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terça-feira, 23 de agosto de 2011

O segredo para evitar o efeito sanfona


Nutrólogo afirma que, após chegar ao peso ideal, é preciso mais três anos de controle

O médico Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia e membro da Associação Brasileira de Nutrologia, compara o corpo humano a uma máquina perfeita.

Sendo assim, o organismo também precisa de programação e rotina, por isso, pode demorar para responder aos comandos dados por uma nova dieta e o início de exercícios físicos.

“Alguns estudiosos de nutrição humana acreditam que o organismo mantém uma espécie de memória metabólica, com a tendência a retornar ao estado anterior, após sofrer alteração”, explica Marheb.

“Então, após um programa de emagrecimento, a pessoa deve enfrentar um período prolongado (entre 2 e 3 anos) de reeducação alimentar, dando oportunidade ao corpo de esquecer os padrões anteriores para não recuperar o que emagreceu”, esclarece o nutrólogo.

Para ajudar a evitar o emagrece-engorda, processo chamado de efeito sanfona, o médico oferece 9 dicas:

1. Evite esquemas dietéticos muito rigorosos e prolongados. O ideal é enganar o corpo de modo que ele não sinta falta do que está perdendo

2. Estipule horários para todas as refeições e cumpra-os diariamente, realizando as principais refeições do dia (café da manhã, almoço e jantar) e fazendo pequenos lanches entre elas. O importante é não ficar com fome, o que fará com que você se alimente muito mais na refeição seguinte

3. Nunca deixe de incluir verduras e legumes às refeições, principalmente saladas cruas. São alimentos ricos em fibras e que ajudam a dar maior saciedade, fazendo com que você se alimente menos

4. Não há necessidade de cortar as guloseimas favoritas, como o chocolate ou o sorvete. Apenas estabeleça um dia da semana específico para isso e uma pequena quantidade

5. Evite o consumo de alimentos muito salgados. O sal gera inchaço e aumenta a sensação de peso

6. Beba sempre muita água ao longo dia! Evite as bebidas industrializadas, normalmente ricas em sódio e aditivos químicos, prejudiciais ao organismo. A água ajuda na função intestinal, na saúde da pele, na limpeza do organismo, na circulação e no emagrecimento saudável

7. Mastigue bem os alimentos, sem pressa. Isso ajuda a boa digestão, dando tempo suficiente para que o estômago envie uma mensagem ao cérebro informando que já está satisfeito

8. Faça sempre pratos variados, com um pouco de cada grupo alimentar. Ou seja, inclua sempre um pouco de carboidrato, proteína e gordura. Um prato de macarronada com carne e queijo, por exemplo, engorda menos que um prato de macarronada pura, isso porque as proteínas e gorduras ajudam a regular a digestão, reduzindo a absorção do amido presente no macarrão, além de proporcionar maior saciedade

9. As atividades físicas são imprescindíveis para quem quer manter um peso saudável, sendo uma das principais responsáveis em manter o metabolismo sempre ativo. Não deixe de incluir exercícios físicos na sua rotina!

Fonte IG

Quase sem efeitos: é possível amenizar incômodos da quimioterapia

Pacientes ainda temem esse tratamento contra o câncer, mas médicos garantem que hoje há como controlar maioria das reações

O susto e o medo que envolvem o diagnóstico do câncer – doença que já é segunda causa de mortes no Brasil – acompanham a maioria dos pacientes também em outras fases da enfermidade.
A quimioterapia, um dos principais tratamentos para a doença, ainda é fonte de traumas e pânico. Até bem pouco tempo, os relatos dos pacientes sobre os efeitos colaterais das medicações usadas na quimioterapia não eram nada animadores: enjoos, náuseas, vômitos, cansaço, tonturas e frequentes internações.

Os tratamentos evoluíram. Apesar de os efeitos colaterais provocados pelas medicações quimioterápicas ainda serem os mesmos, eles são mais controláveis e, cada vez mais, estão fora da rotina dos pacientes que lutam para se curar do câncer. Os oncologistas, médicos especialistas na doença, explicam que há medicamentos novos e outros antigos utilizados para combater as reações desagradáveis.

“O problema é que as pessoas que passam mal difundem mais a informação. Há quem passa tão bem que não conta que está fazendo o tratamento. Ainda há um estigma muito grande em torno da doença e do tratamento”, comenta o oncologista Marcello Fanelli, do Hospital A. C. Camargo, em São Paulo.

Na quimioterapia, cada paciente recebe uma combinação de medicamentos, em geral, diretamente na veia ou por meio de um cateter. Em alguns casos, os remédios são tomados por via oral ou aplicados no músculo ou na pele. É importante saber que existem centenas de combinações de medicações possíveis para o tratamento do câncer. Os médicos escolherão as melhores para cada caso individualmente. Esse é um dos motivos pelos quais os efeitos colaterais variam tanto de um paciente para outro.

“Além disso, cada organismo tem uma capacidade de metabolizar e receber os medicamentos e há uma diferença psicológica. Pacientes deprimidos têm uma tendência maior a sentir efeitos colaterais. Em todos os casos, mais da metade dos pacientes que se submete à quimioterapia tem reações muito menores do que imaginava”, afirma o chefe do Serviço de Oncologia Clínica do Instituto Nacional do Câncer (INCA), Daniel Herchenhorn.

Terapias combinadas
As combinações quimioterápicas recebem classificações de acordo com o risco de causarem efeitos colaterais, que pode variar de baixo a alto. Os incômodos mais comuns são náuseas, enjoos, vômitos, fraqueza, diarreia, feridas na boca (aftas), constipação (prisão de ventre), infecções, anemias e queda de pelos e cabelos. Hoje, só não há solução para conter a perda dos cabelos.

Para Artur Katz, coordenador médico da Oncologia Clínica do Hospital Sírio-Libanês, os especialistas precisam se antecipar às dificuldades que os pacientes podem enfrentar a partir de cada tratamento. Alguns remédios para o combate às náuseas – chamados de anti-eméticos –, por exemplo, só funcionam quando combinados antes e após a aplicação da quimioterapia.

Gustavo Fernandes, diretor-técnico do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês Brasília, explica que há três tipos de náuseas possíveis durante a quimioterapia: antecipatória, precoce e tardia. A primeira ocorre antes da aplicação, por causa da ansiedade do paciente. É combatida com ansiolíticos. A segunda ocorre até 48 horas após a aplicação e a terceira, até cinco ou seis dias depois.

Para os casos de alto risco de náuseas, inibidores cerebrais podem ser prescritos. Eles “bloqueiam” a memória do cérebro sobre enjoos ou “desconectam” a comunicação entre o cérebro e o estômago.

“Precisamos tratar as possibilidades de náuseas de maneira agressiva desde a primeira aplicação da quimioterapia, para que o paciente não tenha uma memória ruim daquele momento. Ele vai mais confiante para as próximas sessões”, afirma Fernandes.

Os oncologistas podem prescrever diferentes anti-eméticos para os pacientes, mais leves ou mais fortes, dependendo da situação. Corticóides e anti-ácidos também são usados para atenuar os efeitos.

Daniel Herchenhorn, do Inca, destaca que, além dos remédios, apoio psicológico e nutricional é fundamental para evitar as dificuldades. Uma alimentação balanceada evita constipações, azias, diarreias e outros tantos incômodos.

“O entendimento da doença e o cuidado geral com a saúde do paciente ajudam a combater esses efeitos indesejados. Não orientar o paciente é irresponsabilidade”, diz.

Falta de informação
O chefe da oncologia do Inca ressalta que a troca de informações entre pacientes e médicos é fundamental. Durante a consulta, todas as dúvidas devem ser esclarecidas. Cada novo mal-estar deve ser comunicado ao médico o quanto antes. Assim, ele pode ser combatido mais rápido e evitar problemas mais graves.

“Cuidados, alimentação, efeitos e remédios devem ser temas da consulta. Infelizmente, em muitos hospitais (em geral os públicos), as conversas costumam ser muito rápidas. O paciente não pergunta e médico não responde. O médico não orienta e, quando orienta, o paciente não entende o que foi explicado”, lamenta.

Para Fanelli, o objetivo do tratamento também precisa ser bem compreendido por quem enfrenta o câncer. Ele lembra que essa é uma doença grave e, em prol da cura, serão necessários sacrifícios.

“Até pouco tempo, as pessoas tinham receio de conversar sobre o câncer, sequer pronunciavam essa palavra. É preciso entender que ela é uma doença grave, mas como outra qualquer. Exige esforço no tratamento sim, mas em muitos casos é possível curá-la”, pondera.

Fonte IG

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Noctúria


Sinônimo:
Urina noturna .

O que é?
A eliminação de volume normal de urina durante a noite chama-se noctúria.

Nictúria é a eliminação de volume aumentado durante a noite.

Enurese noturna é a perda involuntária de urina durante o sono, numa idade em que o controle urinário já deveria estar presente (5 anos).

O volume diário de urina varia entre 800 a 1500ml, dependendo do volume de líquidos ingeridos, da temperatura corporal e ambiental e do esforço físico.

O volume urinário normal depende, também, de fatores hormonais, neurológicos, hemodinâmicos, psicosociais e culturais.

Normalmente a produção de urina obedece a um ritmo. Durante o dia, o volume urinário é de 2/3 e o noturno de 1/3, por exemplo, 1000ml de dia e 500 de noite. Após os 60 anos de idade o volume de urina diurno e noturno se equivalem (1:1). Quando esta relação se altera para mais durante a noite, é o caso da nictúria.

Como surge a noctúria?
A noctúria, que é o volume urinário normal durante a noite, pode ocorrer por várias causas:
 
1.
Na insuficiência cardíaca congestiva, síndrome nefrótica, cirrose e desnutrição severa, há edema generalizado e por isso grande quantidade de líquido disponível no organismo. Nesses casos, pode haver um volume urinário aumentado durante a noite. O repouso por várias razões fisiológicas, mobiliza mais líquidos para o setor circulante e para o rim, facilitando a sua tarefa de produzir mais urina durante a noite;

2.
No diabete melito, as altas taxas de açúcar sangüíneo, torna o paciente um grande bebedor de água e um grande eliminador de urina de dia e de noite. Com isto, evita que a concentração de açúcar no sangue (glicemia) se eleve demais.

3.
No diabete insípido (sem açúcar), pela falta de um hormônio da hipófise - o hormônio antidiurético - o rim torna-se incapaz de concentrar a urina, obrigando-o a excretar grandes volumes de urina muito diluída. O volume urinário pode atingir até 10 litros/dia, durante o dia e a noite.

4.
No diabete nefrogênico (sem açúcar), o rim se torna incapaz de concentrar a urina e por isso elimina grandes volumes de urina diluída. Nesta doença congênita, apesar de existir o hormônio antidiurético da hipófise, o rim é resistente ao seu efeito. A perda de urina é grande, mas diferente do diabete melito porque não tem açúcar.

5.
No uso de diuréticos, antes de deitar, eles agem durante a noite, provocando uma maior diurese noturna.

6.
No edema de várias causas, a água vai se acumulando no corpo durante o dia, principalmente nos membros inferiores, e mais nas pessoas que ficam muito tempo em pé e nos portadores de varizes. O líquido acumulado entra na circulação durante o repouso noturno e oferece mais líquidos para o rim eliminar.

7.
Na insuficiência renal crônica, há produção de urina sempre clara, da mesma cor e com volume aumentado durante a noite. Essa informação é muito importante e corresponde à incapacidade do rim de concentrar a urina. Esse tipo de queixa é constante nos pacientes com insuficiência renal crônica e o médico só tem que comprová-la com os exames especiais para ver a capacidade funcional do rim (uréia e creatinina). O rim normal varia a cor da urina, conforme a necessidade de concentrá-la ou diluí-la.


Como se trata?
Cada uma das causas tem o seu tratamento específico e requer o diagnóstico e o acompanhamento médico.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico
Por que urino na cama?

Existe cura para isso?

O que devo fazer para diminuir as micções noturnas?

Beber mais líquidos à noite influi?

Fonte ABC da Saúde

Dicionário de termos médicos - L

LACERAÇÃO: Ferimento causado por um instrumento ou objeto rombo que arranca o tecido.

LACTENTE: Crianca que so se alimenta de leite.

LACTOSE: Acucar do leite.

LATOSÚRIA: Presenca de lactose na urina.

LAPARORRAFIA: Sutura da parede abdominal.

LAPAROTOMIA: Abertura da caidade adominal araves de suas paredes.

LATERAL: Para fora da linha media do corpo.

LATEROVERSÃO: Alteracao na posicao do utero em que todo o eixo uterino e deslocado para um lado.

LAVAGEM: Irrigacao ou esvaziamento or meio de um liquido de um orgao. Ex.: do estomago.

LETAL: Mortal; fatal.

LETARGIA: Sono profundo; torpor; inatividade.

LEUCEMIA: Aumento dos globulos brancos no sangue.

LEUCÓCITO: Globulo branco.

LEUCOPENIA: Diminuicao do numero de globulos brancos no sangue.

LEUCOCITOSE: Aumento do numero de lecocitos alem do limite normal.

LEUCORRÉIA: Corrimento mucopurulento esbranquicado, do canal genital feminino.

LIGAMENTO: Faixa de tecido conjuntivo fibroso, flexivel, consistente e branco que poe em conexao as extemidades articulares dos ossos e, algumas vezes, envolvendo-os em uma capsula.

LIMOTERAPIA: Tratamento pelo jejum.

LINGUA SABURROSA: Camada amarela, suja, que cobre a parte superior da lingua, por efeito de ma digestao.

LIQUOR-CÉFALO-RAQUIDIANO: Liquido que envolve o encefalo e a medula espinhal. (LCR)

LISE: 1. Retorno gradual da temperatura do corpo ao normal. 2. Desintegracao ou dissolucao, como, porxemplo - de celulas, tecidos ou bacterias.

LITÍASE: Formacao de calculos no corpo.

LOGORREICA: Tagarelice, descontrolada ou anormal, pode ser extremamente rapida a ponto de torna-se incoerente.

LOQUIA: Adescarga ou corrimento do utero e da vagina durante as primeiras semanas apos o parto.

LORDOSE: Curvatura frontal da coluna vertebral ou curvatura da coluna dorsal com convexidade anterior.

LUXAÇÃO: Deslocamento, especialmente deslocamento de uma articulacao.

Caqui

O caquizeiro, árvore da família das  Ebenáceas, é originário da China, da Coréia e do Japão.Por alusão à cor do fruto,"caqui" em japonês significa "amarelo escuro".

Utilidades Medicinais

Doença da Bexiga - Fazer algumas refeições exclusivas de caqui, ou de suco de caqui com um pouco de água, sem açúcar.

Cãibras -  Recomenda-se empiricamente, comer dois ou três caquis por dia.

Constipação Intestinal - Fazer algumas refeições exclusivas de caqui. Pode substituir o jantar.Não comer em excesso.

Doenças das Vias Respiratórias -  Recomenda-se cozinhar a polpa do caqui com água em um pouco de mel.Mexer bem e tomar meia xícara deste  líquido xaroposo, morno, várias vezes ao dia.

Fonte agrobyte.com.br