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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Pule corda e extermine calorias

Além de ajudar a emagrecer, a atividade melhora coordenação e resistência

Por parecer brincadeira de criança, muita gente não a valoriza. Mas pular corda é uma excelente atividade física.

Pode ser o empurrão que faltava para quem está tentando sair do sedentarismo ou até complementar outros esportes, com a intenção de reforçar o condicionamento físico.

“Para quem ainda não tem fôlego, pular corda é um bom início. Você pode começar bem leve, de 5 a 10 minutos por dia”, diz o professor de educação física Marcio Acoaviva, coordenador da Academia Needs, de São Paulo.

“A corda auxilia ainda na prática de corrida, ciclismo e boxe, entre outros esportes. Você varia o trabalho aeróbico e reforça o condicionamento cardiovascular”, completa o professor José Ricardo Martins Junior, gerente técnico da Academia Body Planet, do Rio de Janeiro.

A atividade é uma verdadeira máquina de exterminar excessos: a prática de 20 minutos pode queimar 300 calorias e reduzir a gordura corporal. Por outro lado, também proporciona o fortalecimento do abdômen, dos braços e dos membros inferiores (deixa panturrilhas e coxas torneadas e bumbum durinho). "E ainda aumenta a agilidade, a concentração, melhora o equilíbrio e a coordenação motora”, completa o professor José Ricardo.

Por ser uma atividade de impacto, só é preciso ter cuidado com lesões em tornozelos, quadris e joelhos. “Deve ser evitada por quem tem dor nessas áreas ou algum problema na coluna. Aliás, sentiu qualquer incômodo, interrompa o exercício”, alerta Marcio Acoaviva. De preferência, faça sob supervisão de um professor de educação física.

É fácil começar. Basta um pequeno espaço, uma corda firme e tênis de boa qualidade e com amortecimento capaz de deve absorver o impacto causado pelos saltos em sequência.

Inicie com séries de 5 a 10 minutos por dia, pelo menos duas vezes por semana para que os resultados possam ser eficientes. “Caso sinta cansaço, pare um pouco, respire. Verifique sua frequência cardíaca – se estiver alta, dê um tempo e só depois reinicie”, ensina o professor da Academia Needs.

“Pule dois minutos, descanse um. Repita de três a quatro a quatro vezes”, finaliza o especialista. Com a evolução, você pode chegar a pular três vezes por semana, em séries de 20 a 30 minutos.

Fonte IG

Chocolate protege o cérebro, diz estudo

Mulheres que comeram 72g por dia tiveram 20% menos risco de ter acidente vascular cerebral (AVC)

Na mais recente pesquisa para avaliar os benefícios cardiovasculares de um alimento já amado, o chocolate, cientistas suecos relataram que consumi-lo parece diminuir o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em mulheres.

O estudo descobriu que mulheres que tiveram o maior consumo de chocolate – cerca de duas barras por semana – tinham um risco 20% de redução dessa ocorrência.

“O cacau contém flavonóides, com propriedades antioxidantes e pode suprimir a oxidação da lipoproteína de baixa densidade [conhecida como o colesterol ruim], que favorece o surgimento de doenças cardiovasculares, incluindo o AVC”, explicou a autora do estudo, Susanna Larsson, professora associada da divisão de Epidemiologia Nutricional do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia.

Os benefícios do chocolate não param por aí, disse Larsson, acrescentando que o consumo da versão escura – mais rica em cacau – também foi ajuda a reduzir a pressão arterial, a reduzir a resistência à insulina e ajuda evitar a formação de coágulos sanguíneos. A autora alerta: os resultados não significam que o chocolate deva ser acrescentado ao menu diário.

“É importante manter descobertas como essas dentro de contexto. Estes resultados não significam que as pessoas precisam devem trocar o chocolate pelo brócolis na dieta”, afirmou Nieca Goldberg, cardiologista e diretora médica do H. Joan Tisch Center for Womens Health, de Nova York.

“Chocolate tem antioxidantes e essas substâncias são benéficas à saúde. Elas podem ajudar a tornar as artérias mais flexíveis e que podem ajudar a reduzir a oxidação do colesterol. Mas, e se os cientistas tivessem testado no estudo cascas de maçã ou uvas?” questiona ela. Ao mesmo tempo em que o estudo observou uma associação entre o chocolate e o risco reduzido de AVC, ele não provou uma relação de causa e efeito.

Os resultados serão publicados em 18 de outubro na publicação científica Journal of American College of Cardiology.

O estudo incluiu mais de 33 mil mulheres suecas com idades entre 49 e 83. Nenhuma tinha qualquer histórico de acidente vascular cerebral, doença cardíaca, câncer ou diabetes quando o estudo começou, em 1997. Todas foram convidadas a preencher um questionário que incluía perguntas sobre mais de 350 fatores envolvendo dieta e estilo de vida.

Na década de 1990, escreveu Larsson, 90% do chocolate consumido na Suécia era à base de leite, e continha cerca de 30% de cacau na composição – uma concentração de cacau maior do que a encontrada na maioria dos chocolates escuros consumidos nos Estados Unidos.

Larsson revisou informações dos registros suecos de alta hospitalar entre 1998 e 2008 para documentar os casos de acidente vascular cerebral entre as mulheres participantes do estudo.

Ao todo, 1.549 das mulheres do estudo tiveram um AVC ao longo desse período. Desse total, cerca de 1,2 mil, tiveram AVCs do tipo isquêmico – quando um vaso sanguíneo no cérebro é bloqueado e deixa de receber sangue e oxigênio. Outros 224 AVCs foram do tipo hemorrágico, quando uma área do cérebro sangra, e este sangue inunda algumas áreas ou todo o cérebro. Os restantes 125 foram registrados como um tipo não especificado de AVC.

“Observamos que mulheres com o maior consumo de chocolate – cerca de 72g por semana – tinham um risco 20% inferior de AVC do que as que nunca ou raramente consumiam chocolate”, disse Larsson, acrescentando que, embora o estudo tenha sido feito com mulheres, espera-se que os resultados seriam semelhantes nos homens.

“Há um lado positivo e um lado negativo em tudo. Não acho que as pessoas devem comer todo o chocolate que podem, mas um pouco de chocolate com moderação pode ter benefícios”, disse Goldberg. Ela acrescentou que é importante lembrar que o chocolate é rico em açúcar e gordura, e também contém cafeína. Dessa forma, para quem é propenso a ter batimentos cardíacos irregulares ou a pressão alta, comer chocolate pode afetar essas condições.

Fonte IG

Depressão

Definição

A depressão pode ser descrita como uma sensação de tristeza, infelicidade, abatimento ou pesar. A maioria de nós já se sentiu assim em algum momento, por um período breve.
A depressão clínica é um transtorno de humor no qual a sensação de tristeza, pesar, raiva e frustração interfere na vida diária por um longo período.
A depressão também pode ser:
  • Depressão adolescente
  • Depressão na terceira idade
  • Depressão maior

Nomes alternativos

Tristeza; Vazio; Desânimo; Melancolia

Considerações



Foto: ADAM
Depressão e insônia

Os sintomas de depressão incluem:


  • Desânimo ou irritação constante
  • Perda no prazer em atividades usuais
  • Problemas para dormir ou excesso de sono
  • Uma alteração dramática no apetite, muitas vezes com perda ou aumento de peso
  • Fadiga e falta de energia
  • Sensação de inutilidade, autodepreciação e culpa inapropriada
  • Dificuldade extrema para se concentrar
  • Movimentos físicos lentos ou agitados
  • Inatividade e isolamento das atividades usuais
  • Sensação de desesperança e impotência
  • Pensamentos recorrentes sobre morte e suicídio
Baixa autoestima é comum com a depressão. Explosões repentinas de raiva e falta de prazer em atividades que você pratica normalmente, incluindo sexo, também são comuns.
Crianças deprimidas talvez não apresentem os sintomas clássicos que se manifestam na depressão em adultos. Preste atenção especialmente em mudanças no desempenho escolar, nos hábitos de sono e no comportamento. Se você acha que seu filho pode estar deprimido, vale a pena procurar um médico.
Os principais tipos de depressão incluem:
  • Depressão maior -- cinco ou mais sintomas listados acima devem estar presentes por, no mínimo, 2 semanas, em um diagnóstico de depressão maior. A depressão maior costuma durar, no mínimo, 6 meses, se não for tratada. (A depressão é classificada como leve se você apresenta menos de cinco sintomas de depressão por, no mínimo, 2 semanas. Em outras palavras, a depressão leve é semelhante à maior, mas apresenta apenas 2 a 4 sintomas)
  • Depressão atípica -- ocorre em um terço dos pacientes com depressão. Os sintomas incluem comer e dormir em excesso. Esses pacientes costumam se sentir oprimidos e reagem fortemente à rejeição
  • Distimia -- uma forma geralmente mais moderada de depressão que dura anos, se não for tratada


Foto: ADAM
Depressão e ciclo menstrual

Outras formas comuns de depressão incluem:


  • Depressão pós-parto -- muitas mulheres se sentem melancólicas após terem um bebê, mas a verdadeira depressão pós-parto é mais grave e inclui os sintomas da depressão maior
  • Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) -- os sintomas de depressão ocorrem 1 semana antes da menstruação e desaparecem quando chega a menstruação
  • Transtorno afetivo sazonal -- ocorre geralmente durante o inverno/outono e desaparece durante a temporada de primavera/verão. Costuma estar relacionado à falta de luz do sol
Uma forma de depressão exclusiva das mulheres, o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) é uma síndrome de sintomas depressivos desencadeados pela flutuação hormonal mensal. A depressão também pode se alternar com uma fase maníaca (também chamada de psicose maníaco-depressiva ou transtorno bipolar).
A depressão pode ser mais comum em mulheres do que em homens, mas talvez isso se deva ao fato de que as mulheres procuram ajuda com mais frequência do que os homens. A depressão também é especialmente comum durante a adolescência.

Causas comuns

A depressão muitas vezes é genética. A causa pode estar nos seus genes (herança genética), em comportamento adquirido ou ambos. Mesmo que devido aos seus genes você tenha mais tendência a ter depressão, um evento estressante ou trágico costuma provocar o princípio de um episódio depressivo.
Vários fatores podem causar depressão, incluindo:
  • Eventos ou situações difíceis, como:
    • Divórcio, incluindo a separação dos pais
    • Morte de um membro da família ou amigo
    • Doença na família
    • Abuso ou abandono
    • Perda do emprego
    • Isolamento social (causa comum da depressão em idosos)
    • Término de um namoro
    • Reprovação em escola/cursos
  • Doenças e tratamentos, como:
    • Tireoide inativa (hipotireodismo)
    • Alguns tipos de câncer
    • Dor prolongada
    • Problemas para dormir
    • Medicamentos com esteroides

Cuidados em casa

Se você está deprimido há 2 semanas ou mais, procure um médico, que poderá oferecer opções de tratamento.
Seja qual for o tipo e a gravidade de sua depressão, as seguintes medidas de cuidados em casa podem ajudar:
  • Durma o suficiente
  • Siga uma dieta saudável e equilibrada
  • Pratique exercícios regularmente
  • Evite o álcool, a maconha e outras drogas recreativas
  • Dedique-se a atividades que tragam satisfação a você, mesmo que não esteja com disposição
  • Passe tempo com a família e os amigos
  • Se você é uma pessoa religiosa ou espiritualizada, converse com um sacerdote ou guia espiritual, que podem ajudá-lo a dar significado a experiências difíceis
  • Pratique meditação, tai chi ou atividades relacionadas ao relaxamento
  • Adote ácidos graxos com ômega 3 na sua dieta, eles podem ser encontrados em suplementos que podem ser vendidos sem prescrição médica ou em peixes, como atum, salmão etc.
Se sua depressão ocorre nos meses de outono ou inverno, experimente a fototerapia, com o uso de uma lâmpada especial que imita a luz do sol.
Se você apresentar depressão moderada ou grave, o plano de tratamento mais eficaz provavelmente envolverá uma combinação de psicoterapia, mudanças no estilo de vida e medicação.

Ligue para seu médico se

Ligue para 192 ou para um telefone de ajuda para quem cogita o suicídio, ou procure o atendimento de emergência mais próximo se você tem pensado em causar danos a si próprio ou a outras pessoas.
Ligue para o médico se:
  • Ouvir vozes que não são reais
  • Tiver crises de choro com pouca ou nenhuma justificativa
  • Tiver apresentado sintomas de depressão que atrapalham o trabalho, os estudos e a vida familiar há mais de 2 semanas
  • Apresentar três ou mais sintomas de depressão
  • Achar que um dos seus medicamentos atuais pode estar fazendo com que você se sinta deprimido -- NÃO altere nenhuma medicação sem falar com seu médico
  • Achar que deve parar de beber, ou se um membro da sua família ou um amigo sugeriu que você parasse, se você se sentir culpado pela quantidade de álcool que bebe ou se você bebe assim que acorda

O que esperar da consulta médica

Um histórico completo, uma entrevista psiquiátrica e um exame físico serão realizados para tentar classificar sua depressão como leve, moderada ou grave e para verificar se há uma causa subjacente e tratável (como o abuso de álcool ou uma tireoide inativa). A hospitalização costuma ser recomendada diante da possibilidade de comportamentos suicidas.
Provavelmente serão explorados os problemas e eventos associados aos seus sintomas de depressão.
O médico fará perguntas sobre:
  • Seu estado de ânimo depressivo e outros sintomas (sono, apetite, concentração, energia)
  • Possíveis fatores estressantes na sua vida e os sistemas de apoio existentes
  • Se você já pensou em dar fim à sua vida
  • Consumo de drogas e álcool, e os medicamentos que você toma atualmente, se estiver tomando algum
O tratamento poderá variar de acordo com a causa e a gravidade dos seus sintomas depressivos, assim como suas preferências pessoais. Para a depressão leve, orientação psicológica e práticas de cuidados caseiros sem medicação podem ser o suficiente. A terapia mais eficaz para depressão moderada ou grave é uma combinação de medicamentos antidepressivos e psicoterapia (terapia por meio da conversa).
Seu médico poderá conduzi-lo a um psiquiatra se sua depressão for moderada ou grave, ou se o quadro não apresentar melhoras com o tratamento inicial.

Prevenção

Hábitos de estilo de vida saudáveis podem ajudar a prevenir a depressão e a diminuir as chances de uma recaída. Psicoterapia e antidepressivos também podem diminuir a probabilidade de você ter depressão novamente.
A psicoterapia pode ajudá-lo em períodos de dor, estresse ou tristeza. A terapia familiar pode ser especialmente importante para adolescentes que se sentem infelizes.
Manter o contato com outras pessoas é muito importante para evitar a depressão.


Fonte IG

Os reais benefícios do desconhecido café verde

Um grão que pesa dois miligramas e carrega mais de 30 diferentes tipos de nutrientes

Um produto originalmente made in Brazil (mas com pesquisas, desenvolvimento e produção feitas no exterior) desembarcou por aqui e já começa a fazer a cabeça das mulheres brasileiras. Os cremes e óleos de café verde ainda são pouco divulgados, mas já são utilizados há muito tempo por americanas e canadenses que encontraram nessa substância a solução para uma pele e para um cabelo perfeito. Há um ano tenho indicado produtos á base de café verde para minhas clientes que procuram por inovações naturais, diz a dermatologista Adriana Leite, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Não basta escolher um frasco bonito, se o creme bacana em seu interior não resolve seus problemas. Foi pensando nisso que alguns especialistas do mundo todo começaram a olhar com mais intensidade para os produtos naturais encontrados em abundância e com alto teor de qualidade. Fórmulas químicas e produtos sintéticos caíram em desuso e a moda agora se volta para os cremes, óleos e afins com o selo de procedência natural.

Quando descoberto, foi apontado em pesquisas e testes como uma grande revolução no mundo dos cosméticos, o que fez balançar boa parte dos fabricantes oportunistas que vendiam derivados do produto sem nenhuma procedência a preços abusivos. Apanhado ainda verde (poucos meses antes da colheita), o café passa por um refinamento isento de solventes para ser transformado em óleo e depois de vários tratamentos chega a uma fórmula própria para o uso, sem causar nenhum problema à pele.

Anti-oxidante
Com alto teor de anti-oxidantes, atraiu a atenção de empresas que disputaram a tapa o direito de comercializar e produzir o futuro elixir da beleza. "As propriedades anti-oxidantes do óleo de café verde fazem dele um excelente agente com múltiplos benefícios para a pele, inclusive um bom antiinflamatório para peles doentes, peles com dermatites, peles sensíveis e irritadas", comenta Maurício Pupo, Coordenador da Pós-Graduação em Cosmetologia das Faculdades Unicastelo de São Paulo.

Entre suas recentes descobertas - mesmo com diversos produtos à venda, o café verde ainda é fonte de pesquisas intermináveis - foram encontrados ácidos linolênico, oléico e palmítico, que são importantíssimos na manufatura de derivados farmacêuticos e cosméticos.

Outra vantagem para quem deseja prevenir o envelhecimento é que a fórmula também concentra ômega 6, um poderoso aliado para rejuvenescer com pouco esforço. Além da cafeína e dos ácidos antioxidades já benéficos a beleza, o grande potencial do extrato é a foto proteção. Por conter flavonódes que ajudam a impermeabilizar a membrana da pele contra os raios UV e também ajudam no tratamento de lesões causadas por exposição excessiva ao sol, salienta a dermatologista Adriana Leite.

Muito a ser descoberto e aproveitado
Para o Dr. Maurício, a fórmula do café verde ainda esconde muitos segredos, "Uma característica incrivelmente benéfica do óleo de café verde está em seu teor elevado de cafeína. Recentes estudos descobriram que a cafeína pode combater rugas, a celulite e a gordura localizada e até estimular o crescimento de folículos pilosos, sendo um agente promissor no tratamento da queda dos cabelos".

O verdadeiro achado não pára de surpreender a todos e mostra que seus compostos são fortes trunfos para as pesquisas e também para as consumidoras, que mesmo com todos estes benefícios ainda podem ser surpreendidas por um produto que promete trazer de volta o brilho de seu cabelo e a firmeza e suavidade de sua pele. A surpresa? Pode ser usado por qualquer mulher, seja ela jovem ou madura - uma vez que sua composição pode ser alterada e oferecer tratamento antiidade e sinais para as mais velhas e proteção dupla contra os perigosos raios UV no caso das mais jovens. Segundo Drª Adriana Leite, quem quiser usar o extrato de café verde deve procurar seu dermatologista para prescrever a fórmula ideal para cada paciente.

Vale lembrar que todos os produtos foram testados e aprovados e que a essa poderosa descoberta já foi tarjada com o selo de qualidade orgânica nos Estados Unidos e no Canadá. O especialista Maurício Gaspari Pup revela que "hoje o Brasil exporta o café verde na forma de óleo para as maiores indústrias cosméticas européias e, o melhor, também com certificado de produto orgânico". Um forte indício de que este pode se tornar um item indispensável em sua frasqueira!

Curiosidade
Por enquanto, a distribuição oficial de seu composto é feita pela empresa Croda, que licenciou o produto como Crodamazon Café Verde CA, e atualmente é encontrado em óleos para o corpo e cremes para o rosto e cabelos. O interessante é que em apenas um grão de café verde podemos encontrar mais de 19 minerais, 17 aminoácidos e 3 vitaminas, não contando a presença constante de vitaminas essenciais do Complexo B.

Fonte IG

Café pode proteger mulheres da depressão

Segundo estudo, as que consumiram duas a três xícaras por dia tiveram 15% a menos de chance de sofrer do problema

Uma pesquisa indica que mulheres que bebem duas ou mais xícaras de café por dia são menos propensas a sofrer de depressão.

Ainda que as razões desse efeito não estejam claras, os autores acreditam que a cafeína pode alterar a química do cérebro. O estudo mostrou ainda que café descafeinado não teria o mesmo efeito.

Os resultados da pesquisa foram divulgados na publicação especializada Archives of Internal Medicine e provêm de um estudo realizado entre mais de 50 mil enfermeiras.

Uma equipe de especialistas da Escola de Medicina de Harvard (EUA) acompanhou a saúde do grupo de mulheres pesquisado ao longo de uma década, entre 1996 até 2006, e fez uso de questionários para registrar o consumo de café por parte delas.

Entre as pesquisadas, apenas 2.600 deram sinais de depressão ao longo deste período. E, destas, a maior parte consumia pouco café ou não tomava a bebida.

Comparadas com as mulheres que bebiam apenas um copo de café por semana ou até menos, aquelas que consumiam duas a três xícaras por dia tinham 15% a menos de chance de sofrer depressão. Aquelas que bebiam quatro ou mais xícaras por dia tinham 20% de chance a menos de ter depressão.

Suicídios
A pesquisa mostrou ainda que consumidoras regulares de café estavam mais propensas a fumar, beber álcool e menos envolvidas com atividades da Igreja ou grupos voluntários ou comunitários. Elas também estavam menos propensas a ficar acima do peso e a sofrer pressão alta ou diabetes.

Os cientistas afirmam que a pesquisa contribui para outros estudos que indicam que consumidores de café têm índices de suicídios mais baixos. Os pesquisadores de Harvard acreditam que a cafeína seja o principal agente nesse processo, já que a substância é conhecida por sua capacidade de realçar sentimentos de bem estar e de energia.

Mas ainda é preciso realizar mais pesquisas para verificar se a substância é útil para prevenir a depressão, afirmaram os envolvidos na pesquisa.

Uma outra possibilidade, dizem os pesquisadores, é que pessoas com propensão à depressão optem por não tomar café porque a bebida possui muita cafeína. Um dos sintomas mais comuns da depressão é perturbação do sono e a cafeína pode exacerbar essa condição, por ser um estimulante. O excesso de cafeína também é capaz de realçar sensações de ansiedade.

Fonte IG