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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dieta gordurosa pode reverter insuficiência renal do diabetes High-fat diet can reverse kidney failure in diabetes

DA BBC BRASIL

Uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos pode reverter a insuficiência renal em camundongos com diabete, segundo um estudo realizado por cientistas americanos.

Na pesquisa, divulgada na publicação científica PLoS ONE, os cientistas da Mount Sinai School of Medicine, de Nova York, analisaram os efeitos de uma dieta composta de 87% de gorduras sobre um grupo de camundongos com predisposição a ter os tipos 1 e 2 de diabete.

O excesso de açúcar no sangue nos diabéticos pode provocar danos nos rins, gerando um quadro de insuficiência renal.

As cobaias foram divididas em dois grupos. Quando a insuficiência renal se manifestou, metade delas passou a receber uma dieta normal e a outra, a dieta com muita gordura.

Depois de oito semanas, os cientistas notaram que os danos nos rins dos roedores haviam sido revertidos.

Médicos e nutricionistas alertam que a dieta rica em gordura, que reproduz os efeitos da inanição, não deve ser realizada sem acompanhamento médico.

DÚVIDAS

"O nosso estudo é o primeiro a demonstrar que uma intervenção por meio de dieta por si só é suficiente para reverter esta complicação grave da diabete", afirmou o professor Charles Mobbs, que liderou a pesquisa.

"Eu certamente acho que (a pesquisa) traz uma esperança, mas eu não posso recomendá-la até que tenhamos feito testes clínicos", completou.

O diretor de pesquisas da entidade britânica Diabetes UK, que combate a doença, levantou dúvidas sobre o estudo, questionando a capacidade de humanos conseguirem manter esta dieta de forma saudável.

"Esta pesquisa foi conduzida com camundongos, então é difícil ver se estes resultados se traduziriam em benefícios reais para pessoas com diabetes neste estágio", afirmou.

"É muito simples dizer que insuficiência renal pode ser prevenida somente com dieta, e também é questionável se a dieta utilizada neste caso seria sustentável por humanos, mesmo no curto prazo."

De acordo com números de 2007, citados pelo Ministério da Saúde, a diabete afeta mais de 6,3 milhões de brasileiros, ou 5,2% da população adulta.


A diet high in fat and low carbohydrate diets can reverse kidney failure in mice with diabetes, according to a study by U.S. scientists.

In research published in the journal PLoS ONE, scientists from the Mount Sinai School of Medicine, New York, examined the effects of a diet composed of 87% fat on a group of mice prone to types 1 and 2 diabetes.

Excess blood sugar in diabetics can cause kidney damage, creating a history of renal failure.

Guinea pigs were divided into two groups. When renal failure was manifested, half of them went on to receive a normal diet and the other the high-fat diet.

After eight weeks, scientists noticed that the damage in the kidneys of rodents had been reversed.

Doctors and nutritionists warn that the high fat diet, which mimics the effects of starvation, should not be undertaken without medical supervision.

QUESTIONS

"Our study is the first to demonstrate that an intervention through diet alone is sufficient to reverse this serious complication of diabetes," said Professor Charles Mobbs, who led the research.

"I certainly think (the survey) brings hope, but I can not recommend it until we have done clinical trials," he added.

The director of research at Diabetes UK entity, which fight disease, raised questions about the study, questioning the ability of humans can keep this diet so healthy.

"This research was conducted with mice, so it is difficult to see whether these results would translate into real benefits for people with diabetes at this stage," he said.

"It's very simple to say that kidney failure can be prevented with diet alone, and also is questionable whether the diet used here would be sustainable for humans, even in the short term."

According to 2007 figures cited by the Ministry of Health, diabetes affects more than 6.3 million Brazilians, or 5.2% of the adult population.

Dieta rica em ômega 3 dobra risco de câncer de próstata Diet rich in omega 3 doubles risk of prostate cancer

O consumo de alimentos ricos em ômega 3 pode fazer bem para o coração, mas aumenta o risco de câncer de próstata agressivo, segundo um estudo americano publicado ontem no "American Journal of Epidemiology".

A pesquisa envolveu mais de 3.400 homens.

Aqueles com altos níveis no sangue de uma proteína que indica consumo de ômega 3 tiveram duas e meia vezes mais câncer.

Por outro lado, homens com maiores índices gorduras trans na corrente sanguínea tiveram uma redução de 50% no risco de câncer. Nenhuma das gorduras foi associada ao baixo risco da doença.

Segundo os pesquisadores, do Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle, o impacto do ômega 3 e de outros ácidos graxos no desenvolvimento do câncer ainda é pouco conhecido.

Os médicos afirmam que são necessários mais estudos antes de mudar a recomendação de consumo da substância.



The consumption of foods rich in omega-3 may be good for the heart, but increases the risk of aggressive prostate cancer, according to a U.S. study published yesterday in the American Journal of Epidemiology.

The survey involved over 3,400 men.

Those with high blood levels of a protein indicates that consumption of omega-3 had two and a half times more cancer.

Moreover, men with higher trans fat levels in the bloodstream had a 50% reduction in cancer risk. None of the fats was associated with lower risk of disease.

The researchers, from the Fred Hutchinson Cancer Research Center in Seattle, the impact of omega 3 and other fatty acids in cancer development remains unknown.

Doctors say more study is needed before changing the recommended intake of the substance.

Exercícios devem começar uma semana depois do infarto Exercises should begin one week after infarction

Pessoas que sofrem infarto devem começar a se exercitar mais cedo do que o recomendado hoje.

Segundo uma pesquisa da Universidade de Alberta, no Canadá, junto com as universidades Duke e Stanford (EUA), os exercícios, como caminhadas, devem começar uma semana após o ataque cardíaco. O intervalo indicado hoje é de quatro semanas.

O trabalho, publicado no periódico "Trials", revisou 31 estudos, com 1.634 pacientes.

De acordo com a pesquisa, é importante afastar a ideia de que o coração precisa de descanso após um infarto.

Os exercícios aumentam a capacidade de bombeamento do sangue e reduzem a pressão arterial.

Segundo Carlos Eduardo Negrão, cardiologista do InCor (Instituto do Coração), os resultados da pesquisa são animadores. Há, porém, uma preocupação quanto à cicatrização da área da cirurgia, quando ela é necessária, em casos mais graves.


"No InCor, estamos refletindo se vale a pena alterar a recomendação-padrão. É difícil, porque teríamos que alterar um paradigma."

Segundo especialistas, uma semana após o infarto, o paciente pode caminhar pelo quarto e no corredor do hospital, e fazer exercícios com braços e pernas, para evitar trombose.

"Infarto não é empecilho para atividade física", diz Luiz Antonio César, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.

Mas, afirma, a reabilitação deve ser feita sob supervisão e de forma moderada. É preciso avaliar também a gravidade do caso.

De acordo com Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia clínica do HCor (Hospital do Coração), o exercício só é recomendado para o paciente estável, sem cansaço, dores no peito ou arritmia.

Se a atividade for feita em excesso, podem ocorrer novos infartos.

Mas, quanto mais cedo os exercícios começarem, melhor, de acordo com César.

"É um momento em que a pessoa está sensível e pode adquirir novos hábitos."



People suffering heart attack should start exercising sooner than recommended today.

According to research from the University of Alberta in Canada, along with Duke and Stanford universities (U.S.), exercise such as walking, should begin one week after the heart attack. The range is four weeks today.

The work, published in the journal "Trials", reviewed 31 studies with 1,634 patients.

According to the survey, it is important to rule out the idea that the heart needs to rest after a heart attack.

The exercises increase the pumping capacity of the blood and reduce blood pressure.

According to Carlos Eduardo Negrão, InCor cardiologist (Heart Institute), the survey results are encouraging. But there is a concern for healing from the surgery area, where it is needed in more severe cases.

"At Incor, we are thinking if it's worth changing the standard recommendation. becausewe had to change a paradigm. "

According to experts, one week after infarction, the patient can walk across the room and hallway of the hospital, and doing exercises with arms and legs, to prevent thrombosis.

"Infarction is no bar for physical activity, " said Luiz Antonio Cesar, president of the Society of Cardiology, São Paulo State.

But, he says, the rehabilitation should be done under supervision and with restraint. We must also evaluate the seriousness of the case.

According to Ricardo Pavanello, supervisor of clinical cardiology HCor (Heart Hospital), the exercise is only recommended for the stable patient, without fatigue, chest pain or arrhythmia.

If the activity is done to excess, there may be new infarctions.

But the sooner the exercises started, the better, according to Caesar.

"It's a moment when the person is sensitive and can acquire new habits."

Clamídia pode levar à infertilidade Chlamydia can lead to infertility

Doença sexualmente transmissível de maior prevalência no mundo é pouco rastreada por médicos e pouco conhecida das mulheres

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a cada ano ocorram em torno de 92 milhões de novos casos de clamídia em todo mundo. No entanto, apenas uma pequena parcela deles é diagnosticada e tratada.

Isso porque a clamídia é uma doença sexualmente transmissível silenciosa, ou seja, em 80% dos casos não há sintomas.

Nos 20% restantes, as mulheres podem apresentar corrimento, febre, cansaço, dores durante a relação sexual e sangramentos esporádicos. Além disso, o exame rotineiro ginecológico e o papanicolaou não são eficientes para identificá-la.

O problema ganha contornos mais perigosos já que, em geral, a doença só é descoberta quando uma de suas seqüelas se instalou: a mais comum delas é a infertilidade. “Sempre que a paciente está tentando engravidar sem sucesso, investigamos as tubas uterinas. O comprometimento dessas estruturas é a seqüela mais usual da clamídia não tratada”, afirma a ginecologista Flavia Fairbanks. Além disso, pode haver evolução para uma doença inflamatória pélvica, para uma infecção perihepática (ao redor do fígado) ou contribuir para uma gravidez ectópica (fora da cavidade uterina, que pode resultar na ruptura das trompas).

Dificilmente as conseqüências mais graves podem ser revertidas. “Enquanto for apenas infecção, é possível tratá-la. Mas se deu fibrose e comprometeu a trompa, não há como”, alerta Paulo Giraldo, professor do departamento de Tocoginecologia da Universidade de Campinas (Unicamp).

A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatist, transmitida por contato sexual (vaginal, anal e oral) e também de mãe para filho no momento do parto. Neste caso, pode trazer conseqüências sérias para o recém-nascido. “É comum pingar nitrato de prata nos olhos do bebê a fim de evitar a contaminação ocular por uma eventual clamídia”, afirma Fairbanks. Nos olhos, a doença pode levar à cegueira.

Exames

O exame específico para detecção – uma cultura específica do canal endocervical - não é um pedido médico frequente. Adolescentes sexualmente ativas e mulheres com múltiplos parceiros compõem o principal grupo de risco. As jovens estão mais propensas porque o cérvix, uma abertura do útero onde a infecção se localiza, está menos protegida.

Para Flávia Fairbanks, no entanto, não é necessário que o exame faça parte da rotina ginecológica anual, mas é interessante que ele seja feito pelo menos uma vez, principalmente por quem tem mais chances de contrair a doença. Já Giraldo é mais categórico. “Os médicos deveriam investigar. A prevalência da doença é mais alta do que hepatite, por exemplo, e poder ter conseqüências graves”, alerta.

O exame é caro, não está disponível na rede pública de saúde e enfrenta resistência por parte dos planos de saúde, segundo os especialistas.

Tem cura e prevenção

A infecção em si tem cura e seu tratamento é simples e relativamente rápido. O uso de antibióticos pelo período de 10 a 20 dias, dependendo de cada caso, costuma ser a melhor opção. Para o ginecologista Pablo Roberto Novik, do Hospital CECMI, o tratamento adequado deve-se levar em conta a especificidade da bactéria e a possibilidade de uso em cada paciente (alergias). O tratamento deve ser feito pelo casal. "As mulheres relatam que é difícil convencer o parceiro a aderir ao remédio, justamente pela falta de sintomas. Porém, de nada adianta se só um deles for tratado e eles tiverem relações sexuais sem camisinha", alerta Flávia.

Evitar a doença também é fácil. Em geral, a clamídia é pouco comum em quem tem relações monogâmicas há muito tempo, ou seja, não tem muitos parceiros. Além disso, o uso de preservativos em toda relação sexual é eficiente na prevenção dessa e de outras doenças sexualmente transmissíveis.


Sexually transmitted disease most prevalent in the world is somewhat screened by doctors and little known women

The World Health Organization (WHO) estimates that each year occur around 92 million new cases of chlamydia worldwide. However, only a small portion of them are diagnosed and treated.

That's because the chlamydia is a sexually transmitted disease Silent, ie 80% of cases are asymptomatic.

In the remaining 20%, and women may have a runny nose, fever, fatigue, pain during intercourse and bleeding sporadic. In addition, a routine gynecological and pap smear are not efficient to identify it.

The problem gets more dangerous as outlines, in general, the disease is only discovered when one of its sequels settled: the most common is infertility. "Where the patient is trying to get pregnant without success, we investigated the womb. The involvement of these structures is the most common sequelae of untreated chlamydia, "says gynecologist Flavia Fairbanks. In addition, there may be progression to pelvic inflammatory disease to perihepatic infection (around the liver) or contribute to an ectopic (outside the uterine cavity, which can result in rupture of the Fallopian tubes).

Hardly the most serious consequences can be reversed. "As long as the infection but you can treat it. But it gave fibrosis and compromised horn, there is no way, "says Paul Giraldo, a professor of the Department of Obstetrics and Gynecology, University of Campinas (UNICAMP).

Chlamydia is caused by the bacterium Chlamydia trachomatist, transmitted by sexual contact (vaginal, anal and oral) and also from mother to child at birth. In this case, can have serious consequences for the newborn. "It's common drip silver nitrate in the baby's eyes to avoid eye contamination by a possible chlamydia," says Fairbanks. In the eyes, the disease can lead to blindness.

Examinations

The specific test for detection - a specific culture of the endocervical canal - is a common medical application. Sexually active adolescents and women with multiple partners comprise the main risk group. Young women are more likely because the cervix, the opening of the uterus where the infection is located, is less protected.

To Flávia Fairbanks, however, is not necessary that the examination be part of routine annual gynecological, but it is interesting that it is done at least once, especially for those who have more chances of contracting the disease. Already Giraldo is more blunt. "Doctors should investigate. The prevalence is higher than hepatitis, for example, and can have serious consequences, "he warns.

The test is expensive, not available in public health and faces resistance from health plans, experts say.

It has healing and prevention

The infection itself is healing and the treatment is simple and relatively quick. The use of antibiotics for a period of 10 to 20 days, depending on each case, usually the best option. For the gynecologist Pablo Roberto Novik, Hospital CECMI, proper treatment should take into account the specificity of the bacteria and the possibility of use in each patient (allergies). Treatment should be done by the couple. "Women report that it is difficult to convince the partner to join the drug, because of the lack of symptoms. But of no use if only one is treated and they have sex without condoms," says Flavia.

Preventing the disease is also easy. In general, chlamydia is uncommon in monogamous relationships who have long, or do not have many partners. Furthermore, the use of condoms in every sexual act is effective in preventing this and other sexually transmitted diseases.

Hipertensão prevalece em mulheres menos escolarizadas Hypertension is prevalent in women less educated

Mais de um terço das mulheres com menos de oito anos de estudo é hipertensa. Índice cai para 13,5% entre as que estudaram mais
More than a third of women with less than eight years is hypertensive. Index falls to 13.5% among those who studied more



As mulheres lideram as estatísticas dos diagnósticos de hipertensão no País.

Primeiro, são elas as que mais buscam atendimento médico. Depois, porém, a condição de saúde das menos escolarizadas piora as estatísticas femininas: mais de um terço (34,8%) das mulheres com menos de oito anos de estudo tem hipertensão.

A doença, que altera a pressão arterial aumenta as chances de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Entre as mulheres mais escolarizadas, no entanto, os números são bem distintos. Entre as brasileiras que concluíram 12 ou mais anos de estudo, 13,5% tem diagnóstico da doença, que já atinge um quarto da população do País e metade dos adultos brasileiros com mais de 55 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, 25,5% das mulheres brasileiras estão hipertensas, contra 20,7% dos homens.

Em todas as faixas etárias, as mulheres lideram as estatísticas. A explicação para isso, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é o cuidado maior com a saúde. A inversão dos números só ocorre quando o dado é cruzado com a escolaridade. Entre os mais instruídos, os homens apresentam mais a doença.

“A proporção de hipertensos aumenta de acordo com a faixa etária. A doença prevalece entre os mais idosos. Isso explica, por exemplo, porque o Rio de Janeiro é capital que mais tem mulheres hipertensas. Lá, a população de idosas é bastante expressiva”, ressalta. O ministro lembrou que, por conta das estatísticas, o ministério quer reforçar as ações de prevenção à doença. O estímulo às atividades físicas será uma das prioridades.

Até o final do ano, ele espera criar 1 mil academias de saúde (aparelhos públicos de ginástica) próximos a centros de atendimento à saúde para estimular a população a praticar exercícios físicos. Além disso, Padilha lembra que o ministério está assinando acordos com as indústrias para produzirem alimentos com menos sal.


Women lead the statistics of the diagnosis of hypertension in the Country

First, they are the ones who seek more medical care. Later, however, the health status of less educated women worsens the statistics: over one third (34.8%) women with less than eight years have hypertension.

The disease, which affect blood pressure increases the chances of developing cardiovascular diseases.

Among more educated women, however, the numbers are quite different. Among the Brazilians who have completed 12 or more years of study, 13.5% have a diagnosis of the disease that already affects a quarter of the country's population and half of adult Brazilians over 55 years. According to the Ministry of Health, 25.5% of Brazilian women are hypertensive, compared with 20.7% of men.

In all age groups, women lead the statistics. The explanation for this, according to Health Minister, Alexandre Padilha, is the largest health-care. The reversal of the numbers occurs only when the data is cross referenced with the school. Among the better educated, more men have the disease.

"The proportion of hypertension increases with age. The disease prevails among the elderly. This explains, for example, because the capital is Rio de Janeiro has more than hypertensive women. There, the elderly population is quite significant, "he says. The minister recalled that because of the statistics, the ministry wants to strengthen measures for preventing the disease. The encouragement of physical activity will be a priority.

By the end of the year, he hopes to create 1,000 gyms health (public gymnastic apparatus) near the centers of health care to encourage women to practice physical exercises. Moreover, Padilla notes that the ministry is signing agreements with industry to produce foods with less salt.