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sábado, 7 de maio de 2011

Unimed Manaus sofre intervenção da ANS

por Saúde Business Web

03/05/2011

A Instituição detectou "anormalidades econômico-financeiras administrativas graves" na operadora

Na última sexta-feira, (29), a Agência Nacional de Saúde destituiu a diretoria fiscal da Unimed Manaus, por considerar haver "anormalidades econômico-financeiras administrativas graves" no estabelecimento. Essa situação poderia colocar em risco a continuidade dos serviços prestados à capital amazonense. A informação é do Portal A Critica

A intervenção foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), desta sexta-feira (29) . De acordo com a Resolução Operacional nº 1023, a decisão foi tomada em reunião realizada na quarta-feira, (27), em uma reunião realizada na ANS. O documento que instaura o Regime de Direção Fiscal foi assinado por Mauricio Ceschin, diretor da agência.

O nomeado para assumir a diretoria administrativa da Unimed Manaus foi Waldemar Barbosa Guimarães, que teve seu nome publicado no mesmo DOU.

A Unimed Manaus é dirigida pelo médico Asdrúbal Melo, que está no segundo mandato. Ele dirige a operadora desde 2006. E, no anos de 2010, foi reeleito para ficar mais quatro anos na presidência. O médico também é presidente da Unicred, uma financeira para associados da Unimed Manaus e demais profissionais da Saúde de nível superior.

Distribuição de genéricos amplia indústria farmacêutica

por Saúde Business Web

06/05/2011

Pesquisa mostra que o Brasil representa 42% do setor na América Latina

Uma pesquisa realizada pelo IMS Health, apresentada durante a palestra realizada na Abradilan Farma & HPC 2011, em Belo Horizonte, MG, mostrou que o Brasil representa 42% do setor farmacêutico na América Latina. Além disso, foi constatado que a distribuição dos genéricos aumentou, atingindo maior número de pontos de venda no varejo. Desta forma, a população das áreas periféricas passou a ter mais acesso aos medicamentos, fazendo com que, consequentemente, as pequenas e médias redes de farmácia e drogarias crescessem.

De acordo com o estudo, os dados são resultado dos expressivos crescimentos que ocorreram no País, como a melhora na distribuição de renda, o aumento do consumo e a baixa taxa de desemprego.

Segundo a Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais (Abradilan), a participação dos fornecedores regionais é importante, pois são eles os responsáveis pelo acesso dos medicamentos em regiões mais afastadas

De acordo com o estudo do IMS Health, de um total de 59.951 farmácias no Brasil resultando em um faturamento de 34 bilhões de reais, 12.342 lojas são atendidas prioritariamente pelos distribuidores regionais e movimentam 4,4 bilhões de reais por ano.

Perspectivas

De fato, a Abradilan, que hoje conta com 116 associados, atesta o otimismo no setor. Uma enquete realizada recentemente pela associação, para avaliar as perspectivas de crescimento dos negócios para 2011, concluiu que:

27,87% deles projetam um crescimento de até 10%.
26,23% projetam um crescimento de 11 a 20%.
22,95% projetam um crescimento de 21 a 30%.
22,95% projetam um crescimento superior a 30%.

Outra enquete realizada para identificar as projeções de investimentos dos associados, mostrou que:

7,79% projetam investir na ampliação do Centro de Distribuição.
42,31% projetam investir na qualificação da equipe de colaboradores.
44,23% projetam investir na qualificação da equipe de colaboradores e na ampliação do centro de distribuição.
5,67% não irão fazer investimentos neste ano.

A empresa concluiu que 2011 será bastante promissor para os distribuidores, pois está na mão deles a garantia de maior alcance dos medicamentos das empresas produtoras e a sobrevivência do pequeno estabelecimento farmacêutico.

ANS publica regras para adaptação e migração de planos

por Saúde Business Web

06/05/2011

Segundo agência, a medida traz grandes vantagens ao beneficiário. Confira quais são

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (06) a Resolução Normativa nº 254, que dispõe sobre a adaptação e migração de contratos individuais/familiares e coletivos firmados até 1º de janeiro de 1999, quando entrou em vigor a Lei nº 9.656/98, que regula o setor de planos de saúde. Atualmente, existem cerca de 9 milhões de beneficiários em planos de saúde não regulamentados, os chamados planos antigos.

Com a nova resolução, a ANS pretende incentivar os beneficiários a alterarem seus contratos para que tenham toda a segurança e as garantias trazidas pela regulamentação do setor, tais como regras de reajuste, garantia às coberturas mínimas obrigatórias listadas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e portabilidade de carências.

De acordo com a ANS, as principais vantagens comuns à adaptação, que se realiza por meio de um aditivo contratual, e à migração, que é a celebração de um novo plano de saúde dentro da mesma operadora, são:

acesso ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e às suas atualizações

vedação de nova contagem dos períodos de carência

limitação do reajuste anual por variação de custo para os planos individuais ao percentual divulgado e autorizado pela ANS

adequação das faixas etárias ao estatuto do idoso

maior potencial de efetividade na fiscalização por parte da ANS na adaptação, a operadora deve apresentar proposta ao beneficiário, demonstrando o ajuste do valor a ser pago relativo à ampliação das coberturas. Este ajuste poderá ser até o limite máximo de 20,59%.

Na migração, o consumidor deverá utilizar o Guia de Planos de Saúde para verificar as opções de planos compatíveis com o seu. O preço do plano compatível será o valor dos planos disponíveis no mercado.

Esta resolução entra em vigor em 3 de agosto de 2011

São Camilo Santana investe R$ 1,6 mi em UTI adulto

por Saúde Business Web
06/05/2011

Ao todo, serão 42 leitos destinados a pacientes críticos, sendo 31 que já existiam e 11 novos

No próximo dia 09 de maio, o Hospital São Camilo Santana inaugurará 11 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto. Esta ampliação tem o objetivo de atender a atual demanda da Instituição, que está em crescimento. Para que o projeto fosse realizado, foram investidos R$ 1,6 milhão.

Ao todo, serão 42 leitos destinados a pacientes críticos, sendo 31 que já existiam e 11 leitos são novos. Segundo informou a entidade, todos eles equipados com alta tecnologia.

De acordo com o hospital, está ampliação está alinhada ao planejamento estratégico da Rede e é uma das formas de consolidar a Unidade Santana como um hospital referência em serviços de alta complexidade na Zona Norte de São Paulo.

Os novos leitos ficam no 10º andar da instituição.

Cigarro e pílula podem minar saúde ginecológica e levar ao câncer

Dupla contribui para aparecimento do câncer de colo de útero


São inúmeros os fatores que aumentam as chances de uma mulher desenvolver câncer de colo de útero, muitos deles evitáveis. Entre esses, estão o cigarro e o uso constante da pílula.

O cigarro é o fator ambiental mais significante para o aparecimento da doença, quem fuma tem duas vezes mais chance de desenvolver este tipo de câncer do que aqueles que não o fazem.

A malignidade aumenta significativamente de acordo com o número de maços consumidos por dia e também com o tempo de uso do cigarro (meses, anos ou décadas).

O fumo inibe a ação da proteína P53, que garante o bom funcionamento do sistema imunológico do corpo. Com a imunidade deficiente, o combate à doença fica prejudicado e uma infecção de HPV pode evoluir para um câncer de colo de útero mais facilmente.

“Já fizemos vários trabalhas onde comprovamos o que diz a literatura médica: o cigarro piora o prognóstico da evolução do HPV, bem como retarda o tempo de eliminação do mesmo”, afirma Nelo Manfredini Neto, ginecologista do Hospital Samaritano, de São Paulo.

“O cigarro tem uma característica interessante: ele acumula principalmente na região cervical, mais particularmente no muco cervical. Essas moléculas fazem com que o vírus possa ficar na região por mais tempo, ou seja, persistir mais”, explica Luisa Villa, coordenadora do Instituto do HPV.

Uma revisão de 28 estudos descobriu que mulheres que fazem uso de contraceptivos orais têm mais chances de ter câncer do que aquelas que nunca tomaram o remédio. O vírus responde mais por causa dos derivados de estrógeno contidos na pílula, esclarece Villa.

Outra explicação seria a redução no uso de preservativo, já que a contracepção está sendo feita com a pílula.

Câncer de colo de útero

A principal alteração que pode levar a esse tipo de câncer é a infecção causada pelo papilomavírus humano, o HPV, com alguns subtipos de alto risco e relacionados a tumores malignos, alerta o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Segundo a entidade, são 18.430 novos casos todo ano e 4.800 vítimas fatais. No ranking, é o segundo tumor mais frequente entre as mulheres, atrás apenas do câncer de mama. É a quarta causa de morte na população feminina no País. Além disso, 44% descobrem câncer de colo de útero em estágio avançado.

A boa notícia, no entanto, é que existem formas de preveni-lo. A vacina contra o HPV, por exemplo, é uma das tecnologias mais recentes no combate à doença. Ela chegou pela primeira vez ao Brasil em 2007 e está sendo indicada para mulheres sexualmente ativas até os 26 anos. Em outros países, no entanto, já está sendo aplicada também em outras faixas etárias.

A realização anual do exame papanicolaou também tem se mostrado bastante eficaz. Por meio desse exame é possível identificar lesões pré-cancerosas. Quando tratadas precocemente, podem impedir que a doença se torne um câncer.