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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Anvisa deve decidir em agosto se proibirá uso de sibutramina

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deverá decidir até agosto se irá permitir ou proibir o uso de sibutramina, inibidor de apetite que tem provocado controvérsia dentro da classe médica.


O presidente da agência, Dirceu Barbano, afirmou nesta terça-feira que o último parecer técnico sobre o assunto deverá sair em aproximadamente 15 dias. Com o relatório em mãos, a diretoria colegiada da Anvisa tomará uma decisão definitiva.

Como a Folha adiantou , a agência deverá banir a sibutramina do mercado brasileiro, decisão que já foi tomada pela Europa, Estados Unidos e diversos países da América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, México, Panamá e Uruguai).

A Anvisa faz hoje o último debate sobre a eficácia e a segurança dos remédios inibidores de apetite. Segundo o presidente da Anvisa, se não houver "fatos novos", os pareceres contrários à subitramina deverão prevalecer.

"Não havendo essas respostas, o que se esperar das autoridades?", sugeriu. "Teremos que dar uma resposta à sociedade, explicar por que esse medicamento foi banido de quase todos os países", completou, mais adiante.

No ano passado, um estudo apontou riscos de uso da sibutramina para pacientes com risco de problemas cardiovasculares. A pesquisa serviu de base para a decisão da Europa e para vários outros países.

Além da sibutramina, a Anvisa estuda retirar do mercado drogas com derivados de anfetamina, substâncias com efeito anorexígeno que agem no sistema nervoso central.

Rússia aceitará verduras europeias mediante garantias do país exportador

País proibiu importação de vegetais após surto da bactéria E. coli

O chefe do serviço epidemiológico russo, Gennady Onishchenko, disse nesta quarta-feira (15), segundo a agência Interfax, que a Rússia está disposta a levantar parcialmente o veto às verduras europeias em troca de garantias dos serviços fitossanitários dos países exportadores, perante a falta de avanços nas negociações com a Comissão Europeia.


Herwig Prammer/02.06.2011/Reuters

- Estamos dispostos a permitir parcialmente a entrada de produtos [vegetais] em troca de garantias dos serviços nacionais.

Onishchenko informou que na noite desta terça-feira (14) concluiu uma rodada de conversas com representantes da Comissão Europeia e se queixou que "não há compreensão" por parte de seus interlocutores.

- Seguimos esperando as propostas [europeias] de certificados que garantam a segurança da produção.

No último dia 10, em uma cúpula realizada na cidade russa de Nizhni Novgorod, os líderes da Rússia e da União Europeia chegaram a um acordo que Moscou levantaria a proibição às importações de verduras europeias em troca de garantias de segurança da Comissão Europeia, e não dos serviços fitossanitários dos países exportadores.

Onishchenko assinalou que no mesmo dia da cúpula chegou a um acordo com as autoridades holandesas, que tinham aceitado as requisições russas para desbloquear a entrada de vegetais procedentes da Holanda, mas "a Comissão Europeia indicou que assumia a responsabilidade".

- A situação na Europa não estimula otimismo. Seguem sendo registrados casos de doentes, apesar das declarações da União Europeia de que acalmaram a situação.

Em 30 de maio, a Rússia proibiu as importações de verduras procedentes da Espanha e da Alemanha devido ao surto infeccioso da bactéria E. coli, veto que as autoridades russas ampliaram a todos os vegetais procedentes da UE em 2 de junho. Só na Alemanha o surto deixou 37 mortos.

Recém nascidos que mamam correm menos risco de ter morte súbita

O leite materno também contém anticorpos que ajudam o sistema imunológico

Um novo estudo publicado na revista americana Pediatrics mostra que recém nascidos que tomam leite materno tem menos chances de ter a síndrome da morte súbita.


A recomendação é que os bebês sejam amamentados até pelo menos um ano

A síndrome da morte súbita infantil é definida como a morte repentina de uma criança menor de um ano de idade e sem causa aparente.

Mortes por este tipo de síndrome são mais comuns entre as idades de dois e quatro meses. No total, a síndrome é responsável por mais de 2.500 mortes infantis nos Estados Unidos a cada ano.

O médico Fern Hauck, da Escola de Medicina da Universidade de Virgínia, junto com sua equipe, olhou mais de 288 estudos sobre amamentação entre 1996 e 2009. Ele estreitou seus resultados para 18 estudos que se encaixem em seus critérios de qualidade de investigação.

O que a equipe descobriu foi que crianças que tinham recebido qualquer leite materno para qualquer quantidade de tempo que teve o seu fator de risco reduzido em 60%. Se as crianças foram até a idade de alimentação até dois meses ou mais, o risco foi 62% menor.


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...Em crianças que receberam exclusivamente leite materno, os pesquisadores viram que houve maior redução de risco. A ocorrência da síndrome em crianças que foram amamentadas exclusivamente se mostrou 73% menor.

Os investigadores acreditam que uma possível conexão pode ser que os bebês amamentados são mais facilmente despertado do sono, ao contrário dos que são amamentados pela mamadeira.

O leite materno também contém anticorpos que ajudam o sistema imunológico de uma criança e reduz o risco de infecções durante o período de tempo quando os bebês correm maior risco de ter a síndrome.

A Academia Americana de Pediatria recomenda que os bebês sejam amamentados exclusivamente durante os primeiros seis meses e durante o primeiro ano, se possível.

Hauck e sua equipe acreditam que esta é a melhor recomendação e que a amamentação seja incluída em panfletos sobre prevenção da síndrome que são dados a mulheres grávidas.

Nutricionista indica alimentos que fortalecem o sistema imunológico

Saiba o que ajuda a melhorar o funcionamento do organismo

A alimentação balanceada é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Isto é, a ingestão de verduras, legumes, frutas e cereais integrais, tem potencial para ativar a imunidade do corpo e evitar doenças. Até mesmo iogurtes feitos com lactobacilos vivos têm um papel importante nesta questão, pois ajudam a restabelecer a flora intestinal.

A nutricionista Flávia Figueiredo explica os benefícios de alguns alimentos e qual a frequência que eles devem ser consumidos.

Saiba quais frutas, verduras, legumes e grãos integrais ajudam a fortalecer o sistema imunológico e previnem doenças típicas de inverno.

Veja a reportagem completa.

Assista:



http://noticias.r7.com/saude/noticias/nutricionista-indica-alimentos-que-fortalecem-o-sistema-imunologico-20110614.html

Climatizadores podem agravar doenças respiratórias

Excesso ou falta de umidade aumentam os problemas em crianças e adultos

Com a chegada do inverno, muitos já sentem a mudança de temperatura no organismo, principalmente quem sofre de doenças respiratórias.

O uso de equipamentos como climatizadores, ar-condicionado e aquecedores pode agravar algumas complicações na saúde. O pneumologista José Hazim diz que tomar cuidado com a umidade do ambiente é o fator principal para evitar essas doenças.

- A umidade abaixo de 40% favorece muito o aparecimento de sintomas respiratórios, porque dificulta o mecanismo de defesa própria do organismo a reagir.

A alteração brusca de temperatura também aumenta os sintomas e podem evoluir para doenças respiratórias mais graves, afirma.

Veja a reportagem completa no vídeo abaixo.

Assista:


http://noticias.r7.com/saude/noticias/climatizadores-podem-agravar-doencas-respiratorias-20110614.html