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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Gordura do abacate reduz níveis de colesterol ruim do sangue

 

Saiba mais sobre a fruta que, apesar de calórica, é bastante saudável


Já se sabe que o abacate é bastante calórico: cada 100 gramas da fruta tem aproximadamente 180 calorias. Ele é composto por 85% de gordura, porém, não se engane: a gordura do abacate faz bem para a saúde.

Estudos recentes comprovam que a gordura presente na fruta é monoinsaturada e ajuda a reduzir os níveis de colesterol total do sangue (LDL ou colesterol ruim) e a elevar o os níveis do HDL, o bom colesterol. Além disso, o abacate é fonte de muitos nutrientes, destacando-se as fibras e vitaminas. Ainda que não possa ser considerado fonte de proteína, a fruta contém uma quantidade superior deste nutriente em comparação com as demais.

Além de prevenir contra o colesterol, o abacate é rico em vitaminas E e C, que são antioxidantes e promovem a saúde dos dentes e gengivas e protegem os tecidos dos radicais livres. Ele também contém vitaminas A e do complexo B, entre elas o folato que garante o desenvolvimento saudável das células e tecidos.

Como comprar
:: Escolha os mais pesados e firmes, pois eles têm a polpa mais macia;

:: Sacuda para sentir se o caroço da fruta está preso;

:: Prefira os maiores, com casca verde-clara e sem manchas;

:: Se optar por comprar um abacate maduro, aperte levemente a casca. Se ele estiver no ponto, ela cederá um pouco;

Como consumir
:: O consumo recomendado para obter os benefícios da fruta é de meio abacate de três a quatro vezes por semana. Por ser calórico, é recomendado para pessoas que querem engordar, contudo, também pode ser consumido por quem quer manter o peso ou está fazendo dieta, desde que em quantidades menores (duas colheres de sopa);

:: Depois de cortá-lo, tente consumir imediatamente, pois o ar escurece a polpa;

:: Pode ser usado tanto em pratos doces como salgados;

:: Utilize a fruta em saladas, misturando-a aos demais ingredientes.
Fonte Zero Hora

Santo André anuncia R$ 30 mi para Saúde


Na última semana, a prefeitura de Santo André anunciou investimentos em torno de R$30 milhões para a área a saúde. O pacote inclui a construção de seis Unidades de Pronto Atendimento 24 horas, cinco Unidades de Saúde da Família, além da reforma de diversos equipamentos. As informações são do jornal Diário do Grande ABC.

Outro anúncio feito pela administração é a valorização dos 250 agentes de Saúde comunitária, que receberão reajuste de 7% retroativo a maio, mais gratificação mensal de R$ 150, que equivalem a 12% do salário.

Segundo o Executivo, do total de R$ 30 milhões, R$ 10 milhões serão oriundos de convênios com o Ministério da Saúde, enquanto o restante será do orçamento municipal. A maior parte da verba será destinada à construção das UPAs, que, juntas, custarão cerca de R$ 17,5 milhões. Das seis unidades, cinco terão 40% dos gastos custeados pelo governo federal.

A administração informou que arcará com 100% do valor da UPA da Vila Luzita, que teve o projeto negado pelo governo federal, já que o terreno oferecido está ao lado do Pronto Atendimento do bairro.
Segundo  a secretaria de Saúde, as UPAs dos bairros Jardim Santo André, Vila Luzita, Centro e Sacadura Cabral estão em fase final de licitação e terão as obras iniciadas dentro de aproximadamente 20 dias.

O Jardim Santo André, bairro carente na periferia da cidade e conhecido pelos altos índices de violência, também será beneficiado com uma USF. Além desta, mais quatro serão entregues até junho do ano que vem.

Para o prefeito Aidan Ravin (PTB), a ampliação das USFs é importante para a prevenção de doenças, já que são os agentes comunitários que visitam as famílias e identificam os primeiros problemas.

Entre os equipamentos reformados estão a UTI do Centro Hospitalar Municipal, que atualmente tem 20 leitos. Com a reforma e ampliação, terá capacidade para atender até 30 pessoas. Também passa por obras a Unidade de Saúde de Paranapiacaba, que deverá ser entregue em setembro. A reforma é reivindicação antiga da população do bairro, que tem de se deslocar por aproximadamente 30 quilômetros para receber atendimento médico no Centro da cidade.

Fonte SaudeWeb

Unimed-Rio investe R$190 mi em hospital verde


Prédio será inaugurado no primeiro semestre de 2012 e terá cardiologista Luiz Antonio Campos como diretor-médico

Com um investimento de R$190 milhões, a Unimed – Rio está construindo um novo hospital, na Barra da Tijuca, que será inaugurado no primeiro semestre de 2012. Segundo o gerente geral de recursos próprios, Carlos Alberto Chiesa, o empreendimento obedecerá a critérios de sustentabilidade e tem como objetivo ser um hospital verde.

“O Hospital está sendo construído segundo conceitos de Green Building – LEED, com pontuação prevista para nível prata, privilegiando materiais reciclados e de origem certificada, equipamentos de alta eficiência energética e baixo consumo de água vidros especiais que valorizam a luz natural e filtram calor”.

Trabalhar para que o descarte de materiais seja feito de forma assertiva também é um dos objetivos a serem atendidos no hospital. De acordo com Chiesa, estão sendo estudados métodos de impactação e esterilização do lixo hospitalar contaminado, para que, desta forma, seja reduzido o volume de resíduo gerado e o potencial impacto ao meio ambiente.

O cardiologista Luiz Antonio Campos, que será o diretor médico do hospital conta que as novas instalações do hospital serão distribuídas em uma área de 30 mil metros quadrados, que serão distribuídas em 225 leitos, sendo que 75 são voltados para unidades de tratamento intensivo e semi-intensivo. “Estamos com boas expectativas com a construção do prédio, temos uma estimativa de ocupação de 85%”.

Ele ressalta que o bloco de internação terá 150 leitos com padrão superior de hotelaria e serviços. E o bloco de serviços médicos contará com um centro cirúrgico com 11 salas, CTI (adulto e pediátrico) com 60 leitos, UTI neonatal com dez leitos, centro de imagens e um Centro Especializado em Medula Óssea com três leitos.

A Unimed possui cerca de 11% dos seus hospitais acreditado. E, segundo Campos, essa é uma das pretensões que a equipe tem para o novo hospital do Rio de Janeiro.

“Projetamos que entre 1 a 2 anos depois do início das operações do novo hospital ser acreditado pelo JCI – Joint Commission International, principal agente de acreditação internacional.”

Fonte SaudeWeb

PR: Prefeitura de Apucarana vai fiscalizar descarte de lixo hospitalar

Monitoramento se faz necessário, após o despejo irregular de três toneladas de lixo hospitalar no aterro de Ortigueira, descoberto recentemente

A Secretaria de Meio Ambiente e Turismo de Apucarana (Sematur) inicia nos próximos dias a fiscalização de descarte de resíduos de saúde em hospitais, clínicas, laboratórios e farmácias do município.

De acordo com o órgão, o monitoramento, se faz necessário após o despejo irregular de três toneladas de lixo hospitalar no aterro de Ortigueira, descoberto recentemente.

Segundo a secretaria, a regulamentação do descarte do lixo hospitalar foi feita em dezembro de 2004 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Após a emissão da resolução, municípios e empresas passaram por um processo de adequação.

Fonte SaudeWeb

Em votação: Projeto obriga plano de saúde a fornecer prótese e órtese pós-cirurgia


Convênios médicos têm vetado o fornecimento desses insumos mesmo quando são necessários para a realização de procedimentos médicos autorizados

A Câmara analisa o Projeto de Lei 657/11, do deputado Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE), que obriga os planos de saúde a fornecer prótese, órtese e seus acessórios, quando sua utilização for considerada indispensável e comprovadamente necessária ao sucesso da intervenção cirúrgica ou tratamento hospitalar decorrente dessa intervenção. A proposta altera a lei dos planos e seguros privados de assistência à saúde (9.656/98).

Segundo Cadoca, os convênios médicos têm vetado o fornecimento desses insumos mesmo quando são necessários para a realização de procedimentos médicos autorizados. No entanto, a lei estabelece que não há cobertura para próteses e órteses apenas quando não estão relacionadas a atos cirúrgicos.
“Não faz sentido que o plano de saúde assegure a cobertura da intervenção cirúrgica ou dos tratamentos dela decorrentes, sem disponibilizar os recursos essenciais para essa finalidade”, argumenta Carlos Eduardo Cadoca.

Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 4076/01, que inclui nos planos de saúde a cobertura de consultas, exames e demais procedimentos ambulatoriais de caráter preventivo. Os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.

Fonte SaudeWeb