terça-feira, 16 de agosto de 2011
Portugal: Morte precoce por cancro do pulmão sobe 15%
Anos de vida perdidos antes dos 70 vão subir nestes tumores, caso não haja políticas de prevenção e campanhas contra o tabagismo, já que não há rastreios.
Em 2016, o número de anos de vida perdidos precocemente por cancro do pulmão, traqueia e brônquios pode subir 15%, caso não haja estratégias concertadas de combate ao tabagismo. Estas são as previsões avançadas por peritos que estão a trabalhar no novo plano nacional de saúde, que define pela primeira vez metas para doenças que causam mortes prematuras, ou seja, antes dos 70 anos, e que podem ser evitadas.
Se em 2009 a taxa de anos de vida perdidos precocemente (AVPP) por cem mil habitantes era de 144,4, a projecção para 2016 é de 164,6, quase 35% acima dos dados de 2001.
Fonte Diário de Notícias
Portugal: 'Gordinhos' podem ser mais saudáveis que os magros
As pessoas com excesso de peso que levam uma vida saudável podem viver tanto como as magras e estão até menos propensas a desenvolver problemas cardiovasculares, segundo um estudo da Universidade de York, Canadá.
Os investigadores estudaram seis mil americanos obesos durante 16 anos e compararam o seu risco de mortalidade com o de pessoas magras.
"Os nossos resultados questionam a ideia de que todos os obesos necessitam de perder peso", afirmou Jennifer Kuk, professora na escola de York de Cinesiologia e Ciência da Saúde, coordenadora do estudo publicado na revista "Fisiologia, Nutrição e Metabolismo", citados pela Lusa.
Segundo Kuk, tentar perder peso e fracassar pode ser pior para a saúde do que manter peso elevado e levar um estilo de vida saudável que inclua alguma actividade física e uma dieta equilibrada com muita fruta e verdura.
O estudo revelou que as pessoas obesas com poucos ou nenhum problema físico ou psicológico e que entram na idade adulta já com esse peso a mais tentam menos vezes fazer uma dieta durante a sua vida e têm mais facilidade em ser fisicamente activas.
Fonte Correio da Manhã
Portugal: Crise: 800 baixas médicas por dia
Depressão e esquemas para não perder subsídio de desemprego fazem disparar o número
A crise está a fazer disparar as baixas médicas, seja por casos de depressão, seja porque os próprios desempregados recorrem a elas para continuarem a receber. Em Junho deste ano, mais de 117 mil trabalhadores estavam de baixa, avança o «Correio da Manhã».
De acordo com o jornal, que cita dados do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, em apenas um mês, mais de 24 mil portugueses meteram baixa médica, uma média superior a 800 casos por dia.
As medidas de austeridade do novo Governo, combinadas com a ameaça de perder o posto de trabalho, numa altura em que a taxa de desemprego bate recordes e vai continuar a subir, tem provocado um pico do número de trabalhadores que metem baixa por depressão.
Mas também se tem verificado um aumento nas baixas médias para não se perder o subsídio de desemprego. Diz o «Correio da Manhã» que há desempregados que, para evitarem as acções de formação obrigatórias ou um trabalho, conseguem meter baixa. Sem a justificação média, perderiam o subsídio.
De acordo com o jornal, que cita dados do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, em apenas um mês, mais de 24 mil portugueses meteram baixa médica, uma média superior a 800 casos por dia.
As medidas de austeridade do novo Governo, combinadas com a ameaça de perder o posto de trabalho, numa altura em que a taxa de desemprego bate recordes e vai continuar a subir, tem provocado um pico do número de trabalhadores que metem baixa por depressão.
Mas também se tem verificado um aumento nas baixas médias para não se perder o subsídio de desemprego. Diz o «Correio da Manhã» que há desempregados que, para evitarem as acções de formação obrigatórias ou um trabalho, conseguem meter baixa. Sem a justificação média, perderiam o subsídio.
Fonte agenciafinanceira.iol.pt
DF imuniza 48.511 crianças contra pólio e prorroga vacinação até 16 de setembro
A Secretária de Saúde informou que 48.511 crianças foram vacinadas na segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite no Distrito Federal (DF), no último sábado (13). Além disso, 47.548 foram imunizadas contra o sarampo.
A expectativa da secretaria era vacinar 192 mil crianças contra a pólio. Na primeira etapa da campanha, em junho deste ano, foram imunizadas 197.786. Em relação à vacinação das crianças menores de 7 anos contra o sarampo, a meta era atingir 225.118.
Segundo a secretaria, quem não levou o filho para tomar a vacina na campanha deste sábado (13) deve procurar o centro de saúde mais próximo de sua residência até o dia 16 de setembro.
Fonte Agência Brasil
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