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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Médicos reimplantam rosto de garoto de 7 anos atacado por pitbull

Testemunha do ataque recuperou a parte arrancada pelo cão feroz, conservou em gelo e entregou aos médicos

MONTERREY - Cirurgiões mexicanos conseguiram reimplantar boa parte do rosto de um menino, arrancado parcialmente por um cão na cidade mexicana de Monterrey (norte), no primeiro reimplante facial realizado no México, informou na última terça-feira (9) o Instituto de Seguro Social (estatal).

"Este é o primeiro reimplante de rosto realizado com êxito no país. Estamos muito orgulhosos da nossa equipe de profissionais e da recuperação do pequeno Raúl Carrizalez", disse à AFP Juan Francisco Salazar, porta-voz do Instituto no estado de Nuevo León.

O menino, de 7 anos, morador da Região Metropolitana de Monterrey, foi mordido em 26 de junho passado por um cão da raça Pitbull, que arrancou grande parte da porção inferior do seu rosto.  Um vigia do bairro onde mora o menor presenciou o ataque, recuperou a parte do rosto do menino arrancada pelo cachorro, a colocou em uma bolsa de plástico e depois em um contêiner com água e gelo, graças ao que pôde ser preservado e reimplantado de imediato.

O menor teve reconstruídos 90% do lábio superior, 60% do lábio inferior e 50% da bochecha esquerda em uma cirurgia que levou cerca de seis horas e da qual participaram dois cirurgiões gerais, dois cirurgiões plásticos, duas enfermeiras e um anestesista, acrescentou Salazar.

"O passo seguinte é a reabilitação para que volte a ter sensibilidade e movimentos na face", explicou o porta-voz. Os médicos ligaram vasos sanguíneos e artérias de menos de um milímetro de espessura. O maior risco era a ocorrência de uma infecção ou uma artéria obstruída, mas nenhum dos casos se deu.
Fonte hojeemdia.com.br

Mulher acusa médico de fazer cirurgia errada

Ela descobriu que ainda estava com a hérnia três semanas depois da operação

Policiais da Delegacia do Engenho Novo (25ª DP), na zona norte do Rio de Janeiro, estão investigando as acusações de Renata dos Santos Pimenta, que afirma ter se preparado para uma cirurgia e, na hora, o médico fez outra.
Durante dois meses Renata teria se preparado para uma cirurgia de hérnia umbilical. No dia 22 de junho, ela se submeteu à operação em um hospital particular do Engenho Novo. No dia, recebeu alta. Uma semana depois, voltou ao consultório do médico para tirar os pontos. Ela contou que durante a consulta reclamou que a área estava inchada, mas o médico garantiu que era normal. Três semanas depois, Renata passou mal e foi atendida em uma clínica em Campo Grande, na zona oeste. Durante os exames, os médico constataram que a hérnia continuava no mesmo lugar. Revoltada, a jovem registrou queixa na delegacia.
Os investigadores que estão apurando o caso já ouviram o diretor do hospital e o médico que fez a operação. Segundo o prontuário da paciente que eles entregaram na delegacia, Renata foi operada de uma hérnia inguinal. Os médicos não fizeram a retirada da umbilical porque a paciente é hipertensa.
Segundo Renata, na autorização da cirurgia pelo plano de saúde está a operação programada desde o começo.
Assista ao vídeo:  
 
Fonte R7

Mulher mostra transplante de face após ataque de chimpanzé nos EUA

 (France Press)

Washington - As primeiras imagens da mulher americana que foi submetida a um transplante de face há dois meses, após ter sido atacada por um chimpanzé, foram divulgadas esta quinta-feira (11/8) nos Estados Unidos.

Charla Nash, que ficou cega e também perdeu as mãos no ataque, apareceu reclinada em uma cama de hospital, com os olhos fechados, nas imagens distribuídas pelo Brigham and Women's Hospital de Boston, Massachusetts (nordeste).

"Agora, vou ser capaz de fazer coisas que antes dava por encerrado", declarou Nash em um comunicado.

"Serei capaz de cheirar. Serei capaz de comer normalmente. Não estarei mais desfigurada. Vou ter lábios e falar com clareza de novo. Poderei beijar e abraçar meus entes queridos. Estou tremendamente agradecida ao doador e à sua família", afirmou.

No ataque, Nash perdeu os olhos, o nariz, a mandíbula superior e os lábios, bem como grande parte dos tecidos moles da face, disseram os médicos. A identidade do doador foi mantida no anonimato a pedido da família.
O primeiro transplante de face completo foi realizado na Espanha, no ano passado, em um homem que sofria de uma deformidade grave, causada por um acidente, que lhe impedia de respirar pelo nariz e a boca e lhe dificultava muito engolir e falar. Os médicos do hospital Vall d'Hebron de Barcelona mostraram seu trabalho ao público em julho de 2010.

O primeiro transplante parcial de cara bem sucedido foi feito na França em 2005 em Isabelle Dinoire, uma mulher de 38 anos que foi atacada por seu cão.

Desde então, uma dezena de operações de transplante foi realizada na China, nos Estados Unidos e na Espanha.

Fonte Correio Braziliense

Síndrome da Solidão: Psicólogo diz que isolamento social traz prejuízos similares ao do cigarro



O que é mais prejudicial ao organismo: fumar 15 cigarros por dia ou sentir-se sozinho? De acordo com o psicólogo John Cacioppo, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, as duas ações fazem igualmente mal, a longo prazo. O norte-americano baseou-se em pesquisas de outros cientistas com idosos e notou que o sentimento de solidão, mais do que o isolamento físico em si, aumenta os níveis de cortisol — hormônio ligado à resposta ao estresse — no corpo. A presença do cortisol eleva a pressão arterial, reduz o sistema imunológico e pode, entre outros fatores, contribuir para o declínio da performance do sistema cognitivo. A falta de interação com amigos e familiares também colabora com o aparecimento da depressão, da demência precoce e de problemas cardíacos.

A dona de casa Larissa Mota, 23 anos, entende bem os males que sentir-se solitária proporciona. Em dezembro de 2009, a mãe da jovem passou em um concurso público e saiu de Brasília com as filhas e a neta para morar em São Luís, no Maranhão. Embora tivesse parentes na cidade, a relação com primos e tios não foi das melhores. “Eles eram muito controladores, queriam nossa presença o tempo todo e não nos deixavam ter liberdade. Comecei a me sentir sufocada e a me afastar”, comenta.

Morar em um lugar diferente, ter que conviver com pessoas com as quais não se dava bem e sentir muita saudade do então namorado — atual marido —, que ficou em Brasília, fizeram com que Larissa se sentisse cada vez mais isolada. E, embora tentasse fazer amizades no curso preparatório para concursos no qual se matriculou, não obteve sucesso. “Então, não queria mais sair de casa. Não conseguia me interessar por nada em São Luís, achava tudo horrível. Eu vivia na internet conversando com meu namorado, me lamentando”, recorda. “Não era só eu que sentia esse desespero. Eu, minha mãe, minha irmã e minha filha não gostávamos de ficar lá. Todos ficaram abalados.”

Ela reconhece que a falta de adaptação, o esforço necessário para fazer a filha se sentir bem com uma nova rotina e a sensação de desamparo afetaram sua saúde. “Apenas nos sete meses que passei lá, fiquei doente várias vezes. Tive crises de coluna e febre”, lembra a jovem. Larissa disse ter notado na pele como sentir-se sozinha baixou sua imunidade, pois ficava doente facilmente. A solução foi voltar para Brasília com a filha. A psicóloga Janaína Gomes compreende a situação da dona de casa. “O isolamento social é caracterizado não apenas pela ausência de contatos sociais. Em algumas situações, o contato até existe, mas o que não há é interação”, explica.

Em entrevista ao Correio, Cacioppo esclarece a diferença entre estar só e sentir-se assim. “As pessoas podem se sentir solitárias em meio a uma multidão, como quando alguém está sentado na arquibancada lotada de um time rival durante uma partida de futebol.” Ele acrescenta que, no último censo feito nos Estados Unidos, constatou-se que as pessoas vivem cada vez mais isoladas, seja devido ao envelhecimento da população, aos casamentos cada vez mais tardios ou à diminuição do número de filhos. “Com isso, o número de confidentes, com quem se pode desabafar, diminui”, registra.

Subjetividade
O pesquisador ressalta que o isolamento físico, embora possa afetar a saúde, é menos prejudicial que o isolamento social, que está mais ligado à qualidade do que à quantidade das interações sociais. “O sentimento de estar sozinho é influenciado por fatores objetivos e subjetivos, como a genética, o ambiente familiar em que a pessoa viveu quando criança, normas culturais, deficiências físicas e discrepâncias entre expectativas das relações e como elas realmente ocorrem”, completa. A questão das expectativas nos relacionamentos é, para a psicóloga Kelly Gennari, de grande importância. “Somos seres sociáveis, treinados a viver pelo outro. Estar perto de alguém é necessário para que nos sintamos valorizados, mas o que esperamos das demais pessoas e como nos relacionamos com elas é ainda mais relevante.”

Cacioppo afirma que “o momento entre o fim da vida adulta e o início da terceira idade é quando o isolamento se manifesta mais intensamente, porque essas pessoas perderam seus pais, cônjuges, irmãos, amigos próximos e, em alguns casos, um ou todos os filhos”. Foi a morte de um ente querido que abalou a professora Ilma Gentil, 56 anos, e causou problemas em sua saúde. Em 19 de dezembro de 2010, o marido de Ilma morreu de câncer, após passar quase dois meses internado. Perder Paulo, com quem faria 35 anos de casados em 27 de dezembro do ano passado, foi um grande baque na vida dela e dos dois filhos, Cristiane, 34 anos, e Paulo Roberto, 33. “Ele tinha sido meu primeiro namorado e, mesmo depois de tantos anos, nos amávamos muito e continuávamos fazendo planos para o futuro, como viajar”, conta.

A ausência do marido lhe fez descobrir, meses depois, doenças que não tinha quando estavam juntos, como diverticulose e bico de papagaio — calcificação de ligamentos e cartilagens — no joelho. Além disso, o choque de não estar mais com Paulo fez com que seu lado emocional fosse tão abalado que ela admite que, desde então, sua memória tem falhado vez ou outra. Foram parentes e amigos que a fizeram se reerguer da dor e a impediram de se isolar. Para não passar tanto tempo sozinha em casa, Ilma desistiu de se aposentar e fica muito com Cristiane e Paulo Roberto, que não moram com ela. “Seria errado dizer que fiquei solitária, porque minha família é muito unida e me deu muito apoio. Nos dois primeiros meses após a morte do meu marido, fiquei na casa da minha filha. Se não fosse por ela, pelo meu filho, meu genro e meus netos, eu não teria resistido”, admite.

A professora, que mora sozinha, afirma que os programas em família melhoram seu estado emocional. “Mantemos nosso hábito de, aos domingos, passarmos o dia juntos. Valorizamos estar uns com os outros. Vou com meus netos, (os gêmeos Caio e Bia, 3 anos), ao shopping, levo os dois ao cinema”, detalha. Segundo Ilma, ela às vezes sente que os papéis de pais e filhos se inverteram, por receber tanto cuidado, carinho e atenção. Essa presença da família é essencial para mudar o comportamento de isolamento de um indivíduo, garante a psicóloga Janaína Gomes. “Quando se vê que uma pessoa não quer sair e interagir com os outros, os parentes devem ser os primeiros a intervir e saber o que está acontecendo”, descreve. “Só em seguida vêm os amigos e toda a rede social para completar a ajuda.”

Interação
Segundo Janaína, muitas vezes o isolamento social existe porque o desenvolvimento infantil não ocorreu adequadamente. “Tem crianças que passam muito tempo brincando sozinhas, usando redes sociais em contato com pessoas com as quais não interagem realmente e não buscam se entrosar com outras crianças na vida real, porque têm medo”, descreve. Ela ressalta, contudo, que é mais fácil para os pequenos resolverem esse problema, já que são mais abertos à adoção de novos hábitos de comportamento.

Que hábitos seriam esses? John Cacioppo destaca o primeiro passo, que, embora pareça simples, é considerado um dos mais difíceis de ser cumprido, principalmente por adultos e idosos: se abrir à possibilidade de fazer novos amigos. A psicóloga Kelly Gennari sugere outras atitudes que podem melhorar a qualidade dos relacionamentos interpessoais e, consequentemente, a saúde individual. “Primeiramente, reveja suas expectativas frente às outras pessoas. Pense: ‘O que espero de uma boa companhia?’”, indica. Ela ressalta que é essencial equilibrar as facetas familiar, pessoal, social e profissional, para que uma crise em uma dessas áreas não desestabilize completamente o indivíduo. E completa: “Se você quer ser abraçado, abrace. Procure ser uma pessoa agradável de estar perto e de conviver. Faça atividades saudáveis, seja gentil, solidário e, principalmente, lembre que ninguém é perfeito”.

Complicações
O divertículo é uma saliência que aparece na parede de diferentes áreas do sistema gastrointestinal, mais comumente encontrada nas paredes do intestino grosso. A presença de grande quantidade dessas saliências — onde podem se alojar bactérias e fezes — no intestino é chamada de diverticulose. Cerca de 20% das pessoas com diverticulose sofrem complicações, que podem causar a diverticulite, inflamação dos divertículos. Esse problema de saúde é caracterizado por dores abdominais e febre.

Fonte Correio Braziliense

Diferenças entre chá e infusão

O chá é um produto absolutamente sensacional.

Possuidor de muitos atributos pode-se dizer que o chá é uma bebida completa. A cada dia mais atributos vão sendo descobertos com os inúmeros tipos de chá que vão surgindo, para deleite de pessoas, sabedoras dos efeitos benéficos dessa maravilhosa infusão de origem chinesa.

A história do chá está assentada nos costumes da velha China onde conta-se ter sido criado por volta de 2.800 anos a. C. por um Imperador chamado Shen Nung, considerado o Pai do Chá, uma vez que, conforme a lenda, o tal Imperador ferveu água para beber ( o que é equivalente a destilá-la apara evitar doenças) e não observou algumas folhas caídas dentro do recipiente de água e, sentindo um aroma delicioso, arriscou a beber o conteúdo, que achou bastante saboroso e assim, passou a fazer experiências com várias folhas e desta forma o chá foi descoberto, passando a ser uma bebida que está presente em quase todas as sociedades do mundo.



Shen Nung - Considerado Pai do Chá

Mesmo sendo pouco provável esta história/lenda é ela que nos costumes chineses consta para explicar a existência do chá. No entanto, é de se presumir que até chegar ao uso de apenas algumas ervas com propriedades inúmeras, inclusive medicinais, para a infusão, muita gente deve ter morrido tomando veneno puro no afã de descobrir novas ervas e novos sabores.

Assim uma coisa fica bastante clara : o chá é um produto que envolve todo um processo de sabedoria para se chegar até certas infusões que, nos dias atuais, estão a disposição das pessoas.

Basicamente o chá origina-se nas folhas verdes de árvores denominadas Camellia sinensis sinensis nativas da China e, hoje, presentes em quase todos os Continentes em suas classificações sisnensis sinensis e assamica.


Camellia sinensis sinensis

Para se chegar a infusão estabelecida nos dias atuais, houve modificações desde a confecção do produto, quanto à torrefação e prensagem, até a distinção entre os chás verdes e pretos que conhecemos bem.

Inicialmente o Japão foi o responsável pela divulgação da utilização do chá, fora da China, sendo que, no país dos Samurais, o produto passou a fazer parte de rituais religiosos Zen Budista e tornou-se parte primordial da educação japonesa, exercendo papel importante como Chanoyu, ou cerimônia do chá.

A importação do chá para a Europa foi estabelecida pelos holandeses e portugueses no Século XVI . Posteriormente o chá entrou na Rússia, Alemanha, França e em toda a Europa.

A partir do Século XIX o chá passou a fazer parte integrante da vida inglesa e até os dias atuais é um elemento de forte presença na Europa como um todo.

Na América do Norte o chá chegou através da emigração de europeus que transpuseram o hábito de bebe-lo para o novo Continente. Com os problemas surgidos com a Grã Bretanha e sua colônias americanas o chá ficou relegado ao um lugar de injusto ressentimento por causa do Boston Tea Party , quando foram jogados ao mar 340 caixas de chá britânico em 1773.

Nos dias atuais existe um aumento considerável do consumo norte americano de chá, onde a população está habituada o toma-lo, principalmente nos meses de verão em forma de chá gelado.

O filósofo chinês Lin Yu Tang disse certa feita : "Apreciar o chá só é possível numa atmosfera de amizade, prazer e sociabilidade. A sociabilidade é o principal elemento para permitir a apreciação do chá".

O chá simboliza a comunicação educada, a harmonia civilizada e a amizade sincera.

A simpatia possui diversos conceitos sendo que tomamos principalmente dois: ter estima por alguém e conseguir o bem com o emprego de novos preceitos mágicos.

Havia uma frase dita por Deborah Kerr no filme clássico "Tea and Simpathy" que marcou profundamente uma época mais humanizada. Dizia a atriz naquele filme : ofereça sempre para as pessoas chá e simpatia Este é o resumo da felicidade.

Saiba mais sobre os chás

Foi-se o tempo em que, no Brasil, os chás eram consumidos apenas para ajudar a curar desconfortos intestinais, gripes e outros probleminhas médicos. A despeito da cultura de remédio natural, os chás começam a ganhar status semelhante ao do vinho no País.

Quando foi levado da China para a Europa, a partir de 1610 - a princípio pelos holandeses e depois pelos ingleses, que difundiram a sua tradição no Ocidente -, o chá era uma bebida nobre, que custava caríssimo. Com o passar do tempo, o ritual de beber chá popularizou-se entre os europeus, sobretudo entre os ingleses.

No Brasil, a tradição "nobre" difunde-se a passos largos.

O chá é uma bebida estimulante e, quando bebido puro, tem quase zero de caloria. Seus principais efeitos são:
Combater o envelhecimento das células
Protege os dentes, uma chávena de chá por dia diminui o risco de cárie, sendo a proteção maior quando se fazem bochechos com a bebida.

Defende o organismo

O chá aumenta as defesas do organismo, ao ajudar os glóbulos brancos a defenderem-se de infecções e das invasões de bactérias ou vírus.

O tanino do chá verde protege a parede do intestino e ataca bactérias nocivas.



Chá Verde

Melhora a digestão

O chá ajuda a melhorar a digestão, porque os óleos essenciais aumentam o fluxo de sucos gástricos. Este é um dos principais motivos porque os chineses e japoneses têm o hábito de tomar chá depois das refeições.

Reduzir o risco de câncer (principalmente de esôfago e estômago), doenças do coração, gastrite e derrame cerebral

Ajudar a fortalecer os ossos e a controlar a pressão arterial. Mas, cuidado: se consumido junto com as refeições, o chá pode diminuir a absorção de ferro. Ele tem também efeito diurético e pode provocar insônia em pessoas sensíveis à cafeína.



Chá

Veja a diferença entre chá e infusão

Chás só podem ser chamados por esse nome se forem feitos a partir das folhas da Camellia Sinensis, planta que dá origens aos chás preto, verde e oolongs. Ou seja, aquele chazinho de camomila que você sempre tomou não era, na verdade, um chá, mas uma infusão.




Camomila

"Sempre houve essa confusão. As pessoas tendem a considerar que tudo o que vem em saquinho e é mergulhado em água quente é chá. Mas na verdade nem 'chá' mate é chá", conta Carla Saueressig, especialista e proprietária de A Loja do Chá, em São Paulo.




As pessoas tendem a considerar que tudo o que vem
em saquinho e é mergulhado em água quente é chá.

Infusões são todos os outros tipos de bebidas feitas a partir da imersão de folhas, flores e frutas em água quente.

Conheça os tipos e misturas de chá

Os chás podem ser classificados em três tipos básicos: preto, verde e oolong. Todos são provenientes da mesma planta, a Camellia Sinensis. O que os diferencia é o processo de beneficiação da planta.

Enquanto os chás pretos têm suas folhas fermentadas, os verdes são escaldados e fervidos, para garantir a preservação de sua cor. Os oolong se encaixam numa categoria intermediária. Passam pelo processo de fermentação mais brando e, por isso, têm aroma menos acentuado do que os pretos.

Cada tipo de chá, porém, tem o que podemos chamar de subcategorias. Essa classificação pode variar de acordo com a região produtora e aromatização por qual a planta passa.

Fonte portalsãofrancisco