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terça-feira, 28 de junho de 2011

Ist Inter-regional Forum of Health Leaders in Évora - Portugal

The Fórum Hospital do Futuro and the Fundación para la Colaboración, in collaboration with Administração Regional de Saúde do Alentejo, and other partnering organisations, host the Iberian Summit of Healthcare Leaders, on February 4 and 5, 2011, in Évora, Portugal. This summit is designed to address Regional and Cross-border Strategies in Healthcare, with the purpose of providing an Iberian inter-regional debate on the Healthcare sector, gathering the main Iberian public institutions, both nationally and regionally.



http://www.iberianhealthcareforum.org/

Remédios antigos - Vinho de Coca

Esse vinho de coca foi feito pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada diz: “Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção.


Concursos na área da saúde por todo o Brasil


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Cancro de pele pode fazer mais 10 mil vítimas este ano em Portugal

Mais 10 mil casos de melanoma, o cancro de pele mais agressivo, podem surgir este ano em Portugal, avançou hoje um representante da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC).

Cancro de pele pode fazer mais 10 mil vítimas este ano | © 123RF
Foto 123RF

Para Osvaldo Correia, os números são “preocupantes”, quer a nível nacional quer internacional, razão pela qual a “sensibilização e a prevenção” são a melhor arma contra esta doença, que regista anualmente, em média, cerca de dez mil casos em Portugal.

O responsável falava hoje à margem de um rastreio que decorreu na Póvoa de Varzim e Vila do Conde, envolvendo 130 pessoas já sinalizadas pelos centros de saúde locais, das quais “30 por cento apresentaram lesões na pele, em alguns casos, graves”.

Os afetados são, segundo o clínico, oriundos da classe piscatória e agricultores, “duas das profissões de risco, porque exigem por parte dos trabalhadores uma elevada exposição ao sol”.

Mas o aparecimento do melanoma também está associado a exposições ao sol “intermitentes ou súbitas”, como acontece no verão, em dias de muito calor ou em férias esporádicas, disse ainda Osvaldo Correia.

Por isso, o risco de cancro de pele aumenta exponencialmente esta época, depois destes “golpes de calor”, porque os índices ultra violetas também “estão no seu extremo” - como acontece neste fim-de-semana, apontou ainda.

Uma alteração de comportamentos é o que pretende a APCC, ‘proibindo’ as idas à praia entre as 11:00 e as 16:00, a não utilização de chapéus e roupas adequadas e recomendando a aplicação desadequada de protetores solares.

E, se os números em Portugal são preocupantes, também a nível internacional são para refletir: “uma em cada cinco pessoas corre risco de ter cancro de pele, e uma em 50 poderá ter melanoma”, sublinhou.

O médico lembrou ainda que, todos os anos, o número de pessoas com cancro de pele “tem aumentado”, apesar de “a população estar mais sensível e alertada” para esta problemática.

Segundo Osvaldo Correia, as pessoas podem estar, agora, “a pagar erros cometidos no passado, às vezes, há mais de 20 ou 30 anos", porque "na altura, ao contrário de agora, não se conheciam os efeitos nocivos da exposição prolongada aos raios solares nem as consequências de escaldões e queimaduras solares".

Campanha alerta contra os perigos de vírus que infecta recém-nascidos em Portugal

"Proteja o seu Bebé" é o nome de campanha que será lançada hoje no Hospital Fernando da Fonseca e que visa sensibilizar para a importância da prevenção do vírus sincicial respiratório, que pode causar bronquiolite ou até pneumonia nos recém-nascidos.

A iniciativa, que tem como madrinha a atriz Cláudia Vieira, pretende "informar a população em geral, os futuros pais e os profissionais de saúde sobre a necessidade de protecção do bebé prematuro" em relação a este vírus, que causa uma das infeções do aparelho respiratório mais frequentes nos primeiros dois anos de vida.

Com o mote “Proteja o seu bebé”, esta campanha tem como mascote o koala Kiko e contará com diversos materiais de sensibilização como cartazes, folhetos, réguas medidoras para crianças, calendários, molduras com saudações, anúncios na imprensa e informação específica para recém mamãs de bebés prematuros.

O vírus sincicial respiratório pode causar bronquiolite e, em casos mais graves, pode haver complicação infecciosa e surgir pneumonia.

A infecção propaga-se por contacto através das mãos ou superfícies contaminadas e por tosse ou espirros. Em Portugal, este vírus surge, geralmente, nos meses de Outono e Inverno.

Os sintomas iniciais são febre baixa, corrimento nasal, acessos de tosse e espirros. Após três a cinco dias de doença podem surgir sintomas de maior gravidade, tais como tosse persistente, dificuldade respiratória e pieira.

Os principais grupos de risco são os bebés prematuros, bebés com doenças pulmonares crónicas e cardiopatias congénitas, tendo a campanha nacional de sensibilização o apoio da secção de Neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

O Vírus Sincicial Respiratório(VSR) é a principal causa de infeção das vias aéreas e pulmões nos bebés e crianças, menores de 2 anos de idade, sendo o principal agente infecioso que causa bronquiolite, uma infeção das vias aéreas mais pequenas dos pulmões.

O VSR é transmitido por crianças ou adultos infetados através de secreções do nariz e da boca, por contacto direto ou por gotículas através do ar. Pode ser contagioso, indirectamente, quando alguém toca objectos infetados com o vírus como brinquedos, portas, canetas.

Em países temperados, como Portugal, esta infeção surge sobretudo entre Outubro e Março.

O período de incubação é de 2 a 8 dias e o período maior contágio é nos primeiros 2 a 4 dias de infeção.

Inicialmente a criança tem um corrimento nasal, tosse moderada e por vezes febre e em 1 ou 2 dias a tosse agrava. Podem ter dificuldade a alimentar-se, devido à dificuldade em respirar.

Os grupos de risco para infeção a VSR são os bebés nascidos prematuros, crianças com doenças pulmonares e crianças com doenças cardíacas, assim como alguns bebés com imunodeficiências e doenças neuromusculares.

Para as crianças nascidas prematuras, com doenças cardíacas ou doenças pulmonares, a infecção a VSR pode ser uma doença grave, requerendo hospitalização. Os bebés prematuros têm os pulmões imaturos e neles pode ser difícil combater a infecção a VSR.

http://www.destak.pt/artigo/99366-campanha-alerta-contra-os-perigos-de-virus-que-infecta-recem-nascidos