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terça-feira, 16 de agosto de 2011

São Paulo prorroga campanha de vacinação contra pólio

São Paulo - A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo prorrogou até sexta-feira (19) a segunda fase da campanha de vacinação contra a paralisia infantil. A decisão foi tomada porque mais de 35% das crianças crianças menores de 5 anos não compareceram aos postos no último final de semana.

Segundo o balanço divulgado pela secretaria, 1,8 milhão de crianças nessa faixa etária foram imunizadas no último sábado no estado, o que representa 64,7% do total.

Para o atendimento estão à disposição 14,8 mil postos fixos e volantes, e 58,3 mil profissionais em todo o estado. A meta é imunizar 2,83 milhões de crianças, número correspondente a 95% do total de paulistas nessa faixa etária. Outro serviço disponível é a atualização da carteira de vacinação.

Os postos fixos de saúde oferecem as doses da vacina durante todo o ano, assim, os pais que não levaram os filhos na primeira fase poderão procurar uma unidade agora, e retornar dentro de 30 dias para complementar a imunização, mesmo que a campanha já tenha sido encerrada.

A paralisia infantil, ou poliomielite, é uma doença que atinge o sistema nervoso e afeta principalmente crianças até 5 anos. Desde 1988, não é registrado nenhum caso no estado de São Paulo, porém, como o vírus ainda é identificado em países da África e da Ásia, o governo considera fundamental a imunização das crianças.

A lista de postos de vacinação está disponível na internet.

Fonte Agência Brasil

Campanha contra paralisia infantil atinge a 66% do público-alvo



Mais de 9,3 milhões de crianças menores de cinco anos de idade já tomaram a segunda dose da vacina contra a paralisia infantil, o equivalente a 66% do público-alvo. Os dados são do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.

A segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite foi iniciada no último sábado (13). O Pará e o Acre são os estados com o menor percentual de cobertura vacinal até o momento, 35% e 44% respectivamente. Pernambuco e o Rio Grande do Sul apresentam os maiores índices de vacinação, acima de 80%.

A meta do governo federal é imunizar pelo menos de 14,1 milhões de crianças, o que corresponde a 95% da população com menos de 5 anos de idade.

O Brasil não registra um caso de poliomielite há 22 anos. A vacinação é necessária porque 26 países ainda têm casos da doença, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A criança fica completamente protegida somente depois de receber as duas doses da vacina. Quem não recebeu a primeira dose, no dia 18 de junho, também deve procurar um dos postos de vacinação. É recomendado que os pais levem a caderneta de vacinação.

Fonte Agência Brasil

Programa Saúde da Família reduz jornada de trabalho para não perder médicos

Governo constatou aumento na evasão de médicos dos serviços públicos

Para driblar a falta de médicos do Programa Saúde da Família  e tornar a carreira mais atrativa, o governo vai criar alternativas para a jornada de trabalho dos profissionais. Além da opção de 40 horas semanais, eles poderão cumprir 20 ou 30 horas, com remuneração reduzida.

Com a mudança, o programa perde seu diferencial: a maior permanência do médico no serviço, o que, em tese, estreitaria o vínculo com a população.

O governo correu com a medida após ter constatado aumento na evasão de médicos dos serviços públicos. A fuga de profissionais é resultado do aperto na fiscalização do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, que revelou esquema de médicos e outros profissionais para receber por trabalhos não realizados. Uma nova regra passou então a limitar os vínculos dos profissionais e a carga horária no serviço público.

Antonio Carlos Figueiredo Nardi, presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde, explica a situação.

- Para atender às novas exigências, muitos abriram mão do PSF e optaram por outros serviços.

Pela estimativa da Secretaria de Atenção à Saúde, o número de equipes cadastradas foi reduzido em 10% nos últimos quatro meses por causa da limitação dos vínculos. Com a nova regra, quase um terço das equipes poderia ficar irregular se a jornada de 40 horas fosse mantida. O PSF atende mais da metade da população brasileira.

O Ministério da Saúde não sabe qual será o impacto da mudança, segundo Helvécio Miranda, secretário de Atenção à Saúde.

- Pode alterar a relação entre médico e paciente, mas pode não trazer impacto nenhum.
Para ele, a medida era "indispensável".

Equipe

Atualmente, uma equipe do PSF é composta por médico, enfermeiro e auxiliar de enfermagem - todos com 40 horas de jornada -, além de seis agentes comunitários da saúde.

Cada grupo fica responsável por atender uma população de no máximo 4.000 pessoas. A portaria abre a possibilidade de equipes funcionarem com dois médicos, cada um trabalhando 20 horas. Há também a opção de dois médicos fazendo jornada de 30 horas numa mesma equipe ou ainda três médicos, com 30 horas semanais, mas responsáveis por duas equipes.

Fonte R7

Médicos em greve mudam atendimento a casos urgentes em Marília-SP

Decisão foi tomada pelos médicos grevistas do serviço municipal de saúde

Em Marília, a 443 km da capital paulista, doentes graves não precisam mais passar pela triagem dos médicos do PSF (Programa Saúde da Família) e são enviados diretamente aos dois postos de atendimento da cidade.

A decisão foi tomada pelos médicos grevistas do serviço municipal de saúde, parados há mais de cinco meses por melhores salários, e tem apoio do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) e do Ministério Público do Trabalho 

A médica Astrid Jircik disse:

– Queremos evitar transtornos aos pacientes mais graves, que eram mandados de volta ao PSF para pegar a guia de encaminhamento aos postos de atendimento. Temos dó dessas pessoas, que precisam se deslocar de ônibus pela cidade.

A greve começou em fevereiro e, desde então, mais de 25 mil consultas não foram realizadas.

Fonte R7

Menino ganha mão biônica de equipe de F1 após carta

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Britânico Matthew James, de 14 anos, ganhou moderna prótese da Mercedes GP Petronas

Um garoto britânico fã de Fórmula 1 teve seu pedido por uma mão biônica atendido depois de enviar uma carta para o chefe da equipe Mercedes GP Petronas, Ross Brawn.

Matthew James, de 14 anos, nasceu sem a mão esquerda e usava uma prótese que descrevia como 'uma garra'.

Ele sonhava com uma prótese biônica da empresa escocesa Touch Bionics, que permite mais movimentos na mão e nos dedos.

No entanto, o aparelho custava 30 mil libras (R$ 79 mil) e não estava disponível por meio do Serviço Nacional de Saúde britânico.

A família do garoto, de Berkshire, no sudeste da Inglaterra, havia economizado dinheiro, mas não o suficiente.

Depois de receber uma visita de Ross Brawn em sua escola, Matthew decidiu pedir ajuda e enviou uma carta sugerindo que equipe esportiva patrocinasse sua nova prótese.

Pedido
Pouco depois, ele foi convidado para uma visita à fábrica da Mercedes, enquanto um membro da equipe entrava em contato com a empresa responsável pela prótese.

As duas organizações concordaram em compartilhar entre si as tecnologias usadas nos carros e na mão biônica. Como parte do acordo, a Mercedes ajudou a pagar a mão e o treinamento de Matthew para usá-la.
Ross Brawn disse que a carta do garoto para a equipe foi 'emocionante'.

Segundo Matthew, sua mão antiga era 'um mecanismo simples de abrir e fechar, como uma garra'.

Já a nova tem 'cinco motores individuais em cada dedo, e por isso cada um deles pode se mover individualmente'.

A mão biônica foi colocada na última sexta-feira (12), mas ele já consegue abrir potes e carregar xícaras de chá em casa.

- Infelizmente, tem um lado ruim. Eu estou tendo que fazer mais tarefas.

Fonte R7