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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Prefeitura de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) abre 26 vagas

Prefeitura de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) abre nesta semana as inscrições para seu concurso público. São oferecidas 26 vagas e formação de cadastro de reserva, com salários de até R$ 4.129,23.

As oportunidades são para os cargos de ajudante geral, encanador, estoquista, jardineiro, operador de filmes, vigia, zelador/porteiro, agente de trânsito, almoxarife, maestro de banda, monitor e orientador da oficina musical teatral, motorista, oficial administrativo, operador de computador, operador de máquinas rodoviárias, regente de coral, telefonista, bibliotecário, contador, engenheiro civil, farmacêutico, fonoaudiólogo, médico clínico geral, médico do trabalho, médico ginecologista, médico pediatra, nutricionista e técnico desportivo. Os salários variam de R$ 572,40 a R$ 4.129,23.

Confira no edital as etapas de seleção para cada cargo.

As inscrições devem ser feitas de 16 de setembro a 6 de outubro no site Consultoria Dexter, empresa responsável pela seleção. As taxas vão de R$ 7,50 a R$ 15.

A validade do concurso será de dois anos, prorrogável por igual período.

Portugal: Britânico implanta dedo do pé no lugar do polegar

Um britânico que cortou o polegar da mão esquerda acidentalmente decidiu implantar o dedo grande do pé na mão.

James Byrne, de 29 anos, perdeu o polegar enquanto serrava madeira em Dezembro de 2010.

Os cirurgiões plásticos do Hospital Frenchay, em Bristol (Inglaterra), ainda tentaram reimplantar o polegar mas este estava muito danificado: ”Tentámos de tudo, incluindo sanguessugas para fazer com que o sangue fluísse novamente, mas não conseguimos.”

O Dr. Umraz Khan refere que a perda do dedo grande do pé não é uma incapacidade tão grande como perder um polegar, então o ganho é maior que a perda.

Byrne, que diz não estar incomodado com a parte estética e mostra-se feliz com o seu novo dedo: “Estou satisfeito com o facto de que ele (o dedo) funcionar. O meu trabalho como pedreiro estaria destruído sem o uso da aminha mão, porque não conseguiria pegar num tijolo sem o polegar e agora espero voltar ao trabalho dentro de alguns meses", de acordo com o site G1.

O britânico terá que fazer fisioterapia e aprender a equilibrar-se sem o dedo do pé, não estando excluída a hipótese de ter que se submeter a mais cirurgias.

Fonte Destak

Portugal: Transplantes: PS indignado com "tentativa de silenciamento"


Deputado socialista Manuel Pizarro considerou
recusa como sinónimo de "má consciência" dos
partidos da maioria em relação às medidas do Governo
O PS manifestou-se esta quinta-feira indignado com a recusa dos partidos do Governo em chamar ao Parlamento os ex-responsáveis pela transplantação em Portugal, acusando PSD e CDS de tentar "silenciar" os problemas do País.

Na comissão parlamentar de Saúde, PSD e CDS rejeitaram o requerimento do PS para chamar à Assembleia da República os ex-responsáveis da Autoridade do Sangue e Transplantação, bem como representantes da Sociedade Portuguesa de Transplantação.

Em declarações à agência Lusa, o deputado socialista Manuel Pizarro considerou esta recusa como sinónimo de "má consciência" dos partidos da maioria em relação às medidas do Governo.

"Revela que há reforçados motivos para que continuemos preocupados com a área da transplantação no nosso país. A nova maioria inaugura um estilo que se julgava ultrapassado. Em relação aos problemas que vão surgindo, opta pela tentativa de os silenciar impedindo o Parlamento de realizar a sua função de fiscalização", indignou-se o deputado e ex-secretário de Estado da Saúde.

Para os socialistas, a rejeição da audição dos ex-responsáveis da transplantação revela "insegurança" e "receio" por parte dos partidos do Governo.

No início deste mês, o presidente e a coordenadora nacional da Autoridade dos Serviços do Sangue e da Transplantação pediram a demissão em protesto contra as intenções do ministro da Saúde de cortar as verbas daquele organismo.

João Rodrigues Pena e Maria João Aguiar disseram não aceitar "que haja doentes que se podem salvar mas que vão morrer porque o país está em dificuldades económicas".

O requerimento do PS, que contou com os votos favoráveis de toda a oposição pretendia ainda ouvir responsáveis da Sociedade Portuguesa da Transplantação, que já exigiu publicamente explicações ao ministro da Saúde sobre a intenção de cortar verbas nesta área.

A polémica em torno dos transplantes surgiu depois de, em entrevista à TVI, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, ter declarado ser preciso perceber se o País "pode sustentar o actual número de transplantes".

Admitindo que "pode não haver o mesmo número de transplantes", Macedo anunciou a intenção de ter uma quantidade de intervenções "tão interessante e de qualidade", mas dando menos incentivos aos hospitais.

"Estes incentivos visam um incremento e o que nós achamos é que não é necessário haver aqui um incremento", acrescentou o ministro.

Fonte Destak

Portugal: Fungos e bactérias num quinto das praias portuguesas

Um quinto de 495 amostras de areias recolhidas durante cinco anos em 33 zonas balneares revelou fungos e bactérias, entre elas a E.coli, embora estes microrganismos surjam em valores abaixo dos máximos admitidos na maioria das praias.

Estes são alguns dos resultados que constam de um relatório sobre a Monitorização da Qualidade das Areias em Zonas Balneares, uma iniciativa da Associação Bandeira Azul da Europa, realizada a nível laboratorial pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e a Agência Portuguesa do Ambiente.

Trata-se do primeiro estudo longitudinal sobre esta matéria e que avalia a qualidade das areias de 33 zonas balneares portuguesas, entre 2006 e 2010. Dezanove praias eram no norte, dez no centro, 17 na região de Lisboa e Vale do Tejo, duas no Alentejo e 34 no Algarve.

60,4% das amostras deram positivo a fundos leveduriformes, e a fungos filamentosos potencialmente patogénicos ou alegogénicos, bem como a dermatófitos.

Um quarto das amostras indicou a presença de bactérias, como Escherichia coli, coliformes e enterococos intestinais e 100 delas deram positivo à presença de fungos e bactérias.

Para o coordenador da equipa de projecto, João Brandão, a presença destes microrganismos "não põe em causa a qualidade das areias que, aliás, tem vindo a melhorar bastante".

Raquel Sabino, investigadora do INSA e deste projecto, sublinhou que "nenhum ambiente é estéril": "Ter fungos ou bactérias não quer dizer que as areias tenham má qualidade".

Os investigadores avaliaram a qualidade das areias antes, durante e após a época balnear, tendo concluído que, ao nível dos fungos, estes aumentam com a subida da densidade populacional.

Pelo contrário, e provavelmente devido à sua sensibilidade à exposição solar, as bactérias revelaram-se menos presentes no final da época balnear.

Em relação aos Valores Médios Recomendados (VMR), 30 por cento destas praias registavam, em Junho, valores superiores de microrganismos, e 21 por cento em Julho e Agosto.

Fonte SaudeWeb

Portugal: Nova descida de preços de medicamentos genéricos deixa empresas em risco

A Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (Apogen) alertou hoje para o perigo de a nova redução do preços, definida no entendimento com a “troika”, pôr em causa a viabilidade de “muitas empresas”.

De acordo com uma atualização do memorando da 'troika' divulgada terça-feira pelo ministério das Finanças, os preços dos genéricos vão baixar para metade do valor do mesmo medicamento de marca e não apenas 40 por cento como estava anteriormente acordado.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Apogen, Paulo Lilaia, defendeu que esta redução pode pôr “em causa a viabilidade de muitas empresas de genéricos que já estavam a enfrentar seríssimas dificuldades”.

Antes do acordo para o resgate financeiro firmado entre Portugal e a 'troika' - constituída pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia e Banco Central Europeu -, os genéricos custavam 65 por cento do valor dos medicamentos de marca.

Apesa das críticas, Paulo Lilaia defende a descida para 50 por cento no caso dos produtos de preço mais elevado, sublinhando que tal medida não se pode aplicar aos medicamentos mais baratos.

“Aceitamos e faz sentido que os medicamentos genéricos sirvam para gerar poupança mas tem de haver um limite. Temos gastos industriais e os custos de produção estão a aumentar, nunca a diminuir”, disse o representante do setor, lembrando que a esta medida é preciso juntar a nova legislação que exige outras reduções a partir do quinto medicamento mais barato.

Segundo as contas de Paulo Lilaia, um medicamento original que custe 20 euros levará a que os primeiros cinco genéricos mais caros custem dez euros. Depois, com a nova legislação, o sexto genérico já custará 9,5 euros, o sétimo terá um custo de nove euros e, por exemplo, o décimo ficará em 7,7 euros. “Esta é uma descida muito violenta”, alertou.

Para a Apogen, é necessário baixar os custos, mas tem de ser um esforço partilhado entre medicamentos originais e genéricos: “É preciso lembrar que a esmagadora maioria dos gastos, cerca de 80 por cento, diz respeito a medicamentos não genéricos. É preciso repartir equitativamente os esforços”, defendeu.

Para a associação, a descida de preços tem de ser feita de forma a permitir que as empresas continuem a colocar medicamentos no mercado.

“Mas esta redução põe em causa a viabilidade de muitas empresas de genéricos que já encaram seríssimas dificuldades”, alertou.

Já sobre a outra alteração prevista pela 'troika' que define que deverá ser o ministério da Saúde, talvez através do Infarmed, a estabelecer os preços dos medicamentos e não o ministério da Economia, a Apogen entende que “vai na direção correta”.

“Parece-nos que vai tornar os processos mais simples e menos morosos. E tudo o que seja para simplificar os processos de preços e comparticipações vai na direção correta”, disse.

A agência Lusa contactou a Associação Portuguesa da Indústria Farmaceutica (Apifarma), mas não obteve qualquer resposta até ao momento.

Fonte Destak