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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Consumidor troca frutas e verduras por comida industrializada 'funcional'

Produtos alimentícios que prometem benefícios tiveram um salto de 82% entre 2004 e 2009, podendo crescer mais 39% até 2014; especialistas, porém, têm dúvidas sobre sua eficácia, já que quantidade ingerida teria de ser gigantesca para gerar efeito

Quase na mesma velocidade em que as pessoas das grandes cidades abandonam o consumo de grãos, frutas e vegetais, multiplicam-se nas prateleiras dos supermercados alimentos enriquecidos com vitaminas e outros ingredientes ditos funcionais.

As promessas são muitas: ajudar no controle do peso, do colesterol e no funcionamento do intestino. Fortalecer o sistema imunológico, prevenir a osteoporose, a flacidez, o envelhecimento e, quiçá, o câncer. Até que ponto isso é verdade? Nem os especialistas sabem.

Segundo dados do Instituto Euromonitor, o mercado de alimentos e bebidas ligados à saúde e bem-estar no País cresceu 82% entre 2004 e 2009 - saltando de R$ 13,6 bilhões para R$ 24,8 bilhões. Estima-se que até 2014 o setor cresça outros 39%, impulsionado por consumidores como a gerente de marketing Rosemeire Fernandes, de 46 anos.

Entre shakes para emagrecer, suplementos vitamínicos, chás antioxidantes e produtos ricos em fibra e com 0% de açúcar, ela gasta cerca de R$ 400 por mês - isso sem contar a "comida de verdade". "É tão prático! No café da manhã, tomo um shake preparado com leite de soja e acrescento farinha de linhaça e colágeno em pó. Depois tomo uma cápsula com vitamina C e zinco. Em 5 minutos estou pronta para sair e tenho todos os nutrientes que preciso", conta.

Pilares da indústria. A busca por praticidade e saúde são os principais vetores do crescimento da indústria de alimentos, aponta levantamento da Nielsen, empresa especializada em pesquisa de mercado.

"As pessoas estão vivendo mais e de forma mais estressada. Buscam alimentos que possam neutralizar as agressões do meio ambiente", diz Jocelem Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais. "Sem dúvida você agrega valor a um produto quando comprova que ele, além de nutrir, traz um benefício para a saúde. Mas isso não é fácil", admite.

Algumas substâncias já foram referendadas pela ciência, como o ácido graxo ômega 3, diz a agrônoma Inar de Castro, da USP. Mas outras vedetes da indústria precisam ser mais bem estudadas para que se tenha certeza de sua eficácia e segurança.

"Ainda não podemos afirmar que antioxidantes trazem algum benefício, como retardar o envelhecimento ou prevenir doenças. As pesquisas não são conclusivas. É possível até que tenham efeito contrário do que se espera",afirma Inar.

 


Luciana Rabello, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, concorda e defende o consumo dos chamados nutracêuticos - vitaminas, antioxidantes e suplementos como o de colágeno - apenas sob orientação médica. "Nada garante que a absorção gástrica do colágeno traz algum benefício à pele ou aos ossos. E seu consumo regular pode sobrecarregar os rins, bem como o excesso de vitaminas e minerais."

Consumidor perdido. Mesmo ao comprar produtos enriquecidos com ômega 3, reconhecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como auxiliar "na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídios", o consumidor pode ser induzido ao erro. Para que o fabricante coloque a alegação de funcional no rótulo, a agência exige que o produto contenha pelo menos 0,1g do ácido graxo por porção e tenha como origem o óleo de peixe. Pesquisas indicam ser necessário ingerir entre 1,5 g e 2 g da substância para obter algum benefício.

Mas é possível encontrar nas gôndolas produtos que destacam no rótulo a presença de ômega 3, mas não trazem a alegação de funcional aprovada pela Anvisa - seja porque a origem do nutriente não é o óleo de peixe ou porque sua quantidade é muito pequena. "Para a gente que é leiga parece tudo a mesma coisa", diz a dona de casa Conceição Pires, de 59 anos.

Não é bem assim. O ômega 3 da linhaça e dos óleos vegetais, como o de canola, é de um tipo diferente, cuja absorção pelo organismo é menor.

Aquele presente no suco da empresa Jandaia é extraído de algas e, de acordo com o fabricante, tem a mesma propriedade daquele retirado do óleo de peixe - sem o inconveniente do cheiro e do gosto forte. No entanto, cada copo de suco fornece apenas 0,008 g de ômega 3, ou seja, seriam necessários 200 copos para alcançar a quantidade ideal.

Walter de Souza, fornecedor da Jandaia, explica que acrescentar uma quantidade maior da substância ao suco deixaria o preço fora da média de mercado. "O plano é ter produtos economicamente viáveis para que o consumidor possa compor sua alimentação. Ele come um pão enriquecido, um suco, toma leite e assim chega à quantidade", diz.

Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que o uso no rótulo de expressões como "contém ômega 3 ou "fonte de ômega 3" não são regulamentadas.

Enriquecidos. Rótulos que destacam informações como "fonte de ferro" ou "rico em vitaminas" também induzem o consumidor ao erro, diz o nutricionista Daniel Bandoni, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Muitos acabam achando que o consumo desses produtos os isenta de comer frutas e verduras. Mas estudos têm mostrado que a absorção dos nutrientes de produtos enriquecidos não é igual a dos alimentos in natura."

Além disso, continua Bandoni, a fortificação de produtos como refrigerantes e biscoitos recheados não anula características negativas, como o excesso de sódio, gordura, açúcar e aditivos químicos. "Não sou contra os industrializados, apenas acho que eles não podem ser a base de nossa alimentação", diz.

Para Jocelem Salgado, a indústria tem uma papel importante por sua capacidade de concentrar, em pequenas porções do alimento, altos teores de substâncias benéficas, como os fitosteróis, que reduzem a absorção do colesterol pelo organismo.

"Acredito que os alimentos funcionais podem sim prevenir doenças, desde que consumidos dentro de uma dieta equilibrada", defende.

Numa coisa os especialistas concordam: a receita para uma alimentação verdadeiramente saudável deve incluir uma grande variedade de alimentos in natura, grãos integrais e respeitar os hábitos culturais de cada população. Não há fórmula mágica.

Fonte Estadão

Programa de aids terá remédio para criança

Oferta. Novo remédio contra HIV beneficia paciente infantil  - Fernando Pereira/AE-19/6/2008Medicamento é o primeiro exclusivo para uso pediátrico e representa uma opção para menores de 6 anos que não respondem ao tratamento atual

Uma nova droga para tratamento de crianças e adolescentes com aids passará a ser distribuída pelo governo. O remédio, tripanavir, é o primeiro voltado exclusivamente para esses pacientes e representa uma opção para menores de 6 anos que já não respondiam a nenhum outro medicamento.

A mudança consta do novo consenso terapêutico infantil. Além do tripanavir, o documento inclui outras duas drogas que até então eram prescritas somente para adultos: fosamprenavir e darunavir. Os medicamentos serão distribuídos para crianças e adolescentes e combinados com outro antiaids, o ritonavir, em dosagens especiais.

"Quando uma criança menor de 6 anos não respondia ao tratamento, não havia nada a ser feito, a não ser manter a terapia. Isso muda agora", afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. O novo consenso substitui uma versão anterior, de 2009.

Existem no País cerca de 4 mil pacientes com menos de 13 anos. Desse total, 4,6% usam medicamentos chamados de 3ª linha - indicados para aqueles que não respondem mais a outros tratamentos.

Entre pacientes pediátricos, avalia Greco, o fenômeno da resistência tende a ocorrer mais rapidamente. Uma das razões apontadas é a menor aderência ao tratamento. "A falha no uso dos remédios ocorre não apenas por esquecimento, mas muitas vezes pelos efeitos colaterais que eles podem provocar na criança, como náuseas e diarreia", contou o diretor.

Novo paradigma. A maior parte das drogas indicadas até agora no tratamento de crianças era testada apenas em adultos. "Isso ocorria por regras de ética, que proibiam testes clínicos com idosos e menores", explicou.

Essa interpretação, no entanto, vem mudando nos casos em que testes são de interesse direto de pacientes menores - como os que não respondem à terapia tradicional. Essa mudança permitiu a realização de um acompanhamento clínico do uso do tripanavir em crianças.

De acordo com Greco, as novas drogas, além de mais esperança para pacientes que não respondem ao tratamento convencional, vão tornar mais fácil o uso do remédio, que virá em dosagens menores.

Este ano, o governo vai investir R$ 2,8 milhões com a compra dos quatro medicamentos indicados para tratamento pediátrico. O valor representa 28% dos R$ 9,7 milhões destinados para a compra de remédios usados na terapia de crianças com HIV.

Em 2009, o gasto brasileiro com pacientes pediátricos foi de R$ 6 milhões. Essas três drogas passam a ser as mais caras do conjunto usado para tratamento de crianças.

O darunavir é produzido pela Janssen-Cilag; o tripanavir, pela Boehringer Ingelheim; o fosamprenavir é da Glaxo-Smith-Kline; e o ritonavir, da Abbott. Greco afirmou que o tripanavir não será usado em adultos.

 
Fonte Estadão

Engenheiro colombiano cria marcapasso menor que grão de arroz

Aparelho não precisa de bateria porque usa a própria energia do coração para funcionar

O engenheiro eletrônico colombiano Jorge Reynolds, criador do primeiro marcapasso há 53 anos, anunciou neste final de semana o lançamento de um dispositivo que mede um terço de um grão de arroz e que não precisa de bateria, informou neste domingo (21) a rádio Caracol.

Reynolds, de 75 anos de idade, foi o inventor do primeiro marcapasso artificial externo com eletrodos internos em 1958, que pesava quase 50 kg e funcionava com uma bateria de automóvel.

O cientista anunciou a criação do novo aparelho durante o 4º Salão de Inventores e Alta Tecnologia em Medellín, na Colômbia. O engenheiro destacou que sua invenção poderá ser acompanhada por cardiologistas "de qualquer parte do mundo" pelo computador e pela internet e aproveitará a própria energia do coração, quando o órgão se contrai, para funcionar.

O novo nanomarcapasso, segundo seu criador, pode ser implantado facilmente em uma cirurgia ambulatorial. Reynolds disse que esse dispositivo foi um trabalho de 11 anos do grupo de pesquisa Acompanhamento do Coração Via Satélite, do qual faz parte, e que conta com o apoio do Instituto de Tecnologia de Taiwan e universidades dos Estados Unidos e de alguns países europeus.

Ele disse que em breve vai iniciar testes com animais e calculou que em cinco anos poderá ser implantado em pessoas.

O engenheiro criador do aparelho destacou também que outra vantagem será seu custo, pois será vendido por cerca de R$ 1.600 (US$ 1.000) valor muito inferior aos R$ 19.200 (US$ 12.000) que custam em média os aparelhos de hoje, muito maiores que o novo e que exigem bateria.

Reynolds estudou as frequências do coração de atletas, paraquedistas e de diferentes animais, e entre eles, fez várias pesquisas acústicas nas baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) em águas do Oceano Pacífico colombiano.

Fonte R7

Câncer de Gianecchini exige quimioterapia mais forte e pode levar a transplante de medula

Linfoma de células T acomete apenas 10% dos pacientes com linfoma não HodgkinO linfoma de células T angioimunoblástico, diagnosticado no ator Reynaldo Gianecchini, é um tipo incomum de câncer e requer sessões mais intensivas de quimioterapia.


A doença é identificada por alterações genéticas nos linfócitos T (células responsáveis pela defesa do organismo contra infecções) e é marcada por sintomas como gânglios linfáticos inchados, febre, perda de peso, rachaduras na pele e níveis elevados de anticorpos no sangue chamados gamaglobulinas, segundo a Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia).

A doença é um dos 50 subtipos do linfoma não Hodgkin (veja no infográfico abaixo) e é considerada rara, pois acomete, em média, 10% dos pacientes com esse tipo de linfoma. A grande maioria (90%) é diagnosticada com o linfoma não Hodgkin do tipo B (alterações genéticas nos linfócitos B) – o mesmo diagnosticado na presidente Dilma Rousseff, em 2009, considerado mais leve.

Segundo Carlos Chiattone, professor de hematologia da Santa Casa de São Paulo e diretor da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia), a doença de Gianecchini costuma ser mais agressiva e tem um prognóstico menos favorável que os linfomas do tipo B.

- Aqueles sintomas que podem acompanhar febre, suor, perda de peso e coceira são mais frequentes nesse linfoma do que no de células B. De forma geral, os linfomas T são mais graves e mais agressivos do que os linfomas B.

O diagnóstico do linfoma do tipo T não é simples. Requer uma biópsia (coleta de uma amostra de tecido), geralmente dos gânglios linfáticos, e, em seguida, uma série de exames para detectá-lo. Em linhas gerais, a doença tem os mesmos sintomas do linfoma do tipo B, mas também pode afetar a pele, a mucosa do nariz, o intestino, o fígado e os tecidos abaixo da pele – ambos também considerados graves.

Dado o diagnóstico, os médicos devem avaliar qual o protocolo médico (tipo de tratamento) será adotado, levando em conta a idade, onde está localizado o câncer, o estágio da doença e o estado de saúde do paciente, para, então, chegarem a um programa exato.

Essa etapa é fundamental para aumentar as chances de cura, de acordo com a onco-hematologista Ana Lucia Cornacchioni, coordenadora do comitê cientifico médico da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia).

- Parece perda de tempo, mas, na verdade, se ganha um tempo muito grande porque a chance de cura desse paciente se dá nesse momento, no melhor programa de tratamento escolhido.

Isso porque, se o paciente for idoso ou tiver graves problemas de saúde pode não suportar a quimioterapia. 

Tratamento Mas, na maioria dos casos, é esse o procedimento adotado. A quimioterapia consiste em um conjunto de medicamentos injetados na veia ou em cápsulas, que danificam as células cancerígenas. Mas como as células T são consideradas mais indolentes e, com maior risco de retornarem, em alguns casos, o tratamento culmina no transplante de medula. De acordo com a hematologista do Instituto Paulista de Cancerologia, Eloisa Martin, o procedimento é a alternativa real de cura da doença.

- Por definição [o linfoma de célula T] não é curável só com quimioterapia, tem risco de voltar. É curável com transplante de medula.

A onco-hematologista Ana Lucia Cornacchioni, no entanto, não vê a alternativa como a única solução para exterminar a doença.

- Não sei o estágio da doença dele, então não sei a sua chance de cura. Pode ser muito avançado e mesmo assim tem chance de cura.

Segundo ela, o fato de Gianecchini ser jovem – o ator tem 38 anos – indica que os médicos podem intensificar mais o tratamento, envolvendo ou não o transplante.

- Com isso a gente imagina que ele vai tolerar mais a quimio e propor tratamentos mais intensivos com chances maiores de cura, claro.

A maior desvantagem no tratamento desse tipo de linfoma é a falta de um anticorpo que lute contra as células cancerígenas, como já existe no tratamento do linfoma de célula B. A imunoterapia consiste na utilização de um anticorpo monoclonal (retirado de um único linfócito), neste caso da própria célula B, que usa as defesas do organismo para combater as células “ruins”. É usado junto à quimioterapia.

Esse tipo de tratamento pode ser usado antes da quimio, para “dar uma limpada” no ambiente, ou após, para tratar as células do câncer que ainda sobraram no organismo.

Como ainda não foi descoberto um anticorpo da célula T, a saída mais utilizada é o reforço da quimioterapia, segundo Chiattoni.

- O tratamento é feito, via de regra, com quimioterapia de doses maiores ou mais recorrentes do que se usa nos linfomas B e, para a maioria dos casos, depois da quimio você reforça com um transplante autólogo [retirado da própria pessoa] de medula óssea.

De acordo com o professor da Santa Casa, a juventude e a boa saúde do ator são seus maiores aliados contra a doença.

- Ter um bom estado geral de saúde e ser jovem facilita o tratamento e amplia muito a possibilidade de cura.

Fonte R7

Argentina e o Uruguai lideram lista latino-americana de doação de órgãos

Lista mundial de doação de órgãos é liderada pela Espanha

A Argentina e o Uruguai lideraram em 2010 a lista latino-americana de doadores de órgãos, com taxas respectivas de 14,5 e 14,4 doadores por milhão de habitantes, segundo o Relatório de Transplantes 2011, que o Conselho da Europa vai publicar em setembro.

No documento, elaborado pela Direção Europeia para a Qualidade dos Medicamentos e Cuidados de Saúde, foi divulgado o número de doadores de órgãos de ambos os países em 583 e 49, respectivamente. Entre os países que completam a lista estão a Colômbia (12,3 por milhão de habitantes), Brasil e Cuba (9,9), Chile (5,4), Panamá (3,7), Costa Rica (3,5), Venezuela (3,4), Peru (3,2), México (2,8), Equador (2,5), Bolívia (1,4) e República Dominicana (1,1).

A lista mundial de doação de órgãos é liderada pela Espanha com 32 doadores por milhão de habitantes, enquanto que os Estados Unidos apresentaram uma taxa de 25. Segundo o relatório, o número global de pessoas mortas que doaram seus órgãos na América Latina em 2010 foi de 3.950.

Na região foram realizados no ano passado 10.112 transplantes de rim, 2.168 de fígado, 350 de coração, 210 de pâncreas, 120 de pulmão e 13 de intestino delgado. Os estudiosos destacaram os 4.660 transplantes de rim praticados no Brasil, os 1.082 da Argentina e os 867 da Colômbia.

Concretamente, a taxa de transplantes de rim por milhão de habitantes é liderada pelo Uruguai (27,4 por cada milhão de habitantes, ou seja, 93 transplantes), seguido da Costa Rica (27,2), Argentina (26,6), Brasil (23,8), México (20,4), Colômbia (18,7), Chile (11,7), Panamá (11,1) e Cuba (10,4).

A União Europeia registrou números mais elevados, com 18.246 transplantes de rim, 6.655 de fígado, 1.984 de coração, 1.505 de pulmão, 769 de pâncreas e 50 de intestino delgado. O relatório detalha o número de entrevistas realizadas com familiares de potenciais doadores de órgãos, assim como a percentagem de rejeições à proposta de doação.

No Brasil foram realizadas 6.979 entrevistas com apenas 25,8% de rejeições, enquanto que as 1.252 consultas efetuadas na Argentina, 46,5% obtiveram respostas negativas. Os maiores índices de rejeição à doação se produziram na Bolívia (70%) e na República Dominicana (53,6%), e os menores no Uruguai (16,1%), Cuba (22%), Colômbia (25,5%) e Venezuela (27,3%).

Fonte R7