dessa natureza, longe de representar o interesse público e a melhoria das condições da saúde pública, se assemelham a regras de regimes autoritários. Não é possível conviver com uma situação desse tipo”, criticou.


Darze disse ainda que, além de entrar com a representação no Ministério Público, o Sindicato dos Médicos encaminhará um documento à Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a situação.

A UPA de Mesquita, na Baixada Fluminense, é administrada por uma organização privada chamada Instituto Data Rio, em nome da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria de Saúde, há uma preocupação de não deixar a população “desassistida” pela ausência de médicos e outros profissionais de saúde. A tecnologia será estendida à UPA de Queimados e a duas UPAs de Nova Iguaçu, que também serão administradas pelo Instituto Data Rio.

Fonte Agência Brasil

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Polícia apreende 5.900 comprimidos contrabandeados em SP

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu na madrugada desta terça-feira um homem acusado de contrabandear 5.900 comprimidos de estimulantes sexuais e um medicamento abortivo.

Segundo a PRF, o homem, que não teve sua identidade revelada, foi parado em uma blitz no km 73 da rodovia Transbrasiliana (BR-153) em São José do Rio Preto (440 km de São Paulo). Ele dirigia um carro com placa de Igarapava e afirmou ser representante de vendas.

Ao ser abordado, ele disse que estava vindo de Presidente Prudente, onde teria participado de uma reunião de trabalho, e estaria indo para sua casa, em Igarapava. No entanto, de acordo com a polícia, o homem estava bastante nervoso, sem dar detalhes sobre sua viagem e seu trabalho.

Segundo a PRF, os medicamentos foram encontrados durante a revista no veículo, debaixo do banco traseiro. Na mala, foi encontrado um bilhete de ônibus de Foz do Iguaçu (PR) a Uberaba (MG), datado do último domingo (15); de acordo com a polícia, o motorista confessou que venderia os remédios para farmácias e conhecidos na região de Igarapava.

No total, foram apreendidos 240 cartelas de Pramil (medicamento usado para disfunção erétil sem registro na Anvisa), 80 de Digran, 100 de Cialis e 10 de Cytotec (indicado para úlceras, mas usado como abortivo, cuja venda é restrita para hospitais), resultando em 5.900 comprimidos.

O homem foi preso em flagrante por crime contra a saúde pública, podendo ainda ser acusado por contrabando, e levado para a Polícia Federal. Os medicamentos e o carro foram apreendidos.

Fonte Folhaonline

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Polícia Rodoviária apreende mais de 100 mil remédios do Paraguai

Mais de 100 mil medicamentos contrabandeados do Paraguai foram apreendidos em Santa Terezinha, no Paraná, ontem, durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Rodovia BR-277. Uma pessoa foi presa em flagrante.

Os 106 mil remédios estavam dentro de caixas no porta-malas de um Xsara Picasso com placas de São Paulo. No momento da abordagem, o motorista, de 34 anos, tentou fugir, mas após ser perseguido pela equipe da PRF por dois quilômetros, ele foi alcançado e disse que receberia R$ 500,00 para levar o contrabando até Matelândia, que fica a menos de 100 quilômetros do Paraguai.

A maior parte dos medicamentos, aproximadamente 99.500, era do estimulante sexual paraguaio Pramil. O restante eram anabolizantes e emagrecedores.

Fonte Uol

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Portugal: Suturas cirúrgicas suíças foram roubadas antes de esterilizadas

A Autoridade Nacional do Medicamento alertou hoje para a não utilização de algumas suturas cirúrgicas suíças que foram roubadas da fábrica antes de serem esterilizadas, uma vez que a sua utilização pode representar o risco de infeção.

De acordo com o Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, dois tipos de suturas cirúrgicas do fabricante Assut Medical Sàrl (na Suíça) foram “roubadas das instalações do local de fabrico, na Colômbia” antes de serem esterilizadas.

As suturas contêm nos rótulos a informação “Estéril EO”, apesar de terem sido "furtadas antes de serem esterilizadas”, representando por isso o risco de infeção, alerta o Infarmed.

Em causa estão as suturas cirúrgicas Assut Sutures AssuCryl (sutura cirúrgica de ácido poliglicólico) e Assut sutures Silk (sutura cirúrgica de seda).

Apesar de em Portugal não existir qualquer registo da comercialização destes dispositivos, o Infarmed sublinha em comunicado que a livre circulação de produtos no espaço económico europeu pode levar à introdução destes produtos no país.

O Infarmed alerta por isso a todos os profissionais de saúde que identifiquem algum destes produtos para que "não os utilizem" e que comuniquem a situação à autoridade do medicamento.

Fonte Destak

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Polícia apreende medicamentos desviados do sistema de saúde pública

A distribuidora de medicamentos Beneton, de São Caetano, foi interditada  por comercializar medicamentos de alto custo ilegalmente. A operação foi feita pela CGA (Corregedoria Geral da Administração) em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde.

A ação contou com apoio do DPPC (Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Além da interdição da empresa, foram apreendidas 61 caixas de remédios, avaliadas em mais de R$ 200 mil, entre eles Avastin, Mabthera e Terlipressina. O preço de cada caixa pode variar, em média, de R$ 300 a R$ 9 mil.

Os remédios estavam em quatro hospitais particulares - dois em São Paulo e dois fora do estado.

De acordo com Gustavo Ungaro, presidente da Corregedoria Geral, órgão ligado à Casa Civil, a organização criminosa desviava medicamentos da Secretaria Estadual da Saúde, usados no tratamento de câncer e de pacientes transplantados.

“Foi um trabalho de inteligência que se intensificou no último mês. As investigações apontaram duas distribuidoras de medicamentos comercializando ilegalmente para hospitais privados. Uma foi a de São Caetano, que foi interditada e a outra é da capital paulista. Já comunicamos a Polícia e ela tomará as providências juntamente com os outros órgãos”, explicou o porta-voz que acrescentou: “Comprovamos que as instituições médicas estavam com remédios que foram adquiridos para a saúde pública. Sabemos que os hospitais são de grande porte, mas ainda não descobrimos de que maneira esses remédios foram adquiridos. Sabemos que apenas que foi por intermédio de um site.”

Segundo Ungaro, a operação ainda não terminou e um dos focos é identificar de que maneira os medicamentos foram desviados.

“Queremos saber se esses remédios estão sendo roubados durante o transporte ou se alguém está favorecendo os criminosos. Se isso estiver acontecendo daremos a punição administrativa e a polícia tomara as providências cabíveis”, disse o presidente que ressaltou a importância da ação conjunta com os órgãos estaduais e federais.

Esta foi a segunda operação coordenada pela Corregedoria Geral da Administração em conjunto com a secretaria estadual da Saúde, em 2011, para combater o desvio de medicamentos. No mês de março, foram apreendidas 30 caixas de remédios oncológicos avaliadas em R$ 160 mil na capital paulista, Grande São Paulo e Rio de Janeiro.

Um dos responsáveis pela investigação, Paulo Alberto Mendes, afirmou que uma das preocupações da Polícia é com o sigilo das informações sobre o caso. “Vamos continuar investigando para instaurar outros inquéritos. Queremos saber de onde estão saindo esses medicamentos de alto custo. Qualquer divulgação nesse momento vai atrapalhar o andamento”, explicou o delegado assistente da 2ª Delegacia de Saúde, ligada ao DPPC

Fonte Agência Bom Dia

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

São Bernardo é recordista em roubo de cargas


Nos primeiros seis meses deste ano, 195 ocorrências referentes a roubos de carga foram registradas nas delegacias da região, média de uma por dia.
A cidade campeã foi São Bernardo, com 89, seguida por Santo André, com 60. Em São Caetano foram oito casos, Diadema chegou a 20, Mauá a 16 e em Ribeirão Pires, dois. As estatísticas são da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

O delegado seccional de São Bernardo, Rafael Rabinovici, afirmou que a inauguração do Trecho Sul do Rodoanel favoreceu o surgimento de novos casos neste ano na região. No entanto, não há dados comparativos que comprovem o aumento. Por dia, cerca de 250 mil veículos circulam pelo anel viário. Iluminação precária e falta de sinalização contribuem para os assaltos frequentes.

Os motoristas passaram a adotar estratégias para fugir das emboscadas armadas pelos ladrões. "Há muita reclamação dos motoristas, principalmente porque o Trecho Sul é muito escuro. Orientamos para que eles andem em comboio de três ou quatro caminhões para não ficarem sozinhos", disse o diretor do Sindicato dos Rodoviários do Grande ABC, Marcos Antônio Aleixo.
As abordagens dos bandidos são variadas. Alguns aguardam na rodovia, outros assaltam dentro da área urbana. Em São Bernardo, os trechos considerados mais perigosos são as rodovias Anchieta, dos Imigrantes e índio Tibiriçá. As cargas mais visadas são de medicamentos, eletrônicos e cigarros. "O pontapé da investigação é saber onde os produtos serão distribuídos. Apreendemos a mercadoria para chegar ao autor do roubo", disse Rabinovici.

O delegado defendeu que a identificação dos ladrões depende da articulação entre vários órgãos, como polícias Civil e Rodoviária, Secretaria da Fazenda (para averiguação de notas fiscais falsas) e sindicatos da categoria.

Em Santo André, roubos de carga são comuns na área urbana, segundo informou o delegado seccional Guerdson Ferreira. "Estamos mais longe das rodovias. E qualquer crime relacionado a transporte de mercadoria comercial é qualificado como roubo de carga." Ele avalia que apenas 30% dos casos relacionam-se a cargas pesadas. Na cidade, os trechos mais propícios para abordagem de ladrões é a Avenida dos Estados, os acessos para a Anchieta e também para Mauá, pela região central.

Estado
Em 2010, o prejuízo com o roubo de carga foi de R$ 280 milhões no Estado, segundo o Sindicato de Empresas de Transporte de Carga de São Paulo. As perdas no primeiro semestre chegam a R$ 68 milhões. Aproximadamente 59% dos roubos acontecem em rodovias federais, enquanto 41% ocorrem nas estaduais. Os horários preferenciais dos ladrões são no período matutino, 42%, entre 8h e 11h, quando as transportadoras fazem a maioria das entregas. Os períodos vespertino e noturno correspondem, respectivamente, a 36% e 22%.
Fonte Diário do ABC

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Roubo de medicamento pode ser considerado crime hediondo

O autor da proposta argumenta que esse crime tem crescido em proporções alarmantes

A Câmara analisa o Projeto de Lei 627/11, do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), que transforma em crime hediondo o roubo ou furto de medicamentos, independentemente de pertencerem ao governo ou a particulares.

O autor da proposta argumenta que esse crime tem crescido em proporções alarmantes. “O roubo de medicamentos gera consequências graves, pois atinge a saúde pública, prejudica a sociedade e os órgãos de saúde”, afirma.

O deputado Otavio Leite lembra que um esquema de roubo e de venda de medicamentos contra o câncer já resultou em prejuízo de R$ 10 milhões ao setor de saúde no estado de São Paulo. O mesmo centro de saúde foi assaltado quatro vezes por bandidos em busca de remédios usados no tratamento de câncer, que custam até R$ 6 mil por unidade para o estado e são fornecidos de graça à população.

A proposta altera a Lei 8.072/90, que já classifica como hediondos crimes como latrocínio, sequestro, estupro e falsificação ou adulteração de remédios.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado apenas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

Operação em SP apreende R$ 200 mil em remédios caros desviados



Um esquema de desvio de medicamentos de alto custo de hospitais públicos de São Paulo vendidos a hospitais privados de outros Estados foi descoberto por uma operação conjunta divulgada nesta segunda-feira.

A investigação foi coordenada pela Corregedoria Geral da Administração em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde, DPPC (Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania), Vigilância Sanitária e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A organização criminosa desviava medicamentos usados no tratamento de câncer e de pacientes transplantados, como Avastin, Mabthera e Terlipressina. Nos cerca de 30 dias de operação, foram apreendidas 61 caixas de remédios, avaliadas em mais de R$ 200 mil.

De acordo com a corregedoria, os remédios eram furtados do almoxarifado dos hospitais públicos e vendidos por preços bem abaixo do mercado para distribuidoras, que os revendiam para hospitais privados.

Uma distribuidora de remédios de São Caetano do Sul (Grande SP) foi interditada durante a operação. As investigações também apontaram que os hospitais adquiriam os medicamentos por meio de um site de compras médicas.

"Agora, busca-se apurar possível responsabilidade funcional pelos desvios ocorridos por meio de processo correcional já instaurado", disse Gustavo Ungaro, presidente da corregedoria, órgão vinculado à Casa Civil do governo de São Paulo.

Esta foi a segunda operação realizada em 2011 para combater o desvio de medicamentos. Em fevereiro, três pessoas foram presas e remédios avaliados em R$ 160 mil foram apreendidos.

Fonte Folhaonline

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Operação apreende medicamentos desviados da rede pública de SP


Apreensões foram feitas em São Paulo e em Brasília. Remédios estão avaliados em mais de R$ 200 mil.


Uma operação coordenada pela Corregedoria Geral da Administração (CGA) em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo apreendeu 61 caixas de remédios, avaliadas em mais de R$ 200 mil, na capital e em Brasília, nas duas primeiras semanas de agosto. Os medicamentos, usados no tratamento de câncer e de pacientes transplantados, eram desviados da Secretaria Estadual da Saúde por uma organização criminosa.
A operação, que durou um mês, identificou o desvio e a comercialização de medicamentos de alto custo da rede pública paulista para hospitais particulares do Brasil. Uma distribuidora de remédios, localizada em São Caetano do Sul, no ABC, foi interditada. As investigações também apontaram que os hospitais adquiriam os medicamentos por meio de um site de compras médicas.
O preço de cada caixa de medicamento apreendida pode variar, em média, de R$ 300 a R$ 9 mil. Entre remédios estão Avastin, Mabthera e Terlipressina.
A operação continua. Até esta segunda-feira (15) ninguém havia sido preso. Os nomes dos hospitais públicos e privados não foram divulgados para que as investigações não sejam prejudicadas.
Esta é a segunda operação coordenada pela Corregedoria Geral da Administração em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde em 2011 para combater o desvio de medicamentos. Em março passado, foram apreendidas 30 caixas de remédios oncológicos avaliadas em R$ 160 mil na capital paulista, na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro.


Fonte G1

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Moçambique declara tolerância zero ao roubo de medicamentos Tradução do português para inglês

O roubo de medicamentos nos hospitais de Moçambique está a lesar, todos os anos, as autoridades em vários milhares de dólares. Uma realidade que obrigou o governo moçambicano a tomar medidas e a declarar tolerância zero ao furto de medicamentos que passa a ser considerado um crime.
O roubo de medicamentos nos hospitais moçambicanos tem vindo a atingir contornos alarmantes, não obstante ao intenso trabalho de controlo levado a cabo pelas autoridades locais.

Muitos destes medicamentos roubados são depois vendidos ilegalmente nos mercados informais, em condições pouco seguras de manuseio e acondicionamento, para além de serem fornecidos a algumas farmácias privadas.

Sobre esta questão, o ministro da saúde moçambicano, Alexandre Manguele, referiu que um país com as dificuldades de Moçambique "não se pode dar ao luxo de comprar medicamentos tão caros para o nosso povo e os medicamentos serem desviados e aparecerem nas rua e chegamos ao hospital e não temos medicamentos".

Para tentar resolver o problema, que todos os ano lesa o esta o estado em vários milhares de dólares, as autoridades moçambicanas declararam tolerância zero ao roubo de medicamentos nas unidades sanitárias. Alexandre Manguele avançou, ainda, que estes roubos colocam em risco a saúde pública, por essa razão as medidas aplicadas serão disciplinadoras. "Quem roubar medicamentos não espera outra coisa, processos penais, expulsäo e processo crime".

Roubo de medicamentos lesa estado moçambicano em milhares de dólares

The theft of medicines in hospitals in Mozambique is damage every year, authorities in several thousand dollars. A reality that has forced the Mozambican government to take action and declare zero tolerance for theft of drugs which shall be considered a crime.
The theft of medicines in hospitals Mozambicans have been reaching alarming shape, despite the intense work of monitoring carried out by local authorities.

Several drugs are stolen then sold illegally in the informal markets, and unsafe handling and packaging, in addition to being provided to some private pharmacies.

On this issue, the Mozambican health minister, Alexander Manguele, said that a country with the difficulties of Mozambique "you can not afford to buy such expensive medicines for our people and the drugs being diverted and appear in the street and arrived at hospital and we have no medicine. "

To solve the problem, which harms all the years that the state several thousand dollars, the Mozambican authorities have declared zero tolerance to theft of drugs in health facilities. Alexandre Manguele progressed further that these thefts jeopardize public health, therefore disciplinary measures will be applied. "Those who steal medicines do not expect anything else, prosecution, expulsion and criminal prosecution. "

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

R$ 160 mil em medicamentos contra câncer são aprendidos em SP e no Rio

Polícia ainda não sabe de onde vieram os remédios; três pessoas foram presas SÃO PAULO - Medicamentos de alto custo, usados no tratamento contra o câncer, que haviam sido furtados ou desviados de hospitais públicos foram apreendidos nesta segunda-feira, 14, em São Paulo e no Rio de Janeiro. A apreensão representa cerca de R$ 160 mil em medicamentos. Uma pessoa foi presa na capital paulista e outras duas no Rio. A polícia ainda não sabe de onde vieram os medicamentos - de roubos a hospitais ou de desvios de funcionários da Secretaria Estadual de Saúde. Havia informações de que produtos roubados em São Paulo estariam sendo vendidos no Rio de Janeiro. A polícia carioca encontrou medicamentos roubados e desviados, mas não da secretaria paulista. Do total, R$ 34 mil em medicamentos foram apreendidos em São Paulo e R$ 125 mil no Rio. Os medicamentos, como o MabThera, chegam a custar R$ 8 mil uma única cada caixa. A investigação durou seis meses e envolveu a Corregedoria-Geral da Administração do Estado de São Paulo e a Polícia Civil. "Com essa operação se pretende enfrentar a receptação do que é subtraído", disse o corregedor-geral, Gustavo Ungaro. A corregedoria comparou informações como preços de medicamentos e chegou ao Centro de Diagnóstico em Oncologia de Osasco, região metropolitana de São Paulo. Na clínica, foram encontrados os medicamentos com lotes e identificação do governo do Estado, de venda proibida. Os produtos tinham registro de compra de uma distribuidora da zona sul de São Paulo - que sequer tinha registro com o laboratório fabricante. Na distribuidora foram apreendidos outros medicamentos, ainda não contabilizados pela polícia, que estavam com validade vencida e com outras irregularidades, como de armazenamento. A distribuidora foi lacrada pela Vigilância Sanitária e uma funcionária foi presa. A Polícia vai pedir a prisão do dono da distribuidora, ainda não encontrado. A clínica também pode responder por receptação. A delegacia de crimes contra a saúde Pública de São Paulo estima que, desde 2009 - ano em que a delegacia foi criada - cerca de R$ 10 milhões em medicamentos comprados pelo governo foram furtados ou desviados. Segundo o delegado Anderson Pires Gianpaolo, a operação pode ter encontrado a "ponta de um iceberg" em relação a esse casos. "Tudo indica que estamos diante de uma organização criminosa", disse Gianpaolo. http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,r-160-mil-em-medicamentos-contra-cancer-sao-aprendidos-em-sp-e-no-rio,679543,0.htm

Quatro são presos no Paraná por venda de remédios irregulares

Mais de 10 mil frascos de medicamentos que não tinham autorização da Anvisa para comercialização SÃO PAULO - Quatro pessoas foram presas nesta segunda-feira, 14, no Paraná, durante operação da Polícia Civil e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em um laboratório e quatro distribuidoras de fitoterápicos em Curitiba e região metropolitana. Segundo a Agência de Notícias, mais de 10 mil frascos de medicamentos que não tinham autorização da Anvisa para comercialização foram apreendidos. A operação foi realizada num laboratório em Curitiba e em quatro distribuidoras de fitoterápicos: duas na capital, uma em Campo Largo e uma em Pinhais. Dois proprietários do laboratório foram presos e dois proprietários de distribuidoras foram liberados mediante pagamento de fiança. Também foram encontrados cerca de 500 frascos de fitoterápicos em situação irregular na distribuidora localizada em Campo Largo. De acordo com o especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa, Antonio Amarílio Lopo Neto, os medicamentos fitoterápicos - à base de ervas - apreendidos têm em sua composição substâncias derivadas da arnica, nas variações em cápsula e pastilhas. http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,quatro-sao-presos-no-parana-por-venda-de-remedios-irregulares,679854,0.htm

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Polícia apreende medicamentos desviados no Rio

por Saúde Business Web 15/02/2011 Inca, Hospital do Andaraí e Hospital Central da Polícia Militar foram as instituições atingidas A Polícia Militar cumpriu nesta última segunda-feira (14) cinco mandados de busca e apreensão contra uma distribuidora suspeita de comercializar medicamentos roubados e desviados de hospitais públicos do Rio de Janeiro. Na operação, os agentes apreenderam diversos medicamentos desviados de hospitais públicos do Rio: o Inca, Hospital do Andaraí e Hospital Central da Polícia Militar. De acordo com o delegado Rafael Menezes, titular da 20ª DP (Vila Isabel), os donos da distribuidora são investigados ainda por estarem vendendo remédios provenientes de cargas roubadas de São Paulo. Os responsáveis pela empresa não foram encontrados nos endereços checados na Vila Isabel, zona norte do Rio. Segundo a polícia, eles serão indiciados por receptação e formação de quadrilha. O material apreendido foi levado para a delegacia de Vila http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=75874