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terça-feira, 19 de abril de 2011

Dados pessoais X gestão de saúde Personal data X Health management

Para a advogada Milva Gois, o Projeto de Lei que protege dados pessoais é positivo, mas precisa de alguns ajustes

Está em consulta pública, desde o dia 30 de novembro de 2010, a utilização de dados pessoais pelas empresas. Iniciada pelo Ministério da Justiça, a discussão tem o objetivo de elaborar um Projeto de Lei que regulamenta o uso de dados pessoais por empresas, proibindo o fornecimento de base de dados sem o consentimento dos usuários.

A medida que visa proteger os cidadãos pode prejudicar o setor de saúde. Pelo menos, é o que pensa a advogada e relações institucionais da Axismed, Milva Góis, ao defender os programas de promoção à saúde das empresas. "Para desenvolver um programa de proteção de saúde, é necessário fazer uma análise da carteira de usuários. O Projeto de Lei veda a formação de base de informações que contenham dados sensíveis", ressalta.

Ela explica que o acesso a informações como histórico de saúde do paciente e doenças crônicas são necessárias para as instituições que lidam com saúde, pois ajudam a ter um perfil de seus usuários e contribuir para que essas pessoas tenham tratamento adequado.

Em contrapartida, ao obter esse tipo de informação, as empresas de plano de saúde podem fazer reajustes nas mensalidades de pacientes com doenças crônicas, por alegarem que o valor cobrado a esses indivíduos é inferior comparado à quantidade de serviços que utilizam em seus planos. Com a aprovação do Projeto de Lei, essas instituições não poderão ter acesso a essas informações sem o consentimento de seus usuários.

Segundo Milva, existe uma desconfiança das pessoas diante dos planos de saúde e das empresas de gestão de saúde. Para ela, essa reação é conseqüência do período que antecede a criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), época em que as empresas de plano de saúde não possuíam regulamentação.

Porém ela diz que, com a chegada da Agência Nacional de Saúde e com a implantação da Lei 8.080, que regulamenta as ações de promoções à saúde, essas irregularidades diminuíram. "Existem leis que protegem os usuários, caso existam problemas com as empresas de planos de saúde. Além disso, os beneficiários também possuem mais conhecimento sobre seus direitos".

Milva acredita que o PL seja positivo para que as pessoas tenham seus dados pessoais preservados e sejam protegidas contra eventuais transtornos. No entanto, acha que devem ser feitos alguns ajustes. "O Projeto de Lei deveria ter uma cláusula que diga que podem ser formados bancos de dados de saúde, mas que esses dados não podem utilizados para discriminação de usuários", finaliza.

O debate estará aberto até o dia 30 de abril. Em seguida o texto será finalizado e encaminhado ao Congresso Nacional.

Registro de Saúde Eletrônico é lento entre consumidores Electronic Health Record is slow between consumers

por Nicole Lewis InformationWeek

18/04/2011

Ferramenta estimula paciente a se comprometer com sua saúde ao rastrear e agregar suas informações online
Tool encourages patients to engage with their health by tracking and aggregating their information online

De acordo com estudo da IDC Health Insights, alguns pacientes ainda estão preocupados com a segurança online, enquanto os consumidores saudáveis parecem indiferentes aos benefícios do PHRs.

Os consumidores estão adotando de forma lenta o registro pessoal de saúde (PHR), uma ferramenta com base na rede, projetada para incentivá-los a se comprometer com sua saúde ao rastrear e agregar suas informações online, de acordo com um estudo da IDC Health Insights. O resultado vem em um momento em que outras tecnologias - tais como registros de saúde eletrônico, dispositivos móveis de saúde, e-prescrições e outras tecnologias estão vendo taxas aceleradas de adoção conforme as organizações de saúde implementam sistemas para gerenciar os dados dos pacientes.

O relatório - "Vendor Assessment: When Will PHR Platforms Gain Consumer Acceptance?" ("Estimativa do Fornecedor: Quando a plataforma PHR ganhará a aceitação do Consumidor?") - foi baseado em uma pesquisa online com 1.200 consumidores entre 18 e 23 de fevereiro, para avaliar seu interesse no registro e comparar os números com um relatório similar realizado em 2006.

Publicada no mês passado, a pesquisa descobriu que a adoção generalizada de consumo de PHRs permanece indefinida, apesar das inúmeras opções oferecidas por fornecedores, planos de saúde e empregadores, bem com fornecedores terceirizados como Dossia, Microsoft Heath Vault e Google Health.

De acordo com a pesquisa do IDC Health Insights, somente 7% dos questionados em 2011 relataram nunca ter usado o PHR, e menos da metade dos entrevistados (47,6%) ainda estão usando um para gerir a saúde de sua família. Além disso, a maioria (50,6%) disse que a razão pela qual não tinham usado a tecnologia online foi por não estarem familiarizados com o conceito do registro. Estes resultados foram semelhantes ao estudo de 2006 que mostrou que aproximadamente 7% dos respondentes indicaram que usaram o PHR com base em PC ou em rede, e um pouco mais da metade (51,9%) não estavam cientes do PHRs.

"A adoção do PHR por consumidores nunca vai ser total. Sempre haverá consumidores que não armazenarão seus dados pessoais de saúde online", disse em entrevista Lynne Dunbrack, autor do relatório e diretor do programa do Connected Health IT Strategies at IDC Health Insights.

Também disse que consumidores saudáveis, que não tenham uma razão para se envolverem no sistema de saúde, poderão não enxergar os méritos em usar o PHR. No entanto, é provável que aconteça um ligeiro aumento nas taxas de adoção em pacientes com doenças graves como câncer, diabetes ou outra condições crônicas que requerem cuidados constantes durante longos períodos de tempo.

A constante promoção dos benefícios do PHRs pelos provedores e planos de saúde também deve aumentar o número de pessoas a adotá-los. Dunbrack prevê que durante os próximos 18 a 36 meses haverá um aumento modesto no uso de registro para monitorar resultados de laboratório, pressão sanguínea, taxa de glicose e outros dados vitais associados a pacientes em estado grave.

De fato, enquanto o relatório mostrou baixas taxas de adoção do PHR, também mostrou que três de cada quatro consumidores começaram a usar o registro sob certas circunstâncias. Por exemplo, uma recomendação do médico (37,4%) é um motivador primário. E um pouco mais de 20% disseram que usariam o registro se um de seus membros familiares sofressem de algum problema de saúde que mostrasse a importância de ter a informação disponível (11,9%) ou que tivesse sido diagnosticado com uma doença crônica ou um problema complicado de saúde (9,4%).

Outras descobertas importantes do estudo foram:

- Os consumidores avaliaram seu nível de conforto com o Google Health e o Microsoft Health Vault de forma semelhante; aproximadamente um em cada quatro entrevistados relataram estar satisfeitos usando um dos dois.

- As fontes primárias para PHRs são hospitais ou sites médicos (25%) e sites de planos de saúde (21,4%).
O relatório também destaca as maiores barreiras para a adoção do PHR, que persistem com o passar dos anos:

- Antigos produtos PHR exigem que os consumidores entrem nos seus próprios registros manualmente ou digitalizem documentos para serem armazenados eletronicamente. Cerca de 16% dos questionados indicaram que não querem perder tempo atualizando suas informações no registro.

- A Privacidade e segurança de dados online continuam a preocupar os consumidores. Na pesquisa de 2011, outros 9,1% dos questionados relataram ter parado de usar o registro por não confiarem na segurança dos sites disponíveis.

- Historicamente, quando consumidores mudam de plano de saúde ou empregadores, suas informações armazenadas em seus PHR não podem ser facilmente transferidas, o que os desencoraja a estabelecerem novos registros.

Observando a perspectiva de crescimento do mercado de PHRs o relatório diz: "Patient-centered medical home (PCMH) e incontáveis modelos de saúde, focados em melhorar a coordenação dos cuidados e gestão da condição crônica, deve encorajar os médicos a recomendarem o PHRs para seus pacientes para gerir melhor suas saúdes e bem-estar. Mas os registros precisarão evoluir de depósitos de informação de saúde para uma ferramenta que forneça informações úteis no momento de decisão de saúde fazendo com que os consumidores considerem seu uso útil".


According to IDC's Health Insights study, some patients are still concerned about safety online, while consumers seem indifferent to the healthy benefits of PHRs.

Consumers are slowly embracing the personal health record (PHR), a network-based tool, designed to encourage them to commit to their health by tracking and aggregating your information online, according to a study by IDC Health Insights. The result comes at a time when other technologies - such as electronic health records, mobile healthcare, e-prescriptions and other technologies are seeing accelerated rates of adoption as healthcare organizations implement systems to manage patient data.

The report - "Vendor Assessment: When Will PHR Platforms Gain Consumer Acceptance?" ("Estimation of Supplier: When the platform to gain acceptance PHR Consumer?") - Was based on an online survey of 1,200 consumers between 18 and 23 February, to gauge their interest in the record and compare the numbers with a similar report done in 2006.

Published last month, the survey found that widespread adoption of PHRs consumption remains elusive, despite many options offered by providers, health plans and employers as well as with third party suppliers Dossia, Microsoft Heath Vault and Google Health.

According to IDC research Health Insights, only 7% of those surveyed in 2011 reported ever having used the PHR, and less than half of respondents (47.6%) are still using one to manage the health of your family. Moreover, the majority (50.6%) said that the reason had not used the online technology was not being familiar with the concept of the record. These results were similar to the 2006 study which showed that approximately 7% of respondents indicated they used the PHR based PC or network, and a little more than half (51.9%) were not aware of PHRs.

"The adoption of the PHR for consumers will never be total. There will always be consumers who store their personal health data online," said Lynne Dunbrack interview, the reporter and program director of the Connected Health IT Strategies at IDC Health Insights.

He also said that consumers healthy, not having a reason to get involved in the health system may not see the merits of using the PHR. However, it is likely to happen a slight increase in adoption rates in patients with serious diseases like cancer, diabetes or other chronic conditions that require constant care for long periods of time.

The constant promotion of the benefits of PHRs for providers and health plans should also increase the number of people to adopt them. Dunbrack predicts that during the next 18 to 36 months there will be a modest increase in the use of registry to track lab results, blood pressure, glucose levels and other vital data associated with patients in critical condition.

In fact, while the report showed low rates of adoption of the PHR, also showed that three out of four consumers began using the record under certain circumstances. For example, a doctor's recommendation (37.4%) is a primary motivator. And a little over 20% said they would use the registry if one of their family members suffered from any health problems that showed the importance of having the information available (11.9%) or had been diagnosed with a chronic illness or a complicated problem of health (9.4%).

Other key findings of the study were:
- Consumers rated their level of comfort with the Google Health and Microsoft Health Vault similarly, approximately one in four respondents reported being satisfied using one of the two.

- The primary sources for PHRs are hospitals or medical sites (25%) and sites of health plans (21.4%).

The report also outlines the major barriers to adoption of the PHR, which persist over the years:

- Former PHR products require consumers to enter their own records manually or scan documents to be stored electronically. About 16% of the respondents indicated that they want to spend time updating their information in the registry.

- The privacy and data security remain concerns for online consumers. In the survey of 2011, some 9.1% of the respondents reported having stopped using the record by not trust the safety of sites available.

- Historically, when consumers change their health plan or employer, your information stored in their PHR can not be easily transferred, which discourages them from establishing new records.

Noting the prospect of market growth of PHRs the report says: "Patient-centered medical home (PCMH) and countless models of health, focused on improving care coordination and management of chronic conditions, should encourage doctors to recommend to the PHRs their patients to better manage their health and wellbeing. But the records of deposits will need to evolve health information to a tool that provides useful information at the time of health decision making consumers consider useful to their use. "

Suspenso prazo para registro da venda de antibióticos

por Saúde Business Web

18/04/2011

Anvisa publicará novas datas para a escrituração eletrônica ou manual e o registro da venda de antibióticos no sistema nacional

Está suspenso o prazo para que as farmáciase drogarias do País iniciem a escrituração eletrônica ou manual e o registro da venda de antibióticos no Sistema Nacional de Gerenciamento de produtos Controlados (SNGPC). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (18).

Também está suspenso o prazo para a adequação das embalagens, rotulagens e bulas destes produtos pelos fabricantes de medicamentos.

De acordo com comunicado da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nos próximos meses, o órgão publicará os novos prazos por meio de resolução que substituirá a Resolução RDC nº 44/2010. A norma de 2010 modificou as regras para vendas de antibiótico em todo o País.

A obrigatoriedade de exigência e retenção de receita para a entrega dos medicamentos antimicrobianos ao consumidor permanece inalterada.

Álcool: não há dose segura Alcohol: no safe dose

Especialistas alertam que mesmo o consumo moderado pode elevar o risco de câncer de mama
Experts warn that even moderate drinking may raise the risk of breast cancer

A lista dos possíveis fatores que elevam o risco de câncer de mama cresce a cada ano. Obesidade e sedentarismo têm seus efeitos danosos comprovados em números e estatísticas.

A novidade no tema, embora ainda sem garantias oficiais, aponta que o consumo moderado de álcool também aumenta as chances da doença.

Fabiana Baroni Makdissi, mastologista do Hospital A.C Camargo, explica a relação usando a metáfora da balança: os fatores de risco estão de um lado, e os de proteção, no outro. Nesse caso, endossa a médica, o desequilíbrio é condição para aumentar ou não a chance de aparecimento da doença. Quanto maior for o peso da proteção menor serão os riscos.

A especialista diz que a matemática é simples. O câncer está diretamente relacionado à qualidade de vida. “Ainda não temos como dominar e controlar a doença, mas tudo que for possível fazer para deixar o organismo equilibrado, é benéfico e diminui as chances dela aparecer.”

Segundo Fabiana, o câncer de mama é multifatorial, ou seja, causado por diversos fatores. A obesidade, o sedentarismo e o consumo de álcool não desencadeiam a doença sozinhos, mas potencializam os riscos. “Nascer mulher e estar envelhecendo também são fatores de risco para o surgimento da doença. Estes dois não temos como mudar, mas os outros fatores sim. A manutenção da saúde, é responsabilidade de cada um.”

Na teoria, os médicos revelam que consumir 120 ml de vinho (o equivalente a uma taça) ou 275 ml de cerveja, quantidade inferior a uma latinha, por dia já é considerado uma dosagem de risco. O ideal, aponta a mastologista, seria limitar a ingestão a celebrações e ocasiões especiais e, ainda assim, manter a disciplina.

"As mulheres que consomem álcool apresentam níveis elevados de hormônios, em especial o estrógeno e, em particular, o estradiol, que é um tipo de estrógeno, o hormônio considerado como o grande vilão do câncer de mama", esclarece a mastologista.

Alguns estudos sugerem que a bebida aumentaria a suscetibilidade à carcinogênese - seqüência de eventos que culmina no aparecimento do câncer no tecido mamário. O álcool causaria também dano no DNA (molécula que armazena as informações genéticas) das células e ampliaria o potencial metastático (capacidade que as células do tumor têm de se espalhar para outras partes do copo) das células tumorais.

Felipe Andrade, mastologista do Hospital Sírio Libanês de São Paulo, explica que o álcool e a gordura têm uma influência negativa sobre o hormônio feminino. “O câncer é um tumor que se alimenta de hormônios. A gordura estimula a produção do estrogênio, que é extremamente prejudicial à mulher, e o álcool sinaliza esse hormônio de forma negativa.”

Apesar de os estudos ainda serem inconclusivos, o médico não descarta a importância do alerta. “Embora ainda não tenhamos dados que decifrem de que forma essa sinalização é feita, já sabemos que a relação entre o álcool e o estrogênio é negativa, o que exige um cuidado redobrado.”

The list of possible factors that increase the risk of breast cancer increases every year. Obesity and inactivity have proven its harmful effects on numbers and statistics.

The novelty of the topic, although no official assurances, indicates that moderate consumption of alcohol also increases the chances of the disease.

Fabiana Baroni Makdissi, breast cancer specialist at the Hospital AC Camargo, explains the relationship using the metaphor of balance: the risk factors are on one side and protection on the other. In this case, endorses the medical condition the imbalance is to increase or no chance of getting the disease. The greater the weight of protection will be less risk.

The expert said the math is simple. The cancer is directly related to quality of life. "We do not have to dominate and control the disease, but all we can do to make the body balanced, it is beneficial and reduces the chances of it showing up."

According to Fabian, breast cancer is multifactorial, that is, caused by several factors. Obesity, sedentary lifestyle and alcohol consumption did not cause the disease alone, but potentiate the risk. "Being born a woman and getting older are also risk factors for onset of disease. These two do not have to change, but rather other factors. The maintenance of health, it is the responsibility of everyone. "

In theory, doctors reveal that consuming 120 ml of wine (the equivalent of a cup) or 275 ml of beer, much less than a can per day is already considered a measurement of risk. Ideally, points to breast cancer specialist, would be to limit your intake to special occasions and celebrations and still maintain discipline.

"Women who consume alcohol have elevated levels of hormones, especially estrogen, and in particular estradiol, which is a type of estrogen, a hormone considered the villain of breast cancer," clarify the breast cancer specialist.

Some studies suggest that drinking would increase susceptibility to carcinogenesis - sequence of events culminating in the appearance of cancer in breast tissue. Alcohol would also cause damage to DNA (the molecule that stores genetic information) of cells and expand the metastatic potential (ability of tumor cells have to spread to other parts of the cup) of tumor cells.

Felipe Andrade, mastologist Syrian Lebanese Hospital in Sao Paulo, says that alcohol and fat have a negative influence on the female hormone. "Cancer is a tumor that is fed by hormones. The fat stimulates the production of estrogen, which is extremely harmful to women, and alcohol leptin signaling in a negative way. "

Although studies are still inconclusive, the doctor did not rule out the importance of the alert. "While we have not data to decipher how this signaling is done, we know that the relationship between alcohol and estrogen is negative, which requires extra care."

Mulheres bebem mais e não param de fumar

Entre os homens, taxa de tabagismo cai e consumo de álcool fica estável
Among men, smoking rate falls and alcohol consumption remains stable

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde mostra que as mulheres brasileiras estão mais próximas de dois fatores de risco que aproximam câncer, diabetes, hipertensão do universo feminino: o consumo de álcool exagerado e o tabagismo.

Os dados apresentados nesta segunda-feira (18/4), indicam que hoje 10% da população feminina bebe mais de quatro doses alcoólicas quando decide sair para beber, comportamento chamado na literatura especializada de “bebedora pesada”. Em 2006, primeiro ano em que o estudo federal foi realizado, este índice feminino era de 8%.

Entre os homens, este comportamento de beber pesado é mais prevalente, chega a 26%, mas ficou praticamente estável nos anos analisados, sendo que em 2006 eles ponturam 25,8%.

O estudo, chamado de Vigitel, entrevistou, por telefone, 54 mil pessoas maiores de 18 anos, moradoras de todas as capitais do Brasil e também do Distrito Federal.

Tabagismo

Além de não terem aumentado os índices de consumo exagerado de álcool nos últimos anos, a pesquisa indicou que os homens estão fumando menos. Atualmente, 17,9% deles são fumantes.

“Em 1989, quando as primeiras pesquisas sobre tabagismo foram realizadas, o índice de fumantes era de 34%”, afirmou Deborah Malta, coordenadora do departamento de doenças crônicas do Ministério da Saúde.

Segundo Deborah, a primeira edição do Vigitel foi realizada em 2006 e, em todos os anos, foi identificada uma redução do hábito de fumar. “Esta redução foi puxada pelos homens, que somavam 20,2% de fumantes em 2006 e hoje são 17,2%. As mulheres ficaram estáveis nestas estatísticas, sempre na casa dos 12%.”

A survey released by the Ministry of Health shows that Brazilian women are closer to two risk factors approaching cancer, diabetes, hypertension female universe: the excessive consumption of alcohol and smoking.

The data presented on Monday (18 / 4), indicate that today 10% of women drink more than four doses alcohol when he decides to quit drinking, a behavior called in the literature of "heavy drinker. " In 2006, the first year that the federal study was conducted, this index was 8% female.

Among men, this behavior of heavy drinking is more prevalent, it reaches 26%, but remained fairly stable in the years studied, and in 2006 they ponturam 25.8%.

The study, called Vigitel, interviewed by telephone 54 000 people aged over 18, living in all the capitals of Brazil and the Federal District.

Smoking

Besides not having increased rates of alcohol abuse in recent years, research indicated that men are smoking less. Currently, 17.9% of them are smokers.

"In 1989, when the first surveys were conducted on smoking, the smoking rate was 34%, " said Deborah Malta, coordinator of the department of chronic diseases from the Ministry of Health

According to Deborah, the first edition of Vigitel was conducted in 2006, and every year, we identified a reduction of smoking. "This reduction was driven by men, which amounted to 20.2% of smokers in 2006 and are now 17.2%. The women remained stable in these statistics where 12% of the house. "

http://delas.ig.com.br/saudedamulher/mulheres+bebem+mais+e+nao+param+de+fumar/n1596846109513.html