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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Maioria concorda com empresa para gerir hospitais universitários

63,51 % responderam que a medida evita o crescente passivo trabalhista devido à forma de contratação atual dos hospitais universitários

Confira o resultado:

63,51 % – Sim, pois a medida evita o crescente passivo trabalhista devido à forma de contratação atual dos hospitais universitários.

36,49 % – Não. A resolução pode abrir caminho para futuras mudanças na gestão de outros espaços públicos, além de ferir a autonomia universitária na gestão dos hospitais.

Fonte SaudeWeb

Anvisa divulga normas sobre reaproveitamento de tecidos usados por hospitais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) advertiu  que resíduos provenientes de serviços de saúde de origem internacional, com entrada ilegal ou clandestina no país, não podem ser reutilizados no Brasil.

A agência divulgou nota técnica para esclarecer os procedimentos que devem ser adotados em relação a reciclagem, reaproveitamento ou descarte de tecidos usados por hospitais.

O comunicado foi enviado ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), para evitar novas denúncias de reutilização de lixo hospitalar proveniente dos Estados Unidos. Nas últimas duas semanas, mais de 46 toneladas de lençóis, fronhas, toalhas de banho, batas, pijamas e roupas de bebês foram encontrados em contêineres apreendidos em Pernambuco.

Parte do material está sendo periciado pelo Instituto de Criminalística de Pernambuco para identificar se há vestígios de sangue ou fluidos corporais secos. O resultado das análises será enviado à Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa).

De acordo com a Anvisa, o descarte de resíduos hospitalares é regulamentado desde 2004. As unidades de Saúde que não cumprirem a norma estão cometendo infração sanitária e estão sujeitas a penalidades e podem pagar multas de até R$ 1,5 milhão.

No caso específico de lençóis, a Anvisa orienta os hospitais a higienizar os produtos. Segundo a agência, quando devidamente processados, lençóis usados em hospitais não representam risco para a saúde da população.

“Os tecidos submetidos a tratamento na unidade de processamento de roupas dos serviços de saúde, quando perderem a funcionalidade original, podem sofrer reciclagem ou ser reaproveitados. Caso sejam descartados, estes resíduos são classificados como resíduos do grupo D e devem seguir as orientações dos serviços de limpeza urbana”, diz a nota.

Fonte Agência Brasil

Ministro assegura que Brasil não permitirá importação de lixo hospitalar

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o governo não vai permitir que outros países enviem lixo hospitalar ao Brasil.

Nas últimas semanas, foram apreendidos em Pernambuco contêineres com toneladas de lençóis, fronhas, toalhas de banho, pijamas e outros tecidos sujos provenientes de hospitais dos Estados Unidos.

Segundo Padilha, a prática é ilegal e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) teve uma postura correta ao detectar a importação desse material e informar à Polícia Federal.

“Nós não vamos permitir que qualquer país venha mandar lixo hospitalar para o nosso Brasil. A Anvisa e a Polícia Federal estão agindo sobre isso. Responsáveis que possam ter comprado esses lençóis [usados em hospitais americanos] para reciclar ou fazer tecidos serão severamente punidos, porque isso é uma prática ilegal”, assegurou Padilha.

O ministro disse que a Anvisa reforçou a fiscalização nos pontos de entrada de mercadorias no país. Segundo ele, a agência também está trabalhando para informar às vigilâncias sanitárias estaduais e autoridades policiais sobre o que é considerado lixo hospitalar e que tipo de material pode ingressar no Brasil.

“É importante não misturar o que ocorreu, de lixo hospitalar vindo de fora do Brasil, com outras situações que não são lixo hospitalar. Hospitais, às vezes, doam lençóis limpos, que não são lixo hospitalar, para instituições. A Anvisa está esclarecendo muito bem quais são as regras que caracterizam lixo hospitalar, para que as polícias proíbam a comercialização desses produtos”, disse ele.

Fonte Agência Brasil

São Paulo confirma primeira morte por gripe suína em 2011 no estado

A Secretaria de Estadual Saúde de São Paulo confirmou na última sexta-feira (21) a primeira morte por influenza A (H1N1) - gripe suína este ano no estado.

A vítima, uma mulher de 42 anos, da região de Bauru (326 quilômetros da capital), morreu no último dia 9. A secretaria informou também que, só este ano, foram registrados mais três casos da gripe. O estado de saúde desses pacientes, porém, não foi informado.

Já o Ministério da Saúde informou que,  133 casos graves da doença foram notificados em todo o país. Desses, 15 resultaram na morte dos pacientes, doze só no Rio Grande do Sul, o estado com maior número de mortes no país.

Fonte Agência Brasil

Hospital Federal Cardoso Fontes receberá novos médicos, garante ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse na última sexta-feira (21) que novos médicos anestesistas começam a trabalhar nos próximos dias no Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, zona oeste da cidade.

A unidade foi inspecionada pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal do Rio, pela Defensoria Pública da União e pelo Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, que constataram setores não utilizados por falta de médicos.

“O Ministério da Saúde já buscou a contratação de 17 anestesiologistas, que é hoje a principal falta no Hospital Cardoso Fontes. Foram convocados os candidatos que haviam participado de um concurso e existe agora um tempo de apresentação desses profissionais”, disse Padilha, que estima em até duas semanas o começo de trabalho dos novos profissionais.

O ministro disse que negocia com o Ministério do Planejamento novas contratações. “Vamos continuar avançando, junto com o Planejamento, para acharmos a melhor forma de contratarmos mais profissionais para o hospital. Têm espaços lá que não estão em operação e nós vamos fazer funcionar. Não queremos soluções temporárias, queremos soluções definitivas para o Cardoso Fontes e também a ampliação de profissionais para hospitais federais do Rio”.

O ministro falou à imprensa durante a inauguração das novas instalações do setor de clínicas cirúrgicas do Hospital Federal da Lagoa, na zona sul da cidade. O espaço reformado abriga 23 enfermarias e 46 leitos pré e pós-cirúrgicos, além de setores de endoscopia digestiva e broncoscopia. O governo federal investiu R$ 1,7 milhão na reforma. Projetado por Oscar Niemeyer, com jardins de Burle Marx, o Hospital da Lagoa tem 253 leitos e completará 50 anos de funcionamento em 2012.

Fonte Agência Brasil