Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sexta-feira, 15 de julho de 2011

Depressão em grávidas já preocupa médicos


Um terço das grávidas atendidas na rede pública de saúde sofre com sintomas de ansiedade e depressão, de acordo com estudo realizado pela Faculdade de Medicina da USP e publicado no “Journal of Psychosomatic Obstetrics & Gynecology”.

Segundo o estudo, apesar de precisar ser tratado, o problema não interfere no peso do bebê ao nascer ou em partos prematuros.

Os pesquisadores acompanharam 831 gestantes com uma idade média de 25 anos. A prevalência de transtornos como ansiedade e depressão foi de 33%. Entre as que apresentavam os sintomas, só 7,6% dos bebês nasceram com peso abaixo do normal (menos de 2,5 Kg), e 6,9% tiveram parto prematuro (antes da 37ª semana). Os percentuais são semelhantes aos dos encontrados entre as grávidas que não sofrem desses transtornos.

Os fatores que mais predispõem a gestante à ansiedade e à depressão são baixo nível socioeconômico, conflitos conjugais e falta de planejamento da gravidez. Gestantes deprimidas ou ansiosas têm um maior risco de depressão pós-parto, o que prejudica o desempenho da mãe em um momento crítico da vida do bebê.

Fonte Band

Dúvidas sobre a pílula anticoncepcional

Estas respostas também valem para o anel anticoncepcional e adesivo anticoncepcional.


Qual a melhor pílula para mim?
Existem diversos tipos de pílulas porque existem diversos tipos de mulheres. Somente seu médico poderá identificar a pílula que mais se aproxima de você.

Quando iniciar uma cartela de pílula pela primeira vez?
Na maioria das pílulas disponíveis no mercado e com 21 drágeas/comprimidos, a maneira correta é ao iniciar o uso começar a primeira pílula no primeiro dia da menstruação. Tomar uma pílula por dia durante 21 dias, fazer uma pausa de 7 dias sem tomar e recomeçar. Durante essa pausa é que a menstruação vem. Outras pílulas podem ter forma de tomadas diferentes, por isso é necessário consultar o médico.

No caso da pílula sem estrogênio, deve-se iniciar a tomada no primeiro dia da menstruação e tomar sem interrupção.

A partir de que dia a pílula começa a fazer efeito?
Se tomada corretamente, a pílula fará efeito a partir do primeiro dia em que se tomou.

Na pausa entre uma cartela e outra posso ter relações sem medo de engravidar?
Sim, nos dias de pausa das pílulas elas continuam a funcionar, ou seja, há proteção efetiva contra a gravidez.

E se eu esquecer de tomar um dia?
A pílula deve ser tomada diariamente no mesmo horário aproximado. Isso quer dizer que se eu tomar à noite, devo continuar tomando à noite. Se esquecer e lembrar de tomar dentro de 12 horas, a pílula continuará funcionando. Se esquecer por mais de doze horas verifique as instruções com seu médico ou na bula do produto. Tome a pílula que esqueceu logo que lembrar, e a pílula do dia no seu horário habitual. Verifique sempre na bula do produto e com seu médico informações detalhadas e específicas sobre o tipo de pílula que você está tomando.

Quero atrasar ou adiantar minha menstruação; posso continuar a tomar a pílula sem parada?
Não deve. A pílula foi projetada para ser tomada 21 dias. Se continuar tomando poderá ter uma menstruação fora de época, mesmo tomando. Nesses casos é conveniente que você consulte seu médico para ele lhe oferecer uma maneira mais segura de não menstruar e continuar evitando a gravidez.

É verdade que é necessário parar a pílula de tempos em tempos para o organismo descansar?
Não. Estudos recentes e a recomendação da Organização Mundial de Saúde indicam que a pílula não deve ser parada para descanso.

E se eu não for tiver relações por um grande período?
Mesmo assim é preferível continuar tomando.

É verdade que a pílula engorda?

Não. Na maioria das mulheres a pílula não aumenta o peso, nem dá celulite ou estrias.

Qual pílula engorda mais ou tem mais efeitos colaterais?
Existem diversos tipos de pílulas porque existem diversos tipos de mulheres. Somente seu médico poderá identificar a pílula que mais se aproxima de você e que tenha menos efeitos colaterais.

Pílula faz mal?

Pílula anticoncepcional é um dos medicamentos mais usados (e mais estudados) no mundo todo. Seus efeitos colaterais são mínimos comparados ao benefício de evitar uma gravidez indesejada ou não planejada. Além do mais, a pílula protege mulheres de infecções genitais, câncer de ovário e alguns tipos de câncer de útero.

Pílula serve para tratar doenças ou só é para evitar gravidez?
A pílula tem sido usada com sucesso no tratamento da síndrome dos ovários policísticos e no tratamento conservador da endometriose. Também é muito utilizada no tratamento da acne (espinhas), hirsutismo (aumento de pelos), cólicas e distúrbios da menstruação, tais como tensão pré-menstrual e cólica menstrual.

Dr. Sérgios dos Passos Ramos

Veja também:

Fonte  gineco.com.br

Clínicas de fertilização procuram: negros, orientais e loiros

Falta de doadores de sêmen e óvulos com características mais restritas compromete inseminação

Os milhares de quilômetros percorridos entre Angola e Brasil, a procura insistente para encontrar uma moradia em terras brasileiras e os R$ 20 mil investidos só no tratamento de fertilização in vitro não foram os únicos obstáculos enfrentados por S.C, 41 anos, para realizar o sonho de engravidar.

A professora e angolana que há 12 anos tenta, sem sucesso, a maternidade depende agora de mais quatro coincidências em série para que a sua inseminação artificial - que depende da doação anônima e voluntária de óvulos de outra pessoa - seja concretizada.

“Por ser negra e ter um companheiro negro, com pouca miscigenação de outras etnias familiares, precisamos que a doadora de óvulos seja negra (e não mulata) também, um direito que a paciente tem para constituir uma família parecida com ela”, explica Edward Carrilho, médico da clínica Engravida, em São Paulo, onde S.C faz tratamento.

Além da semelhança da cor da pele, é preciso que a doadora de óvulos excedentes tenha menos de 35 anos, aceite fazer a doação sem cobrar um real por isso e ainda tenha outras compatibilidades com a receptora, como tipo sanguíneo e ausência de doenças genéticas nas famílias.

A sincronia de particularidades garante a segurança da gestação artificial que envolve doação de sêmen e óvulos, mas faz com que as clínicas de reprodução assistida clamem por mais doadores negros, orientais e loiros de olhos azuis, escassos entre os já escassos que aceitam doar.

“Temos cerca de quatro doadores de sêmen novos por mês (maioria moreno, de olhos castanhos e estatura mediana) e como também fornecemos (o material) para muitas outras clínicas, este número deveria ser, pelo menos, cinco vezes maior”, faz as contas Edson Borges, diretor da clínica Fertility. “As raças mais esporádicas no Brasil também são menos frequentes para a doação. Especialmente os orientais são muito raros pois, além da esporadicidade, eles doam menos”, complementa.

Dois chineses e nenhum coreano

Pela legislação brasileira, os doadores de sêmen e óvulos precisam ser totalmente altruístas, ou seja, não há nenhuma recompensa material (dinheiro, brindes ou outros benefícios) pela doação. O ato também é anônimo e a garantia é de nunca revelar a identidade dos envolvidos.

Os homens, explica Vera Brant - diretora do maior banco de sêmen brasileiro, o Pro-Seed - devem comparecer ao menos seis vezes para doar o sêmen, passam por uma bateria prévia de exames clínicos e psicológicos e só então são classificados como aptos para serem doadores.

“Aprovamos entre um e três doadores por mês. O ideal, para trabalharmos com tranqüilidade, precisaria ser entre seis e oito mensais”, diz Vera.

Hoje no Pro-Seed não há nenhum coreano doador que passou por este processo e apenas dois chineses. “Não adianta só ter olho puxado, sabemos disso, e a demanda de receptores orientais cresce a cada dia. Faltam também os altos de olhos claros e os negros. Estamos fazendo campanhas de divulgação com estes públicos porque já tivemos casais que desistiram da fertilização por causa disso. Não estamos conseguindo suprir.”

Óvulos raros

Se os doadores de sêmen com características específicas sejam mais restritos, os especialistas enxergam como ainda mais raras as doadoras de óvulos negras, loiras e orientais.

Isso porque, o esperma pode ser congelado e usado até anos depois, quando – por exemplo - o casal “mais específico” e que necessita da doação aparece. Já o material feminino, por mais que a medicina tenha avançado na técnica de congelamento, ainda perde qualidade se armazenado em câmeras frias por muito tempo. Sendo assim, a receptora negra, oriental ou loira de olhos azuis, não raro, precisa esperar por meses para iniciar o tratamento até que a doadora compatível apareça.

Estas especificidades faz com que o médico especializado em reprodução humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia (IPGO), Rogério Leão, defenda mudanças na doação de óvulos. “Para ampliar o número de doadores, primeiro deveria haver mais estimulo da população em geral. Muitas pessoas nem sabem que existe esta possibilidade”, acredita Leão. “Além disso, a lei deveria ser mais maleável com a chamada doação compartilhada. Isso consiste em uma paciente que necessita de fertilização in vitro, mas não pode pagar pelo tratamento, ter a opção de doar parte dos óvulos obtidos com o procedimento, em troca de isenção de custos”, explica. “Com isso todos se beneficiariam: a doadora que teria acesso a uma fertilização e a receptora que teria os óvulos de que necessita. Entretanto isso é visto como venda de óvulos, o que é proibido em nosso País”, lamenta.

Compasso de espera

A angolana S.C, que deixou o trabalho de enfermeira em seu país de origem para tentar o sonho da maternidade no Brasil, vive agora em compasso de espera para que a doadora de óvulos compatível apareça. Quando ela surgir, mais esperas serão colecionadas até que a gravidez seja confirmada, sendo que o índice de sucesso não chega a 60% dos casos.

“Esperar é o que mais aprendi a fazer. Esperei ter dinheiro para o tratamento, esperei os minutos eternos para os resultados dos testes de gravidez comprados em farmácia darem negativo, esperei os médicos da África do Sul, onde também procurei ajuda, falarem que não daria certo a fertilização apesar de não identificarem nenhum problema comigo nem com meu marido. Agora, espero um final diferente na minha história. Tenho 41 anos. Também aprendi que não posso mais esperar tanto.”

Uso medicinal da Babosa - Aloe Vera


Considerada pela comunidade cientifica como antibiótico, adstringente, coagulante, inibidora da dor e estimulante da regeneração dos tecidos e da proliferação das células, essa planta milenar vem conseguindo o respeito de todo o planeta.

A babosa, ou Aloe vera, é facialmente reconhecida por suas folhas viscosas e pontiagudas e por sua cor que varia do cinza ao verde brilhante, passando pelo amarelo. Tem uma textura lisa, semelhante à borracha e o interior da folha gelatinoso.

Há notícias de seu uso seu uso desde tempos remotos, sendo muito apreciada em vários momentos da história, por Cleópatra, Alexandre, o Grande, assim como na Grécia antiga e pelos índios das Américas, e por Colombo, que lhe nomeou médico vegetal, curando desde a dor de estômago até a queda de cabelo, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e outros ferimentos.

Sua gelatina é constituída de 96% de água e de 4% de complexas moléculas de carboidratos. É essa água toda que a toma capaz de exercer o seu mais importante papel: penetrar profundamente em qualquer tecido.

Em sua composição também foram identificados polissacarídeos contendo glicose, galactose e xilose, tanino, esteróides, ácidos orgânicos, substâncias antibióticas, enzimas de vários tipos, resíduos de açúcar, uma proteína com 18 aminoácidos, vitaminas, minerais, sulfato, ferro, cálcio, cobre, sódio, potássio, manganês e outras substâncias.

A mistura de todos os ingredientes ativos na babosa obtida através da geléia que fica dentro da folha e é responsável pela amplitude do seu poder de cura.

A vitamina C, encontrada em grandes quantidade na babosa, ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos, promovendo com isso uma boa circulação.

O potássio, por seu turno, colabora para a manutenção do ritmo cardíaco, além de estimular as funções renais, o que faz da babosa uma verdadeira faxineira no seu corpo.

O cálcio acelera a coagulação e a ativação das enzimas. O cálcio também é responsável pelo controle dos movimentos cardíacos.

O sódio, trabalhando junto ao potássio, estabiliza o nível de hidratação do organismo.

O manganês oferece condições para que as enzimas digestivas trabalhem com maior eficiência, impedindo à formação das dolorosas pedras no rim.

Ele tem-se mostrado útil no tratamento da angina e também da trombose das coronárias.

O ferro, operando em equipe com as hemoglobinas, ajuda a transportar oxigênio para as células.

Estas são algumas das funções conhecidas da geléia da babosa no nosso organismo.

Mas é interessante observar que essas substâncias só podem agir com tanta eficiência graças à capacidade que a Aloe Vera tem de penetrar nos tecidos, digerindo o tecido morto pela ação e suas enzimas e intensificando a proliferação normal das células.

Em suma, como planta medicinal, há três pontos fundamentais a serem ressaltados sobre o uso da Babosa:
  • Capacidade de penetração nos tecidos sem isso, a babosa não seria o que é, e a água e os hidratantes não poderiam agir.
  • Capacidade de aumentar a circulação do sangue através disso, ela torna mais rápida a eliminação das células mortas e estimula o crescimento de células novas, provocando a reconstituição dos tecidos e a cicatrização.
  • Capacidade de gerar um revestimento protetor prevenindo contra o desenvolvimento de bactérias nocivas à saúde. Por possuir o mesmo fator pH do nosso corpo, prolonga a proteção contra as bactérias, além de ser antialérgica.
Afora estas propriedades principais, a babosa possui uma ação anti-séptica, impede a formação de acne e mantém poros desimpedidos. Ela tem sido usada também para dores internas, como músculos doloridos, cãibras e até artrose, com o objetivo de eliminar a dor resultante dessas afecções. Ingerida ou esfregada no local, há casos de pessoas que dentro de um mês, libertaram-se completamente da dor.

De modo geral, a aplicação pura da geléia extraída das folhas da Babosa proporciona um alívio imediato no tratamento de queimaduras, ulcerações da pele e ferimentos. Mas existem outros usos para esta nobre planta, dentre eles:

QUEIMADURAS SOLARES - Uma imediata aplicação de suco, geléia ou ungüento de babosa proporciona alívio e reduz as complicações posteriores.

QUEIMADURAS - O tratamento com babosa reduziu o tempo de recuperação de 5O%, em vários casos. Há relatórios comprovando que a atividades das enzimas da babosa reduz e em alguns casos elimina cicatrizes, manchas do fígado, rugas, bolhas e outras marcas.

COAGULAÇÃO - A presença do cálcio na composição da babosa é fundamental no processo de coagulação, além de regular os batimentos cardíacos. Sua função e reduzir drasticamente o tempo necessário à coagulação.

CABELOS - Embora nós já estejamos acostumados a ver xampus com babosa em nossas drogarias e farmácias, não custa mencionar o fato de que os índios mexicanos a utilizam para dar banho, força e maleabilidade aos cabelos, através de aplicações diárias. Sendo também muito respeitada como tratamento para a queda de cabelos. Em experiências no Egito, alguns indivíduos tiveram a perda de cabelo totalmente paralisada e o crescimento de novos fios, após o uso da geléia de babosa.

ACNE - A ação anti-séptica da babosa evita o entupimento dos poros, que é o responsável direto pelas espinhas e cravos, mantendo-os livres para respirar. Além de destruir bactérias, ela tem propriedades adstringentes; que podem impedir o aparecimento das cicatrizes.

CONGESTÃO NASAL - A babosa tem sido muito utilizada para combater a congestão nasal com excelentes resultados, provocando nos indivíduos em que foi inoculada - ou injetada - uma respiração mais fácil e uma redução sensível das secreções, além de eliminar por completo a dor de cabeça.

Fonte: Paulo Viana ALOE VERA, A 'PLANTA MILAGROSA' - Editora GLOBO 1997 -

Brasil possui tecnologia para análise tridimensional de órgãos lesionados

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), de Campinas (SP), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), desenvolveu um software para a reprodução tridimensional de órgãos que necessitem de tratamento e de cirurgia.

O software InVesalius permite o uso da imagem de ressonância magnética ou de tomografia computadorizada para recriar uma cópia em tamanho natural imprensa em 3D em gesso, cerâmica, plástico e metal. “Qualquer órgão é reproduzível”, explica o matemático e engenheiro mecânico Marcelo Oliveira, especialista do CTI.

Segundo ele, com a tecnologia é possível reproduzir e ampliar células e até pequenas partículas vistas em microscópios, como a proteína de hemoglobina que está no estande do CTI na Expotec, a feira de ciência, tecnologia e inovação que pode ser visitada durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em Goiânia.

A partir da cópia feita com o InVesalius é possível confeccionar próteses e planejar melhor os procedimentos, o que economiza 60% do tempo de cirurgia, aumenta a precisão e diminui riscos, segundo o especialista.

Conforme Oliveira, a tecnologia tem sido especialmente utilizada em cirurgias de reconstituição craniana e facial, para a produção de próteses do osso fêmur – o que melhora a articulação da prótese com a bacia, evita novas lesões e garante mais conforto aos pacientes.

Cerca de 130 hospitais públicos já utilizaram a tecnologia, que começou a ser desenvolvida em 2001. Mais de 300 cirurgiões brasileiros conhecem o recurso e já utilizaram em 1.980 atendimentos. Há uma rede de mais de 4.750 desenvolvedores de software de cerca de 65 países que participam dos fóruns de discussão para o desenvolvimento da tecnologia, que é considerada pela comunidade científica internacional uma das fronteiras do conhecimento para esta década.

O CTI trabalha atualmente na adaptação do uso do InVesalius com sensores de movimento, que funcionam como mouses virtuais e captam o movimento do cirurgião no centro cirúrgico e evita, assim, o contato com computadores e eventual contaminação.

Mais informações sobre o software podem ser obtidas no email invesalius@cti.gov.br. O programa está disponível no portal http://www.softwarepublico.gov.br/ .

Fonte Correio Brasiliense