Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quarta-feira, 20 de julho de 2011

MS: Secretaria Estadual da Saúde abre inscrições para profissionais


Nesta segunda-feira, (18) a Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Mato Grosso do Sul (MS) publicou dois editais referentes ao processo seletivo simplificado para a seleção de pessoal, a ser contratado por tempo indeterminado, para desempenhar a função de técnico de nível superior e médio. Os editais estão publicados nas páginas 2 e 3 do Diário Oficial do Estado (DOE).

Conforme o edital número 01/2011, o técnico de nível superior vai desempenhar ações do Laboratório Central de Saúde Pública. As inscrições serão realizadas, exclusivamente, no período de 19 a 23 de julho de 2011.

Serão abertas quatro vagas, sendo três para profissionais com graduação em Farmácia com especialização em Análises Clínicas e uma para graduação em Farmácia com especialização em Análises de Alimentos. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

Já o edital número 02/2011 prevê a contratação de técnico de nível médio para desempenhar ações a partir da coleta de dados de uma população com diagnóstico de câncer. Serão abertas duas vagas para profissionais que tenham o curso de ensino médio. O período das inscrições é de 25 a 29 de julho de 2011. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

Os dois processos seletivos serão realizados nas seguintes etapas: inscrição; avaliação curricular e entrevista pessoal. Mais informações sobre os requisitos, a documentação necessária assim como o local e os horários para a entrega estão publicados no DOE

Fonte SaudeWeb

Venda fracionada de medicamentos pode ser obrigatória


A Câmara analisa o Projeto de Lei 396/11, do deputado Dr. Aluizio (PV-RJ), que torna obrigatório o fracionamento de medicamentos, conforme a receita médica. A proposta define como aptas para fracionamento as substâncias apresentadas sob a forma de drágeas, comprimidos, cápsulas, pastilha, supositório e óvulos. Para evitar dúvidas, a proposta acrescenta à lei a definição das formas possíveis de apresentação de medicamentos.

Atualmente, a legislação sobre o controle de comércio de medicamentos (Decreto 74.170/74) permite o fracionamento de determinados medicamentos, sem torná-lo obrigatório. Existe uma lista de quase 800 medicamentos que podem ser fracionados editada e atualizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Podem ser fracionados hoje medicamentos acondicionados em frasco-ampola, ampola, seringa preenchida, flaconete, sachê, envelope, blister e strip. Também estão na lista de fracionamento os apresentados nas formas de comprimidos, cápsulas, óvulos vaginais, drágeas, adesivos transdérmicos e supositórios.

Fonte SaudeWeb

Cientistas desenvolvem desfibrilador mais eficaz


Uma equipe internacional de cientistas desenvolveu um desfibrilador que aumenta as chances de sucesso para restaurar o ritmo cardíaco, não danifica os tecidos e utiliza menos energia, o Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS). As informações são do jornal Estado de S. Paulo

O novo dispositivo, batizado de Leap (Löw Energy Anti-fibrillation Pacing), foi testado com sucesso em animais com fibrilação atrial, o tipo de arritmia mais frequente no mundo. Suas particularidades serão divulgadas na próxima edição da revista científica Nature.

A equipe utilizou nesses testes um cateter cardíaco clássico para enviar impulsos elétricos 80% menores que os desfibriladores atuais. Diante deles, segundo o CNRS, os animais responderam quase imediatamente e retomaram o ritmo normal.

O Leap evita utilizar grandes descargas elétricas para dificultar danos aos tecidos e dores aos pacientes. Além disso, permite prolongar a vida útil das baterias.

Segundo o CNRS, a próxima etapa será testar a nova técnica em seres humanos, já que cerca de 10 milhões de pessoas na Europa e nos Estados Unidos sofrem fibrilação atrial, o que pode aumentar a probabilidade de desenvolver apoplexia ou parada cardíaca.

Fonte SaudeWeb

TCU vai monitorar programa de transplantes no Rio de Janeiro

Nos próximos dois anos, o Tribunal de Contas da União (TCU) vai acompanhar o funcionamento do programa de transplantes na rede pública do estado do Rio de Janeiro. Nesse período, o tribunal vai verificar o número de transplantes realizados, o atendimento à lista de espera, os registros de pacientes com morte encefálica e os motivos para casos de não doação. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.

Se os indicadores não melhorarem nesse prazo, o TCU fará uma nova auditoria no sistema criado pelo governo estadual, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O tribunal tomou a decisão após a constatação de falhas no sistema de transplantes do Rio de Janeiro, como baixo desempenho e falta de integração de hospitais federais com a rede estadual.

Em um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Rio de Janeiro aparece como um dos estados com maior tempo de espera por transplantes de determinados órgãos. Os candidatos a um transplante de córnea, por exemplo, aguardavam 19,4 anos pela cirurgia, o maior tempo de espera por esse tipo de transplante em 2006, ano analisado pelo estudo.

No mesmo período, o estado atendeu apenas 6,25% do total de pessoas que estavam na lista de espera por um rim, o equivalente a 220 transplantes. Enquanto que a taxa nacional de atendimento para rim era de 8,43%.
De acordo com a estudo do Ipea, tais resultados negativos para o estado do Rio de Janeiro não se coadunam com a capacidade econômica nem com a reconhecida pujança de recursos sanitários desse estado.

Fonte SaudeWeb

Plano do governo federal deve abrir 2.500 vagas em cursos de medicina


Ministérios da Saúde e da Educação finalizam um plano nacional de ensino de saúde que terá, entre seus objetivos, a meta de aumentar o número de médicos por habitantes no país e tornar mais rígido o processo de abertura de novas vagas em cursos de medicina. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.

Estudos das duas pastas indicam a necessidade de criação de 2.500 vagas, prioritariamente em faculdades públicas.

Atualmente, o Brasil tem 1,8 médico para cada mil habitantes. A ideia do plano é chegar, gradualmente, a pelo menos 2,5 médicos para cada mil pessoas até 2030.

Para que isso aconteça, os dois ministérios traçaram um raio-X da formação médica no Brasil, para identificar as áreas com maior carência. Assim, pretendem expandir a abertura de vagas em cursos de Medicina nas regiões mais deficitárias.

Atualmente, o Brasil forma 16,5 mil novos médicos por ano, em 183 escolas. A proposta que está em discussão é elevar esse número para 19 mil por ano.

As últimas autorizações para abertura de vagas de medicina foram concedidas no início de 2010 pelo MEC (Ministério da Educação) para duas instituições de ensino públicas.

Hoje, existem 45 processos parados no Conselho Nacional de Educação. O órgão aguarda a publicação da portaria interministerial que vai definir as novas regras para dar andamento aos pedidos.

O preço elevado das mensalidades de cursos de medicina em instituições particulares fez o governo priorizar as universidades públicas no processo de expansão de vagas.

Segundo a secretaria de gestão do trabalho e educação em saúde do Ministério da Saúde, os cursos privados de medicina que comprovarem qualidade poderão ser autorizados, mas o governo dará mais atenção às possíveis vagas na rede pública.

E ressalta que há uma intenção de investir na formação. As mensalidades de cursos particulares são muito altas. Tem escola que cobra mais de R$ 6.000 por mês.

Residência

Além de querer expandir vagas para a formação básica em medicina, o plano nacional de educação médica prevê também a distribuição mais criteriosa das vagas de residência, que formam especialistas.

Um levantamento do Observatório de Recursos Humanos da Secretaria de Saúde de São Paulo apontou que 82% dos médicos permanecem trabalhando no Estado onde fizeram residência.

O governo também quer encontrar formas de manter os médicos nos Estados que mais precisam. Uma das ideias em análise é a proposta do serviço civil, que oferece incentivos financeiros para levar o profissional recém-formado em áreas remotas.

A ideia do governo é que, de forma voluntária, o médico recém-formado tenha acesso à lista de cidades mais distantes, onde há carência de profissionais, e passe a integrar o Programa Saúde da Família por até dois anos

Fonte SaudeWeb