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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Por que bocejamos?

Pesquisas recentes indicam que ele seja parte de uma reação termorregulatória para ajudar a resfriar o cérebro

Duas perguntas intrigantes: é possível uma pessoa bocejar enquanto dorme? Por que o bocejo ocorre?

Segundo Matthew R. Ebben, diretor de operações laboratoriais do Center for Sleep Medicine, no NewYork-Presbyterian Hospital/Weill Cornell Medical Center, o bocejo é certamente menos comum durante o sono, mas já foram documentados casos assim.

Quanto ao motivo do bocejo em si, “ele não é inteiramente conhecido”, disse Ebben.

“Porém, os dados mais recentes sugerem que ele seja parte de uma reação termorregulatória para ajudar a resfriar o cérebro ao desviar sangue aos músculos faciais, que agem como radiadores e descarregam calor pelo sangue redirecionado”.

Num estudo de caso publicado em 2010 na revista 'Sleep Breath’, foram estudadas duas mulheres com surtos crônicos e debilitantes de bocejos. Mesmo dormindo adequadamente, elas sofriam ataques diurnos frequentes, tão intensos que chegavam a causar lacrimação e coriza.

As duas mulheres descobriram que podiam aliviar ou adiar os sintomas realizando respiração nasal ou aplicando panos frios na testa. Uma mulher descobriu ser possível parar um ataque tomando um banho frio, ou nadando em água fria. A outra mulher descobriu que, após seus ataques, experimentava uma queda de meio grau na temperatura oral.

Segundo os pesquisadores, os resultados foram consistentes com evidências vinculando o excesso de bocejos a desequilíbrios de temperatura, em vez dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono no sangue ou algum tipo de distúrbio do sono.

Fonte IG

Circulação

O que é
A circulação é o mecanismo pelo qual o sangue é distribuído pelo corpo com a ajuda do coração, artérias, veias e capilares. Ela tem a função de fornecer e prezar pela manutenção do fluxo sanguíneo contínuo e variável aos tecidos, gerar e manter a pressão interna ao longo de sua estrutura, entregar elementos necessários ao metabolismo celular, levar substâncias que devem ser eliminadas a órgãos excretores e fazer com o sangue dos tecidos retorne para ser renovado.

O coração é responsável por receber o sangue rico em gás carbônico (venoso) e transportá-lo até os pulmões, onde ocorre a troca por oxigênio. De volta ao órgão, o sangue (arterial) é bombeado para a rede de vasos formada por artérias, veias e capilares.

As artérias são os vasos mais espessos, já que devem suportar a pressão do sangue ao sair do coração. Artérias mais finas são chamadas de arteríolas. Nas veias corre o sangue venoso. Vênulas são as pequenas veias. Na parede dos capilares, microscópicos vasos de pequeno calibre, ocorrem as trocas de gases e substâncias com as células dos tecidos.

 
Funcionamento
Nos vertebrados, a circulação é fechada, pois o sangue nunca sai do sistema de vasos. Nos seres humanos, o sistema cardiovascular é fechado e duplo, ou seja, é constituído por uma rede de vasos que distribui o sangue para os tecidos em dois ciclos.

Sistemas vasculares distribuídos em todas as estruturas do organismo formam a “grande circulação”. Denominada circulação sistêmica, ela conduz o sangue arterial do lado esquerdo do coração para todos os tecidos.

A aorta, a mais importante artéria do corpo, é a “porta de saída” do coração, estendendo-se até a região genital, onde se divide em artérias menores. Veia cava inferior e veia cava superior conduzem o sangue venoso proveniente dos membros inferiores e da cabeça e membros superiores, respectivamente, ao coração.

O sistema arterial e venoso do pulmão constitui a “pequena circulação” – a circulação pulmonar. Ela é responsável por conduzir o sangue pobre em oxigênio e rico em gás carbônico a partir do lado direito do coração até os pulmões. Depois, retorna o sangue rico em oxigênio para o lado esquerdo do coração.

Este processo começa no ventrículo direito, segue pelos ramos das artérias, arteríolas e capilares pulmonares até os alvéolos (onde o gás carbônico é eliminado e o oxigênio absorvido pelo sangue), sendo finalizado pelas veias pulmonares que desembocam no átrio esquerdo.

 
Curiosidades
A aorta, a maior artéria do corpo humano, tem 50 centímetros de comprimento e é a grande responsável pela circulação dos cerca de cinco litros de sangue que circulam pelo corpo. Se fosse possível alinhar todos os vasos sanguíneos em um único tubo, o sangue percorreria uma distância equivalente a 100 mil quilômetros.

A temperatura média do sangue no corpo é de 37ºC. No coração, chega a 38,8ºC e no fígado a 40ºC. Quando um indivíduo tem hipotermia, ou seja, quando a temperatura do corpo cai drasticamente para níveis inferiores a 35ºC, o sistema circulatório economiza energia que poderia ser gasta com a perda excessiva de calor irrigando apenas os órgãos vitais. Sangue mais frio e mais denso pode causar bloqueios em veias e artérias. Casos mais sérios levam à falência múltipla dos órgãos e morte.

Embora exerça papéis fundamentais no homem e em outros animais, nem todos os seres vivos têm sistema circulatório. Na planária, por exemplo, o transporte de nutrientes, gases e excretas é realizado por difusão das células.

O sistema circulatório também pode ser aberto, como nos moluscos. Neste caso, não há veias ou capilares para distribuir o sangue pelo corpo. A hemolinfa, fluido similar ao sangue dos vertebrados, é impulsionada por duas a três câmaras para um vaso dorsal, a partir de onde segue para cavidades específicas, retomando o ciclo quando estas câmaras relaxam e sugam o líquido novamente por orifícios.

 
Doenças relacionadas
- Aneurisma de aorta abdominal

- Aneurisma da aorta torácica

- Aneurisma cerebral

- Angina

- Apneia do sono

- Arritmia

- Ataque cardíaco

- Aterosclerose

- Cardiomiopatia hipertrófica

- Chagas

- Colesterol e triglicérides altos

- Acidente vascular cerebral (AVC)


- Doença arterial coronariana

- Doenças das artérias carótidas

- Doença vascular periférica

- Embolia pulmonar

- Hemorroidas

- Hipertensão

- Hipertensão pulmonar

- Pré-eclâmpsia

- Pericardite

- Prolapso da válvula mitral

- Trombose venosa profunda

- Sopro cardíaco

- Varizes

- Coágulos sanguíneos

Fonte IG

Vitaminas

O que são
 São micronutrientes importantes no processo de metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Embora as vitaminas sejam substâncias essenciais ao organismo, a maioria dos animais não consegue produzi-las em quantidade suficiente, ou não as produz. Por esse motivo, a ingestão de alimentos que as contenham é necessária.

No ser humano, a quantidade a ser ingerida pode variar conforme idade, sexo, estado de saúde e atividade física do indivíduo. As doses devem ser aumentadas em gestantes e lactantes, em indivíduos em crescimento ou com saúde debilitada, e mesmo trabalhadores em funções que exijam muito esforço físico. Mas, é um engano pensar que os alimentos podem ser trocados pelas vitaminas: sem a ingestão da comida, o organismo simplesmente não consegue absorvê-las.

As vitaminas são classificadas conforme substâncias que as dissolvem. São lipossolúveis, solúveis em gorduras, as vitaminas A, D, K, armazenadas no fígado, e a vitamina E, que é distribuída para todos os tecidos de gordura no corpo. As substâncias lipossolúveis não são facilmente excretadas pelo organismo e tendem a se acumular provocando intoxicação se ingeridas em excesso.

Outro grupo é o das hidrossolúveis, ou solúveis em água, como as vitaminas C e as do complexo B (1, 2, 3, 5, 6, 8 e 9), que permanecem no corpo por um pequeno período de tempo antes de serem excretadas pelos rins e, por essa razão, devem ser ingeridas diariamente. A B12 também é hidrossolúvel, mas permanece armazenada no fígado.

Tipos

A classificação das vitaminas é feita apenas por suas solubilidades e não pelas funções que exercem. Cada uma é responsável por uma ou mais funções específicas, independentemente do grupo a que pertencem.

Grupo das vitaminas lipossolúveis compreendem:


- Vitamina A - Importante oxidante que protege células contra radicais livres. Principais fontes: frutas e vegetais de cor forte, como cenoura, abóbora, brócolis e espinafre e gorduras amarelas de alimentos animais como fígado, ovos e leite.

- Vitamina D - É sintetizada com a ajuda dos raios solares e imprescindível para a produção de insulina e a manutenção do sistema imunológico. Ajuda na absorção do cálcio. Principais fontes: peixes gordos como o atum e o salmão.

- Vitamina K - Componente na formação de 13 proteínas essenciais para a coagulação do sangue e envolvida na construção dos ossos. Principais fontes: alimentos verdes, como vegetais de folhas e legumes (couve, couve de Bruxelas, brócolis, salsa).

- Vitamina E (tocoferol) - Forte antioxidante contra radicais livres; previne o câncer e doenças cardiovasculares; protege o sistema reprodutor; previne catarata; reforça o sistema imunológico; melhora a ação da insulina. Principais fontes: óleos (girassol, amendoim), sementes de girassol, amêndoas, amendoim, vegetais de folhas verde-escuras.

Grupo das principais vitaminas hidrossolúveis (complexo B):
- Vitamina B1 (Tiamina) - Mantém sistema nervoso e circulatório saudáveis; auxilia na formação do sangue e no metabolismo de carboidratos; previne o envelhecimento; melhora a função cerebral; combate a depressão e a fadiga; converte o açúcar no sangue em energia. Principais fontes: vegetais de folhas (alface romana, espinafre), berinjela, cogumelos, grãos de cereais integrais, feijão, nozes, atum, carne bovina e de aves.

- Vitamina B2 (Riboflaviana) - Ligada à formação de células vermelhas do sangue e anticorpos; envolvida na respiração e processos celulares; previne catarata; ajuda na reparação e manutenção da pele e na produção do hormônio adrenalina. Principais fontes: vegetais, grãos integrais, leite e carnes.

- Vitamina B3 (Nicotinamida) - Aumenta a circulação; reduz triglicérides e colesterol; ajuda no funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico; regula o açúcar no sangue; protege o corpo contra poluentes e toxinas. Principais fontes: levedura, carnes magras de bovinos e de aves, fígado, leite, gema de ovos, cereais integrais, vegetais de folhas (brócolis, espinafre), aspargos, cenoura, batata-doce, frutas secas, tomate, abacate.
 
 
- Vitamina B5 (Ácido pantotênico) - Ajuda na formação de células vermelhas do sangue e na desintoxicação química; previne degeneração de cartilagens; ajuda na construção de anticorpos; reduz colesterol e triglicérides; ajuda nas disfunções hormonais. Principais fontes: carnes, ovos, leite, grãos integrais e inteiros, amendoim, levedura, vegetais (brócolis), algumas frutas (abacate), ovário de peixes de água fria, geleia real.

- Vitamina B6 (Piridoxina) - Reduz o risco de doenças cardíacas; ajuda na manutenção do sistema nervoso central e no sistema imunológico; reduz espasmos musculares; alivia enxaquecas e náuseas; reduz o colesterol; melhora a visão; previne aterosclerose e câncer. Principais fontes: cereais integrais, semente de girassol, feijões (soja, amendoim, feijão), aves, peixes, frutas (banana, tomate, abacate) e vegetais (espinafre).

- Vitamina B7 (Biotina) - Auxilia no crescimento celular, produção de ácidos graxos e redução de açúcar no sangue; combate infecções; promove a saúde das glândulas sudoríparas, do tecido nervoso, da medula óssea, das glândulas sexuais e células sanguíneas; previne a calvície; alivia dores musculares; baixa a intolerância à insulina em diabéticos. Principais fontes: carne de aves, fígado, rins, gema de ovo, couve-flor, ervilha.

- Vitamina B9 (ácido fólico) - Manutenção dos sistemas imunológico, circulatório e nervoso; antitóxico; ajuda a combater o primeiro infarto, o câncer de mama e de cólon, parasitas intestinais e envenenamento alimentar; diminui o risco de aterosclerose; promove a saúde dos cabelos e da pele; reforça o sistema imunológico e o sistema nervoso central. Principais fontes: fígado, rins, vegetais de folhas verdes, couve-flor.

- Vitamina B12 (Cobalamina) - auxilia a síntese de células vermelhas do sangue; manutenção do sistema nervoso; ajuda no crescimento e desenvolvimento do corpo. Principais fontes: fígado, rins, carnes, peixes, ovos, leite, queijo.

- Vitamina C (ácido ascórbico) - Indispensável para a síntese do colágeno; ajuda na manutenção das funções glandulares e do crescimento; manutenção dos tecidos; previne o câncer; aumenta a imunidade; protege contra infecções. Principais fontes: frutas cítricas frescas (laranja, limão, tomate abacaxi, mamão papaia) e vegetais frescos (repolho, couve-flor, espinafre, pimentão verde).

- Colina - Ajuda na memorização e no tratamento do Alzheimer; controla o colesterol e as gorduras no corpo; ajuda a eliminar substâncias tóxicas (venenos e drogas) e na reconstrução do fígado danificado pelo álcool. Principais fontes: lecitina de soja, gema de ovo.

Curiosidades

Pessoas que vivem em regiões de pouca incidência de raios ultravioleta B ou de pele escura, idosos e indivíduos obesos possuem, em geral, níveis mais baixos de vitamina D devido à pouca absorção dos raios solares.

Pesquisas recentes demonstraram que a ingestão em excesso de betacaroteno e de vitamina A por mulheres lactantes portadoras de HIV aumenta a carga viral no leite. O tabagismo associado a altas doses de betacaroteno também parece aumentar o risco de câncer de pulmão. O excesso da vitamina A pode envenenar o organismo e causar doenças e má formação de nascença.
As células cancerosas são as nossas próprias células que dispararam a crescer e a se multiplicar. Portanto, necessitam de nutrientes mais do que qualquer outra célula do corpo. Por essa razão, as vitaminas – em especial o ácido fólico (B9), indispensável para a divisão celular – podem contribuir para a propagação do câncer. Em pessoas livres dessa doença, as vitaminas têm grande poder de proteção contra esse mal.
Pessoas que se alimentam principalmente de carboidratos processados (arroz beneficiado, farinha de trigo e açúcar brancos) estão sob o risco de deficiência da vitamina B1. O arroz e os grãos de trigo polidos, assim como o açúcar branqueado, têm todas as vitaminas removidas no processamento.

O ácido pantotênico (B5) pode ser perdido no cozimento dos alimentos (assados e fervuras), bem como em alimentos regados a vinagre, bicarbonato de sódio e enlatados. A vitamina B12 também é perdida na fermentação para produção de iogurtes e no leite fervido.

Doenças relacionadas

- Acne
- Anemia
- Cirrose
- Depressão
- Desordens autoimunes
- Diarreia
- Enxaqueca
- Estresse
- Flatulência
- Gripe
- Hipertensão
- Infertilidade

Fonte IG

Doenças autoimunes

Definição

Uma doença autoimune é uma condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. Existem mais de 80 tipos diferentes de doenças autoimunes.

Causas, incidência e fatores de risco

Normalmente, o exército de leucócitos do sistema imunológico ajuda a proteger o corpo contra substâncias nocivas, chamadas de antígenos. Alguns exemplos de antígenos incluem bactérias, vírus, toxinas, células cancerígenas e sangue ou tecidos de outras pessoas ou espécies. O sistema imunológico produz anticorpos que destroem essas substâncias nocivas.
Mas nos pacientes com doença autoimune, o sistema imunológico não consegue distinguir entre os tecidos saudáveis do corpo e os antígenos. O resultado é uma resposta imunológica que destrói os tecidos normais do corpo. Essa resposta é uma reação de hipersensibilidade similar à resposta no caso de alergias.
Nas alergias, o sistema imunológico reage a substâncias externas que ele normalmente iria ignorar. Nas doenças autoimunes, o sistema imunológico reage aos tecidos normais do corpo.
A causa dessa incapacidade de distinguir entre os tecidos saudáveis do corpo e os antígenos é desconhecida. Uma das teorias afirma que alguns micro-organismos (como as bactérias) e medicamentos podem desencadear essas mudanças, principalmente nas pessoas que têm genes que aumentam as suas chances de ter doenças autoimunes.

Uma doença autoimune pode causar:
  • Destruição de um ou mais tipos de tecidos do corpo
  • Crescimento anormal de um órgão
  • Alterações na função de um órgão
Uma doença autoimune pode afetar um ou mais órgãos ou tipos de tecido.

Os órgãos ou tecidos normalmente afetados pelas doenças autoimunes são:
  • Glóbulos vermelhos
  • Vasos sanguíneos
  • Tecidos conjuntivos
  • Glândulas endócrinas, como a tireoide e o pâncreas
  • Músculos
  • Articulações
  • Pele
Uma pessoa pode apresentar mais de uma doença autoimune ao mesmo tempo.

Foto: ADAM
Artrite reumatoide

Exemplos de doenças autoimunes (ou relacionadas):

  • Tireoidite de Hashimoto
  • Anemia perniciosa
  • Doença de Addison
  • Diabetes tipo 1
  • Lúpus eritematoso sistêmico
  • Dermatomiosite
  • Síndrome de Sjögren
  • Lúpus eritematoso
  • Miastenia grave
  • Artrite reativa
  • Doença de Graves
  • Doença celíaca (enteropatia sensível ao glúten)

Sintomas

Os sintomas de uma doença autoimune variam muito, dependendo da doença específica.

Entre o grupo de sintomas que ocorre com as doenças autoimunes estão:
  • Tontura
  • Fadiga
  • Sensação de mal-estar geral
  • Febre baixa

Exames e testes

O médico realizará um exame físico. Os sinais específicos variam muito, dependendo da doença.

Possíveis testes para o diagnóstico de uma doença autoimune:
  • Taxa de sedimentação de eritrócitos (TSE)
  • Proteína C-reativa (PCR)

Tratamento

O objetivo do tratamento é reduzir os sintomas, controlar o processo autoimune e manter a capacidade do corpo de combater a doença. A escolha do tratamento usado depende da doença específica e seus sintomas.
Alguns pacientes podem necessitar de suplementos para repor um hormônio ou vitamina ausente no corpo. Exemplos disso são os suplementos para a tireoide, as vitaminase as injeções de insulina.
Se a doença autoimune afetar o sangue, pode ser necessário receber transfusões de sangue.
As pessoas com doenças autoimunes que afetam ossos, articulações ou músculos podem necessitar de ajuda para se movimentar ou realizar outras funções.
Frequentemente, são receitados medicamentos para controlar ou reduzir a resposta do sistema imunológico. Eles são chamados de medicamentos imunossupressores. Esses medicamentos podem incluir substâncias corticosteroides (como a prednisona) e não esteroides, como ciclofosfamida, azatioprina ou tacrolimo.

Evolução (prognóstico)

O resultado depende da doença específica. Em sua maioria, as doenças são crônicas, mas muitas podem ser controladas com tratamento. Os sintomas das doenças autoimunes podem aparecer e desaparecer. O aparecimento súbito e grave de sintomas é chamado de crise.

Complicações

As complicações dependem da doença específica. Os efeitos colaterais aos medicamentos usados para inibir o sistema imunológico podem ser graves.

Ligando para o médico

Ligue para seu médico se desenvolver sintomas de uma doença autoimune.

Fonte IG

Vista cansada pode gerar dor de cabeça

Veja algumas sugestões para minimizar o problema

A vista cansada ao assistir TV ou usar o computador pode ocasionar fortes dores de cabeça. Assim como a má postura, o estresse e outros fatores.

Para ajudar a determinar se a vista cansada é o vilão e, neste caso, minimizar o problema, a Fundação Nacional da Cefaléia dos Estados Unidos dá as seguintes sugestões:

1) Submeta-se a um check-up completo dos olhos e trate eventuais problemas de visão

2) Use uma tela antirreflexo no computador, ou ainda, use óculos escuros para evitar o reflexo

3) Sente-se numa postura correta ao usar o computador e ao assistir TV

4) Faça pausas frequentes do computador. Deixe a mesa de trabalho por alguns minutos, alongue o pescoço, os braços e as costas

5) Feche os olhos e respire profundamente durante a pausa

Fonte IG