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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cadeirantes ganham academia ao ar livre em Florianópolis

Iniciativa pioneira visa estimular prática esportiva e integrar deficientes físicos à comunidade

Cada vez mais se fala em combate ao sedentarismo e estímulo à qualidade de vida. E iniciativas como academias ao ar livre para a comunidade e para a terceira idade estão por toda parte. Mas um grupo estava excluído: o dos deficientes físicos e cadeirantes.

Dando um primeiro e importante passo para ampliar a inclusão dessas pessoas à sociedade, foi montado em Florianópolis (SC) o Espaço TopMed de Lazer e Saúde.

Instalado em uma das áreas mais nobres da capital catarinense, na Beira-Mar Norte, a academia ao ar livre integra áreas para crianças, adultos e deficientes, com acesso fácil e adaptado.

“Antes a gente ficava só observando, vendo os outros se exercitarem. Agora também somos parte, temos um espaço apropriado, e podemos tirar proveito da atividade física que tantos benefícios trazem para a saúde”, diz José Roberto Leal, o seu Zezinho, presidente da Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos (Aflodef).

Para os idealizadores, o empreendimento é uma ferramenta que contribui para prevenção dos mais diversos males. “Quando incentivamos a pessoa a sair do sedentarismo, a iniciar uma atividade física e melhorar sua alimentação, estamos trabalhando para que ela fique menos doente”, diz Renata Zobaran, diretora-médica da TopMed, que em parceria com a prefeitura de Florianópolis já inaugurou 18 academias ao ar livre para a população em geral, recebendo um público superior a 50 mil pessoas por mês.

Outro objetivo desse novo espaço é promover maior socialização do deficiente físico. “Muitas vezes o cadeirante é prisioneiro em sua própria casa. Não sai porque os acessos são difíceis e porque não encontra local onde possa se sentir inserido como qualquer outra pessoa. Ali, estamos todos juntos”, comemora seu Zezinho, que diz que mais de 40 deficientes já estão fazendo uso cotidiano da academia. “Esse número vai multiplicar no verão”, acredita.

O espaço existe e é um incentivo e tanto para a prática esportiva. Mas ainda falta um monitoramento profissional mais constante para que os usuários possam usufruir com segurança dos equipamentos.

“Trata-se de uma ação inovadora e que veio abrir caminhos. Mas é imprescindível que se tenha um professor de educação física para orientar os deficientes. Fazer o exercício errado ou em demasia pode acabar levando a lesões”, adverte a educadora física Rosssana Claudia da Silva, da Aflodef. Seu Zezinho concorda: “Sempre que possível vamos levar profissionais da nossa associação para ajudar quem está começando”.

A médica Renata Zobaran diz que a parceria com a prefeitura prevê um professor para orientação dos praticantes, que estará na academia em horários pré-determinados. Há projeto para outra academia do gênero na periferia de Florianópolis. “É o início de um processo. Seria bom que mais pessoas se inspirassem nessas iniciativas”, finaliza.

Fonte IG

domingo, 21 de agosto de 2011

Vitiligo

Foto: ADAM
Vitiligo

 

Definição

O vitiligo é uma doença cutânea em que provoca perda da cor marrom (pigmento) em certas áreas da pele, resultando em manchas brancas irregulares que possuem a mesma textura da pele normal.

Causas, incidência e fatores de risco

O vitiligo parece ocorrer quando as células imunológicas destroem as células que produzem o pigmento marrom (melanócitos).
Acredita-se que essa destruição ocorre por um problema autoimune, mas a causa é desconhecida.
O vitiligo pode aparecer em qualquer idade. Existe um índice elevado da doença em algumas famílias. O vitiligo afeta cerca de um em cada 100 pessoas nos Estados Unidos.
Ele está associado a três outras doenças autoimunes:
  • Doença de Addison
  • Hipertireoidismo
  • Anemia perniciosa

Sintomas

As áreas lisas com textura de pele normal sem pigmento aparecem súbita ou gradualmente. Essas áreas possuem uma borda mais escura. As bordas são bem definidas, mas irregulares.
O vitiligo afeta com mais frequência o rosto, os cotovelos, os joelhos, as mãos, os pés e os órgãos genitais. Ele afeta os dois lados do corpo igualmente.
O vitiligo é mais visível em pessoas de pele mais escura em razão do contraste entre as manchas brancas e a pele escura.
Não ocorre nenhuma outra alteração na pele.

Exames e testes

O médico pode, em geral, examinar a pele para confirmar o diagnóstico.
Às vezes, ele utiliza a luz de Wood. É uma luz ultravioleta portátil que faz as áreas da pele com menos pigmento brilharem.
Em alguns casos, uma biópsia da pele pode ser necessária para descartar outras causas de perda de pigmento. O médico também pode realizar exames de sangue para verificar os níveis da tireoide e de outros hormônios e de vitamina B12.

Tratamento

Foto: ADAM
Vitiligo induzido por medicamento

O vitiligo é difícil de ser tratado. As primeiras opções de tratamento são:

  • Fototerapia, um procedimento médico em que a pele é cuidadosamente exposta à luz ultravioleta. A fototerapia pode ser realizada sozinha ou após a ingestão de um medicamento que faz a pele ficar sensível à luz. Um dermatologista é quem realiza esse tratamento
  • Medicamentos aplicados na pele:
    • Loções ou pomadas com corticosteroides
    • Loções ou pomadas com imunossupressores, como pimecrolimus e tacrolimus
    • Medicamentos tópicos como metoxisaleno
É possível remover pele (enxerto) de áreas normalmente pigmentadas e colocá-la nas áreas com perda de pigmento.
Diversas maquiagens e tintas para cobertura podem disfarçar o vitiligo. Pergunte ao seu médico os nomes desses produtos.
Em casos extremos, quando a maior parte do corpo é afetada, a pele restante que ainda possui pigmento pode ser despigmentada. Essa é uma mudança permanente utilizada como último recurso possível.
É importante lembrar que a pele sem pigmento apresenta mais risco de danos causados pelo sol. Aplique um protetor ou bloqueador solar de amplo espectro (UVA e UVB) com alto FPS e siga medidas adequadas de proteção contra a exposição ao sol.

Evolução (prognóstico)

A evolução do vitiligo varia e é muito imprevisível. Algumas áreas podem recuperar o pigmento normal (coloração), mas outras áreas novas com perda de pigmento podem surgir. A pele repigmentada pode ser ligeiramente mais clara ou mais escura do que a pele ao seu redor. A perda de pigmento pode agravar-se com o passar do tempo.

Complicações

As áreas despigmentadas ficam mais suscetíveis às queimaduras solares e a determinados tipos de cânceres de pele.

Ligando para seu médico

Marque uma consulta com seu médico se algumas áreas da pele perderem a coloração sem nenhum motivo (por exemplo, ausência de ferimento na pele).

Fonte IG

Remédios antigos - Viticromin


Este é um produto antigo que vendi muito durante os 22 anos em que trabalhei em drogaria. Até então é o único produto que conheço para o vitiligo no Brasil.

O Viticromin, é um produto fitoterápico da Sauad Farmacêutica,   cujo princípio ativo é extraído da mamacadela, planta frutífera do cerrado brasileiro e que age repigmentando as áreas afetadas pelo vitiligo, por meio da reorganização ou reordenamento dos melanócitos.

Os ativos deste medicamento agem sobre os melanócitos, estimulando-os para que voltem a produzir a melanina. O fitoterápico está disponível em comprimidos, pomada e solução tópica. As duas últimas devem ser aplicadas à noite e retiradas ao amanhecer, antes de expor a pele ao sol.

Há contra-indicações para gestantes e pessoas que sofram de doenças hepáticas ou renais. Embora se trate de um fitoterápico, só é encontrado em farmácias e drogarias e deve ser adquirido mediante indicação médica.

Os resultados variam para cada paciente e podem ser vistos entre 30 dias e oito meses de tratamento. O produto possui pesquisas de eficácia e toxicidade, tanto farmacêutica como dermatológica e, além disso, é registrado pela ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Pelo site da empresa você pode conhecer melhor o medicamento e pode conversar com pacientes que fazem o uso do medicamento.


*Não utilize medicamentos sem orientação médica, eles podem ser perigosos para a sua saúde. Não tenho o objetivo estimular a automedicação. Somente o seu médico pode saber o que é mais indicado para o seu problema de saúde.

Viitiligo uma doença que intriga médicos e causa até isolamento social


Joshua Gates Eisberg / APCantor pop Michael Jackson era supostamente portador de vitiligo grave e fez tratamento para despigmentar a pele
Embora ela seja bem frequente no consultório dos dermatologistas, pouco se sabe sobre a origem desta doença. Caracterizada pela despigmentação da pele e o surgimento de manchas brancas em várias partes do corpo — sobretudo próximo aos olhos, mãos e genitália —, o vitiligo é uma patologia não contagiosa com forte ligação com o estresse e a ansiedade. Suspeita-se ainda do fator autoimune como um dos gatilhos que acionam o seu desenvolvimento.

Sem causas ou explicação conhecidas, a doença não tem cura, mas sim tratamentos que recompõem a pigmentação da pele. Os médicos garantem que além do problema meramente estético, não há nada a temer de mais grave. Com os tratamentos disponíveis, é possível levar uma vida normal, apesar do efeito emocional. Pacientes reclamam, ainda, que a maior barreira a enfrentar na sociedade em relação ao vitiligo é o preconceito.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia no Distrito Federal (SBD-DF), Gilvan Alves, a origem do vitiligo está relacionada a uma inflamação nos mielócitos, que são as estruturas responsáveis pela produção de melanina.

— Embora a doença provoque desconforto, ela não causa problemas de saúde nem vai evoluir para um câncer ou algo parecido — diz Alves.

Na grande maioria dos casos, as primeiras manchas surgem na infância ou no início da vida adulta.

— É um problema que acomete entre 1% e 2% da população. Destes, cerca de 25% manifestam a doença antes dos 10 anos. Em outros 50% dos casos, as manchas surgem antes dos 20 anos — explica Kerstin Taniguchi Abagge, pediatra do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Quando os casos surgem na infância, o ideal é que os pais levem os filhos a um pediatra, que poderá verificar se é mesmo vitiligo, uma mancha de nascença, micose, ou mesmo uma despigmentação por causa de outro tipo de inflamação. A doença ainda não tem cura, mas os tratamentos podem ajudar a repigmentar as áreas atingidas.

— Dizemos que o vitiligo tem uma evolução imprevisível. Da mesma forma que pode surgir sozinho,ele também pode desaparecer. Não é possível também prever a evolução, se surgirão mais manchas, ou se elas permanecerão restritas àquela área do corpo — afirma o dermatologista Gilvan Alves.

Para os casos em que a doença persiste, o tratamento é focado na repigmentação da pele. Quando se opta por utilizar corticoides, que previnem as inflamações nos melanócitos, ele pode ser através de medicamentos para ingestão ou tópicos. As formas mais modernas de tratamento incluem o uso de feixes de laser. No chamado excimer laser, feixes de luz direcionados para a área afetada impedem novas infecções nos melanócitos e os estimulam a produzir mais melanina, voltando a pele para sua coloração normal. O paciente com vitiligo tem a pele mais sensível do que o normal, por isso o laser é de um comprimento de onda diferente da irradiada pelo sol, menos agressivo e melhor tolerado.

Efeito Michael Jackson
Nos casos mais avançados de vitiligo, uma das opções é fazer a despigmentação da pele. Um processo semelhante ao que supostamente aconteceu com o cantor pop Michael Jackson. Com o uso da droga monobenzileter de hidroquinona, descolorem-se as regiões da pele onde a doença não atacou, mantendo uma tonalidade uniforme no corpo. Esse tipo de tratamento só deve ser feito nos casos mais extremos,pois seus efeitos são irreversíveis.

Caso a região atingida pelo vitiligo volte a produzir melanina, a parte descolorida permanece clara. Maquiagens com maior poder de aderência também ajudam a melhorar a aparência da pele.
Fonte Zero Hora

Sem medo do AVC: é possível prevenir a doença que mais mata no país

MorguefileConhecer as causas e os sintomas ainda é a melhor arma para evitar o Acidente Vascular Cerebral

Até o final da leitura deste texto, uma pessoa terá morrido em decorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC) — principal causa de óbito no Brasil. A incidência aumenta em 20% no inverno e as regiões Sul e Sudeste são as que mais somam casos de derrame. Prevenir o aparecimento da doença é simples. Basta seguir as determinações da boa saúde: alimentação de qualidade, controle do colesterol, da pressão arterial, além de cultivar a prática de exercícios físicos e não fumar.

O coração batendo descompassado e uma tosse insistente são alguns dos sintomas mais frequentes de quem esteve próximo a ter um derrame, como Maria Amelia Mello Pinho, 72 anos. Em meados de 2008, crises sucessivas de estresse fizeram com que a aposentada saísse em disparada para o pronto-socorro, em Gravataí, município da Região Metropolitana.

— Foi um susto. Precisei levar uns choques no peito e ser internada. Depois desse dia, passei a tomar anticoagulante diariamente e controlar mês a mês os níveis de coagulação do sangue — conta Maria Amelia.

O fato de ter as taxas de glicose, colesterol, e os níveis de pressão equilibrados podem ter ajudado a livrar a aposentada de ter um AVC. Sorte não desfrutada por 400 mil indivíduos a cada ano no país — o equivalente ao número de habitantes de Caxias do Sul, a segunda cidade mais populosa do Estado. Desses, até 30% morrem em seguida do ataque. Do restante, 60% morre em cinco anos.

A principal causa do AVC isquêmico, o tipo mais fatal e que mais deixa sequelas, é a hipertensão arterial. Para abordar o assunto e trabalhar na prevenção, na quarta-feira passada foi celebrado o Dia da Consciência Vascular, sob o tema Mantenha-se em Circulação.

— A forma mais simples de resolver é deixando a vida sedentária.Com isso, os outros índices vão se ajeitando aos poucos — aponta Adamastor Humberto Pereira, presidente da Regional Rio Grande do Sul da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.

Especialistas destacam que um dos principais erros cometidos pelos pacientes é demorar para procurar ajuda. Logo após os primeiros sintomas, cada minuto se torna precioso. Portanto, esperar que algum familiar chegue em casa para tomar providências ou ir sozinho ao hospital só atrasa o diagnóstico.

— O mais prudente é chamar a Samu, no 192. Esses profissionais estão habilitados a orientar desde o telefonema e sabem quais hospitais são mais indicados — explica a neurologista Sheila Cristina Ouriques Martins, coordenadora da ONG Rede Brasil AVC, que tem sede no Rio Grande do Sul.

Para o neurologista vascular Alexandre Pieri, responsável pelo ambulatório de AVC da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), a ausência de sintomas, porém, não significa que a pessoa não tenha que se cuidar.

— Apenas um terço dos pacientes apresenta sinais de que estão tendo um derrame, como falta de força de um lado do corpo ou distúrbios na fala. Eles se assustam e vão ao médico. O restante não tem essa sorte. O negócio é prevenir.

Novos medicamentos ajudam a prevenir
A indústria farmacêutica tem evoluído a passos largos no desenvolvimento de drogas que ajudam a prevenir o AVC provocados por fibrilação atrial — um dos tipos mais comuns de arritmia e responsável por um a cada seis derrames. Após 50 anos sem novidades no segmento, uma nova geração de anticoagulantes chegou ao mercado nesse mês. O primeiro tem a dabigatrana como princípio ativo e já foi aprovado pela Agência Nacional deVigilância Sanitária (Anvisa).O segundo, a rivaroxabana, já está em fase final de estudos e pode ser liberado em breve. Em comum, têm o benefício de quebrar um pouco a dependência do paciente com o médico.

Para Gilberto Nunes, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul (Socergs), os níveis de prevenção do derrame são praticamente os mesmos dos que já existem. As vantagens estariam na comodidade.

— As drogas dispensam os tradicionais exames de sangue para controlar os níveis de coagulação e também não interagem com outros medicamentos ou alimentos que contenham a vitamina K, como alface e brócolis. Mas tem um fator limitante, que é o preço (cerca de R$ 250).Ele é bem aplicado naqueles pacientes que não tem responsabilidade ao fazer o tratamento.

Aderir à risca às prescrições do médico é crucial. Poucos o fazem. Um pesquisa recente realizada em parceria com a ONG Rede Brasil AVC constatou que apenas 8% daqueles que tiveram derrame estavam utilizando o medicamento.

Números da doença
:: Incidência
- 1 em cada 6 pessoas terão o problema, estima a Organização Mundial de AVC

- 70 mil brasileiros morrem de AVC todos os anos — essa é a doença que mais mata no país

- 1 em cada 10 pessoas que sofreram um AVC tem outro ataque nos 12 meses seguintes

:: Tipos
- Em 85% dos casos, o AVC é isquêmico, quando um coágulo ou placa de gordura se instala em uma das artérias cerebrais, reduzindo ou impedindo a circulação sanguínea. Este coágulo pode se originar diretamente no cérebro, ou tem origem no coração ou nas artérias carótidas ou vertebrais e depois migrar para o cérebro.

- O AVC hemorrágico é caracterizado pelo rompimento de um vaso sanguíneo, desencadeando uma hemorragia no cérebro.

:: Progressão
- A cada hora sem tratamento, são perdidos 120 milhões de neurônios - ao todo o cérebro tem cerca de 90 bilhões dessas células.

- Após o AVC, o cérebro usa sua capacidade de plasticidade neuronal para fazer com que outras áreas assumam as funções de coordenação executadas pelos neurônios danificados.

:: Corrida contra o tempo
Quanto mais rápido o atendimento, menor o dano. O que deve ser feito:

AVC isquêmico
- Até 4,5 horas após o início: pode ser dado o medicamento trombolítico, que irá estimular o organismo a destruir o trombo e reduzir em até 30% as sequelas. Porém, apenas 5% chegam a tempo. Além disso, a droga não pode ser aplicada em pacientes suscetíveis a hemorragia.

- De 4,5 horas a 8 horas após o início: é feita a terapia interarterial, na qual um cateter é usado para facilitar a destruição do trombo.

AVC hemorrágico
- Não há medicamento. O que se deve fazer é controlar a pressão sanguínea nas primeiras horas para evitar que a lesão aumente.
Fonte Zero Hora