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terça-feira, 10 de maio de 2011

Festa e presente de aniversário no trabalho requerem cuidados

Segundo especialista, o ideal é evitar discriminação e adotar a mesma política de comemoração para todos os colegas

Foto: Bruno Gerbasi / Fotomontagem iG

A cena é comum em muitas empresas: no final do expediente, bolo e refrigerante para comemorar o aniversário de algum funcionário. As formas variam de uma empresa para a outra. Algumas possuem políticas em relação aos eventos sociais, outras deixam com que isso seja decidido de maneira informal pela equipe. Mas uma questão gera muitas dúvidas: devo dar presentes para todos os meus colegas de trabalho?

Segundo a consultora de boas maneiras Sofia Rossi, se a pessoa for dar um presente para um dos seus colegas, é interessante que ela dê para todos. “É uma questão de educação. Se der só para um, pode parecer que está ‘puxando o saco’. Se não pode dar para todos, não dê para ninguém.”

Fábio Arruda, consultor de etiqueta, afirma que não há necessidade de chamar a atenção com um presente. “Se você não quer comprar para todo mundo, é só entregar discretamente para essa pessoa que é mais próxima.” Segundo ele, fazer o contrário acaba criando expectativas de que esse é um hábito seu. “No final, pode frustrar aqueles que não receberam nada de você.”

Há também outras formas de parabenizar o colega, como e-mails, cartões e mensagens em redes de relacionamento. “Principalmente em uma empresa maior, a pessoa não pode ser obrigada a dar presentes para todos. Nesses casos, um e-mail é o ideal. Você pode mandar para aqueles que não têm muita ligação e não são da sua área, por exemplo.”

Resolvida essa questão, surge outra dúvida: que presente dar para alguém do trabalho? Sofia aconselha pensar em algo que não seja pessoal. “Roupa íntima, perfume e maquiagem, por exemplo, estão fora de questão.” O ideal é comprar presentes genéricos, como livros, CDs, filmes em DVD. Presentes que forem fáceis de trocar.

Outro ponto fundamental, segundo Sofia, é não dar o famoso vale-presente. “É um total descaso com o aniversariante. Parece que você não liga para aquela pessoa, não faz questão nenhuma.” A consultora afirma que na maioria dos casos uma boa prática, também, é a realização de uma “vaquinha” entre os colegas.

Aniversário do chefe

Chegou aquela data que parece ser uma das mais importantes do ano. O aniversário do seu chefe. Esse dia nunca passa despercebido e todos devem participar, não só da festa, mas comprando presentes também. “Nesse caso, é ideal fazer uma ‘vaquinha’, porque assim os valores dos presentes não ficam muito diferentes. É complicado se um dá alguma coisa mais cara do que o outro”, ressalta Sofia.

Além disso, a consultora aconselha fixar um valor. “Todos devem dar o mesmo valor de dinheiro, desde o cargo mais baixo até o mais alto.” Lembrando sempre que nem todos estão em boas condições financeiras, portanto é importante não colocar um valor muito alto.

Festas de aniversário

Decidida toda a parte pré-aniversário, é hora de planejar a festa. Algumas empresas possuem políticas, nas quais o setor de recursos humanos organiza uma comemoração para os aniversariantes daquele mês.

Há também aquelas em que os próprios funcionários organizam. Nesses casos, é importante lembrar que “se organiza para um, deve organizar para todos”. Sofia destaca que a coletividade é a grande dica. “Todos devem participar e receber as mesmas coisas.”
Segundo Sofia, se a empresa é muito grande, o ideal é planejar uma festa mensal. Mas, se é uma companhia menor, é comum comemorar no próprio dia do aniversário.

Na construtora Sig Engenharia, do Rio de Janeiro, não há uma política padrão. “O chefe de cada setor compra uma torta, que é servida para todos os funcionários”, afirma Teresina Paura Quedevez, assistente de recursos humanos da empresa.

São Paulo testa recurso que detecta infarto à distância

por Saúde Business Web

09/05/2011

Objetivo é identificar, à distância, pacientes com síndrome coronária aguda que dão entrada em hospitais e prontos-socorros do Estado

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está realizando testes para implantar uma rede que tem como objetivo identificar, à distância, pacientes com síndrome coronária aguda que dão entrada em hospitais e prontos-socorros do Estado.

O sistema, conhecido como Point of Care Test, é considerado o mais moderno para verificar os níveis de troponina, importante marcador de necroses, para diagnosticar angina instável ou mesmo infarto do miocárdio.


O recurso Point of Care Test (POCT) funciona como um teste portátil de laboratório, ou, mais popularmente conhecido como exame laboratorial à beira do leito. E tem a mesma dimensão de uma máquina de cartão de crédito. No lugar do leitor magnético, há um cartucho descartável para ser inserida a amostra de sangue.


Outra vantagem deste teste é a quantidade da amostra: por apenas uma picada no dedo, já é possível conseguir a quantidade de sangue suficiente para verificar o nível de troponina, por exemplo.


A agilidade no resultado por meio destes testes, 10 minutos para o valor da troponina, por exemplo, é outro diferencial a ser considerado, pois permite um diagnóstico mais preciso.

Procedimento

O paciente é submetido a um exame de eletrocardiograma que, aliado a informações clínicas, indicam um possível quadro de infarto.
A meta é expandir progressivamente o sistema para todas as unidades com atendimento de urgência, com o objetivo de diminuir a mortalidade por infartos.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o objetivo é que todos os hospitais da rede pública paulista alcancem os índices de padrões mundiais de detecção de infartos que hoje o Dante Pazzanese já possui.

Até o momento não há estimativas de quando o sistema estará apto para funcionar efetivamente nos hospitais. O valor do investimento também não foi divulgado.

Prado é a favor da carreira de médico de Estado

por Portal CFM

09/05/2011

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) cria diretrizes para o fortalecimento de profissionais atuando nas áreas exclusivas do setor público

Relator da Proposta de Emenda à Constituição de nº 454/09, o deputado federal Mendonça Prado (DEM/SE) afirmou na última quarta-feira (04), que na próxima semana dará parecer favorável à PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). De autoria dos deputados Ronaldo Caiado (GO) e Eleuses Paiva (SP), a PEC estabelece diretrizes para a organização da carreira de médico de Estado.

De acordo com os autores, o fortalecimento dos profissionais atuando nas áreas exclusivas de Estado é um requisito para garantir a qualidade e a continuidade da prestação de serviços e o alcance do interesse público com a descentralização da prestação de atividades de Estado.

Para o parlamentar sergipano, o Estado Brasileiro tem se mostrado omisso com os profissionais da área de saúde.

"Essa omissão faz com que os médicos não sejam devidamente valorizados e que trabalhem em péssimas condições com falta de materiais básicos e medicamentos. Com a PEC 454, a categoria terá o devido reconhecimento de seu trabalho e de sua dedicação com a saúde brasileira", disse Mendonça.

O democrata acrescentou ainda, que o baixo salário pago pelo Estado faz com que muitos profissionais optem por trabalhar em hospitais particulares, deixando os estabelecimentos da rede pública sem provimento humano capacitado.

"Hoje ele prefere se vincular à iniciativa privada, pois tem melhores condições de trabalho, e isso desencadeia uma série de problemas para a saúde pública. Quem sai prejudicado é a população carente, que fica sem esses profissionais nos Postos", ressaltou Prado.

Além disso, o texto da PEC 454/09 requer a melhoria dos salários dos médicos, instituindo um piso nacional de salários. A carreira passa a ser idêntica a de juízes e promotores, pois o profissional de saúde terá que iniciar suas atividades em cidades interioranas para só posteriormente chegar as capitais. O processo de ascensão levará em conta a competência, o desempenho professional e o merecimento, observando que um órgão será responsável pela avaliação desses servidores.

"A PEC dará aos médicos o devido reconhecimento de seu trabalho e de sua dedicação com a saúde brasileira", finalizou Mendonça Prado.

Saúde transfere R$ 399,9 milhões para São Paulo


09/05/2011

O repasse foi feito no período de 27 de abril a 4 de maio pelo Fundo Nacional de Saúde aos fundos municipais de 640 cidades

O Estado de São Paulo recebeu R$ 399,9 milhões do Ministério da Saúde entre os dias 27 de abril e 4 de maio. O valor foi repassado pelos blocos da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC), no valor de R$ 398,67 milhões; Investimento, R$ 1,23 milhão; e Atenção Básica, R$ 33,4 mil. Segundo informou o Ministério, das 645 cidades paulistas, 640 foram beneficiadas pelos repasses do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

O bloco da Atenção Básica foi pago às cidades de Araraquara (R$ 16.800), Bragança Paulista (R$ 12.684) e Avanhandava (R$ 4 mil) para programas como Saúde da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários. Para a capital São Paulo, o repasse foi de R$ 233,7 milhões, sendo todo o volume do bloco MAC . Desse total, R$ 185,6 milhões para o Fundo Estadual de Saúde e R$ 48,1 milhões para o Fundo Municipal.

O bloco Investimento contemplou 11 cidades. O município de Avaré recebeu R$ 212,8 mil para a aquisição de materiais e mobiliário e de equipamentos de tecnologia à rede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O mesmo valor e destinação aos municípios de Barretos e Jaú. As cidades de Franca e Sorocaba foram beneficiadas com investimentos na Rede SAMU, com R$ 274,7 mil e R$ 29,1 mil, respectivamente.

O município de Caraguatatuba recebeu R$ 187,1 mil para estrutura de unidade de atenção especializada em Saúde. Cândido Rodrigues, Guarantã, Monte Mor, Nova Europa e Sarutaiá receberam cada R$ 20 mil, correspondente à primeira parcela dos recursos para implantação de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Cada município irá receber R$ 200 mil, no total.

Depois da capital, as cidades com maior volume de repasse foram Campinas (R$ 12,3 milhões) e São Bernardo do Campo (R$ 10 milhões), ambas pelo MAC. Em seguida, as cidades de Sorocaba, R$ 6,4 milhões; Guarulhos, R$ 5,5 milhões; São José dos Campos; R$ 5,3 milhões; Piracicaba; R$ 4,9 milhões; Jundiaí, R$ 4,5 milhões e São André, R$ 3,7 milhões.

Bloco de Atenção Básica: tem como finalidade o financiamento de ações básicas de saúde e de programas como Saúde da Família, Agentes Comunitários de Saúde, Saúde Bucal, entre outros.

Bloco de Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC): é destinado ao custeio de procedimentos de alta e média complexidade, como transplantes, quimioterapia, terapia renal substitutiva, entre outros. Os recursos deste bloco também financiam os hospitais de pequeno porte; centros de especialidades odontológicas; laboratórios de prótese dentária; programa SAMU 192; Programa de Incentivo de Assistência à População Indígena; e ações desenvolvidas pelo Centro de Referência do Trabalhador.

Bloco de Investimento: seus recursos são destinados à construção de Unidades Básica de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Salas de Estabilização (UPA/SE). O bloco também financia a aquisição de equipamento e material permanente para o Programa de Atenção Básica de Saúde, Assistência Ambulatorial e Hospitalar Especializada e da Segurança transfusional e qualidade do sangue e hemoderivados.

Usuário SUS terá cartão válido este ano, diz Ministério

por Agência Brasil

09/05/2011

Meta é implantar o registro eletrônico de saúde em todos os municípios brasileiros até 2014

O Ministério da Saúde começa a implantar uma base nacional de dados que permitirá a identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de um número único, válido em todo o país. O sistema será composto pelo Cartão Nacional de Saúde, pelo Cadastro Nacional de Usuários do SUS e pelo Portal de Saúde do Cidadão, que deverá ser lançado no segundo semestre deste ano.

Com o formato de um cartão de crédito, o novo Cartão Nacional de Saúde trará uma etiqueta com dados pessoais do usuário e o número fornecido pelo Ministério da Saúde. As secretarias estaduais e municipais de Saúde que já têm algum tipo de sistema integrado de registro de dados de saúde terão o prazo de um ano para emitir e distribuir os cartões.

A meta é implantar o registro eletrônico de saúde em todos os municípios brasileiros até 2014. Ao todo, deverão ser emitidos 200 milhões de cartões. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, afirmou que "todos os brasileiros terão o cartão, mesmo aqueles que possuem plano de saúde".

Além de identificar os usuários do SUS, o cartão servirá de base para que o próprio cidadão acompanhe seu histórico de consultas médicas, verificar a participação em campanhas de vacinação, se fez exames ou cirurgias. "Onde o cidadão estiver, as informações estarão à disposição dele", completou Monteiro.

O Portal de Saúde do Cidadão, em uma área restrita ao usuário, permitirá acesso aos dados cadastrais, atendimentos por meio do SUS e informações sobre a rede pública de serviços de saúde. O portal terá também uma área de acesso público, com informações em saúde, campanhas e notícias sobre o SUS.

As pessoas que não tiverem o Cartão Nacional de Saúde não serão impedidas de receber atendimento em qualquer estabelecimento público de saúde.