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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

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Cientistas ingleses apresentaram um curativo inteligente que emite luz e promete curar ferimentos e destruir as células tumorais do câncer de pele.

A bandagem é construída de plástico flexível e incorpora pequenos diodos emissores de luz, conhecidos como LEDs. Estas lâmpadas minúsculas emitem um feixe de luz vermelha que atinge a área da pele a ser tratada.

Um creme especial, aplicado sobre a pele antes da colocação do curativo de LEDs, sofre uma reação química quando recebe a incidência da luz. O composto químico resultante ataca as células cancerosas, eliminando-as.


Terapia fotodinâmica
Os testes iniciais dessa nova terapia fotodinâmica destruíram as células do câncer de pele em apenas 30 minutos. O equipamento foi desenvolvido pela empresa Polymertronics.

Os pesquisadores acreditam que o curativo de luz poderá ser utilizado para tratar outras condições médicas, como acne, psoríase, linfoma cutâneo de células T e doença de Bowen.

O equipamento está sendo avaliado pelas autoridades de saúde e aguardando aprovação para ser comercializado.

Empresas consideram desempenho da Anvisa como regular

Pesquisa foi aplicada às empresas reguladas pela agência compreendidas como, 68% indústrias, 24% empresas de comércio e 8% de serviços

Pesquisa elaborada pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) em parceria com o Ibope mostra que as empresas reguladas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) classificam o desempenho da agência como regular. Para 54% dos entrevistados, a atuação da Anvisa merece nota três (numa escala de um a cinco). Outros 28% atribuem notas um e dois e, para 18%, a avaliação merecida
fica no topo da escala, entre quatro e cinco.

“Para todas as gerências, de modo geral, as empresas mostram-se otimistas em relação à melhoria no processo de trabalho da Anvisa”, diz Eduardo Fonseca, diretor de Relações Governamentais da Amcham.

O perfil dos entrevistados é de 68% de indústrias, 24% das empresas de comércio e 8% de serviços.

Na categoria gerência de medicamentos e insumos farmacêuticos, no ano de 2009, 43% dos entrevistados qualificou como regular e 47% como ruim. Já no ano de 2010, 59% qualificou como regular e 32% como ruim.

Em relação à gerência de alimentos, no ano de 2009, 50% dos entrevistados qualificou como bom, 32% disseram que era regular e 18% ruim. Já em 2010, 26% qualificaram como bom, 46% regular e 26% ruim.

A gerência de saneantes foi considerada boa no ano de 2009 por 42% dos entrevistados, regular para 53% e ruim para 5%. No ano de 2010, foi considerada boa por 65% das pessoas, regular para 25% e ruim para 10%.

Fonte SaudeWeb

Oportunidade: Centro de Saúde abre 113 vagas para residência médica

O programa da ENSP prevê dois anos de duração, com 20% de atividades teóricas e teórico-práticas e mais 20% de atividades práticas de formação em serviço

Teve início, na última segunda-feira (31), as inscrições para a residência médica do programa interinstitucional oferecido pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) por meio do Centro de Saúde Germano Sinval Faria, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Casa Gerontológica de Aeronáutica Brigadeiro Eduardo Gomes (CGABEG). Comprometida com o objetivo de formar profissionais qualificados, como preconizado pelas diretrizes curriculares do ensino de graduação e pós-graduação em medicina aprovadas pelo Ministério da Educação, a chamada de 2012 está com um total de 113 vagas para o primeiro ano, com acesso direto, divididas entre diferentes especialidades.

Na ENSP, a coordenação geral da residência está a cargo da médica do CSEGSF Regina Paiva Daumas e tem disponíveis quatro vagas na especialidade de Medicina de Família e Comunidade. As inscrições se encerram no dia 4 de novembro.

Este é o quarto ano consecutivo em que a ENSP oferece esse curso e o seu objetivo é proporcionar ao médico residente condições teóricas e práticas para desempenhar as ações de promoção à saúde e de uma atenção individual dentro dos princípios e da missão da Estratégia de Saúde da Família para a Atenção Básica de Saúde.

O programa da ENSP prevê dois anos de duração, com 20% de atividades teóricas e teórico-práticas e mais 20% de atividades práticas de formação em serviço. As atividades teóricas serão desenvolvidas nas dependências da ENSP, sendo acompanhadas por docentes e pesquisadores. Essas atividades são estruturadas de forma a possibilitar a problematização da realidade por meio de orientações específicas, seminários, estudos de caso, aulas expositivas, clube de revista e outras formas de ensino.

Já as atividades práticas de formação serão feitas em serviço, sob a supervisão de preceptores. Seu desenvolvimento acontecerá junto às equipes de saúde da família do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Farias (CSEGSF/ENSP), que atuam na comunidade de Manguinhos, no município do Rio de Janeiro.

A previsão de início dos programas é março de 2012, mas, antes disso, os interessados passarão por provas de conhecimentos médicos gerais e provas práticas. Além das vagas para o Programa de Residência Médica, de 1º ano, com acesso direto, também estão disponibilizadas 48 vagas para Residência Médica, 1º ano, nas especialidades com pré-requisito, 45 para os programas de Residência Médica para o 3º e 4º anos e 23 vagas para Residência Médica em pediatria concluída, ou a concluir até fevereiro de 2012, formando um total geral de 229 vagas.

Os programas de Residência Médica que estão oferecendo vagas são credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). O valor da bolsa é de R$ 2.384,82, podendo ser reajustada no decorrer dos programas. As inscrições só poderão ser efetuadas no site da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no período de 31 de outubro a 4 de novembro, e estão atreladas ao pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$220,00. A matrícula dos candidatos selecionados será realizada nos dias 14 e 15 de fevereiro.

Fonte SaudeWeb

Taxa de mortalidade por doenças crônicas cai 26%

Índice reduz de 711 para 526 mortes para cada 100 mil habitantes. Do total de óbitos registrados em 2009, 72% foram por DCNT, principal causa de óbitos no país

A taxa de mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) diminuiu 26% entre 1991 e 2009, caindo de 711 para 526 mortes para cada 100 mil habitantes, como aponta o estudo Saúde Brasil 2010 – uma publicação do Ministério da Saúde que analisa a situação geral de saúde do brasileiro e contribui para a definição de estratégias e políticas públicas de saúde. Neste período, o índice de mortes por DCNT reduziu em 1,4% ao ano. Quando considerado um intervalo de tempo menor – de 2005 a 2009 – o declínio da mortalidade foi ainda mais acelerado, com redução
média anual de 1,6%.

Do total de óbitos registrados em 2009 por todas as causas (cerca de um milhão de mortes), 742.779 foram por Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que representam 72% dos óbitos no Brasil e são a principal causa de mortalidade no país. Entre as mortes por DCNT, 80,7% foram provocadas por doenças cardiovasculares, câncer, doença respiratória crônica e diabetes. As conclusões do Saúde Brasil 2010 estão sendo apresentadas e discutidas durante a 11ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), que vai até a próxima quinta-feira (3), no Centro de Convenções Ulisses Guimarã ;es, em Brasília (DF).

Para diminuir ainda mais a mortalidade por essas doenças, o Ministério da Saúde lançou, no último mês de agosto, o Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis/2011-2022, que define ações e recursos para o enfrentamento dessas enfermidades nos próximos dez anos. A meta é uma redução gradativa da taxa de mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis entre pessoas com menos de 70 anos de idade para o alcance de um índice de 2% ao ano.

De acordo com o diretor de Análise de Situação de Saúde do Ministério da Saúde e coordenador do Saúde Brasil, Otaliba Libânio, o enfrentamento das DCNT e dos principais fatores de risco para estas doenças – como a obesidade, o tabagismo, a alimentação inadequada, a inatividade física e o uso abusivo de álcool – resultará na diminuição dos gastos com o tratamento dos pacientes e, principalmente, na melhoria da qualidade de vida dos brasileiros e em um envelhecimento mais ativo e saudável. “O tratamento para as doenças crônicas é prolongado, onerando os indivíduos, as famílias e os sistemas de saúde”, observa Libânio.

Avanços
A mortalidade por doenças cardiovasculares reduziu 41% (2,2% ao ano). Por doenças respiratórias, o percentual de queda na quantidade de mortes foi de 23% (2,8% ao ano), com declínio a partir de 1999. Em relação ao câncer, as taxas ficaram relativamente estáveis no período. E, no caso do diabetes, houve aumento de 24% entre 1991 e 2000, seguido por um declínio de 8% entre 2000 e 2009.

A região Nordeste apresentou as mais altas taxas, seguida pelo Norte a partir de 1999; o Centro-oeste apresentou sempre as mais baixas taxas, embora em 2009 o Sudeste tenha alcançado patamar semelhante. As diferenças regionais nas taxas de mortalidade por DCNT observadas em 1996 se atenuaram ao longo do período, de 23% em 1991 a 20% em 2009.

Prevenção
Para o enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o Sistema Único de Saúde (SUS) possui um conjunto de ações de promoção de saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento, capacitação de profissionais, vigilância e assistência farmacêutica, além de pesquisas voltadas para o cuidado aos pacientes com DCNT, priorizando ações de alimentação saudável, prática de atividade física e prevenção ao uso de álcool e cigarro.

Um dos maiores desafios para os próximos anos é controlar o avanço da obesidade em curso no país, que já afeta 16,9% das mulheres e 12,4% dos homens adultos brasileiros. Para isso, o Ministério da Saúde criou o Programa Academias da Saúde, que estimula a criação de espaços adequados para a prática de atividades físicas e de lazer. A construção de quatro mil unidades do programa Academias da Saúde é uma das estratégias do governo federal para a promoção da saúde, prevenção e redução de mortes prematuras por Doenças Crônicas Não Transmissíveis.

Fonte SaudeWeb

Oportunidade: Governo do DF convoca 1.157 profissionais de saúde

Convocados têm 25 dias para apresentar documentação e tomar posse

O Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira (31) traz a nomeação de 1.157 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, assistentes sociais, técnicos administrativos e auxiliares de enfermagem.Os convocados têm 25 dias para apresentar a documentação e tomar posse. A previsão da Secretaria de Saúde é que, após a entrega, eles comecem a trabalhar em até cinco dias.

De acordo com a Secretaria de Saúde, mais de quatro mil servidores foram nomeados neste ano, número que não inclui os convocados nesta segunda. O secretario da pasta, Rafael Barbosa, afirmou que, se o DF não estivesse tão perto de ultrapassar o teto de gastos estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o número de contratados para a área poderia ser ainda maior.

No final de setembro, o GDF publicou um decreto estabelecendo normas para controle de despesas com pagamento dos funcionários da administração pública.

Segundo relatório de gestão fiscal elaborado pela Secretaria de Administração Pública, o GDF executou 46,42% do total de despesas com pessoal sobre a receita corrente líquida deste ano. O limite prudencial estipulado pela Lei de Responsabilidade Fiscal é de 46,55%.

Na semana passada, o secretário de Planejamento e Orçamento, Edson Ronaldo Nascimento, afirmou que não havia previsão de nomeações e negociação de reajuste salarial para servidores públicos até o final deste ano.

“Temos que esperar os resultados do último quadrimestre de 2011 e respeitar o limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade
Fiscal”, disse Nascimento em audiência pública na Câmara Legislativa do DF sobre o projeto de Lei Orçamentária Anual de 2012.

Fonte SaudeWeb