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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Butantã produzirá vacina contra a gripe

O Instituto Butantã, que completa 110 anos nesta quarta-feira, 23, produzirá cerca de três milhões de doses de vacina antigripe este ano. Segundo a Secretaria de Saúde de São Paulo, as doses serão entregues ao Ministério da Saúde em abril e serão utilizadas na Campanha de Vacinação do Idoso. São as primeiras vacinas antigripe produzidas no Brasil. A expectativa é que o país se torne autossuficiente na produção de vacinas contra a gripe até o próximo ano, informou a Secretaria. Além de produzir vacinas contra gripe comum, a fábrica do Instituto Butantã tem capacidade de produzir outros subtipos de vírus de Influenza, como a H1N1, gripe suína, e H5N1, gripe aviária, em caso de pandemia. A fábrica possui 10 mil m² e é dividida em três andares. A vacina é produzida exclusivamente no segundo, a partir de ovos de galinha vindos de granjas previamente certificadas, que criam animais sem o uso de antibióticos e com ração especial, para que não haja interferência no processo produtivo, reações adversas e eventuais efeitos colaterais. O prédio da fábrica de vacinas contra a gripe foi inaugurado em 2007 e até outubro de 2010 passou por um processo de adequação, certificação dos equipamentos e validação de todo o processo de produção. O investimento total foi de cerca de R$ 100 milhões. Parte das doses de vacina contra a gripe solicitadas pelo Ministério para a campanha deste ano serão formuladas e envasadas no Butantã, e outras virão prontas do exterior. (Marília Lopes) http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/instituto-butanta-produzira-vacina-contra-a-gripe/

Anvisa divulga lista com 25 produtos irregulares

Medida prevê interdição cautelar e suspensão da distribuição, fabricação, comércio e uso de alguns medicamentos, Veja lista A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, na terça-feira (15) no Diário Oficial da União, a interdição cautelar e suspensão da distribuição, fabricação, comércio e uso de alguns medicamentos irregulares no País. A interdição cautelar vale por 90 dias após a data de publicação. Durante esse tempo, o produto interditado não deve ser consumido e nem comercializado. Já a suspensão é definitiva e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial. Segundo orientação da Agência, as pessoas que já tiverem adquirido algum produto dos lotes suspensos devem interromper o uso. Confira os nomes dos medicamentos na tabela abaixo: Suspensão RE Nº 647 Limpador Concentrado Sansão - Força para Limpar. Empresa fabricante Vinicius Apude Nascimento, com endereço na Rua Silvino Banassi, 166, Bairro Nova Americana, Americana (SP). Não possui registro e autorização de funcionamento na Anvisa. Suspensão RE Nº 649 Lote 12344 (fabr. 08/2009 e val. 08/2011) do medicamento Polaradex (Maleato de Dexclorfeniramina), 0,4mg/mL, frasco 120mL. Empresa Natulab Laboratório LTDA., localizada na Rua h, 02, Galpão 03, Salgadeira, Santo Antônio de Jesus (BA). Apresentou desvio de qualidade no ensaio de aspecto (presença de partículas de coloração branca em suspensão). Interdição cautelar RE Nº 650 Lotes 10B55C e 09I 121 do medicamento Albendazol, comprimido 400mg. Empresa Prati, Donaduzzi & Cia LTDA, com sede na Rua Mitsugoro Tanaka, 145, C. Ind. Nilton Arruda, Toledo/PR. Apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Dissolução. Suspensão RE Nº 651 Lote 0812397 do produto Sabonete Líquido com Glicerina Riomax. Empresa Indústria Farmacêutica RioQuimica LTDA, localizada na Av. Tarraf 2590 2600, Jardim Anice, São José do Rio Preto/ SP. Apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Identificação de Formaldeído. Suspensão - RE Nº 652 Todos os saneantes domissanitários Empresa J. A. Santos de Oliveira & Cia, nome fantasia Arte Química, localizada na Rua 15 de Novembro, 999, Frota, Cachoeira do Sul/RS. Não possui autorização de funcionamento e por seus produtos não possuírem registro junto a Anvisa. Interdição cautelar - RE Nº 653 Lote 1419836 do produto Condicionador Texturizador Professional Step 3 marca Bsk - Speed Ker. Empresa Tizane Indústria de Cosmésticos LTDA, localizada na Avenida Marginal I, 455, Jardim Anhanguera, Rio Claro/SP. Apresentou resultado insatisfatório no teor de Formaldeído (acima do limite permitido). Suspensão- RE Nº 654 Lote 015 (val. 12/2011) do produto Gel Brilho Molhado Sky Way. Empresa Baton Comercial e Industrial de Cosméticos LTDA, localizada na Rua Engenheiro Augusto Durante, 64, Perus, São Paulo (SP). Apresentou resultado insatisfatório nos ensaios de análise de rotulagem e contagem total de Mesófilos. Apreensão/Inutilização RE Nº 646 Lote 910 do produto Hemogenin, data de validade 10/12. Empresa( Não é fabricado pela empresa Sanofi-Aventis) Lote falsificado. Características: Lote 948 validade 10/12, Blister contendo 10 alvéolos com gravação do nº do lote e vencimento, PVC amarelo e alumínio prata com gravação em verde: HEMOGENIN® COMPRIMIDOS SARSA. Suspensão- RE Nº 655 Todos os produtos fabricados pela empresa. Empresa Ervas Renováveis Naturais, localizada na Rua Rio Azul, 114/120, Manaus/AM. Não possui autorização de funcionamento e por seus produtos não possuírem registro junto a Anvisa. Suspensão- RE Nº 656 Todos os produtos sob vigilância sanitária fabricados pela empresa. Empresa D.M.Cucio Me, localizada na Rua Itabira, 2245 - Bancário, Pato Branco/PR. Não possui autorização de funcionamento junto à Anvisa. Suspensão- RE Nº 657 Medicamento Atorvastatina Cálcica, 20 mg, genérico. Empresa Laboratórios Pfizer LTDA, com endereço na Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1.555 - Vila Sant Anna - Guarulhos/SP. Produto fabricado com embalagem não aprovada pela Anvisa. Suspensão- RE Nº 658 Produto FluorSul Gel, fabricado pela empresa Industrial Odontológica do Sul. Empresa nome fantasia Iodontosul, localizada na Rua Clóvis Beviláqua, 151, Bom Jesus, Porto Alegre/RS. Não possui registro junto a Anvisa. Suspensão- RE Nº 659 Lotes 92259-1 e 92258-1 do medicamento Tecnotax (Citrato de Tamoxifeno 20mg), comprimidos. Empresa Zodiac Produtos Farmacêuticos S/A, localizada na Rodovia Vereador Abel Fabrício Dias, No- 3400, Água Preta Pindamonhangaba/SP. Apresentaram resultado insatisfatório no ensaio de dissolução de Tamoxifeno. Suspensão- RE Nº 660 Lote Nº1140G, fab: 04/2009, Val. 04/2012, do produto Shampoo Hidratante Hidratação, marca Flores & Vegetais, 300 mL. Empresa Ind. e Com. de Cosméticos Flores & Vegetais LTDA, localizada na Av. Brasil, No- 291 - Jardim Francisco Buzolin, Araras /SP. Apresentou resultados insatisfatórios nos ensaios de Contagem Total de Mesófilos e Análise de Rotulagem, por apresentar microrganismo não fermentador Burkolderia cepacia e por apresentar divergência entre o rótulo do produto comercializado e o rótulo da notificação do produto junto à Anvisa. Suspensão- RE Nº 661 Lote Nº 01 (Val. 07/2011) do produto Gel Brilho Molhado Modelador e Fixador de Cabelos com Aloe Vera. Empresa Cheiro da Terra Indústria e Comércio LTDA, localizada na Rua Manoel Pinheiro, No- 140, - Parque São Domingos, São Paulo/SP. Apresentou resultado insatisfatório no ensaio de rotulagem e determinação de contagem total de mesófilos. Suspensão- RE Nº 662 Lotes No- 1010720, 1011788, 1012949, 1014070, 1015492, 1016359, 1018236, 1019850, 1019851, 1021518, 1022460, 1022542, 1023618, 1023678 e 1024712, do produto Nedax Loção(Permetrina), todos os lotes descritos fabricados após 08/06/2009. Empresa Laboratório Stiefel LTDA., localizada na Rua Professor João Cavalheiro Salem, 1081/1301- Bonsucesso- Guarulhos/SP. Não atendeu as exigências regulamentares da Anvisa (comercialização de produto com prazo de validade diferente do aprovado pela área técnica de registro). Suspensão- RE Nº 663 Produto Hipoclorito de Sódio 12%. Empresa Imperial Indústria Produtos de Limpeza LTDA, localizada na Rua Piauí, Nº 786 - Nossa Senhora das Graças, Uberlândia/MG. Não possui por registro junto a Anvisa. Suspensão- RE Nº 666 Produto Bomba de Insulina WillCare,importador desconhecido. Fabricado pela empresa Shinmyung Mediyes, localizada na Coréia do Sul. Não possui registro junto a Anvisa. Suspensão- RE Nº 667 Produtos: Hipoclorito de Sódio 12%; Cloro Lux; Power Removedor; Soluklin; Motorklin; Degrax Super; Super Active; Big Max; Motorklin Super e Soluklin Super. Empresa Deliver Química Indústria e Comércio LTDA., localizada na Rua Guatemala, Nº 542, Tibery -Uberlândia/MG. Não possui registro/notificação válidos junto a Anvisa. Suspensão- RE Nº 668 Medicamento Enxofre 30 g. Empresa Laboratório Musa LTDA, com endereço na Rua Pedra Dourada, n º 110- Zona Industrial de Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ. Não possui registro válido junto a Anvisa. Suspensão- RE Nº 669 Lote No- 104606 do medicamento Neo Metformin 850mg (Cloridato de Metformina) fabricado em 01/2010 valido até 01/2012. Empresa Laboratório Neo Química Comércio e Indústria LTDA, localizada na VPR-1 - Quadra 2-A - Módulo 04 - DAIA - Anápolis/GO. Apresentou resultado insatisfatório nos ensaios de Aspecto e Teor de Cloridrato de Metformina. Suspensão- RE Nº 671 Lote 025438 do produto Cloreto de Sódio 0,9%. Empresa Halex Istar Indústria Farmacêutica LTDA, localizada na Rodovia BR 153, km 03, Chácara Retiro, Goiânia/GO. Apresentou resultado insatisfatório na análise de rotulagem, que estava identificado com conteúdo de 250mL apesar de ter conteúdo de 100mL. Suspensão- RE Nº 672 Produtos: Hipoclorito de Sódio 12%; Limpa Rejuntos Uzzi; Removedor de Ceras Cr Clor; Detergente Desengordurante Uzzi Sr Clor Cip; Detergente; Desincrustante Ácido RR 10 Power; Detergente Desincrustante Ácido RR 100 Power; Álcool Etílico Hidratado 70º Inpm; Álcool Etílico Hidratado 46º Inpm; Formaldeído; Peróxido de Hidrogênio e Ácido Fluorídrico. Empresa Uzzi Química LTDA., localizada na Avenida José Andraus Gassani, No- 1413A, bairro Cruzeiro do Sul -Uberlândia/MG. Não possui registro/notificação válidos junto a Anvisa. Suspensão- - RE Nº 678 Medicamento Cefazolina Sódica 1g, lote BTXID0019, fab. 01/2010, val. 12/11; Ceftriaxona Sódica 1g, lote BTXID0019, fab. 01/2010, val. 12/11; Cefalotina Sódica 1g, lote BLTID0044, fab. 07/2010, val. 06/2012, Cefazolina Sódica 1g, lote BLTID0044, fab.07/2010, val. 06/2012. Empresa Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica LTDA, com sede na Via Principal 06E, Quadra 9, Módulos 12/15, S/N, Daia - Anápolis/GO. Apresentou desvio de qualidade. Suspensão- RE Nº 679 Todos os lotes do medicamento Octagam 10% Solução Injetável. Importados pela empresa Octapharma Brasil LTDA, sediada na Av. Ayrton Senna 1850, Lj 118 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ. Apresentou um parecer técnico da Gerência de Farmacovigilância e um comunicado da empresa sobre o recolhimento voluntário do medicamento por ter sido detectado um risco maior que o esperado de eventos tromboembólicos http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=75959

Médicos pedem que Anvisa não proíba venda de emagrecedores

por Agência Brasil Paula Laboissière 23/02/2011 Profissionais do setor esperam que a fiscalização da venda de inibidores de apetite seja mais forte Representantes da classe médica defenderam nesta quarta-feira (23) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atue mais fortemente na fiscalização da venda de inibidores de apetite, mas desista de banir o medicamento no país. A agência promoveu hoje uma audiência pública para discutir a proposta de proibir a venda de emagrecedores que contêm sibutramina e dos chamados anorexígenos anfetamínicos, que têm em sua composição as substâncias anfepramona, femproporex e mazindol. Para o representante do Conselho Federal de Medicina (CFM), Desiré Carlos Calegari, a proposta da Anvisa de retirar os produtos do mercado fere a autonomia dos médicos, por deixá-los sem alternativa de tratamento para o paciente. "A vigilância sanitária está extrapolando", disse. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (Sbem) e representante da Associação Médica Brasileira (AMB), Ricardo Meirelles, a sensação dos médicos é de apreensão por conta das consequências no tratamento contra a obesidade. "Os técnicos da Anvisa são competentes, mas não lidam diretamente com o problema. O médico tem mais condição de contribuir." O presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho, lembrou que os inibidores de apetite à base de sibutramina e anfetamina são praticamente os únicos disponíveis no mercado brasileiro. "Estão fazendo com que o obeso caia em um precipício. Espero bom senso", afirmou. Já o gerente de Farmacovigilância da Anvisa, Murilo Freitas, destacou que a própria bula dos inibidores de apetite comprova a tese de que os riscos superam os benefícios, ao informar que a perda de peso é transitória. "Quanto mais prolongado for o uso, maior a chance de dependência. Até que ponto vale a pena a utilização desses medicamentos?", questionou. Anthony Wong, médico e um dos consultores da Câmara Técnica da Anvisa, alertou que a obesidade é a segunda maior causa de internação psiquiátrica em todo o país - perde apenas para o álcool - e deve ser vista como uma situação multifatorial. Reduzir o apetite do paciente, segundo o especialista, não é o fator principal para o emagrecimento. "O medicamento é um fator pequeno no benefício", lembrou, ao destacar a importância de atividades físicas e do acompanhamento psicológico. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76145

Confira metodologia para reduzir custos hospitalares

REDUÇÃO DE CUSTOS HOSPITALARES A. Introdução O equilíbrio entre receitas e despesas é de fundamental importância para a viabilidade financeira de um hospital. Dentro de um mercado cada vez mais competitivo, e com recursos financeiros limitados , a adequada gestão de custos deve ser priorizada em instituições hospitalares. Dentre os diversos custos hospitalares, os medicamentos e materiais, constituem alguns dos principais custos destas empresas, respondendo por 25 a 40% do dispêndio total. Redução significativa tem sido alcançada, em relação aos custos de materiais e medicamentos, utilizando-se a metodologia sugerida a seguir: B. Metodologia 1. Análise dos custos de matérias e medicamentos, de um determinado hospital, com alocação destes em diversos centros de custos (PE: UTI, Centro Cirúrgico, Enfermaria Clinica, Enfermaria Cirúrgica, Maternidade, etc.) 2. Montagem de curva ABC, classificando os diversos itens utilizados em cada Centro de Custos, conforme seu impacto financeiro. 3. Utilização do Princípio de Pareto, que nos diz que dos vários insumos utilizados, 20% destes, respondem por aproximadamente 80% do impacto financeiro. 4. A utilização destes matérias e medicamentos de maior impacto financeiro é analisada. A seguir, a partir de princípios de boas práticas médicas e medicina baseada em evidência, avalia-se a possibilidade de redução na utilização destes itens, sem que haja comprometimento da qualidade. Com base neste estudo, são montados protocolos, que além de auxiliar na redução de custos, promove padronização de condutas, com incremento na qualidade. 5. Os valores de compra destes itens de grande impacto, são também analisados, e comparados com os de outros hospitais e outras marcas, sendo então renegociados, ou substituídos, por marcas de qualidade também comprovada, porém de menor custo. Neste quesito, a utilização de medicamentos genéricos, de fabricantes reconhecidos por bons níveis de qualidade, vem ganhando espaço no Brasil. A seguir, descrevemos alguns resultados alcançados: C. Resultados 1. Unidade de Terapia Intensiva Adulto, com 10 leitos, em Hospital Municipal de 140 leitos, no estado do Paraná. Custo de materiais e medicamentos nos 6 meses prévios a implantação dos protocolos: R$ 261.072,73 . Número de diárias no período: 1398. Custo de materiais e medicamentos, por paciente dia: R$ 186,74. Custo de materiais e medicamentos nos 6 meses seguintes a implantação dos protocolos: R$ 194.695,96 . Número de diárias no período: 1351. Custo de materiais e medicamentos, por paciente dia: R$ 144,11. Resultado obtido: redução de 22,82% no custo de materiais e medicamentos por paciente dia. Economia gerada no semestre: R$ 57.593,13, em uma unidade de apenas 10 leitos. 2. Unidade de Terapia Intensiva Adulto, com 14 leitos, em Hospital Filantrópico de 200 leitos, no estado de São Paulo. Custo de materiais e medicamentos nos 5 meses prévios a implantação do trabalho: R$ 186.880,52 . Número de diárias no período: 1393. Custo de materiais e medicamentos, por paciente dia: R$ 134,15. Custo de materiais e medicamentos nos 6 meses seguintes a implantação dos protocolos: R$ 151.925,40 . Número de diárias no período: 1640. Custo de materiais e medicamentos, por paciente dia: R$ 92,63. Resultado obtido: redução de 30,95% no custo de materiais e medicamentos por paciente dia. Economia gerada no período de 5 meses: R$ 68.092,80 em uma unidade de apenas 10 leitos. D. Conclusão Certamente existe muito espaço para gestão mais adequada e racional de materiais e medicamentos em hospitais, bem como outros custos relevantes. O aprendizado nestá área, depende de conhecimento prático e teórico, bem como vontade de fazer. Recentemente, cursos específicos tem sido disponibilizados nesta área, facilitando o acesso a tal conhecimento. Que tal, utilizarmos os recursos que deixamos de gastar com custos desnecessários, para melhorarmos a remuneração de médicos, enfermeiros e outros tantos profissionais, que juntos compõe a peça mais importante na engrenagem da saúde, o recurso humano. postado por Rodrigo Nóbreg http://www.saudebusinessweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=216

Pulseiras reduzem casos de infecção hospitalar

por Saúde Business Web 23/02/2011 Sistema israelense Hyginex monitora a lavagem de mãos de funcionários de um hospital Um equipamento israelense de alta tecnologia foi desenvolvido ajudar a diminuir casos de infecção hospitalar. Trata-se do sistema Hyginex, que monitora a lavagem de mãos de funcionários de um hospital. É uma pulseira, semelhante a um relógio de pulso, equipada com sensores e giroscópios que emitem sinais de alerta para lembrar o funcionário o momento de lavar as mãos. O sistema, controlado por um software, também consegue aferir a qualidade da lavagem por meio de sensores nas torneiras. Segundo Efrat Raichmann, CEO da Hyginex, o uso desse equipamento reduziria a quantidade de dias que os paciente ficam hospitalizados devido a infecções, bem como o gasto com antibióticos. Mais de um milhão de pessoas ficam com infecção hospitalar por ano nos Estados Unidos, resultando em uma média de 100 mortes. E, segundo Raichmann, a principal razão das infecções decorrem pela falta de higiene nas mãos. Ainda de acordo com o executivo, os funcionários dos hospitais, em geral, fazem a higienização das mãos apenas em 20% do tempo necessário. Não basta ficar perto da torneira para o sistema reconhecer que as mãos foram lavadas. A tecnologia possui sensores na pulseira, nas embalagens dos produtos para a limpeza e na torneira que medem a qualidade da lavagem e transfere os dados para o computador. No futuro, a pulseira será equipada com um relógio opcional que pode ser programado para outras funções, incluindo a segurança - para que a equipe possa ser capaz de abrir ou fechar portas usando o bracelete como um dispositivo de controle remoto. De acordo com Raichman, o grande objetivo da pulseira não é a limpeza das mãoes, mas salvar vidas. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76153