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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Secretaria de Saúde abre 64 vagas

São 48 vagas para técnico de enfermagem, 16 vagas para médico com especialidade em ortopedia para atuar na emergência e com especialidade em cirurgia geral

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina abriu processo seletivo para contratação temporária de 64 profissionais para o Hospital Governador Celso Ramos (Região da Grande Florianópolis) e Hospital Regional Hans Dieter Schmidt (Região de Joinville).

São 48 vagas para técnico de enfermagem, com salário de R$ 1.050,84, e 16 vagas para médico com especialidade em ortopedia, para atuar na emergência e com especialidade em cirurgia geral, cujo salário é de R$ 4.201,12.

O horário de trabalho para a função de técnico em enfermagem será de plantão diurno (escala de 12h x 36h), das 7h às 19h.

O processo seletivo simplificado destina-se à seleção de profissionais para contratação temporária pelo período de 12 meses, podendo ser prorrogada por uma única vez, pelo mesmo prazo.

As inscrições ocorrerão somente online no período de 12 a 23 de setembro no site da Secretaria Éstadual de Saúde. Não é cobrada taxa de inscrição.

A seleção dos candidatos será publicada em Diário Oficial do Estado e consistirá no somatório de pontos da contagem de títulos e da experiência comprovada.

Fonte SaudeWeb

Santa Catarina vai receber 3 toneladas de medicamentos

Segundo o Ministério da Saúde, a remessa tem antibióticos, analgésicos, sais para reidratação, ataduras e outros itens de primeiros-socorros

Três toneladas de medicamentos chegam nesta terça-feira, (13), ao estado de Santa Catarina para atender às vítimas das enchentes. Segundo o Ministério da Saúde, a remessa tem antibióticos, analgésicos, sais para reidratação, ataduras e outros itens de primeiros-socorros. O material é suficiente para o atendimento de 18 mil pessoas em um mês.

O governo federal anunciou nesta segunda-feira, (12), a liberação de R$ 13 milhões para as cidades catarinenses atingidas pela chuva. Do total, R$ 3 milhões irão para o governo estadual e R$ 10 milhões para as prefeituras dos municípios afetados. O dinheiro será liberado por meio do cartão de pagamento da Defesa Civil para a compra de colchões, barracas, remédios e combustível.

Em Santa Catarina, 48 municípios decretaram situação de emergência por causa da chuva, conforme balanço da Defesa Civil divulgado no fim da tarde dessa segunda-feira (12). Nove cidades estão em estado de calamidade pública e 90 encaminharam notificação de desastre.

Mais de 977 mil pessoas foram afetadas no estado – 161.957 estão desalojadas e 15,3 mil, desabrigadas. Foram registradas três mortes e 170 pessoas estão feridas.

Fonte SaudeWeb

EUA: Registros eletrônicos são prejudicados por alterações internas

Pesquisa mostra que funcionários que realizam visualizações não autorizadas prejudicaram mais de 70% organizãções de saúde no ano passado

Mais de 70% das organizações de saúde relataram equivocos de informações pessoais de saúde (PHI) nos últimos 12 meses, de acordo com pesquisa recente. A maioria dos erros são realizados por funcionários, com 35% vsualização sem permissão registros médicos de colegas de trabalho e 27% acessando os relatórios de amigos e parentes.

O levantamento feito com 90 gerentes de TI de saúde foi conduzido pela VeriPhyr, provedora de identidade e acesso de soluções de inteligência. Também descobriu que 30% das brechas foram detectadas de um a três dias, 12% em uma semana e 17%, foram reveladas durante o período de duas ou quatro semanas.

De acordo com Alan Norquist, CEO da Veriphyr, o que mais o surpreendeu acerca do relatório -Veriphyr’s 2011 SurveyofPatientPrivacyBreaches – foi o número de equivocos cometidas pelos funcionários.

“Apesar da perda de dados em discos rígidos e USBs terem cobertura, a preocupação principal são os funcionários que abusam do acesso para visualizar os dados dos pacientes”, afirmou Norquist. Ele também observou que é muito mais difícil para um funcionário acessar inapropriadamente registros em papel quando comparados com registros eletrônicos.

Observou que com arquivos em papel, um funcionário precisa pedir a uma pessoa para chegar aos arquivos, e esse pessoa irá suspeitar se um membro da equipe pedir os registros de alguém da diretoria, seu chefe, ou sua ex-mulher.

“Com os registros eletrônicos, o funcionário tem acesso a quase tudo ao alcance de alguns toques, sem questionamentos. O que as organizações de saúde precisam no mundo dos registros médicos digitalizados são ferramentas de identidade e acesso inteligentes que possam monitorar as conexões dos funcionários em dados de pacientes e descobrir os que estão usando de forma ilegítima para visualizar os dados de membros da diretoria, colegas de trabalho, amigos, parentes e vizinhos”, disse Norquist.

Outras descobertas do relatório:
- 79% dos questionados estavam “preocupados” ou “muito preocupados” que seus controles atuais não detectem a tempo as brechas de PHI;

- 50% afirmaram não possuírem ferramentas adequadas para monitorar acesso inapropriado ao PHI; e

- 47% planejam investir em melhoria de detecção e capacidade de resposta nos próximos 12 meses.

Conclusão do relatório: “Apesar dos questionados concordarem que o apoio e acato das recomendações para melhorias na conformidade e esforços de segurança da alta administração e TI, o tempo de resposta aos pedidos de melhoria (principalmente de TI) também indicaram a satisfação com as ferramentas para o monitoramento de acesso inapropriado de PHI. Em contrapartida, os questionados que indicaram maior satisfação com suas ferramentas de monitoramento reportaram menos brechas em PHI e maior tempo de resolução. O contrário também é verdadeiro: os questionados que indicaram insatisfação com suas ferramentas reportarem mais brechas e maior tempo de resolução”.

Norquist interpretou os resultados dizendo que o foco não deveria ser em ferramentas de segurança, mas sim em ferramentas de monitoramento de acesso de funcionários ao PHI, bem como o seu uso indevido.

Fonte SaudeWeb

EUA: Contratação de clínicos: efeitos no acesso aos cuidados

Acesso ao cuidado pode mudar drasticamente para os pacientes quando um grande sistema hospitalar abandona uma rede de plano de saúde

Veja o sexto artigo referente ao estudo Aumento de contratação de clínicos: melhor qualidade e maiores custos?, do Center for Studying Health System Change (HSC), dos Estados Unidos. O instituto realizou pesquisa em 2010 em 12 regiões metropolitanas representativas dos EUA.

A alta da contratação de clínicos parece afetar o acesso dos pacientes ao cuidado de muitas maneiras. Sob a perspectiva do paciente, a contratação pode não parecer visível, já que muitos médicos continuam a trabalhar nos mesmos locais de quando eram independentes.

Um benefício potencial do alinhamento pode incluir um melhor acesso a especialistas para pacientes de baixa renda, especialmente àqueles com cobertura da Medicaid, que historicamente têm pouco acesso à especialistas independentes. Ao mesmo tempo, o acesso ao cuidado pode mudar drasticamente para os pacientes quando um grande sistema hospitalar abandona uma rede de plano de saúde.

Fonte SaudeWeb

Pediatras suspendem atendimento a planos de saúde


A partir de hoje, pediatras não atenderão os pacientes dos planos de saúde Volkswagen, Notredame, Intermédica, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Ameplan.

A paralisação dá continuidade ao movimento dos médicos, que pedem às operadoras o repasse de R$ 80 por consulta.

Atualmente, os profissionais recebem R$ 30 por atendimento, valor que, segundo a categoria, não cobre os custos para manter um consultório. O atendimento será normalizado no próximo sábado.

Fonte Estadão