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domingo, 21 de agosto de 2011

Remédios antigos - Viticromin


Este é um produto antigo que vendi muito durante os 22 anos em que trabalhei em drogaria. Até então é o único produto que conheço para o vitiligo no Brasil.

O Viticromin, é um produto fitoterápico da Sauad Farmacêutica,   cujo princípio ativo é extraído da mamacadela, planta frutífera do cerrado brasileiro e que age repigmentando as áreas afetadas pelo vitiligo, por meio da reorganização ou reordenamento dos melanócitos.

Os ativos deste medicamento agem sobre os melanócitos, estimulando-os para que voltem a produzir a melanina. O fitoterápico está disponível em comprimidos, pomada e solução tópica. As duas últimas devem ser aplicadas à noite e retiradas ao amanhecer, antes de expor a pele ao sol.

Há contra-indicações para gestantes e pessoas que sofram de doenças hepáticas ou renais. Embora se trate de um fitoterápico, só é encontrado em farmácias e drogarias e deve ser adquirido mediante indicação médica.

Os resultados variam para cada paciente e podem ser vistos entre 30 dias e oito meses de tratamento. O produto possui pesquisas de eficácia e toxicidade, tanto farmacêutica como dermatológica e, além disso, é registrado pela ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Pelo site da empresa você pode conhecer melhor o medicamento e pode conversar com pacientes que fazem o uso do medicamento.


*Não utilize medicamentos sem orientação médica, eles podem ser perigosos para a sua saúde. Não tenho o objetivo estimular a automedicação. Somente o seu médico pode saber o que é mais indicado para o seu problema de saúde.

Viitiligo uma doença que intriga médicos e causa até isolamento social


Joshua Gates Eisberg / APCantor pop Michael Jackson era supostamente portador de vitiligo grave e fez tratamento para despigmentar a pele
Embora ela seja bem frequente no consultório dos dermatologistas, pouco se sabe sobre a origem desta doença. Caracterizada pela despigmentação da pele e o surgimento de manchas brancas em várias partes do corpo — sobretudo próximo aos olhos, mãos e genitália —, o vitiligo é uma patologia não contagiosa com forte ligação com o estresse e a ansiedade. Suspeita-se ainda do fator autoimune como um dos gatilhos que acionam o seu desenvolvimento.

Sem causas ou explicação conhecidas, a doença não tem cura, mas sim tratamentos que recompõem a pigmentação da pele. Os médicos garantem que além do problema meramente estético, não há nada a temer de mais grave. Com os tratamentos disponíveis, é possível levar uma vida normal, apesar do efeito emocional. Pacientes reclamam, ainda, que a maior barreira a enfrentar na sociedade em relação ao vitiligo é o preconceito.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia no Distrito Federal (SBD-DF), Gilvan Alves, a origem do vitiligo está relacionada a uma inflamação nos mielócitos, que são as estruturas responsáveis pela produção de melanina.

— Embora a doença provoque desconforto, ela não causa problemas de saúde nem vai evoluir para um câncer ou algo parecido — diz Alves.

Na grande maioria dos casos, as primeiras manchas surgem na infância ou no início da vida adulta.

— É um problema que acomete entre 1% e 2% da população. Destes, cerca de 25% manifestam a doença antes dos 10 anos. Em outros 50% dos casos, as manchas surgem antes dos 20 anos — explica Kerstin Taniguchi Abagge, pediatra do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Quando os casos surgem na infância, o ideal é que os pais levem os filhos a um pediatra, que poderá verificar se é mesmo vitiligo, uma mancha de nascença, micose, ou mesmo uma despigmentação por causa de outro tipo de inflamação. A doença ainda não tem cura, mas os tratamentos podem ajudar a repigmentar as áreas atingidas.

— Dizemos que o vitiligo tem uma evolução imprevisível. Da mesma forma que pode surgir sozinho,ele também pode desaparecer. Não é possível também prever a evolução, se surgirão mais manchas, ou se elas permanecerão restritas àquela área do corpo — afirma o dermatologista Gilvan Alves.

Para os casos em que a doença persiste, o tratamento é focado na repigmentação da pele. Quando se opta por utilizar corticoides, que previnem as inflamações nos melanócitos, ele pode ser através de medicamentos para ingestão ou tópicos. As formas mais modernas de tratamento incluem o uso de feixes de laser. No chamado excimer laser, feixes de luz direcionados para a área afetada impedem novas infecções nos melanócitos e os estimulam a produzir mais melanina, voltando a pele para sua coloração normal. O paciente com vitiligo tem a pele mais sensível do que o normal, por isso o laser é de um comprimento de onda diferente da irradiada pelo sol, menos agressivo e melhor tolerado.

Efeito Michael Jackson
Nos casos mais avançados de vitiligo, uma das opções é fazer a despigmentação da pele. Um processo semelhante ao que supostamente aconteceu com o cantor pop Michael Jackson. Com o uso da droga monobenzileter de hidroquinona, descolorem-se as regiões da pele onde a doença não atacou, mantendo uma tonalidade uniforme no corpo. Esse tipo de tratamento só deve ser feito nos casos mais extremos,pois seus efeitos são irreversíveis.

Caso a região atingida pelo vitiligo volte a produzir melanina, a parte descolorida permanece clara. Maquiagens com maior poder de aderência também ajudam a melhorar a aparência da pele.
Fonte Zero Hora

Sem medo do AVC: é possível prevenir a doença que mais mata no país

MorguefileConhecer as causas e os sintomas ainda é a melhor arma para evitar o Acidente Vascular Cerebral

Até o final da leitura deste texto, uma pessoa terá morrido em decorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) — principal causa de óbito no Brasil. A incidência aumenta em 20% no inverno e as regiões Sul e Sudeste são as que mais somam casos de derrame. Prevenir o aparecimento da doença é simples. Basta seguir as determinações da boa saúde: alimentação de qualidade, controle do colesterol, da pressão arterial, além de cultivar a prática de exercícios físicos e não fumar.

O coração batendo descompassado e uma tosse insistente são alguns dos sintomas mais frequentes de quem esteve próximo a ter um derrame, como Maria Amelia Mello Pinho, 72 anos. Em meados de 2008, crises sucessivas de estresse fizeram com que a aposentada saísse em disparada para o pronto-socorro, em Gravataí, município da Região Metropolitana.

— Foi um susto. Precisei levar uns choques no peito e ser internada. Depois desse dia, passei a tomar anticoagulante diariamente e controlar mês a mês os níveis de coagulação do sangue — conta Maria Amelia.

O fato de ter as taxas de glicose, colesterol, e os níveis de pressão equilibrados podem ter ajudado a livrar a aposentada de ter um AVC. Sorte não desfrutada por 400 mil indivíduos a cada ano no país — o equivalente ao número de habitantes de Caxias do Sul, a segunda cidade mais populosa do Estado. Desses, até 30% morrem em seguida do ataque. Do restante, 60% morre em cinco anos.

A principal causa do AVC isquêmico, o tipo mais fatal e que mais deixa sequelas, é a hipertensão arterial. Para abordar o assunto e trabalhar na prevenção, na quarta-feira passada foi celebrado o Dia da Consciência Vascular, sob o tema Mantenha-se em Circulação.

— A forma mais simples de resolver é deixando a vida sedentária.Com isso, os outros índices vão se ajeitando aos poucos — aponta Adamastor Humberto Pereira, presidente da Regional Rio Grande do Sul da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.

Especialistas destacam que um dos principais erros cometidos pelos pacientes é demorar para procurar ajuda. Logo após os primeiros sintomas, cada minuto se torna precioso. Portanto, esperar que algum familiar chegue em casa para tomar providências ou ir sozinho ao hospital só atrasa o diagnóstico.

— O mais prudente é chamar a Samu, no 192. Esses profissionais estão habilitados a orientar desde o telefonema e sabem quais hospitais são mais indicados — explica a neurologista Sheila Cristina Ouriques Martins, coordenadora da ONG Rede Brasil AVC, que tem sede no Rio Grande do Sul.

Para o neurologista vascular Alexandre Pieri, responsável pelo ambulatório de AVC da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), a ausência de sintomas, porém, não significa que a pessoa não tenha que se cuidar.

— Apenas um terço dos pacientes apresenta sinais de que estão tendo um derrame, como falta de força de um lado do corpo ou distúrbios na fala. Eles se assustam e vão ao médico. O restante não tem essa sorte. O negócio é prevenir.

Novos medicamentos ajudam a prevenir
A indústria farmacêutica tem evoluído a passos largos no desenvolvimento de drogas que ajudam a prevenir o AVC provocados por fibrilação atrial — um dos tipos mais comuns de arritmia e responsável por um a cada seis derrames. Após 50 anos sem novidades no segmento, uma nova geração de anticoagulantes chegou ao mercado nesse mês. O primeiro tem a dabigatrana como princípio ativo e já foi aprovado pela Agência Nacional deVigilância Sanitária (Anvisa).O segundo, a rivaroxabana, já está em fase final de estudos e pode ser liberado em breve. Em comum, têm o benefício de quebrar um pouco a dependência do paciente com o médico.

Para Gilberto Nunes, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (Socergs), os níveis de prevenção do derrame são praticamente os mesmos dos que já existem. As vantagens estariam na comodidade.

— As drogas dispensam os tradicionais exames de sangue para controlar os níveis de coagulação e também não interagem com outros medicamentos ou alimentos que contenham a vitamina K, como alface e brócolis. Mas tem um fator limitante, que é o preço (cerca de R$ 250).Ele é bem aplicado naqueles pacientes que não tem responsabilidade ao fazer o tratamento.

Aderir à risca às prescrições do médico é crucial. Poucos o fazem. Um pesquisa recente realizada em parceria com a ONG Rede Brasil AVC constatou que apenas 8% daqueles que tiveram derrame estavam utilizando o medicamento.

Números da doença
:: Incidência
- 1 em cada 6 pessoas terão o problema, estima a Organização Mundial de AVC

- 70 mil brasileiros morrem de AVC todos os anos — essa é a doença que mais mata no país

- 1 em cada 10 pessoas que sofreram um AVC tem outro ataque nos 12 meses seguintes

:: Tipos
- Em 85% dos casos, o AVC é isquêmico, quando um coágulo ou placa de gordura se instala em uma das artérias cerebrais, reduzindo ou impedindo a circulação sanguínea. Este coágulo pode se originar diretamente no cérebro, ou tem origem no coração ou nas artérias carótidas ou vertebrais e depois migrar para o cérebro.

- O AVC hemorrágico é caracterizado pelo rompimento de um vaso sanguíneo, desencadeando uma hemorragia no cérebro.

:: Progressão
- A cada hora sem tratamento, são perdidos 120 milhões de neurônios - ao todo o cérebro tem cerca de 90 bilhões dessas células.

- Após o AVC, o cérebro usa sua capacidade de plasticidade neuronal para fazer com que outras áreas assumam as funções de coordenação executadas pelos neurônios danificados.

:: Corrida contra o tempo
Quanto mais rápido o atendimento, menor o dano. O que deve ser feito:

AVC isquêmico
- Até 4,5 horas após o início: pode ser dado o medicamento trombolítico, que irá estimular o organismo a destruir o trombo e reduzir em até 30% as sequelas. Porém, apenas 5% chegam a tempo. Além disso, a droga não pode ser aplicada em pacientes suscetíveis a hemorragia.

- De 4,5 horas a 8 horas após o início: é feita a terapia interarterial, na qual um cateter é usado para facilitar a destruição do trombo.

AVC hemorrágico
- Não há medicamento. O que se deve fazer é controlar a pressão sanguínea nas primeiras horas para evitar que a lesão aumente.
Fonte Zero Hora
Que os brasileiros adoram uma bunda não é nenhuma novidade. O que muita gente não sabe, porém, é porque temos essa saliência na parte de trás do corpo. Ela tem uma função que vai além da estética.

arte glúteos (Foto: arte / G1)


O Bem Estar desta sexta-feira (19) abordou o assunto, com a participação do ginecologista José Bento, consultor do programa. Outro consultor, José Rubens D'Elia, preparador físico, ensinou exercícios para os glúteos. Luís Mochizuki, professor de educação física, também esteve no estúdio.

Nós fomos à praia, no Recife, para comprovar que o bumbum é mesmo preferência nacional. E não são só os homens que ficam de olho das mulheres -- elas também admiram a beleza masculina.

Além de gordura, o bumbum tem três músculos de cada lado, que são os glúteos. Portanto, dá para exercitar a região e desenvolvero que a genética fez. No quadro ao lado, você vê onde se situam o glúteo mínimo, o glúteo médio e o glúteo máximo, e quais as características de cada um deles.


Os glúteos estão ligados a toda a musculatura das pernas. Por isso, quando eles estão fortalecidos, toda a estrutura da parte de baixo do corpo fica mais firme. Diminui o risco de lesões como torções no joelho e os movimentos ficam mais bem coordenados com os músculos do quadril e das costas.

Fortalecer esses músculos também evita a incontinência urinária, um problema comum em mulheres acima dos 40 anos. Isso acontece porque os glúteos trabalham conectados aos músculos do assoalho pélvico, que fica entre as coxas.

Aumentar o tamanho do bumbum com ginástica é difícil, mas é possível. Como qualquer músculo, eles crescem por meio de exercício. Porém, o processo é lento e exige paciência. No braço ou na coxa, colocar carga faz com que os músculos se desenvolvam mais rapidamente, mas é mais difícil pôr peso nos glúteos.



No quadro acima, você pode ver que tipo de exercício é mais indicado para essa parte do corpo. Se você não tem condições de pagar uma academia, a melhor dica é usar as escadas, sempre que possível. Subir e descer escadas e ladeiras trabalha a musculatura dos glúteos.


Querendo aumentar os músculos do dia para a noite, há quem apele para os anabolizantes. Nunca faça isso! Eles provocam efeitos colaterais, o crescimento dos glúteos é passageiro e não há benefícios para as pernas.O botox também não é recomendado. sua aplicação pode até deixar o bumbum mais durinho, mas, na verdade, o músculo está paralisado, e não fortalecido.

Fonte G1

Maus hábitos influenciam na saúde de casais estáveis


Estudo americano diz que quando um dos parceiros fuma, tem dieta desequilibrada ou é sendentário o outro acaba se "contaminando"

Os casais estáveis, tanto heterossexuais como homossexuais, tendem a adotar os maus hábitos de cada parceiro, seja fumar, seguir dietas pouco saudáveis ou mesmo a levar uma vida sedentária, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira (19) pela Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos.

A pesquisa foi conduzida pela professora de sociologia Corinne Reczek que apresentará na próxima terça-feira na 106ª reunião anual da Associação Sociológica dos EUA, em Las Vegas (Nevada).

As conclusões contradizem a crença popular que "na alegria ou na tristeza, na saúde ou doença" a vida em casal contribui para reduzir os maus hábitos e promover tanto uma dieta mais saudável como passar a ir ao médico regularmente.

Corinne e seus colaboradores contaram com 122 pessoas que estão casadas em período de 8 a 52 anos. Dentre elas, 31 eram casais de heterossexuais que conviviam ou estavam casados; 15 eram de homossexuais e 15 eram de lésbicas.

No levantamento, 83% dos participantes heterossexuais eram brancos, 9% negros, um deles era de descendência asiática e dois eram latinos, sendo que um deles se identificou como "multirracial". No caso dos homossexuais, 63% eram brancos, 4% hispânicos ou latinos, uma pessoa se identificou como negra, uma como indígena hispano-americano e uma como sul-americana.

A idade média dos casais heterossexuais era de 53; de homossexuais - 49 anos e de lésbicas - 43 anos. A renda familiar dos participantes variava entre US$ 40 mil e US$ 120 mil por ano.

O tempo médio de casamento era de 25 anos para os casais de heterossexuais, 21 anos para os de homossexuais e 14 anos para os de lésbicas.

Foi perguntado individualmente sobre os hábitos de fumar, consumo de álcool, dietas, padrões de sono e descanso, atividade física e outras práticas relacionadas a saúde. Corinne indicou que os hábitos insalubres são promovidos dentro destas relações íntimas e a longo prazo devido à má influência direta de uma das pessoas, mediante o sincronismo dos hábitos de saúde e por meio da noção de responsabilidade pessoal.

Todos os casais, hetero e homossexuais, fizeram referências à "má influência", mas nos casais heterossexuais a "má influência" se atribui quase sempre ao homem.

"A conclusão que um dos parceiros é uma 'má influência direta' indica que os indivíduos convergem nos hábitos de saúde ao longo do curso de sua relação porque os hábitos insalubres de um deles influencia diretamente os do outro", acrescentou o estudo.

Um exemplo é que ambos os companheiros têm uma dieta pouco saudável já que os dois comem o que um deles compra ou cozinha. "Os casais de homossexuais descreveram, quase exclusivamente, como os hábitos de ambos os integrantes se influenciam simultaneamente devido à convivência", acrescentou Corinne.

Nestes casos pode ser que um deles não incorra por si só em um costume que considere pouco saudável, mas "quando sua inclinação por tal hábito se junta ao do seu parceiro, ambos compartilham a prática insalubre".

Além disso, os indagados recorreram ao argumento da responsabilidade pessoal para descrever como, quando observam que seu companheiro incorre em um hábito que não é saudável, não tentam mudá-lo, como acontece na situação inversa.

"Esta é uma questão que ocorre na maioria das vezes entre casais de heterossexuais", disse Corinne.

Fonte IG