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domingo, 10 de julho de 2011

Implante para abrir artérias só funciona em metade dos casos, diz pesquisa

Metade dos stents (implantes para desobstruir artérias) colocados em procedimentos não urgentes tem benefício incerto ou inadequado, revela estudo feito nos EUA.

A pesquisa, publicada no periódico "Jama", avaliou 500.154 procedimentos para a desobstrução das artérias realizados em 1.901 hospitais americanos em 2009 e 2010.

A conclusão foi que, quando se trata de uma emergência (um infarto, por exemplo), a indicação dos stents está correta em 98% dos casos.

Quando o caso não é urgente, porém, apenas 50,4% das indicações estavam corretas. Na outra metade, 38% tiveram benefício incerto e 11,6% foram inadequadas.

Nos EUA, os stents farmacológicos, que liberam substâncias facilitadoras da desobstrução, são usados em 75% dos casos. No Brasil, estima-se um número bem menor (60 mil, o equivalente a 30% do total) porque eles só estão disponíveis na rede privada.

Ainda assim, a taxa de uso de stents com remédios no país dobrou nos últimos cinco anos, segundo dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares.

POLÊMICA

Uma das vantagens do stent é o fato de ele desobstruir a artéria imediatamente e de forma bem menos agressiva que a cirurgia tradicional. Mas o procedimento é indicado apenas a pacientes com perfis específicos -com uma isquemia (deficiência na irrigação sanguínea) de grande porte, por exemplo.

O cardiologista Paul Chan, um dos autores da pesquisa, defende a necessidade de melhorar o treinamento dos médicos para fazer as indicações do tratamento. Mas outros estudos mostram que, por trás das indicações desnecessárias, há um jogo de interesses entre a indústria desses dispositivos e os cardiologistas.

"Há um evidente exagero nas indicações lá [EUA] e aqui [Brasil]. Stent farmacológico dá muito dinheiro e tem muito médico fazendo a cabeça dos pacientes [para colocá-lo]", afirma Bráulio Luna Filho, do Cremesp (conselho regional de medicina paulista). "Os stents não aumentam a sobrevida e não reduzem a chance de infartos", diz ele.

O cirurgião cardiovascular Mário Issa, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, diz que costuma receber pacientes que já tiveram indicação de stent por um outro profissional. "E na maioria das vezes não há a menor necessidade. É um abuso", afirma.

Segundo o cardiologista Maurício Wajngarten, do Hospital Albert Einstein, hoje há uma grande discussão nos EUA para rever as indicações de stents. "Vivemos a era do fazer. Quem não faz, sai perdendo. O paciente fica frustrado e procura outro médico, que vai fazer", diz.



Fonte Folhaonline

Em painel internacional, psiquiatras definem prioridade a crianças

O combate a doenças mentais hoje tem como principais desafios o treinamento de agentes de saúde locais, o acesso a medicamentos e a atenção dada a crianças.

Esses foram os destaques de um painel que reuniu 400 cientistas, clínicos e representantes de pacientes com problemas mentais. O projeto Grand Challenges in Global Mental Health (Grandes Desafios em Saúde Mental Global), liderado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, divulgará amanhã o relatório do trabalho no site grandchallengesgmh.nimh.nih.gov.

Mas um sumário-executivo publicado na revista científica "Nature" já trouxe 25 itens que devem ser prioridade nos próximos 10 anos. Das sugestões, 5 foram destacadas como as mais importantes. São aquelas mais capazes reduzir o impacto de doenças mentais, mais viáveis e de retorno rápido.

"Consideramos, por exemplo, que o consumo de álcool e de outras substâncias está entre as principais causas de transtornos, mas não tem sido tratado como prioridade" disse à Folha Pamela Collins, do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, coordenadora do projeto.

Ainda segundo o Grand Challenges, a depressão é a terceira doença com mais peso no conceito de "carga de doença" desenvolvido pela OMS -que considera impacto financeiro, mortalidade e perda de qualidade de vida.

Um dos pontos de consenso do relatório foi a necessidade de colocar mais em foco a atenção dada a crianças. "Muitos problemas de saúde mental em adultos têm origem na infância ou na adolescência", diz a psiquiatra Isabel Bordin, da Unifesp, membro do conselho do Grand Challenges.







Fonte Folhaonline

Distúrbios de ansiedade podem causar problemas físicos



Dores de cabeça e doenças cardíacas podem ser sintomas de problemas psicológicos

Distúrbios da ansiedade podem ser problemas de caráter emocional, mas também podem causar inúmeros problemas físicos. O centro médico da Universidade de Maryland listas as possíveis complicações que podem surgir dos distúrbios de ansiedade. Fique atento:

Doenças do coração

Fator de risco para doenças cardíacas, incluindo pressão alta e níveis elevados de colesterol

Síndrome do intestino irritável e outros problemas gastrointestinais

Dores de cabeça

Problemas respiratórios, como asma

Obesidade

Alergias, incluindo alergias de comida, eczema e outras condições alérgicas

Fonte IG

Veja 30 dicas de saúde


Saiba como evitar problemas e doenças de forma simples, além de garantir o diagnóstico precoce
Prevenir doenças, dores e intoxicações exige medidas simples. Para ajudar nesta tarefa,  preparamos um especial com 30 dicas simples que evitam problemas. Além de afastar sintomas incômodos como enjoôs, bolhas e outros fatores de risco, elas também aproximam o diagnóstico precoce e a chance de cura de patologias mais graves. É só conferir
1) Mel e própolis contra dor de garganta
Receita caseira tem benefícios comprovados, mas requer cuidado para evitar complicaçõe
2)Sentiu câimbras?
Veja como prevenir e lidar com o problema
3) Você corre risco de ter deficiência de vitamina D?
Academia Americana de Médicos da Família orienta sobre a questão
4) Bolhas nos pés: pode estourar?
Meia justa e calçado apropriado reduzem o atrito nos pés e evitam as bolhas
5) Os fatores de risco de doença da tireoide
O funcionamento inadequado dessa glândula pode afetar todo o organismo
6) Prevenindo quedas em idosos
Riscos ambientais têm um papel importante. Veja como evitá-los
7) Quais podem ser as causas de olhos lacrimejantes?
Os agentes que levam à irritação estão por toda parte
8) Cinto apertado e pressão arterial
Até a tensão de estar dentro de um consultório médico pode alterar a pressão arterial e interferir no resultado do exame
9) Combatendo a secura na boca
Problema pede investigação com um profissional de saúde. Veja como atenuá-lo
10) Quando as verrugas devem preocupar?
Entidade norte-americana de saúde alerta para quando é preciso mostrá-las ao médico
11) Identificando os sintomas de cirrose
Danos causados por vírus ou pelo álcool podem comprometer o funcionamento do fígado
12) As causas da dor de ouvido
Alergia, infecção sinusite e mudança da pressão atmosférica são os motivos para este problema que tanto incomoda
13) Sinais da hérnia de disco
Alguns hábitos corriqueiros podem piorar as dores nas costas. Fique atento
14) Saiba evitar a desidratação
Entidade médica americana aponta fatores de risco para o problema
15) Como lidar com a ansiedade?
Academia Americana de Médicos da Família dá oito dicas para enfrentar esse sentimento
16) Aprenda a cuidar do joanete
Sapatos de bico fino pioram a situação. Palmilhas especiais aliviam a dor na sola do pé
17) Converse com seu médico antes de usar o adesivo de nicotina
Alternativa para abandonar o tabagismo é eficaz, mas apresenta inúmeras contraindicações e requer cuidados. Saiba mais
18) Tem dor no ombro? Fique atento!
Conheça os principais sinais de lesão nos músculos e tendões dos ombros
19) Quando lavar as mãos
Hábito reduz o risco de contrair doenças transmissíveis
20)Saiba quais são e evite os alimentos que provocam azia
Fique de olho no que come e acabe com a incômoda queimação no estômago
21) Evite a transmissão de germes
Com o outono se aproximando, recomeça a temporada de resfriados e gripes
22) Quer ter saúde? Seja criativo na cozinha
Veja dicas para cozinhar adotando opções simples e saudáveis
23) Saiba evitar problemas no joelho
Entidade médica dá dicas para preservar a integridade dos joelhos, especialmente ao praticar esportes
24) Alongue antes de se exercitar
Alongamento ajuda a aquecer e pode reduzir a possibilidade de lesões
25) Fique longe das dietas da moda
Associação Americana indica quais “promessas” não funcionam na prática
26) Evite o “comer irracional”
Saiba quais as atitudes podem resultar em calorias desnecessárias
27) Como recuperar peso de maneira saudável após uma doença
Medidas simples, como acrescentar boas gorduras às saladas, ajudam você a melhorar as condições de saúde de forma geral
28) Você pode comer peixe cru?
A iguaria é apreciada no mundo todo. Mas algumas pessoas devem evitá-la
29) Como evitar o enjoo em viagens de carro
Algumas pessoas ficam nauseadas com a movimentação do veículo. Confira dicas para não passar mal
30) Aprenda a lidar com a enxaqueca
Mudanças no estilo de vida ajudam a lidar com a dor sem remédios

Fonte IG

Emergências - Parada cardíaca

É a interrupção da função de bombeamento do coração. Pode ser constatada pela falta de batimentos cardíacos, de pulso e pela dilatação das pupilas (parte mais escura do olho, que abre e fecha de acordo com a intensidade da luz). Pode ocorrer sozinha ou com parada respiratória.
Essa ocorrência pode estar associada a diversos fatores como, arritmia cardíaca, hemorragia, estado de choque, uso de drogas, choques elétricos e infarto agudo do miocárdio. Portanto, é necessário redobrar a atenção se a pessoa tem um ou mais fatores de risco para doença cardíaca:

- homens com idade acima de 45 anos e mulheres com mais de 55
- familiar que já teve ou morreu de infarto
- obesidade, hipertensão, diabetes, sedentarismo e tabagismo

Como agir:
  1. - Chame imediatamente o serviço médico de emergência
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  3. - Deite a vítima de costas e verifique o pulso dela
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  5. - Inicie os procedimentos de reanimação: coloque as mãos entrelaçadas no centro do tórax e comprima-o entre 4 e 5 cm, repetindo o procedimento 100 vezes por minuto até o socorro chegar. A cada 30 vezes, verifique se há pulso e continue
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  7. - Sem fazer nenhuma manobra de reanimação, a cada minuto se perde 10% da chance de reanimar a vítima. Se a reanimação não for feita em 10 minutos, a pessoa tem chances muito reduzidas de se salvar. É importante identificar a parada e começar imediatamente a manobra
 
Fonte IG