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sábado, 16 de julho de 2011

A uma semana do fim da campanha, nenhum estado atingiu a meta de vacinação contra sarampo

Brasília – A uma semana do fim da campanha de vacinação contra o sarampo, mais de 8,6 milhões de crianças com idades entre 1 e 7 anos foram imunizadas em oito estados, o equivalente a 83% do total estimado. A meta é vacinar 95% das crianças dessa faixa etária. Nenhum estado alcançou a meta até o momento.

Iniciada no dia 18 de junho, a campanha vai até a próxima sexta-feira, dia 22, em Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, na Bahia, no Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O Ministério da Saúde antecipou a vacinação nesses estados por causa do grande fluxo de turistas e da quantidade também elevada de brasileiros que viajam ao exterior em julho, mês de férias escolares. A Europa, por exemplo, enfrenta um surto da doença. Desde janeiro, foram identificados mais de 6,5 mil casos de sarampo no Continente, 5 mil somente na França, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Minas Gerais é o estado que está mais próximo de atingir a meta de cobertura, com 93,7% das crianças vacinadas (1,4 milhão) até agora. O Rio de Janeiro aparece com a menor cobertura vacinal, apenas 67% (828,2 mil doses aplicadas).

No restante do país, a campanha de vacinação contra o sarampo vai de 13 de agosto a 16 de setembro. O sarampo é uma doença contagiosa e os sintomas são febre, tosse seca, manchas avermelhadas na pele, coriza e conjuntivite. A vacina é o meio de prevenção mais eficaz.

Fonte Agência Brasil

Pesquisadores encontram variante de gonorreia resistente a antibióticos


Doença é uma das DSTs mais comuns em todo o mundo

Pesquisadores suecos descobriram uma nova variante da bactéria causadora da gonorreia que é resistente a antibióticos. De acordo com os cientistas do Laboratório de Referência Sueco, essa nova variante pode se transformar em uma ameaça à saúde pública global.

A primeira infecção com a nova variante da Neisseria gonohhoeae, chamada H041, foi registrada no Japão. Ao analisar a bactéria, os pesquisadores identificaram as mutações genéticas responsáveis por sua resistência a todos os antibióticos especializados para o tratamento da gonorreia.

Apesar de ser uma descoberta alarmante, esta nova variante foi uma descoberta previsível, segundo Magnus Unemo, do Laboratório Sueco de Pesquisa para a Neisseria Patogênica.

- Desde que os antibióticos se transformaram no tratamento padrão para a gonorreia nos anos 1940, essa bactéria mostrou uma marcante capacidade para desenvolver mecanismos de resistência a todos os medicamentos introduzidos para seu controle.

Enquanto ainda é muito cedo para avaliar se esta nova variante se espalhou, a história de nova resistência na bactéria sugere que poderá se espalhar rapidamente, a não ser que novos medicamentos e tratamentos eficazes sejam desenvolvidos.

A pesquisa será apresentada na conferência da Sociedade Internacional para Pesquisa de Doenças Sexualmente Transmissíveis, no Canadá.

Prevenção

A gonorreia é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns em todo o mundo e, se não for tratada, pode levar a problemas graves de saúde entre homens e mulheres.

Rebecca Findlay, da associação britânica Family Planning Association, afirmou que a descoberta dessa nova variante é preocupante.

- A prevenção fica ainda mais importante, pois sabemos que os antibióticos nem sempre vão funcionar. A gonorreia pode afetar pessoas de todas as idades e todos agora devem se concentrar em cuidar da própria saúde sexual.

David Livermore, diretor do laboratório que monitora a resistência a antibióticos para a Agência de Proteção à Saúde do governo britânico, disse que os antibióticos usados no Reino Unido, as cefalosporinas, são eficazes, mas, ainda assim, é preciso tomar cuidado.

- Nossos testes de laboratório mostram que a bactéria está ficando menos sensível a estas cefalosporinas, com relatos de alguns fracassos em tratamentos. Isso significa que temos que mudar o tipo de cefalosporinas usada e aumentar a dosagem.

Para Livermore, a prevenção é melhor que a cura, “especialmente quando a cura fica mais difícil”.

- E a forma mais confiável de se proteger contra doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a forma resistente da gonorreia, é usar preservativos.

Fonte R7

Mulher fica 12 dias na UTI por doença transmitida pela calopsita

Humanos podem pegar psitacose pelas secreções dos animais

Mulher vai para UTI por doença transmitida por calopsitaA auxiliar de produção Renata de Almeida Avelino, que mora em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ficou 12 dias internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) depois de ser infectada por uma doença transmitida por seu bicho de estimação, uma calopsita – o pássaro morreu 20 dias depois de ser comprado.

A doença, chamada psitacose, mas também conhecida como febre do papagaio é causada por uma bactéria. Ela é transmitida por secreções das aves – uma pessoa pode ser contaminar quando respira perto das fezes secas dos animais ou quando entra em contato com a saliva do bicho.

Médicos dizem que a psitacose é difícil de ser identificada, porque os sintomas parecem com os de outras doenças – no caso de Renata, foi a irmã quem avisou os médicos sobre a morte da ave, o que ajudou os profissionais de saúde a fazer o diagnóstico, confirmado por exames.

O problema pode evoluir para uma pneumonia grave e insuficiência respiratória.

Fonre R7

Americana dá à luz bebê com mais de 7 kg

JaMichael nasceu com 7,3kg após sofrida cesariana em hospital no Texas

Um bebê chamou atenção dos médicos da unidade neonatal da maternidade Good Shepherd, em Longview, no Texas, logo ao nascer. O motivo foi o seu tamanho. JaMichael Brown nasceu na sexta-feira (8) com 7,3 kg, mas sua foto foi somente divulgada nesta segunda-feira (11).

O bebezão é o quarto filho de Janet Johnson, e o primeiro menino, que lhe rendeu uma sofrida cesariana. Segundo os médicos, seu filho foi uma das maiores crianças que já apareceram pelo hospital.

Janet disse que já sabia que o filho era maior do que o normal, mas não imaginava tanta diferença. Por isso, terá de devolver parte das roupinhas que havia comprado para JaMichael.

Fonte R7

Mitos e lendas podem aumentar casos de câncer em homens

Imaginário da população atrapalha cuidado e prevenção das doenças

Levantamento realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo apontou entre os homens um quadro preocupante de desinformação nos principais questionamentos e mitos populares sobre a incidência e o diagnóstico de tumores malignos no rim, bexiga, próstata, uretra e pênis.

O órgão, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, indicou que a população masculina ainda não sabe detalhes sobre cuidado e prevenção destas enfermidades – o que pode explicar a incidência quase três vezes maior de câncer em relação ao público feminino.

Como alguns dos mitos populares apontados pelo estudo, estão: a relação equivocada de masturbação e o desenvolvimento de tumores urológicos; o fato de se segurar a urina por um longo tempo; o ato de fumar – quase sempre relacionado aos pulmões –; a impotência como resultado de uma cirurgia na próstata; falta de higiene não relacionada ao câncer; a juventude e a preocupação que deve se agravar apenas quando surgirem sintomas.

De acordo com Marcos Dall’Oglio, urologista do ICESP, perguntas simples como “segurar a urina dá câncer” precisam ser esclarecidas para desmistificar estes questionamentos tão comuns.

- O paciente precisa saber quais são os fatores e os comportamentos de risco para o desenvolvimento de cânceres urológicos. Somente a boa informação ajudará a reduzir o número de pacientes que chegam tardiamente ao consultório em busca de tratamento.

Fonte R7