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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Caem casos de malária no mundo, apesar da doença ainda preocupar Fall in malaria cases in the world, although the disease still worry

As mortes atribuídas à malária recuaram mais de 1 milhão em 2000, para 781 mil em 2009, indicou Instituto Nacional de Saúde dos EUA
The deaths attributed to malaria fell more than 1 million in 2000 to 781,000 in 2009, said National Institute of Health

Efe

WASHINGTON - Os casos de malária no mundo todo, que no ano 2000 eram estimados entre 350 milhões e 500 milhões, caíram para 225 milhões em 2009, mas ainda persistem "enormes problemas e há muito por fazer", indicaram nesta quarta-feira, 20, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH).

A instituição publicou o comunicado devido ao Dia Mundial da Malária que será comemorado em 25 de abril e celebrou "os avanços importantes em regiões do mundo para controlar" a doença.

As mortes atribuídas à malária recuaram mais de 1 milhão em 2000, para 781 mil em 2009, indicou a declaração acrescentando que "as reduções dos casos ocorreram em todas as regiões afetadas e os maiores recuos no número de mortes por malária ocorreram na África".

Os pesquisadores do instituto fizeram referência a alguns avanços obtidos no último ano na luta contra a doença e, em particular, à aparição e propagação de parasitas que desenvolveram resistência aos remédios convencionais contra esta.

O comunicado destacou a existência de "um composto que atua sobre uma área inovadora do parasita e permite matar os parasitas que tenham desenvolvido resistência para outros remédios contra a malária".

Além disso, os pesquisadores financiados pelos NIH "identificaram recentemente um fungo modificado geneticamente que bloqueia o desenvolvimento dos parasitas de malária no mosquito e interrompe a transmissão da doença".

"Já que os fungos não matam os mosquitos é pouco provável que estes desenvolvam resistência", explicou o comunicado.

"Os fungos poderiam proporcionar uma importante ferramenta de intervenção contra a malária se os estudos demonstrarem que são inócuos para os humanos", acrescentou.

WASHINGTON - The cases of malaria worldwide, which in 2000 were estimated at between 350 million and 500 million, fell to 225 million in 2009, but there are still "huge problems and there is much to be done, indicated on Wednesday, 20 The National Institute of Health (NIH).

The institution released the statement because of World Malaria Day will be celebrated on April 25 and concluded "important advances in areas of the worldcontrol " thedisease.

The deaths attributed to malaria fell more than 1 million in 2000 to 781,000 in 2009, said the statement adding that "the reduction of cases occurred in all affected regions and the major setbacks in the number of malaria deaths occur in Africa. "

The institute's researchers have referred to some breakthroughs in the last year in fighting the disease and, in particular, the emergence and spread of parasites that have developed resistance to conventional drugs against this.

The statement highlighted the existence of a compound that acts on an innovative area and allows the parasite to kill the parasites that have developed resistance to other anti-malarial drugs. "

In addition, researchers funded by NIH "recently identified a genetically modified fungus that blocks the development of malaria parasites in mosquitoes and interrupts the transmission of disease. "

"Since fungi do not kill mosquitoes is unlikely that they will develop resistance, "said the statement.

"The fungi could provide an important tool in malaria intervention if studies show that they are harmless to humans, "he added.

Refrigerantes dietéticos não ajudam na perda de peso Diet sodas do not help in weight loss

Jillian Michaels, autora do livro "A Dieta do Metabolismo", explica que "estamos consumindo menores quantidades de refrigerante comum. A má notícia? Estamos consumindo cada vez mais dietéticos."

De acordo com a famosa e respeitada preparadora física, os adoçantes artificiais são antinutrientes muito perigosos e que enganam muitas pessoas com sua propaganda, e na bem da verdade são um perigo metabólico maior até que o próprio açúcar.

A autora usa como base um estudo com 950 pessoas realizado ao longo de nove anos, e que apontava o refrigerante diet, ao lado de carnes e frituras, como os fatores de risco mais proeminentes para uma crise metabólica.

"Normalmente, quando ingerimos açúcar, nosso corpo registra a doçura e até chega a compreender que coisas muito doces significam muitas calorias. Entretanto, quando continuamente tomamos refrigerantes diets, essa compreensão se distorce."
Seja diet ou não, refrigerante algum faz bem à saúde
Seja diet ou não, nenhum refrigerante faz bem à saúde
Ou seja, da próxima vez seu corpo não reconhecerá a quantidade de calorias que há ali, de modo que você ingere demais. "Então, ao contrário das pessoas que consumiram açúcar, você não compensa as calorias em excesso comendo menos em refeições posteriores," escreve.

Os outros antinutrientes descritos pela autora são grãos refinados, gorduras hidrogenadas, conservantes e colorantes artificiais.

De acordo com a especialista, para perder peso rapidamente as pessoas devem ter em mente que a história toda não está somente ligada às calorias, e que os hormônios são fundamentais nessa tarefa, por isso, é importante reeducar seu corpo e seus costumes para fazer corretamente o trabalho.

Jillian Michaels, author of "The Metabolism Diet"explains that "we are consuming smaller amounts of regular soda. The bad news? " We are consuming more and more diet. "

According to the famous and respected trainer for physics, artificial sweeteners are very dangerous and anti-nutrients that fool many people with their propaganda, and in all fairness is a major metabolic risk until the sugar itself.

The author builds upon a study conducted with 950 people over nine years, and pointed out that the diet soda, along with meat and fried foods, as the most prominent risk factors for metabolic crisis.

"Usually when we eat sugar, your body registers the sweetness and even comes to understand what things mean a lot of calories very sweet. However, when we continually soft diets, this understanding is distorted."

Or are , the next time your body will not recognize the amount of calories that is there, so you eat too much. "So, unlike people who consumed sugar, you do not compensate for those calories by eating less at subsequent meals," he writes.

The other anti-nutrients are described by the author refined grains, hydrogenated fats, preservatives and artificial coloring.

According to specialist, to lose weight quickly people should keep in mind that the story is not only linked to calories, and that hormones are crucial in this task, so it is important to re-educate your body and its customs to correctly work.

Suplementação de cálcio aumenta risco de infarto Calcium supplements raise risk of heart attack

Mulheres na menopausa que tomam suplementos de cálcio têm mais chance de sofrer infarto ou derrame, de acordo com estudo publicado nessa terça-feira no "British Medical Journal".

O artigo revê dados de várias pesquisas. Uma delas, de 2006, foi feita com 36 mil mulheres, de 50 a 79 anos, nos EUA. Nesse trabalho, a conclusão inicial foi a de que a suplementação não representava risco cardíaco.

Agora, pesquisadores das universidades de Auckland e Aberdeen, na Nova Zelândia e na Escócia, afirmam que a conclusão do estudo está errada. "É preciso rever o papel do cálcio na prevenção e no tratamento da osteoporose", dizem, no fim do artigo.

Em um dos trabalhos analisados, o risco de infarto foi 21% maior.

VASOS ENTUPIDOS

A hipótese é de que o cálcio ingerido em suplementos seria capaz de acelerar o processo de aterosclerose.

Segundo Antonio Mansur, cardiologista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, a tese faz sentido: sabe-se que o cálcio faz parte das placas que entopem as vasos.

"Todo mundo tem um começo de aterosclerose. Em pessoas com fatores de risco, pode ser um agravante."

Para Rosa Maria Rodrigues Pereira, reumatologista do Hospital das Clínicas, ainda não há consenso sobre o tema. "Existe um debate desde 2008. Há pesquisas com resultados contrários."

Na dúvida, a médica não recomenda o uso como regra geral para mulheres na menopausa, mesmo considerando que, nesse período, há maior perda óssea.

"É melhor obter as quantidades recomendadas só com a dieta. Principalmente se a paciente tiver fator de risco."

O reumatologista José Carlos Szajubok, professor da Faculdade de Medicina do ABC, questiona o estudo. Mesmo assim, diz que a suplementação deve considerar a dieta.

"É preciso ver o que o paciente ingere e suplementar só o que falta."

Menopausal women who take calcium supplements are more likely to suffer heart attack or stroke, according to a study published on Tuesday in the British Medical Journal.

The article reviews data from several studies. One of them, 2006 was made ​​with 36 000 women from 50 to 79 years in the U.S.. In this work, the initial finding was that supplementation did not pose heart risk.

Now researchers from the universities of Aberdeen and Auckland, New Zealand and Scotland, say the study's conclusion is wrong. "We need to review the role of calcium in the prevention and treatment of osteoporosis, " they say at the end of the article.

In one study analyzed the risk of myocardial infarction was 21% higher.

VESSEL PLUG

The hypothesis is that calcium intake in supplements could accelerate the process of atherosclerosis.

According to Antonio Mansur, a cardiologist at the Heart Institute, Hospital das Clinicas in Sao Paulo, the argument makes sense: it is known that calcium is part of the plaques that clog blood vessels.

"Everybody has an early atherosclerosis. In people with risk factors, can be an aggravating factor."

For Rosa Maria Rodrigues Pereira, a rheumatologist at the Hospital das Clinicas, there is no consensus on the issue. "There is a debate since 2008. There are studies with opposite results."

When in doubt, the doctor does not recommend use as a general rule for women in menopause, even considering that in this period, there is greater bone loss.

"You better get the recommended amounts through diet alone. Especially if the patient has a risk factor."

The rheumatologist Szajubok José Carlos, Professor, Faculty of Medicine of the questions the study. Still, says that supplementing the diet must be considered.

"You have to see what the patient eats and only supplement what is missing."

Bullying leva jovens a fazer cirurgia de redução de estômago Bullying leads young people to have stomach-reduction surgery

Aumento da obesidade entre adolescentes brasileiros deve estimular a tendência
Increasing obesity among Brazilian teenagers should encourage the trend

O bullying tem influenciado a escolha de jovens obesos pela cirurgia bariátrica – uma das variações da operação de redução de estômago – como forma de escapar das gozações e da exclusão social, segundo especialistas das áreas de endocrinologia e psicanálise. E essa tendência deve aumentar, segundo eles, já que a obesidade cresce nessa faixa da população do país.

Segundo dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 21,7% dos jovens entre 10 e 19 anos estão acima do peso e mais de 30% das crianças entre cinco e nove anos apresentam excesso de peso, em dados de 2008 e 2009.

Outra pesquisa do mesmo instituto mostra ainda que ao menos 30% dos estudantes brasileiros já foram vítimas de bullying. E um último levantamento da SBCM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica) mostra que, em 2009, foram realizadas no país 1,5 mil cirurgias em pacientes com menos de 20 anos, representando 5% do total de cirurgias realizadas no mesmo ano.

No consultório do cirurgião Roberto Rizzi, membro da SBCM, por exemplo, enquanto os adultos procuram a cirurgia por motivos de doença (diabetes, derrame, pressão e colesterol altos), os jovens se queixam do bullying para recorrer à sala de cirurgia.

- A gente percebe que os jovens vêm nos procurar por causa do bullying mesmo, porque sofrem muito. Eles são psicologicamente vulneráveis.

Esses jovens que estão longe do peso considerado normal - IMC (índice de massa corpórea) até 25 -, sofrem pressões de diferentes maneiras para serem magros. Além das retaliações no ambiente escolar, a pressão familiar também tem forte influência na escolha. Segundo Rizzi, é comum pais estarem mais preocupados com o peso dos filhos do que eles mesmos. Assim, procuram a cirurgia como solução.

- O jovem obeso, com 13, 14 anos, pode até não estar sofrendo bullying, mas o pai que é atleta tem um pouco de vergonha e força uma situação, querendo que haja uma solução cirúrgica.

Autoestima

Infeliz com o peso desde os 13 anos, a bancária Thais Moreira Cruz, de 26 anos, fez a cirurgia bariátrica há 36 dias, em São Paulo. Antes ela tinha 88 kg e 1,54 m, mas hoje ela está feliz por já estar pesando 75 kg. Segundo ela, isso “não é nem um terço” do que ela pretende emagrecer.

A decisão foi feita depois de anos de dietas e remédios que lhe renderam depressão e síndrome do pânico. Amanda se lembra de se sentir diferente na escola, por ser “baixinha, gordinha e com cabelo enrolado.”

- Uma vez voltei da escola chorando tanto que tomei cinco cápsulas de Coscarque [tipo de laxante]. É uma questão de desespero mesmo. Para o adolescente é muito intenso.

Dos 19 aos 24 anos, ela usou diferentes tipos de anfetaminas para emagrecer. Em uma das tentativas emagreceu rapidamente, mas depois triplicou o peso inicial. Hoje, mesmo ainda precisando manter uma dieta líquida, considera a cirurgia como um “ganho de saúde”.

- Tinha gastrite e esofagite por causa de tanto remédio. Agora minha autoestima está lá em cima. Todo mundo falou que eu mudei de fisionomia, que estou outra mulher, por mais que eu não tenha emagrecido muito.

Autoestima elevada é a mesma sensação da universitária Amanda Testoni de Oliveira, de 23 anos, que fez a mesma cirurgia em novembro do ano passado. A necessidade de fazer a cirurgia ocorreu quando ela viu a balança apontar para os 100 kg e “a ficha caiu”.

O peso elevado desde a adolescência a fazia cancelar programas com amigos e se sentir cansada em uma rápida caminhada. Quando percebia que sofreria bullying na escola, “revidava na mesma moeda”.

- Antes da cirurgia minha autoestima era muito baixa. Não gostava de sair, tinha uma crise nervosa quando ia comprar roupa. Ficava nervosa na loja. Hoje já tenho uma disposição muito diferente. Adoro comprar roupa, me arrumar. Hoje as coisas servem.

Quem pode fazer a cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica é indicada apenas para pacientes com IMC acima de 35 (equivalente à obesidade mórbida), com diabetes tipo 2 resistente a outros tipos de tratamentos com remédios e dietas. Pode ser realizada a partir dos 18 anos e só é contraindicada para pessoas com problemas cardíacos e pulmonares, hérnia de hiato e refluxo gastroesofágico severos ou que não estejam em condições físicas e psicológicas de fazer uma cirurgia, segundo resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina). Para se ter certeza de que a pessoa está apta, ela deve passar antecipadamente por uma bateria de exames.

No entanto, menores de idade podem recorrer à cirurgia em condições especiais, ou seja, quando comprovadamente não conseguem perder peso mesmo com dietas e medicamentos, mas sempre com acompanhamento dos pais, diz Rizzi. Apesar disso, o mais indicado, de acordo com ele, é esperar pela maioridade. Até porque até os 19 anos esse jovem poderá crescer e adequar seu peso à altura, explica.

O cirurgião Arthur Garrido, do Hospital Beneficência Portuguesa, discorda desse ponto. Pioneiro da técnica no Brasil, o médico já operou mais de 30 adolescentes. Antes da resolução do CFM, editada em 2010, a indicação para cirurgia era de 16 anos.

De acordo com Garrido, o que mais deve ser levado em conta para se fazer a operação é a condição de saúde do paciente. Portanto, se ele for muito jovem, mas já estiver sofrendo consequências da obesidade, a operação deve ser levada em conta.

- Só há indicação em caso de obesidade grave que compromete a saúde, seja em que idade for. Em casos cuja obesidade se resolve com medicação e alimentação não tem cabimento operar, porque a operação pode ter complicações.

Mas justamente pelo seu histórico com adolescentes, ele admite que o bullying é uma realidade entre os obesos e que isso leva muitos a procurar o consultório. O que, no entanto, não deve ser encarado como justificativa plausível.

- Muitas vezes a pessoa chega ao cirurgião dizendo que não aguenta mais a pressão social, e pede para ser operado porque não consegue arrumar namorado. Mas se essa obesidade não preenche critérios, a equipe tem que se recusar a operar. Até porque com 1% dos operados ocorrem complicações graves.

Vale destacar, por outro lado, o tanto de benefícios que a cirurgia trás, inclusive para os mais jovens, diz Garrido.

- As operações funcionam muito bem em qualquer método. Na grande maioria dos casos, reduz o peso e diminui o risco ou cura doenças que já existiam.

Fim do vírus da gripe aviária levará ao menos uma década End of the avian flu virus will take at least a decade

Organização pede que reforço nas ações para erradicar o problema
Organization calls for strengthening the actions to eradicate the problem


A FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) alerta que erradicar o vírus "altamente patogênico" H5N1 da gripe aviária nas aves de criatórios nos seis países nos quais é mais endêmico levará, ao menos, uma década.

Em comunicado de imprensa divulgado nesta quinta-feira (21) em sua sede em Roma, na Itália, a agência das Nações Unidas divulga um novo relatório com recomendações específicas sobre as medidas que deveriam ser adotadas nos próximos cinco anos nos países em que o H5N1 está para avançar em direção à eliminação do vírus.

Nesse estudo, a FAO pede aos doadores internacionais e aos governos das seis nações nos quais o H5N1 é endêmico (Bangladesh, China, Egito, Índia, Indonésia e Vietnã) um compromisso contínuo nos esforços para a erradicação do vírus.

Pelo relatório, o vírus da gripe aviária, que durante o momento de pico em 2006 foi detectado em 60 países, segue presente nessas seis nações, a maioria asiáticas, por uma combinação de três fatores.

O primeiro, indica a FAO, está relacionado com a estrutura de seus setores avícolas nacionais. O segundo fator é a "qualidade dos serviços veterinários e de produção animal tanto públicos quanto privados, que nem sempre são capazes de detectar e atender às infecções", e o terceiro é a "falta de compromisso" para enfrentar com firmeza o vírus H5N1.

A FAO lembra que desenvolveu junto à OIE (Organização Mundial da Saúde Animal) uma estratégia mundial para a prevenção e a luta contra o H5N1, que recomenda que os países nos quais o vírus da gripe aviária é endêmico realizem um enfoque de médio e longo prazo, mais que limitar-se a uma resposta imediata à emergência.

Nos últimos sete anos, a FAO executou um programa mundial para combater a gripe aviária com a participação de mais de 130 países por meio de 170 projetos de pesquisa, detecção e controle direto da doença.

The FAO (UN Food and Agriculture) to eradicate the virus alert "highly pathogenic" H5N1 strain of avian influenza in poultry farms in six countries where it is most endemic take at least a decade.

In a statement released on Thursday (21) at its headquarters in Rome, Italy, the UN agency publishes a new report with specific recommendations on measures that should be adopted in the next five years in countries where H5N1 is to move toward the elimination of the virus.

In this study, the FAO calls for international donors and governments of six countries where H5N1 is endemic (Bangladesh, China, Egypt, India, Indonesia and Vietnam) continued engagement in efforts to eradicate the virus.

For the report, the bird flu virus, which for the time to peak in 2006 was detected in 60 countries, this follows these six nations, mostly Asian, a combination of three factors.

The first indicates the FAO, is related to the structure of their national poultry sectors. The second factor is the "quality of veterinary services and livestock production both public and private, that are not always able to detect and respond to infections, " and the third is the "lack of commitment" to deal firmly with the H5N1 virus.

The FAO notes that developed by the OIE (World Organisation for Animal Health), a global strategy for prevention and fight against H5N1, which recommends that countries where the bird flu virus is endemic to perform a focus on medium and long term rather than limited to an immediate response to emergencies.

Over the past seven years, FAO has implemented a global program to fight bird flu with the participation of more than 130 countries through 170 projects of research, detection and direct control of the disease.