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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

"Cirurgia do bumbum" promete ser a sensação do verão

Técnica é cada vez mais procurada no Brasil e no mundo

O verão se aproxima e, junto com ele, o destaque do corpo da mulher fica em evidência — principalmente nas praias de todo o país. O bumbum é o centro das atenções durante esse período de calor e muitas mulheres, de idades diferentes, desejam fazer uma correção ou um implante de silicone para deixá-lo mais “esculpido”.

Existem, porém, algumas dúvidas ainda primárias na mente da população em geral como, por exemplo, como é feito e se o silicone pode sair do lugar após a cirurgia.

— As próteses são colocadas entre os músculos dos glúteos, o que torna o deslocamento improvável. Além disso, é preciso respeitar o período de cicatrização e, se a prótese é colocada adequadamente, não há riscos — explica o diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica, Arnaldo Korn.

Deslocamentos do silicone aconteciam muito em épocas mais antigas, quando a prótese era colocada em cima dos glúteos. A cirurgia do bumbum pode ser feita de diversas maneiras, mas a mais satisfatória é a que utiliza uma incisão de seis centímetros entre as nádegas, e a anestesia pode ser geral ou local. A cicatriz, segundo Korn, é praticamente invisível.

— Depois de colocada a prótese, primeiro o músculo e depois a pele são costurados — conta o diretor.

O pós-operatório é pouco complicado para o paciente. As dores das primeiras 48 horas são incômodas e é necessária a aplicação de analgésicos. Somente depois de dois dias o paciente é finalmente liberado para voltar para casa. Mas não termina aí.

— A pessoa precisa ficar de quatro a cinco dias de bumbum para cima e durante um mês terá que usar uma cinta modeladora e dormir apenas de bruços — afirma o especialista.

O resultado da operação, a pessoa só poderá ver concretamente após seis meses da cirurgia plástica feita, época que o inchaço diminui e a cicatrização termina. Há ainda todo o processo de adaptação, pois no começo será estranho sentar com tamanha diferença.

— A escolha do implante pode arredondar ou empinar e deve ser escolhida pelo médico, respeitando o desejo do paciente, porém, sem levar riscos à saúde — complementa Korn.

Muitas dessas decisões costumam ser feitas na hora da cirurgia, que custa entre 5 mil e 10 mil reais.

Fonte Zero Hora

Bebês que nascem por cesariana têm mais chance de desenvolver alergias

Estudo avaliou 400 crianças nascidas por parto normal ou cirurgia

Entrar em contato com bactérias desde cedo ajuda a evitar alergias em crianças. E o primeiro contato de um bebê com várias bactérias é durante o parto normal. A afirmação é de pesquisadores da Universidade de Copenhagem. Quatrocentas crianças participaram do estudo que avaliou o desenvolvimento após o parto.

No estudo coordenado por Hans Bisgaard, 400 bebês cujas mãe tinham asma foram acompanhados, entrevistados e testados continuamente.

As crianças que tinham diferentes bactérias apresentaram menos riscos de desenvolver doenças alérgicas posteriormente. Já as que apresentaram menos bactérias intestinais tinham aumentado o risco de desenvolver patologias alérgicas.

O resultado reforçou a importância do parto normal:

- Quando a criança nasce pelo canal vaginal, ela encontra a primeira bactéria a partir do reto da mãe. Quando é por cesariana, o recém-nascido tem pouco contato com bactérias. Ou seja, muitas crianças nascidas por cirurgia cesariana desenvolvem mais alergias - explica o autor da pesquisa.

No entanto, o estudo reforça que é importante expor a criança a diferentes bactérias no início da vida, quando a criança é imunologicamente imatura, justamente porque o sistema imunológico está em desenvolvimento. Isso dura até poucos meses após o nascimento.

Fonte Zero Hora

Cuidados com o recém-nascido ajudam a fortalecer vínculo mãe-bebê

A sensação de ter um filho é maravilhosa e única. Mas é fundamental saber que os bebês precisam de cuidados especiais, e esses cuidados começam desde o momento de seu nascimento.

Desde o primeiro dia, é preciso atentar para o trato com o bebê, até para criar um vínculo tanto com a mãe e também com pai, essencial para o desenvolvimento do pequeno. Para você estar preparada com a chegada do seu filhote, a psicóloga Cynthia Boscovich preparou 5 dicas de como cuidar do recém-nascido.

:: Disponibilidade
O bebê necessita de cuidados o tempo todo, cuidados estes que no início, em geral, são físicos - troca de fraldas, banho, amamentação, ser embalado, pego no colo. Além disso, ele vive uma dependência total de outro ser para sobreviver, e o ideal é que quem possa prestar estes cuidados seja a sua mãe. O bebê precisa sentir a presença real e inteira da mãe, que não deve prestar os cuidados de forma automática e mecânica, pois isso não favorece um bom desenvolvimento psíquico para ele. O neném precisa sentir que é objeto de prazer e orgulho para sua mãe - ou quem a substitua - e necessita que ela consiga se adaptar a ele e atender às suas necessidades de forma natural e suficiente para lhe garantir o seu bem estar.

:: Rotina
Para que o bebê esteja em equilíbrio, é necessário que ele tenha uma rotina de cuidados regular e quem preste esses cuidados seja a mesma pessoa, de preferência a mãe. Um dia precisa ser igual ao outro para que ele possa sentir-se seguro. A rotina e a previsibilidade dos cuidados contribuem muito para o bebê se organizar e desenvolver-se psiquicamente.

:: Sono
O recém nascido, necessita de muitas horas de sono, que variam em torno de 18 horas por dia. Porém, ele acorda para mamar a cada 3 horas ou até menos - o intervalo varia de bebê para bebê. Alguns pequenos, desde que nascem, dormem a noite toda, mas na maioria dos casos isso não acontece. Portanto, é interessante que a mãe descanse enquanto o bebê estiver dormindo, para que ela possa estar disposta para cuidá-lo quando ele estiver acordado.

É importante também que, desde o início de vida do bebê, seja estabelecida uma rotina do sono, para que ele se acostume a ela e desenvolva bons hábitos para dormir. Diferenciar o dia da noite pode ajudá-lo a dormir menos de dia, portanto, é importante que se mantenha normalmente a claridade e os ruídos da casa enquanto ele dorme durante o dia, deixando o silêncio e a redução da luminosidade para a noite, assim, ele vai aprendendo a diferenciar o dia da noite. Com o tempo, esse discernimento o ajuda a dormir mais tempo à noite.

Entretanto, se o bebê acordar, mesmo que seja na madrugada, é importante que ele seja atendido nas suas necessidades, que normalmente são fome, dor, troca de fralda. E cabe aos pais atendê-las no início em qualquer horário, para que ele se desenvolva física e psiquicamente saudável. Gradativamente, quando for crescendo, ele se adaptará ao mundo em que vive e poderá aguardar.

:: Segurar com segurança
Quando o bebê estava no ventre materno, era envolvido pelas paredes do útero. Num ambiente aquático, ele percebia o balanço e os deslocamentos dos movimentos da mãe, que lhe proporcionavam um aconchego. Não precisava se preocupar com fome ou temperatura. Lá dentro era tudo perfeitamente regulado para ele. A partir de seu nascimento, ele passa a viver num plano imóvel e rígido, muito diferente do útero materno, onde já estava acostumado. Por isso, precisamos facilitar a adaptação desse pequeno ser que necessita de outras pessoas para sobreviver e garantir o seu bem estar.

São as mãos de um adulto que proporcionarão essa segurança ao recém-nascido. Ao segurar um bebê, necessitamos passar a ele toda a segurança e tranquilidade possível, para que ele sinta-se em equilíbrio e "seguro". A base da personalidade estará sendo bem assentada se o bebê for segurado de uma forma satisfatória. Ou seja, é preciso segurar bem a cabeça do bebê, evitando deixá-la pender para traz nos primeiros meses.

:: Tocar o corpo do bebê
O toque é fundamental para o desenvolvimento físico e psíquico do bebê, e é essencial para a sua adaptação ao mundo. Seja ao trocar as fraldas dos bebês, ao dar banho ou até mesmo numa rotina de massagem, o toque amoroso em qualquer fase em que esteja o bebê contribui bastante para o seu desenvolvimento físico, psíquico e motor . Existem estudos que nos mostram que os bebês que tiveram seus corpos tocados e explorados ou massageados foram beneficiados, por exemplo, com o aumento de peso, dentre outros benefícios relacionados ao desenvolvimento psicomotor.

Nos primeiros meses, é conveniente deixar o bebê envolto no berço por "rolinhos" de cobertor ou almofadas, para que ele possa tocá-los quando se movimenta. Essa é uma forma dele sentir-se acolhido, aninhado, facilitando sua adaptação ao mundo em que vive.

Fonte Zero Hora

Padrões de Beleza: Procedimento para alargar os dentes incisivos faz sucesso no Japão

Procedimento para alargar os dentes incisivos faz sucesso no Japão (Reprodução/)
Nova moda é dar a impressão de que a boca feminina é pequena

Dentistas japoneses passaram a presenciar novos pedidos nos consultórios nos últimos tempos: a nova moda no mundo do embelezamento japonês é o "yaeba teeth". Mulheres de todas as idades estão dispostas a alargar artificialmente os dentes incisivos (os quatro do centro) para dar a impressão de que a boca é pequena.

Tal procedimento passaria a impressão de jovialidade, já que crianças costumam ter a boca pequena e os dentes maiores durante certo período do crescimento.

O fenômeno "yaeba" é o oposto do que desejam as mulheres ocidentais, que gastam fortunas e horas na cadeira do dentista justamente para consertar o sorriso, inclusive usando aparelhos, e deixá-los retinhos.

Os dentes desalinhados e/ou acavalados viraram tendência e foram tema de reportagem no New York Times.

Fonte Zero Hora

Portugal: Governo extingue Centro Hospitalar de Cascais

O Centro Hospitalar de Cascais vai ser extinto e fundido com a Administração Regional de Lisboa, por não cumprir os requisitos que justificaram a sua criação e porque todas as suas atuais atribuições podem ser entregues àquele organismo.

A decisão, com efeitos a partir de quinta-feira, dia 17 de novembro, consta de uma portaria conjunta dos ministérios das Finanças e da Saúde, publicada hoje em Diário da República.

De acordo com o diploma, o Centro Hospitalar de Cascais é extinto por fusão com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), que lhe sucede “na totalidade das suas atribuições e competências e em todos os direitos e obrigações que subsistam na sua titularidade, independentemente de quaisquer formalidades”.

Neste âmbito, caberá ao presidente do Conselho Diretivo da ARSLVT praticar todos os atos e adotar todas as providências necessárias para cessar a atividade do centro hospitalar e reafetar os recursos.

No entanto, os membros do conselho de administração do Centro Hospitalar de Cascais, no cargo à data da entrada em vigor do diploma, mantêm-se no exercício das suas funções de gestão até à conclusão de todas as operações de fusão.

Durante esse período “devem prestar toda a colaboração ao conselho diretivo da ARSLVT, em tudo o que seja necessário ao processo de fusão, sendo ainda responsáveis pela execução orçamental até ao seu termo”, especifica o diploma.

Na base da decisão constante desta portaria está o facto de se terem deixado de “verificar os requisitos que justificaram a criação” do centro hospitalar.

Além disso, não subsistem atribuições que não possam ser prosseguidas por outra entidade já existente no Ministério da Saúde, “sendo imperioso racionalizar e tornar mais eficiente a gestão dos bens públicos em causa, diminuindo de forma significativa os custos de estrutura atuais”.

O Centro Hospitalar de Cascais foi criado em 2000, enquanto medida de reorganização assistencial capaz de potenciar a rentabilização das unidades hospitalares e recursos públicos então disponíveis para a prestação direta de cuidados clínicos naquela zona.

Oito anos depois, o Estado português, representado pela ARSLVT, celebrou com a HPP Saúde — Parcerias Cascais um contrato de gestão relativo à conceção, ao projeto, à construção, ao financiamento, à manutenção e à exploração do novo Hospital de Cascais, em regime de parceria público-privada.

No âmbito desse contrato, o Estado Português obrigou-se a transmitir o antigo Hospital de Cascais integrado no Centro Hospitalar à HPP Saúde, que assumiu a obrigação de o gerir até à conclusão da construção do edifício a ser afeto ao novo Hospital de Cascais.

Com a transmissão desse estabelecimento hospitalar, foram também transmitidos à HPP Saúde um conjunto de bens e relações jurídicas de que era titular o Centro Hospitalar de Cascais, nomeadamente bens móveis, equipamentos e relações contratuais existentes com terceiros.

No início de 2010, com a inauguração do novo edifício hospitalar foi transferido o hospital e libertados os antigos edifícios, tendo o Centro Hospitalar de Cascais reassumido a sua posição de arrendatário.

Fonte Destak