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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Fique atento à dor no punho

Ela pode ser sinal da síndrome do túnel do carpo, problema provocado por movimentos repetitivos

A síndrome do túnel do carpo se caracteriza pelo inchaço de um nervo no pulso, que se estende até a mão.

O problema pode causar dor e fraqueza e é tipicamente provocado por movimentos repetitivos durante um longo período de tempo.

A Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos alerta que as seguintes atividades podem levar à síndrome do túnel do carpo:

- Digitação em computador, especialmente se a estação de trabalho não estiver configurada corretamente

- Trabalhos de costura e pintura

- Trabalho em linha de montagem

- Utilização de ferramentas vibratórias ou ferramentas manuais

- Tocar determinados instrumentos musicais

Fonte IG

Pesquisa explica por que pessoas com fome ficam de mau humor

Cientistas esperam usar descoberta para tratar transtornos psiquiátricos em que a violência é um problema comum

Se você sempre se perguntou por que pessoas com fome são mais propensas a ficarem zangadas ou agressivas, um grupo de pesquisadores britânicos afirma ter descoberto a razão: os níveis de serotonina – um hormônio que ajuda a regular o comportamento – flutuam quando as pessoas estão estressadas ou há muito tempo sem comer.

A flutuação dos níveis de serotonina afeta partes do cérebro que permitem às pessoas controlar a própria raiva, explicaram os pesquisadores da Universidade de Cambridge em um artigo publicado esta semana na revista científica Biological Psychiatry.

“Sabemos há décadas que a serotonina desempenha um papel fundamental na agressividade, mas só muito recentemente tivemos a tecnologia para examinar o cérebro e estudar o quanto a serotonina nos ajuda a regular nossos impulsos emocionais. Combinando uma longa tradição em pesquisa comportamental com novas tecnologias, finalmente fomos capazes de elucidar o mecanismo pelo qual a serotonina pode influenciar agressividade”, disse a pesquisadora Molly Crockett, que integrou o grupo de pesquisadores responsáveis pelo estudo, feito no Instituto de Neurociências Clínicas e Comportamentais de Cambridge.

Na condução do estudo, os pesquisadores controlaram a dieta de voluntários saudáveis para manipular os seus níveis de serotonina. Os cérebros dos participantes foram então escaneados usando um aparelho de ressonância magnética funcional enquanto eles observavam rostos com expressões que indicavam raiva, tristeza e neutralidade, para determinar como várias partes de seus cérebros reagiram e se comunicavam umas com as outras.

O estudo revelou que baixos níveis de serotonina deixaram as comunicações entre determinadas partes do cérebro mais fracas do que o normal. Os pesquisadores concluíram que, quando isso acontece, pode ser mais difícil para o cérebro controlar as respostas emocionais de raiva.

Os participantes também responderam a um questionário de personalidade para avaliar se eles tinham ou não uma tendência natural para a agressividade. Aqueles que estavam predispostos a serem agressivos tinham uma comunicação ainda mais fraca entre certas regiões do cérebro quando os níveis de serotonina estavam baixos, observaram os pesquisadores.
As descobertas podem ser aplicadas a uma variedade de transtornos psiquiátricos em que a violência é um problema comum, tais como o transtorno explosivo intermitente, que é caracterizado por explosões de extrema e incontrolável de violência, sugeriram os autores.

“Estamos esperançosos de que nossa pesquisa possa levar a melhores diagnósticos, bem como melhores tratamentos para estas e outras condições”, disse Luca Passamonti, que atuou na pesquisa como cientista visitante da Unidade de Cognição e Ciências do Cérebro, do Conselho Nacional de Pesquisas Médicas de Cambridge.

Fonte IG

Prepare a mala de maternidade e o enxoval de bebê

Enxoval: leve em conta a estação
do ano em que o bebê vai nascer
Quando começar, o que comprar e as dicas que você precisa saber na hora de arrumar a mala da maternidade e montar o enxoval do seu filho

Ao passar do sexto mês de gestação, é hora de fazer as malas para uma das viagens mais transformadoras da vida: a sua até a maternidade. Muito antes disso, logo ao receber o resultado do teste positivo, começa a aventura do enxoval do bebê.

Para ajudá-la nestas tarefas, conversamos com Karol Lourenço e Chris Francini, consultoras especializadas em moda gestante, e montamos as listas do que é preciso levar para a maternidade – tanto para a mamãe quanto para o bebê – e do que é necessário ter em casa para os primeiros meses de vida do seu filho.

Dicas para montar o enxoval do bebê
- Monte o enxoval levando em conta a estação do ano em que ele vai nascer: no verão, priorize bodies e macacõezinhos leves; para o inverno, touquinhas, mantas e sapatinhos de lã.

- Lave com sabão neutro e sem amaciante todas as roupinhas. Passe todas a ferro, ou seque-as no sol, para evitar fungos.

- Não se preocupe em montar o guarda-roupas definitivo do bebê: nos primeiros meses, ele cresce muito rápido e o melhor é ir comprando roupas aos poucos para não perdê-las antes do uso.

- Um mês antes da data estimada para o parto, cheque todos os itens e providencie o que estiver faltando.

Mala de maternidade: não esqueça a maquiagem
Dicas para fazer sua mala de maternidade
- Camisolas e pijamas devem ter abertura para amamentação.

- Não se esqueça das lembrancinhas e do enfeite de porta, se você planeja tê-los no quarto.

- Fotos serão inevitáveis. Se você é vaidosa, leve maquiagem.

- Uma lista com os nomes e contatos das pessoas a serem avisadas do nascimento pode facilitar bastante passar a notícia.


 
Mala do bebê: não se esqueça
de retirar etiquetas das roupinhas
Dicas para fazer a mala do bebê
- Não se esqueça de tirar etiquetas e alfinetes que possam machucar o bebê.

- Lave as roupinhas previamente, com sabão neutro e sem usar amaciante.

- Você pode separar mudas de roupinhas completas em envelopes, facilitando a hora de trocar o bebê.

- Prefira roupas de tecidos orgânicos ou 100% algodão. Fique atenta aos botões e aberturas, para facilitar as trocas.

- Cheque com o hospital a necessidade de itens específicos.

Fonte IG

Mulher dá à luz gêmeos de 2 úteros diferentes

Foto: Divulgação - Morton Plant Hospital 
Bebês foram gerados em úteros diferentes
Probabilidade desse tipo de gestação é de apenas 1 em 5 milhões

Uma mulher com dois úteros deu à luz nos Estados Unidos dois bebês gêmeos gerados separadamente. Segundo o hospital em que ocorreu o parto, na Flórida, um caso como esse tem uma probabilidade de apenas 1 em 5 milhões de ocorrer.

Andreea Barbosa, de 24 anos, tem uma condição rara chamara útero didelfo, que afeta uma em cada 2 mil mulheres em todo o mundo. O útero didelfo pode em muitos casos provocar infertilidade ou levar a abortos espontâneos ou nascimento prematuro.

Choque
Os gêmeos Natalie e Nathan, porém, nasceram saudáveis com 36 semanas de gravidez, em um parto por cesariana na última quinta-feira no hospital Morton Plant, na cidade de Clearwater.

"Fiquei chocada ao saber que tinha um bebê em cada útero", afirmou a mãe, que já tem uma filha de 2 anos. "Mas eu e meu marido estamos muito felizes por eles já estarem aqui e estarem saudáveis", disse.

Este é apenas um dos cerca de cem casos conhecidos de mulheres com úteros didelfos que tenham ficado grávidas nos dois úteros ao mesmo tempo em todo o mundo.

O útero didelfo se desenvolve em fetos do sexo feminino ainda antes do nascimento, por uma falha no desenvolvimento dos dois tubos que se juntam para formar o útero. Com isso, são formadas duas cavidades uterinas separadas.

Muitas mulheres com a condição passam a vida inteira e nunca são diagnosticadas, mesmo com gravidez e partos saudáveis. Segundo a médica de Andreea, Patricia St. John, o diagnóstico precoce ajudou-a a levar a gravidez até o final sem complicações. "Por estarmos cientes de sua condição, fomos capazes de tomar certas precauções para garantir que tanto a mãe quanto os bebês estivessem saudáveis", explicou.

Fonte IG

Médicos suspendem atendimento a planos de saúde em 23 Estados e DF nesta quarta-feira

Categoria busca reajuste nos valores pagos pelas operadoras. Paralisação pode afetar até 35 milhões de usuários em todo o País

Médicos vão interromper na quarta-feira (21) o atendimento a clientes de planos de saúde para cobrar reajuste nos valores pagos pelas operadoras. Dos mais de 46 milhões de usuários, a categoria estima que os planos afetados pela paralisação somam de 25 milhões a 35 milhões de clientes. É a segunda vez este ano em que a categoria faz um boicote às operadoras. Na primeira, em abril, a paralisação foi contra todos os planos do País. Desta vez, os médicos suspenderão, por 24h, as consultas por convênios que não reajustaram os valores pagos por elas ou não negociaram.

A categoria quer aumento imediato no valor das consultas pago pelos planos e a fixação de um reajuste anual. De acordo com os médicos, as operadoras pagam, em média, R$ 40 por atendimento. O valor mais baixo encontrado pelas entidades médicas é R$ 15, e o maior, R$ 80. A categoria defende mínimo de R$ 60. Segundo os médicos, nos últimos anos, os planos de saúde foram reajustados em cerca de 150%, enquanto a remuneração médica não chegou a subir 50%.

Os médicos reivindicam que os contratos com as operadoras tenham previsão de reajuste anual da remuneração deles, assim como ocorre com as mensalidades dos planos, reajustadas a cada ano a partir de percentuais definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) . “Aos médicos, não há previsão de aumento. Só nos resta o conflito”, disse o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriça Miranda.

Os profissionais reclamam da interferência das empresas no trabalho médico, como forçar a alta de pacientes internados em unidades intensivas de tratamento e recusar a autorização determinados exames. “É inadmissível quem tem plano de saúde tenha ter que recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS) porque as operadoras negam atendimento”, disse Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB). Os médicos também cobram atuação mais firme da ANS. “O que está colocado em jogo é a assistência a 46 milhões de usuários. O governo tem responsabilidade”, disse Miranda.

Protesto
O protesto ocorrerá em 23 Estados e no Distrito Federal. Em nove, os médicos credenciados vão suspender as consultas de todas as operadoras – Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins. O Amazonas, o Rio Grande do Norte e Roraima são os únicos Estados em que os médicos não irão parar porque entraram em acordo com as operadoras ou estão prestes a chegar a um consenso.

Os atendimentos de urgência e emergência serão mantidos durante a mobilização. Segundo as entidades médicas, os pacientes foram avisados com antecedência da paralisação e devem reagendar as consultas. A Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa 15 das maiores operadoras do País, informa que vem negociando a remuneração com os médicos. A entidade alega que suas afiliadas estão entre as que pagam os maiores valores.

Veja a lista dos planos que serão atingidos pela paralisação:

Acre: Unimed, Assefaz, Casf, Caixa Econômica, Cassi, Capesep, Correios, Eletronorte, Embrapa, Fassincra, Geap, Sesi/DR/AC, Plan - Assiste e Conab

Alagoas: Smile, Hapvida, Amil e Unimed

Amapá: SulAmérica, Amil e Grupo Unidas (Plan - Assiste, Geap, Fassincra, Eletronorte, Embrapa, Assefaz, Cassi, Capesaúde, Caixa Econômica, Correios, Embratel)

Bahia: Amil, Medial, Hapvida, Norclínicas/Intermédica, Life Empresarial, Geap, Cassi, Petrobras, Golden Cross e Promédica

Distrito Federal: Amil, Bradesco, Golden Cross e SulAmérica

Ceará: todas as operadoras

Espírito Santo: todas as operadoras

Goiás: Imas, Geap, Golden Cross, Itaú, Mediservice e SulAmérica

Maranhão: todas as operadoras

Mato Grosso: todas as operadoras

Mato Grosso do Sul: todas as operadoras

Minas Gerais: todas as operadoras

Pará: Hapvida, Grupo Lider, Cassi, Ipamb, Iasep, Geap e hospitais militares (Polícia Militar, Naval e Exército)

Paraíba: Geap, Amil, Smile, Hapvida e Norclínica

Paraná: todas as operadoras

Pernambuco: Samaritano Viva, Ideal Saúde, Golden Cross, Real Saúde, América Saúde, Hapvida/Santa Clara

Piauí: Capesaúde, Cassi, Correios Saúde, Geap, Saúde Caixa e Uniplam

Rio de Janeiro: todas as operadoras

Rio Grande do Sul: Afivesc, Assefaz, Bacen, Bradesco, Cabergs, Caixa, Canoasprev/Fassem, Capesesp, Casembra, Casf, Cassi, Centro Clínico Gaúcho, Conab, Doctor Clin, ECT, Eletrosul/Elos, Embratel, Fassincra, Geap, Golden Cross, Infraero, IRB, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assist, Proasa, Pró-Salute, Sameisa, Serpro, Sesef, SulAmérica, Unafisco, Usiminas e Walmart.

Rondônia: Unimed, Ameron, SulAmérica e Bradesco

Santa Catarina: operadoras que atuam no Estado, exceto Assefaz, Saúde Caixa, Capesesp, Cassi, Celos, Correios Saúde, Conab, Eletrosul, Embratel, Elos Saúde, Fassincra, Cooperativas Médicas e Funservir

São Paulo: Ameplan, Golden Cross, Green Line, Intermédica, Notre Dame, Prosaúde, Blue Life, Dix Amico, Medial, Geap e Volkswagen

Sergipe: operadoras que atuam no Estado, exceto Assec/Cehop, Assefaz, Cagipe, Camed, Capesep, Casec, Casembrapa, Casse, Cassi, Cassind, ECT, Embratel, Fachesf, Fassincra, Pasa, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assiste, Proasa, Saúde Caixa e Sesef

Tocantins: todas as operadoras

Fonte IG