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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ministério da Saúde lança campanha de mobilização para prevenção à osteoporose

O Ministério da Saúde lançou no sábado (22) no Parque da Cidade uma campanha nacional de mobilização para a prevenção à osteoporose.

A osteoporose é uma doença que deixa os ossos fracos a ponto de quebrarem ao mínimo esforço. As principais formas de osteoporose são a pós-menopausa, a senil e a secundária, que atinge pessoas com doença renal hepática, endócrina, hematológica ou que usam medicamentos como corticóides. O excesso de fumo, álcool e café também são fatores que podem levar à osteoporose.

O objetivo da campanha é mostrar que a prevenção é a melhor arma no combate à osteoporose e deve começar na infância. Para Manter Ossos Sempre Fortes É Preciso Prevenir é o tema da campanha. “Queremos mostrar a importância do fortalecimento dos ossos com hábitos saudáveis desde cedo. Por isso, é importante a conscientização. Não só para as pessoas idosas, mas para as crianças, para os gestores públicos, para todos. Acho que os profissionais de saúde também devem estar atentos para a questão da osteoporose”, disse Luiza Machado, coordenadora nacional de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde.

Para ela, iniciar a prevenção na infância tornará a velhice da população mais saudável. “A prevenção deve começar na fase intraútero. Aquela mãe que faz um bom pré-natal, que cuida da sua criança, que amamenta e que mantém, durante toda a infância, uma alimentação de qualidade e, com hábitos saudáveis, vai contribuir para que essa criança seja um adulto sem problemas e, consequentemente, uma pessoa idosa com melhor qualidade de vida”, informou.

A coordenadora destaca ainda que pais com hábitos saudáveis também levam os filhos a adotar as mesmas práticas na maioria das vezes. Por outro lado, crianças sedentárias, que ficam muitas horas usando o computador ou assistindo à televisão, não brincam ao ar livre e não ficam expostas ao sol, não terão uma vida saudável no futuro. “Os nossos ossos são formados com exercícios físicos e pelos bons hábitos, como uma alimentação que contenha cálcio encontrado em alimentos como o leite e derivados e, também, em outras fontes como hortaliças escuras, por exemplo”, destacou. A prevenção da osteoporose engloba medidas como praticar atividades físicas, mas também ter uma nutrição adequada, com dieta rica em cálcio, evitar quedas, não fumar e evitar o excesso de álcool, café e sal.

Pelos cálculos de Luiza Machado, 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil. A doença, segundo ela, é irreversível, mas é possível reduzir seus efeitos. Ela lembra que, ao contrário do que se pensa, não atinge só as mulheres, mas também os homens. É silenciosa e muitas vezes só é detectada após uma queda.

“Uma das preocupações no Ministério da Saúde é com a redução de internações e com a fratura de fêmur. Por isso, a gente vem trabalhando com oficinas de captação para os profissionais da rede de saúde e profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio das coordenações estaduais para identificar os idosos que têm risco de cair, sofrer quedas”.

Maria da Conceição Pinheiro Veras, de 64 anos, era uma das mais animadas durante o lançamento da campanha. Ela acompanhava o grupo de animação que estava no evento e fez questão de declarar que sempre se cuida e acha importante que outras pessoas façam exames de saúde periódicos. Mesmo sob a chuva e o frio de aproximadamente 15ºC, ela era uma das centenas de idosos que foram ao Parque da Cidade, neste sábado.

“É importante mostrar às pessoas o perigo da osteoporose e os cuidados que elas devem ter para se prevenir da doença. É o que eu venho fazendo desde cedo. Continuo caminhando e mantenho uma alimentação saudável. Eu vivo 24 horas em lua de mel comigo mesmo”, disse Luísa César, de 69 anos.

Um dos poucos homens presentes ao evento, Pedro Pereira da Silva, de 67 anos, considera sua presença importante como exemplo para mostrar que a osteoporose não é uma doença apenas de mulheres. “Depende da estrutura de cada um. Se cuidar bem permitirá uma vida mais saudável. Mas se não, com o passar dos anos, vai sentir as dificuldades. Tenho uma vida saudável”, disse.

Fonte Agência Brasil

Feijão transgênico provoca divergência entre Consea e CTNBio


O cultivo de alimentos transgênicos divide o governo e coloca em lados opostos o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), ligado à Presidência da República, e a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A liberação da venda do feijão GM Embrapa 5.1 expôs a divergência entre os dois órgãos.

Em carta enviada à presidenta Dilma Rousseff durante o processo de liberação do feijão geneticamente modificado (Exposição de Motivos nº 009-2011, de 7 de julho), o presidente do Consea, Renato Sérgio Jamil Maluf, afirma que o Brasil “não tem respeitado o princípio da precaução, base fundamental da Agenda 21, em suas decisões referentes a temas de biossegurança”. Segundo Maluf, o Consea avalia que é preciso adequar as políticas de biossegurança aos preceitos da Conferência Rio 92 e avalia como “escassa” a análise genética e os estudos de campo em Goiás, Minas Gerais e no Paraná.

O presidente do conselho pediu a proibição da liberação do feijão transgênico e fez duras críticas à CTNBio, solicitando “especial atenção” de Dilma Rousseff às liberações comerciais do órgão. “Percebe-se que a referida comissão assumiu um caráter de entidade facilitadora das liberações de OGMs [organismos geneticamente modificados] no Brasil, em situação que rotineiramente contraria os votos e despreza argumentos apresentados pelos representantes da agricultura familiar, dos consumidores, dos ministérios da Saúde, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário”.

A carta do Consea a Dilma fez com que o presidente da CTNBio, Edilson Paiva, enviasse ofício (nº 786, de 2 de agosto) ao ministro Aloizio Mercadante (Ciência, Tecnologia e Inovação) e criticasse o conselho pela visão “obscurantista”. Paiva ressalta que a CTNBio cumpre as regras internacionais, como a Codex Alimentarius da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a legislação brasileira sobre biossegurança.

Edilson Paiva enfatiza o rigor das avaliações na CTNBio. Segundo ele, a liberação comercial do feijão geneticamente modificado (ainda em análise naquela época) se basearia em documentação “bastante robusta” (500 páginas), em testes de “toxicidade e alergenicidade”, que tiveram resultados negativos, e em parecer de especialista independente apresentado em audiência pública. O presidente da CTNBio enfatizou que a produção de OGMs pela Embrapa levou “uma dezena de anos” e envolveu “quase uma centena de pesquisadores”.

No ofício, Paiva ainda pergunta “qual a perda para os agricultores brasileiros se deixarmos que o vírus afete a produtividade do feijão? Como este prejuízo se compara com os alegados e não comprovados potenciais danos à saúde ou ao ambiente?”.

O feijão transgênico foi liberado em 15 de setembro após controvérsia dentro do governo. O assunto poderá voltar à discussão pública durante a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que ocorrerá em Salvador (BA) entre 7 e 10 de novembro. Documento de referência para a preparação do evento aponta que “o agronegócio empresarial (...) expande um modelo frágil e insustentável que faz uso intensivo de agrotóxicos e sementes transgênicas, liberados por meio de processos da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e repetidamente questionados pela sociedade civil. Esse pacote tecnológico faz do Brasil o maior mercado de agrotóxicos do mundo. Os reflexos disso são manifestos nos registros de intoxicação de trabalhadores e na contaminação do solo, do ar (e consequentemente da água da chuva), das nascentes e dos aquíferos”.

Na opinião do presidente da CTNBio, “o contraditório é bom”, mas a polêmica já se alonga por muito tempo. “São 16 anos em que se utilizam os mesmos argumentos, enquanto hoje no mundo se utilizam milhões e milhões de toneladas de grãos transgênicos na alimentação humana no mundo inteiro e até hoje não há único caso provado cientificamente de que isso possa ter causado qualquer mal”, reclama Edilson Paiva.

A Agência Brasil entrou em contato com o Consea para entrevistar Renato Maluf, mas não obteve resposta. A reportagem também tentou a entrevista por meio da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, onde Maluf é professor do Departamento de Desenvolvimento Agricultura e Sociedade, e não conseguiu retorno.

Fonte Agência BrASIL

Exames: Colonoscopia

O que é
A colonoscopia é um exame endoscópico, que permite a visualização do interior de todo o intestino grosso e da parte final do intestino delgado (íleo).

Para que serve
A colonoscopia detecta e ajuda no acompanhamento de diversas doenças do intestino como câncer de cólon, doença inflamatória intestinal, sangramento digestivo baixo (o intestino grosso) e diverticulite, entre outras.

Em muitos casos, serve também um método terapêutico, possibilitando ao médico retirar pólipos que crescem nas paredes do intestino e controlar sangramentos na mucosa intestinal.

Como é feito
Com o paciente sedado (já dormindo) o médico introduz o aparelho – um tubo flexível com cerca de um pouco mais de um metro de comprimento e um centímetro de diâmetro – no orifício anal. Na extremidade final dele, uma minicâmera transmite as imagens do interior do intestino para um monitor colorido. As imagens são fotografadas ou gravadas em DVD. Caso encontre algum pólipo ou sangramento na mucosa do intestino, o médico pode usar o aparelho para retirar o pólipo ou para conter o sangramento.

Preparo
Durante o procedimento o intestino grosso precisa estar completamente limpo, ou seja, sem a presença de fezes ou restos de alimentos. Na véspera do exame, o paciente deverá alimentar-se apenas com dieta líquida e fazer uso de laxantes.

Esse preparo inicial será complementado no local do exame, com quatro a cinco copos de um medicamento chamado Manitol diluído em suco de laranja. De duas a três horas após a ingestão do Manitol, ele vai sendo eliminado pelo intestino, deixando limpo e em condições de iniciar o exame.
Os medicamentos usados no exame diminuem os reflexos de atenção por algumas horas. Desta maneira, é recomendável sair acompanhado do local do exame e não se deve dirigir veículos ou operar máquinas.

Valores de referência
No final do exame o médico relata no laudo o que visualizou ao longo do exame e que procedimento diagnóstico (biópsia) ou terapêutico (retirada de um pólipo, coagulação de um sangramento) foi feito. Se foi retirada alguma amostra (tecido ou pólipo) para análise, o paciente deverá aguardar o resultado desta análise, que é feita por um patologista.

Fonte IG

10 passos para seu filho não ter cáries

Conheça dicas importantes dos especialistas para evitar que as crianças tenham cáries e outros problemas bucais

Ao mesmo tempo em que nascem os primeiros dentinhos dos bebês, normalmente entre seis e doze meses de idade, surge mais uma preocupação para os pais: como evitar que eles tenham cáries? Hoje, se alguns cuidados forem tomados, é possível protegê-los do problema que, de acordo com a odontopediatra Lúcia Coutinho , membro da Associação Paulista de Odontopediatria, pode acometer as crianças por diferentes razões, desde a falta de higiene ao excesso de alimentos que contêm açúcar.

“O cultivo de bons hábitos de higiene dentária na criança deve ser um cuidado dos pais desde cedo”, diz a especialista. Segundo ela, é preciso quebrar o paradigma de que o dente de leite não precisa de tantos cuidados. Até os três anos de idade, os vinte dentes de leite já nasceram e, se uma cárie aparecer e não for tratada a tempo, pode evoluir e até levar à perda do dente. “Além disso, este tipo de infecção poder acometer o dente que irá nascer depois e a falta de hábitos saudáveis na infância pode gerar problemas na fase adulta”, diz Coutinho.

Segundo o odontopediatra Fábio Bibancos, autor do livro “Um Sorriso Feliz para Seu Filho” (Editora CLA) e presidente da ONG Turma do Bem , estes hábitos devem começar antes mesmo dos dentinhos começarem a aparecer e, até as crianças terem condições motoras para realizar uma higienização correta, os pais são os responsáveis pelo processo. “Até que ela tenha a capacidade motora ideal, a criança não deve realizar a higiene sozinha, é necessário que haja a supervisão de um adulto”, explica o especialista.
Para ajudar o seu filho a ter uma boa saúde bucal e evitar o surgimento das cáries, o Delas separou 10 dicas dos especialistas para você incluí-las já na rotina das crianças.

1 – Mesmo antes do surgimento dos primeiros dentinhos, os especialistas indicam que os pais façam uma limpeza na boquinha dos bebês. Basta enrolar no dedo indicador uma gaze ou fralda umedecida em água filtrada morna e passá-la levemente sobre a gengiva deles. É indicado que esta higiene seja feita antes de dormir, o que irá fazer com que a criança comece a se acostumar com o hábito da limpeza, facilitando o uso posterior da escova dental.

2 – Beijar a boca do bebê, limpar o bico da chupeta ou mamadeira com a própria boca e assoprar a papinha para esfriar são algumas atitudes recorrentes, mas devem ser evitadas: elas facilitam a transmissão de bactérias da boca dos pais para a boca do bebê e podem aumentar as chances do aparecimento de cáries.

3 – Os cuidados com os dentes de leite devem ser os mesmos dos permanentes. Eles são importantes para a mastigação na infância e para guardar o espaço dos dentes que virão, principalmente. Uma cárie que acometer um dente de leite pode se desenvolver a ponto de prejudicar o dente permanente.

4 – Durante o sono, a salivação de crianças e adultos diminui e a ação das bactérias na boca pode ser potencializada. Com isso, os especialistas indicam que as crianças não devem dormir após mamar sem realizar a limpeza da boca. Esta falta de higiene colabora para o surgimento da cárie, que pode evoluir rapidamente.

5 – Os pais devem evitar que a criança tenha uma dieta rica em carboidratos e açúcares. O consumo frequente de doces, chicletes, refrigerantes, salgadinhos e sucos industrializados colaboram para a exposição da criança à formação de ácidos. Eles atacam os minerais dos dentes, ocasionando cáries e até a erosão dentária.

6 – Fazer com que a criança se alimente em horários pré-definidos, e não indiscriminadamente, também é importante. Além disso, a escovação dos dentes deve ocorrer três vezes por dia, de manhã, após o almoço e antes de dormir.

7 – É preciso, ainda, valorizar a hora da escovação para que a criança cresça desenvolvendo os hábitos de limpeza. Escovar os dentinhos da criança de maneira lúdica, por exemplo, com escova e pasta de dente colorida, a deixa mais receptiva para a higiene.

8 - Até os dez anos de idade, a criança ainda não possui a coordenação motora ideal, tornando a supervisão dos adultos necessária. Mas é importante deixar a criança fazer a escovação primeiro sozinha. Depois, o adulto entra em cena para finalizar a higienização.

9 – A higienização correta é realizada com o uso de escova, pouco creme e fio dental adequados às crianças, que serão orientados pelo odontopediatra. Se a criança não souber cuspir ainda, é indicado o uso de creme dental sem flúor.

10 – As crianças orientadas sobre a importância da saúde bucal se tornam adolescentes mais habituados à higiene da boca. Para que isso ocorra, a visita a um odontopediatra desde o primeiro ano de vida é necessária para se criar o hábito - o profissional vai estimular a higiene, opinar sobre a dieta e usar técnicas, como aplicações tópicas de flúor ou selantes, dependendo da necessidade.

Fonte IG

Crianças podem tomar café?

Tudo depende da quantidade consumida e da idade do seu filho. Entenda como as substâncias da bebida agem no organismo das crianças

É provável que você já tenha negado o pedido do seu filho de dar somente um golinho na sua xícara de café, afinal, não são poucos os pais que veem a bebida como prejudicial para a saúde das crianças. Mas na opinião da nutricionista Simone Simas, da Prolab – Centro Diagnóstico Cardiológico, em Curitiba, no Paraná, já se foi o tempo de ver a cafeína como um mal para as crianças: “Na quantidade correta, o café pode proporcionar benefícios para o desenvolvimento infantil e ajudar no aprendizado escolar”.

Simone conta que o café pode ser uma boa fonte de estímulo para crianças que apresentam dificuldade de concentração devido ao sono, especialmente aquelas que estudam no período matinal. “Além de conter substâncias importantes como antioxidantes, minerais e vitaminas, o café aumenta o estado de atenção e alerta das crianças e colabora para o entendimento das aulas”, afirma Simas. Porém, não é indicado que seja consumido em quantidades excessivas.

“O consumo máximo indicado para crianças é de duas xícaras ao dia, preferencialmente com leite, e o consumo deve ser feito no café da manhã e da tarde”, explica a nutricionista. Segundo ela, estudos apontam que a combinação de café com leite é a ideal, já que o segundo apresenta grandes quantidades de cálcio e zinco. Exagerar no consumo, no entanto, é transformar todos os benefícios do café em problemas.

A escolha da quantidade
Insônia, agitação, irritabilidade, dores de estômago e aumento da pressão arterial são alguns dos sintomas que o excesso de café pode trazer a crianças e adultos. E para o pediatra antroposófico Sérgio Spalter, autor de um blog sobre alimentação infantil, o lado ruim do café não para por aí. Segundo ele, a bebida também pode atrapalhar a absorção de cálcio no organismo e causar enjoos e arritmias cardíacas.

O médico afirma que o sistema neurológico do ser humano deve amadurecer de forma adequada, e o consumo do café não é apropriado para tal. “Vivemos num mundo em que as crianças sofrem pela presença de constantes estimulações sensoriais, o que já aumenta a hiperatividade e a agitação infantil; o café se torna mais um fator de estímulo, se consumido por elas”.

Para a nutricionista da Unifesp Carla Fiorillo, a indicação do consumo de café depende da quantidade ingerida. “Sabe-se que a cafeína possui efeito estimulante e também pode atrapalhar a absorção de ferro – o que pode levar à anemia. Mas, por outro lado, o café contém substâncias benéficas para indivíduos de qualquer idade”, diz a especialista. Segundo ela, se uma criança ultrapassar as duas xícaras de café com leite por dia – em proporções de ¾ de leite para ¼ de café – pode perder a concentração e ter seus estudos afetados.

Mas a partir de que idade pode-se liberar o consumo do café para a criança? Na opinião de Fiorillo, é melhor que o café seja consumido por crianças maiores de seis anos. Porém, se a família já tem o hábito de consumir café preto acompanhado de leite dentro de casa, dentro das quantidades recomendadas, Fiorillo não vê contra-indicações. “Para crianças e adultos, alguns estudos já apontam o consumo moderado de café como responsável pela redução do colesterol e do risco de desenvolvimento de diabetes”, afirma.

Ainda assim, é uma recomendação controversa. Spalter acredita que, na infância, quanto mais o café puder ser evitado, melhor: “Se for tomá-lo, que seja a partir da adolescência e diluído no leite, para diminuir os efeitos da cafeína”.

Fonte IG