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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Propagandas antigas - Cinturão elétrico



Recuperai vossas forças!!! Envigorizae-vos novamente!!! Não consintais que o depauporamento iniciado continue, inutilizando-vos moral e fisicamente. Dai ao vosso corpo as energias e a força, que contituem o orgulho do homem que tem consciência do seu ser. Cinturão elétrico Hércules recupera a sua saúde”.

18 de julho de 1910.

Radiação solar é um risco para os olhos também durante o inverno, diz especialista



A exposição excessiva à radiação UV (ultravioleta) do sol é um risco também durante o inverno. O alerta é do oftalmologista Leôncio Queiroz Neto. Segundo o especialista, a população não associa o frio aos efeitos nocivos do sol e pratica atividades ao ar livre sem proteção ocular.

"Lentes com 100% de proteção UV não são medidas de prevenção restritas ao verão. No frio também são necessárias”, afirma.

É verdade, comenta, que no outono e inverno o índice de UV cai segundo as estatísticas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Mesmo assim, a falta de proteção é nociva para a saúde dos olhos porque a radiação tem efeitos cumulativos, explica.

Leôncio destaca que muitas pessoas confundem calor com radiação. “No frio temos dias de claridade intensa que fazem a pupila contrai mais. Isso facilita a penetração do UV na parte posterior dos olhos e o desenvolvimento de doenças na terceira idade”, diz.

Por ser um país tropical próximo à linha do Equador, o Brasil atinge cinco de índice UV nos meses mais frios, podendo chegar a sete nas regiões mais quentes, segundo o INPE.

“Como ninguém vai consultar o índice UV diariamente é de bom senso proteger os olhos sempre. A exposição dos olhos aos raios ultravioletas sem qualquer proteção acelera o processo degenerativo dos olhos. Estamos falando de doenças como catarata e degeneração macular relacionada à idade que são as maiores causas de cegueira no mundo” diz o especialista.

Para a catarata, turvamento do cristalino, o tratamento é o implante de uma lente intraocular que substitui a lente natural do olho. Já a degeneração macular pode ser tratada com laser e medicamentos, mas as células da retina não são recuperadas, explica.

Queiroz Neto diz que a radiação também altera o filme lacrimal e por isso aumenta a predisposição à conjuntivite (inflamação da conjuntiva) e à ceratite (inflamação da córnea). Para proteger os olhos a recomendação do especialista é usar boné, chapéu ou óculos escuros em todas as atividades externas.

“Não vale usar qualquer óculos. As lentes têm que ter 100% de proteção UVA e UVB. Lentes sem filtro solar são mais prejudiciais que a falta de óculos. Isso porque, no escuro as pupilas dilatam e permitem maior penetração da radiação nos olhos”, conta.

Leôncio conclui dizendo que na escolha dos óculos escuros também é importante observar a proteção nas laterais que diminui o ressecamento da lágrima. Os testes feitos em camelôs não são confiáveis. As lentes precisam ter certificação para que a proteção seja garantida.

Gengibre pode ajudar no combate a dores musculares, indica estudo

De acordo com um estudo publicado no “The Journal of Pain” de setembro, o gengibre teria efeitos analgésicos e sedativos, reduzindo dores musculares.



A pesquisa foi realizada com 74 pessoas adultas que foram submetidas a dois gramas de gengibre ou placebo durante onze dias. Ao final do estudo, o grupo que consumiu gengibre teve uma redução e 25% nas dores musculares.

Em casos de ingestão do gengibre logo após os exercícios físicos ou antes de realiza-los, outras pesquisas mostraram um resultado insatisfatório. Ao que tudo indica, o consumo da raiz só é eficiente no combate à dores musculares se consumida um dia após os exercícios físicos.

Tratamento com osteopatia auxilia no combate à dor nas costas

 
  Quando as articulações saem do lugar e se viciam na posição errada, é hora de colocar a estrutura no lugar, como um trabalho de reeducação
Quando as articulações saem do lugar e se viciam na posição errada, é hora de colocar a estrutura no lugar, como um trabalho de reeducação
Atualmente, um dos problemas que mais afeta a saúde e a qualidade de vida das pessoas é a dor nas costas. Ela costuma surgir a partir da má postura e dos movimentos repetitivos, comuns em quem trabalha no computador, por exemplo. Assim, o corpo fica ‘mal acostumado’, e as articulações saem do seu lugar original, o que causa a dor.

Quando as articulações saem do lugar e se viciam na posição errada, é hora de colocar a estrutura no lugar, como um trabalho de reeducação. Nessa tarefa, a osteopatia, forma holística de medicina não-convencional que corrige as alterações articulares vindo da estrutura óssea.

O tratamento requer um exame aprofundado do paciente e um diagnóstico cuidadoso, que vai determinar o melhor tratamento a ser utilizado. Podendo ser uma manipulação ou uma mobilização articular, que irá repercutir imediatamente no problema apresentado..

Através de várias técnicas manuais suaves e não invasivas, o osteopata utiliza as mãos para perceber os movimentos e tensões do corpo. Isso significa que pessoas de todas as idades podem consultar um profissional, desde o recém-nascido ao idoso.

O tratamento osteopático proporciona muitos benefícios à saúde como uma melhora da circulação, a função do sistema nervoso e imunológico, a digestão e a respiração.

Além disso, ajuda no tratamento de pessoas acometidas de dor lombar, dores de cabeça e pescoço, cólicas menstruais, ciáticas, artroses, doenças relacionadas ao trabalho, tendinites, problemas digestivos funcionais e respiratórios, entre outros.

Paraná pretende vacinar 730 mil crianças contra a pólio no próximo sábado

Curitiba – No próximo sábado (18), início da campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil), a Secretaria de Saúde do Paraná pretende imunizar 730 mil crianças de até 5 anos.

Cerca de 1,1 milhão de doses da vacina estarão disponíveis nessa primeira fase da campanha. A vacinação será feita em postos de saúde do estado e em unidades volantes (mercados, praças, shoppings), das 8h às 17h. Cerca de 8 mil profissionais da área de saúde estarão trabalhando no dia.

Em Curitiba, a meta é vacinar pelo menos 108 mil das 114 mil crianças de até 5 anos residentes na cidade, o que representa uma cobertura de 95%.

De acordo com dados da Secretaria de Saúde, em 2010, os índices de vacinação no estado chegaram a 97% na primeira etapa e 98%, na segunda.