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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tabagismo é a principal causa da DPOC

Fumo obstrui fluxo aéreo e provoca doença

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) pode ser definida pela presença de obstrução do fluxo aéreo. Essa obstrução é geralmente progressiva, parcialmente reversível e pode estar acompanhada de hiperresponsividade das vias aéreas.

A DPOC é a quarta causa de morte nos EUA, atrás das doenças cardíacas, dos cânceres e das doenças cerebrovasculares. Em 1990, a DPOC estava classificada como a décima segunda doença em termos de impacto global. Em 2000, a OMS estimou em 2,74 milhões o total de mortes por DPOC em todo o mundo. Estima-se que em 2020 ela venha a ocupar a quinta posição.

Os dois fatores de risco mais comuns da DPOC são o tabagismo (responsável por 80% a 90% de todas as mortes relacionadas a essa doença) e a deficiência de alfa1-antitripsina. O perigo de desenvolver DPOC em um grupo de fumantes de dois maços de cigarros/dia é aproximadamente 4,5 vezes maior que para os não-fumantes.

O diagnóstico da DPOC é feito através da história clínica: tabagismo, contato com partículas ou gases nocivos; sinais, sintomas - tosse crônica, dispnéia e fadiga muscular - e exames complementares, como radiografia de tórax, espirometria.

O declínio da função pulmonar é medido pelo Volume Expiratório Forçado no Primeiro Segundo (VEF1), grau de dispnéia, número de exacerbações e internações hospitalares. Mas, recentemente, variáveis, como: tolerância ao exercício e Índice de Massa Corporal (IMC), tem-se mostrado úteis em combinação com os outros marcadores para predizer a progressão da doença.

Os pacientes com DPOC apresentam aumento da demanda ventilatória quando expostos às atividades dinâmicas, causando dispnéia e fadiga que os obriga a evitar tais atividades e como conseqüência apresentam déficit na capacidade funcional.

Entende-se por capacidade funcional o grau de preservação da capacidade de realizar as atividades que se referem ao auto-cuidado, ou seja, atividades fundamentais relacionadas à vida diária: tomar banho, comer, se vestir, caminhar, fazer compras, pagar contas, cozinhar e cuidar da própria saúde.

O impacto da DPOC sobre o indivíduo portador não se dá somente na limitação física para a execução das atividades da vida diária, mas, também, nas relações afetivas, conjugais, sexuais, no lazer e no exercício profissional. Em decorrência da limitação física, muitos pacientes tornam-se amplamente dependentes de seus familiares, despertando um sentimento de incapacidade e contribuindo para a diminuição de sua auto-estima e alteração de humor.

Com a progressão da DPOC muitos pacientes podem apresentam graus variados de hipoxemia, pesquisas mostram que isto pode causar déficits cognitivos, o que contribuem para um prejuízo na qualidade de vida por conta das confusões mentais ou por problemas de memória. O desempenho cognitivo tem relevância particular na população com DPOC, pois a memória verbal desses pacientes tem declínio causando a falta de recordações das orientações/aulas e o reconhecimento do material estudado.

Fonte Minha Vida

Médicos explicam as causas do mau hálito

Alimentação, álcool e falta de higiene bucal levam ao odor desagradável

O mau hálito, ou halitose, atinge 40% da população mundial. Isto é, quase metade das pessoas sofrem com o problema. Apesar da questão ainda ser um tabu, pela dificuldade de ser dita, é possível saber suas causas e tratá-la.

As causas do mau hálito podem estar relacionadas a 97 doenças. Mas tem origem mais comum na falta de higiene bucal e na alimentação.

Cigarro, álcool e café, assim como o jejum prolongado e uma alimentação rica em derivados do leite e proteínas, como a carne, também podem causar mau hálito.

No vídeo abaixo, médicos dão dicas de como descobrir se você tem mau hálito e de como tratá-lo.

Assista:


Fonte R7

Farinha de ameixa pode ajudar a emagrecer até 5 kg por mês

Alimento infla no estômago e dá sensação de saciedade além de diminuir colesterol

Conhecida pela capacidade de melhorar o trânsito intestinal e ser um remédio natural contra a prisão de ventre, a ameixa, agora consumida em forma de farinha, pode ajudar a emagrecer até 5kg por mês.

É que além das já famosas propriedades laxativas, a farinha de ameixa é rica em fibras (em especial a pectina). Uma vez no estômago as fibras ajudam a absorver mais a água que é ingerida pelo organismo e inflam, mantendo e prolongando por mais tempo a sensação de saciedade.

A fibra solúvel da ameixa também ajuda a diminuir o colesterol ruim oriundo das gorduras saturadas e colabora na redução dos altos níveis de açúcar no sangue. Sem falar que regula a digestão e absorve mais rapidamente o cálcio de nosso organismo, ajudando também a evitar a queda de cabelo e a fortalecer os ossos, evitando o reumatismo.

Ajuda ainda a controlar estados depressivos, pois proporciona níveis maiores de energia. Comercializada em supermercados, lojas de produtos naturais ou sites na internet, a farinha de ameixa pode ser utilizada em sucos, iogurtes ou vitaminas. O ideal é que seja consumida meia hora antes das principais refeições.

Fonte R7

OMS aconselha consumo de no máximo 50 gramas de chocolate por dia

Cacau tem comprovada ação cancerígena, mas pode viciar

Uma boa notícia para quem não consegue viver sem o chocolate. A OMS (Organização Mundial de Saúde) libera o consumo diário de no máximo 50 gramas, por ser o chocolate um alimento funcional, composto por pasta e manteiga de cacau, ingrediente que traz benefícios a saúde.

O cacau em pó possui um dos maiores teores de antioxidantes, seguido do açaí e do chocolate amargo. O poder do antioxidante neutraliza os danos provocados pelos radicais livres, gerados pelo estresse, poluição, inflamações e a má alimentação. Ele ajuda na vasodilatação sanguínea, o que ajuda a prevenir doenças cardiovasculares.

Tem comprovada ação anticancerígena. O chocolate amargo e o ao leito possuem polifenóis, que ajudam a prevenir a doença. Do cacau se obtém o extrato vegetal composto por ácidos graxos, que ajudam na hidratação, evitando o ressecamento da pele e a perda de água.

Quando comemos chocolate com alto teor de cacau (60 a 80%) temos ainda o aumento dos níveis de serotonina, dopamina e feniletilamina no cérebro, que produzem a sensação de bem estar.

Por isso que comer chocolate nos momentos de ansiedade e TPM pode ajudar no alívio das sensações. O problema é que o prazer que o chocolate proporciona pode viciar. Mas consumido com moderação pode ser um delicioso aliado na preservação da saúde.

Fonte R7

Falta de disposição ou fraqueza muscular podem ser problemas na tireoide

Anda com pouca ou nenhuma disposição para realizar as atividades diárias? Esquece as coisas mais básicas e sente fraqueza muscular? Convem realizar exames clínicos para chegar o funcionamento da tireoide.

Localizada na base do pescoço, a glândula é de vital importância no funcionamento de nosso organismo, pois produz hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tetraiodotironina), que estimulam o crescimento e o desenvolvimento geral do organismo, além de controlarem a produção de energia e calor; e o hormônio calcitonina, fundamental na regulação do metabolismo do cálcio.

As mulheres devem dar ainda mais atenção a detectação de possíveis distúrbios na tiroide. Estudos já apontaram que cerca de 10% das pessoas do sexo feminino acima de 40 anos e 20% com mais de 60 sofrem alguma disfunção na glândula. O hipertireoidismo, que acontece quando há produção exagerada de hormônios, acelerando o metabolismo e provocando a perda de cálcio dos ossos, ansiedade e irregularidade no ritmo cardíaco, é uma dessas desordens.

Outro distúrbio é o hipoteroidismo, que ocorre quando a produção de hormônios pela tireoide é insuficiente, provocando cansaço, depressão e diminuição da atividade cerebral. O diagnóstico precoce controla essas sensações e previne o agravamento das consequências geradas pelos distúrbios, como a hipertensão arterial, arritmias cardíacas, derrane e anemia.

Fonte R7