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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Proibição de fumar no trabalho reduz internações de emergência

Número de pessoas com problemas respiratórios em hospitais cai depois do veto


Cientistas irlandeses notaram que as internações por problemas respiratórios caíram no país desde o começo da proibição do fumo em locais fechados, como no ambiente de trabalho, implementada em 2004.

De acordo com o autor do estudo, Imran Sulaiman, presidente de Pneumologia dos Hospitais Universitários em Galway, na Irlanda, a redução foi significativa, em especial na faixa etária dos vinte e poucos anos.

- Comparando internações antes e após a proibição de fumar na Irlanda, vimos uma redução significativa nas internações de emergência por doença cardiopulmonar, com uma tendência de redução das internações por doença respiratória.

Os pesquisadores também observaram uma redução significativa nas internações por asma, bem como uma redução nas internações relacionadas com a síndrome coronariana aguda.

Para realizar o estudo, os pesquisadores avaliaram dados de internação hospitalar, de clima, poluição e dos casos de gripe entre dois períodos. Além disso, examinaram internações por diagnósticos específicos de doença pulmonar, síndrome coronariana aguda e síndrome cerebral aguda. A análise foi dividida em grupos etários e sexo, e restrita à população em idade ativa (de 20-70 anos).

Pela análise destes dados, eles notaram uma redução significativa nas internações de emergência por doença cardiopulmonar nos dois anos seguintes à proibição de fumar, e uma diminuição nas entradas na emergência por causa desse tipo de doença pulmonar.
- Este estudo demonstra ainda que a aplicação da proibição de fumar no local de trabalho melhora a saúde em geral e também reduz a carga hospitalar por doença respiratória, uma das doenças mais comuns para apresentar aos serviços de emergência.

Falta de vagas em UTIs aumenta sofrimento de doentes pelo Brasil

Hospitais de Goiânia, Brasília, Alagoas e Pará mostram situação preocupante

Apesar de o Brasil ter anunciado o aumento no número de leitos de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) na última década e mais investimentos, as atuais 16 para quase 17mil vagas estão muito aquém da demanda. Tanto que há uma crise no setor.

Goiânia, a capital de Goiás, por exemplo, não dá conta dos pacientes de todo Estado. A entrada de qualquer hospital ou posto de saúde do Estado está sempre lotada ou o atendimento não consegue ser adequado para a maioria.

O sofrimento das pessoas que esperam por UTI em Goiás é resultado de uma conta tão simples quanto cruel. Goiás tem 630 leitos de terapia intensiva e deveria ter 900./ Faltam 270 e 95% das vagas estão em hospitais grandes na capital. As regiões norte e nordeste do Estado não têm nenhuma.

Diante disso, o Ministério Público Federal entrou na Justiça para obrigar Estado, a Prefeitura de Goiânia e o Governo Federal a resolver o problema.

Em Brasília, muita gente recorre à Justiça por uma vaga, ou seja, mais de 200 pessoas procuram a defensoria pública por mês em busca de uma vaga em UTI. Mais da metade consegue resolver o problema. Mas quem não consegue garantir a internação tem que entrar com uma ação na Justiça para fazer valer esse direito.


As UTIs em más condições também são um problema no Pará e, em especial da região norte, a que tem o menor número de leitos de UTI em todo o país. E no nordeste, a situação também é problemática em Maceió. Na única UTI neonatal pública de Alagoas, há somente 15 vagas. Quando um leito desocupa, logo outro bebê assume a vaga.

Saiba mais na reportagem do Jornal da Record.

Assista:



http://noticias.r7.com/saude/noticias/falta-de-vagas-em-utis-aumenta-sofrimento-de-doentes-pelo-brasil-20110517.html

Remédios antigos - Tratamento de hemorróidas

Naqueles tempos medievais, muitos tratamentos de doenças incluíam preces a um santo padroeiro a fim de obter uma intervenção. Um monge irlandês, santo Fiacre, era o patrono dos sofredores de hemorróidas. Ele mesmo desenvolveu hemorróidas trabalhando no seu jardim. Um dia, sentou-se numa pedra, e curou-se milagrosamente. A pedra ainda hoje existe e nela estão impressas as hemorróidas do santo. É um lugar visitado por muitas pessoas em busca de um milagre (para as hemorróidas que apesar dos apelos ao santo era conhecida como a "maldição de St.Fiacre".


Em casos extremos, os médicos da Idade Média usavam ferros quentes para tratar o problema das hemorróidas. Outros, tal como Hipócrates acreditavam que simplesmente puxando as hemorróidas com as pontas das unhas fisgando-as, era possível obter alívio. No século XII, o médico Judeu Moses Maimonedes desaconselhou a cirurgia a ferro quente e prescreveu o tratamento mais comum usado até hoje, o "banho de assento".

Mãe e filha são impedidas de embarcar em avião por serem "pesadas demais"

Duas mulheres americanas foram impedidas de embarcar em um avião da companhia aérea Southwest Airlines por causa do seu peso.

Kenlie Tiggeman e sua mãe, Joan Charpentier, ouviram de um funcionário da companhia, diante de outros cem passageiros, que eram "gordas demais para voar".

A companhia aérea pediu desculpas pelo incidente, que aconteceu no domingo de Páscoa, dia 24 de abril, durante uma conexão que a mãe e a filha fariam em Dallas.

Tiggeman, uma estrategista política que mora em Nova York, contou a experiência no seu blog, em que relata suas tentativas de perder peso.

Ela, que já chegou a pesar cerca de 180 quilos, perdeu mais de 55 quilos nos últimos 2 anos com uma dieta rigorosa e uma meta de mil minutos de exercícios por mês.

"Eu estive em pelo menos 50 voos e nunca experimentei o desrespeito público, a humilhação e a discriminação flagrante a que fui submetida ontem à noite, no meu voo da Southwest Airlines", disse no blog.

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Britânica que injetava botox na filha de 8 anos perde guarda da criança

Uma mãe britânica que reside nos Estados Unidos perdeu a guarda de sua filha após ter dado uma entrevista ao programa da TV americano Good Morning America na qual contou que aplicava botox em sua filha.

As autoridades da cidade americana de San Francisco decidiram tirar de Kerry Campbell a guarda de sua filha de 8 anos, Britney, após terem recebido inúmeras denúncias, depois que o programa foi ao ar.

De acordo com a mãe, ela resolveu começar a aplicar as injeções para que a filha se tornasse mais competitiva em concursos de beleza infantil.

Kerry Cambbell, uma esteticista, disse ter pego a ideia de utilizar botox a partir de outras mães cujas crianças participam de concursos de beleza.

''Todo mundo está fazendo isso e falando a respeito. Não estamos fazendo nada ilegal'', disse a mãe, durante a entrevista.

A filha Britney afirmou que às vezes chorava durante as injeções. Mas acrescentou que ela acreditava ficar mais bonita após as aplicações, porque o botox "reduzia as suas rugas".