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terça-feira, 19 de abril de 2011

OMS faz acordo para conter pandemias de gripe no mundo WHO Signs Agreement to contain influenza pandemics in the world

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os representantes dos 193 países, que integram a Organização Mundial de Saúde (OMS), definiram um plano de ação para conter pandemias de gripe no mundo. A ideia é unificar os regimes jurídicos, ampliar as parcerias dos laboratórios e indústrias farmacêuticas, além de agilizar o acesso às vacinas e medicamentos antivirais, assim como facilitar o uso do material para diagnóstico. As informações são da OMS.

"Esta foi uma longa jornada para chegar a este acordo, mas o resultado final é uma vitória muito importante para a saúde pública", afirmou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. Para o diretor-geral adjunto de Saúde e Segurança da OMS, Keiji Fukuda, um plano com abordagem unificada e global garante a maior possibilidade de sucesso a uma ação nesta área.

As medidas favorecem principalmente, segundo especialistas, os países pobres. O objetivo é concentrar os esforços na prevenção da gripe sazonal e ameaças de pandemia, como a que envolve o vírus H5N.

As decisões foram tomadas depois de quase uma semana de negociações do grupo de trabalho convocada pela Assembleia Mundial da Saúde e coordenada pela OMS. Nas discussões, os especialistas advertiram que em muitos países a principal dificuldade está no acesso ao controle da doença, assim como nos trabalhos de diagnóstico e tratamento.

Para a OMS, as medidas definidas vão ajudar a garantir acesso mais equitativo às vacinas a preços acessíveis e, ao mesmo tempo, assegurar o fluxo de amostras de vírus para as análises de avaliação de riscos para a saúde pública e desenvolvimento de vacinas.

Desde novembro de 2007, a OMS negocia um acordo global para a prevenção, diagnóstico e tratamento da gripe. A discussão começou por causa das preocupações de que o vírus da gripe aviária (H5N1), no Sudeste da Ásia, tornar-se uma pandemia.

Na ocasião foi aprovado um plano para garantir que, no caso de uma pandemia, a percentagem de amostras de vírus da gripe e para agilizar a sua resposta à proteção da saúde pública. O documento incluiu a unificação de regimes jurídicos, uma ação conjunta dos laboratórios com a indústria farmacêutica em países industrializados e países em desenvolvimento.

Brasília - Representatives of 193 countries which include the World Health Organization (WHO) drafted an action plan to contain influenza pandemics in the world. The idea is to unify the legal systems, expanding partnerships laboratories and pharmaceutical industries, besides speeding up access to vaccines and antivirals, as well as facilitate the use of the material for diagnosis. The information is from WHO.

"This was a long journey to reach this agreement, but the end result is a very important victory for public health," said WHO Director-General Margaret Chan. For the deputy director-general of the WHO Health and Safety, Keiji Fukuda, a plan with comprehensive and unified approach ensures the greatest chance of success to an action in this area.

The measures mainly favor, experts said, poor countries. The goal is to focus on the prevention of seasonal influenza and pandemic threats such as viruses involving H5N.

The decisions were taken after nearly a week of negotiations of the working group convened by the World Health Assembly and led by WHO. In discussions, the experts warned that in many countries the main problem is access to and control of disease, as well as the work of diagnosis and treatment.

For WHO, the measures set out will help ensure more equitable access to vaccines at affordable prices and at the same time, ensuring the flow of virus samples for analysis of risk assessment for public health and vaccine development.

Since November 2007, WHO is negotiating a global agreement for the prevention, diagnosis and treatment of influenza. The discussion started because of concerns that the avian influenza virus (H5N1) in Southeast Asia, becoming a pandemic.

At the time approved a plan to ensure that in the event of a pandemic, the percentage of samples of influenza viruses and to expedite its response to protect public health. The document included the unification of legal regimes, a joint laboratory with the pharmaceutical industry in industrialized and developing countries.

GE Healthcare compra empresa de ressonância magnética GE Healthcare buys MRI

por Saúde Business Web

18/04/2011

Com a aquisição, a GE Helthcare expande sue portfólio ligado aos negócios de tecnologia avançada
With the acquisition, GE Helthcare expands portfolio linked to sue businesses for advanced technology
A GE Helthcare anunciou na última quinta-feira, (14), que adquiriu os recursos da Steady State Imaging (SSI), uma companhia que desenvolve a tecnologia de imagem de ressonância magnética. Os termos do acordo não forma divulgados.

Com a aquisição, a GE Helthcare expande sue portfólio ligado aos negócios de tecnologia avançada. Além disso, é importante ressaltar o método SWIFT, da Universidade de Minessota, Estados Unidos, que possibilita a visualização dos tendões, ligamentos e outras partes, que normalmente não podem ser vistas utilizando a tecnologia convencional.

O método SWIFT ganhou interesse entre pesquisadores de MRI devido ao seu potencial de visualização de imagens próximas aos pulmões e outras partes do corpo, onde o MRI convencional não é capaz de detectar.

De acordo com a empresa, a aquisição do SSI está muito alinhada com a proposta de melhorias GE Helthcare, como melhor qualidade, mais acesso a tecnologia para as pessoas e redução nos custos. Além disso, a empresa está com boas expectativas de continuar investindo em inovações que terão impacto sobre seus clientes e pacientes.

Para a empresa SSI, a venda também foi vista de maneira positiva e estão animados para ver como o seus recurso será utilizada pela GE Healthcare.


GE Helthcare announced last Thursday, (14), which acquired the assets of the Steady State Imaging (SSI), a company that develops technology for magnetic resonance imaging. The terms of the agreement is not so disclosed.


With the acquisition, GE Helthcare expands portfolio linked to sue businesses for advanced technology. Furthermore, it is important to emphasize the SWIFT method, University of Minnesota, United States, which allows the visualization of tendons, ligaments and other parts that can not normally be seen using conventional technology.


The SWIFT method has gained interest among researchers because of its potential MRI image display next to the lungs and other body parts, where conventional MRI can not detect.


According to the company, the acquisition of SSI is very aligned with the proposed GE Helthcare improvements such as better quality, better access to technology for people and cut costs. In addition, the company is with high expectations to continue investing in innovations that will impact their clients and patients.


SSI for the company, the sale was also viewed positively and are excited to see how your resource will be used by GE Healthcare.

Defesa do consumidor vai ampliar relação com Anvisa

por Saúde Business Web

18/04/2011

Anvisa assinou Protocolo de Cooperação Técnica que visa aumentar a participação social nas decisões tomadas pela Vigilância Sanitária

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária assinou na última quinta-feira (14) um Protocolo de Cooperação Técnica com o Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC). O protocolo é voltado ao fortalecimento da participação social nas discussões e decisões tomadas no ambiente da Vigilância Sanitária. Com esta iniciativa a Agência amplia o número de instituições não governamentais que já contribuem com o seu trabalho e a inclusão da sociedade regulamentação sanitária.

O FNECDC reúne 20 organizações relacionadas às relações de consumo e aos movimentos sociais. A meta da Anvisa é fortalecer ainda mais os canais de participação social e contribuir para ampliar a percepção do risco sanitário envolvido no consumo de bens e serviços. O protocolo será assinado, pelo diretor presidente em exercício da Agência, Dirceu Barbano, e pela presidente do FNECDC, Rosana Grinberg.

Atualmente, a Anvisa mantém ações semelhantes com a Pastoral da Criança, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça (DPDC-MJ), Dieese e com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Epharma lança serviço para remédios especiais

por Carolina Garcia

18/04/2011

Empresa de assistência farmacêutica divulga serviço visando pacientes, empresas e operadoras de saúde

A Epharma, empresa focada na gestão da assistência farmacêutica, lança serviço chamado "ePharma Specialty Products". Trata-se de um programa de acesso de medicamentos especiais que, além de terem alto custo, muitos são temolábeis (necessitam de refrigeração no estoque e também no transporte) e, por isso, dificilmente são encontrados nas prateleiras das farmácias e drogarias.

O diretor comercial da Epharma, Marcos Brêda, explica que a empresa criou este serviço com o objetivo de atender a uma demanda específica com processo de procura de produtos, em geral comprados em deliverys especializados. "A grande diferença do nosso serviço é que ele consegue conectar e acessar todo o Brasil", explica. Há três anos como diretor comercial na empresa, Brêda afirma ter acompanhado um processo de crescimento da ePharma nesse setor. Durante sua gestão os números de deliverys credenciados mudaram de 60 para 120.

Brêda afirma que a empresa pretende atender programas corporativos de empresas, operadoras de saúde e pessoas físicas. "A Epharma se propõe a encontrar os produtos que estão sendo comercializados e adquiri-los dentro dos padrões exigidos pela Anvisa (Angência Nacional de Vigilância Sanitária)", diz o executivo.

Empresas que são clientes poderão subsidiar os medicamentos de acordo com o seu programa já estabelecido para assistência farmacêutica. "Um player muito importante são as operadoras de saúde, esses produtos ajudam a tirar os pacientes do hospital, o que, além de reduzir os custos, humaniza o tratamento", ressalta.

Para este ano, otimista, o executivo projeta um aumento do alcance do programa ao ponto de não oferecer apenas a entrega do medicamento, mas também auxiliar a aplicação desses produtos. "A ideia é facilitar e ajudar o usuário a utilizar o que ele está adquirindo. Acreditamos que em seis meses já estaremos preparados para oferecer o serviço na própria casa do usuário".

Tecnologia na cadeia de suprimentos Technology Supply Chain

Mesmo que tardiamente quando comparada à indústria, a área de Suprimentos Hospitalares tem ampliado o uso de inovações ou instrumentos tecnológicos em prol da eficiência, segurança e exatidão de seus processos.

No que se refere à linha de frente da cadeia distribuição, já não é tão raro encontrarmos nas Farmácias equipamentos ou acessórios tais como dispensários eletrônicos, máquinas de fracionamento, palm tops, smartphones e até tabletes como complementos importantes aos controles via códigos de barras, já aplicados há alguns anos.

Mais do que mitigar as falhas de estoque, estas ferramentas tem sido capazes de aliviar o esforço dos operadores nas tarefas de dispensação de materiais e medicamentos, gerando agilidade, ganhos no desempenho produtivo e, principalmente, a implantação de critérios preventivos de segurança a pacientes e profissionais da saúde.

Nos Almoxarifados, a troca eletrônica de dados (EDI) e a ampliação dos recursos para gestão do armazenamento e reposição de produtos têm economizado alguns milhares de reais ao longo da cadeia, seja através da diminuição da mão-de-obra efetiva necessária para a manutenção das operações, seja em uma melhor dosagem das políticas de ressuprimento ou, simplesmente, por meio da redução do uso de papel.

Em Compras, as mudanças envolvem desde a aplicação de instrumentos on-line de cotação e/ou leilão via Internet, passando pelo uso de interações eletrônicas entre o cliente final e o fornecedor (VMI ou outsourcing) e, mais recentemente, as opções de bancos de dados de OPME’s, sem os quais se tornaria quase impossível gerenciar corretamente os mais de 60 mil itens disponíveis no mercado nacional, frente às demandas de preparação de orçamentos prévios para operadoras, cobranças em contas hospitalares e faturamentos dos produtos utilizados em cirurgias.

Vale aqui o registro de que uma fatia considerável dos gestores tem buscado estes avanços em ferramentas avulsas aos ERP’s disponíveis nas suas empresas. Isto, talvez, porque estes sistemas tenham sido concebidos com uma visão assistencial mais próxima à rotina de tratamento dos pacientes do que nas áreas de apoio que sustentam a estrutura. Porém, é visível que a preocupação com a evolução destes recursos cresce proporcionalmente ao entendimento estratégico que a cadeia de Suprimentos vem conquistando.

Fato é que hoje, a discussão sobre utilizar ou não os recursos tecnológicos foi substituída pela análise das alternativas disponíveis, sem as quais, fica muito difícil garantir um abastecimento pleno, seguro e financeiramente viável.

Even later when compared to the industry, the area of ​​Hospital Supplies has expanded the use of technological innovations or instruments in favor of efficiency, security and accuracy of its processes.

With regard to the forefront of the distribution chain, is not so rare to find Pharmacies in equipment or accessories such as dispensaries, electronics, machinery fractionation, palm tops, smart phones and tablets as important additions to the controls via bar codes, as applied for some years.

More than mitigate the failures of stock, these tools have been able to relieve the stress of the operators in the task of dispensing drugs and materials, generating efficiency, gains in performance and, especially, the implementation of preventive security criteria to patients and health professionals.

Warehouses in the electronic data interchange (EDI), expansion of resources for storage management and replacement products have saved a few thousand dollars along the chain, either by reducing the manpower needed for the effective maintenance of operations, is in a better measurement of replenishment policies, or simply by reducing the use of paper.

In Purchasing, since the changes involve the use of instruments on-line quotation and / or auction via the Internet, through the use of electronic interactions between the end customer and supplier (VMI or outsourcing) and, more recently, the options for banks Opmeer's data, without which it would become almost impossible to properly manage the more than 60,000 items available in the market and meet the demands of preparing preliminary budgets for operators, charges on hospital bills and billing of products used in surgery.

It is worth registering that a considerable portion of these managers have sought piecemeal advances in tools to ERP's available in their companies. This, perhaps, because these systems have been designed with a vision of care closer to the routine treatment of patients than in the support areas that support the structure. However, it appears that the concern with the development of these resources grows with the understanding that the strategic supply chain has achieved.

Fact is that today, the discussion about whether or not to use the technological resources was replaced by an analysis of available alternatives, without which, it is very difficult to ensure a supply full, safe and financially viable.


postado por Ronie Oliveira Reyes

http://www.saudebusinessweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=145