Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Concurso CRN 3 SP e MS

Quem pretende se inscrever a uma das vagas no concurso do Conselho Regional de Nutricionistas-3ª Região devem ficar atento, pois o prazo de inscrição foi prorrogado. O edital do certame (nº. 01/2011) informa que serão preenchidas 11 vagas mais cadastro reserva de nível médio e superior, a serem direcionadas para os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A remuneração varia entre R$ 1.088,50 e R$ 3.165,61, com carga horária de 8 horas semanais.
São reservados 5% do total das vagas oferecidas às pessoas portadoras de deficiência.

Cargos

Assistente Técnico, Auxiliar Administrativo I, Encarregado de Setor I, Nutricionista Assistente e Nutricionista Fiscal I.

Inscrição

As inscrições serão realizadas somente via internet, através do site www.quadrix.org.br, até 29 de novembro de 2011 (horário de Brasília). A taxa varia de R$ 45,00 (nível médio) e R$ 60,00 (nível superior), podendo ser paga até o dia 30 de novembro de 2011.

Prova

As provas objetivas e discursivas serão realizadas nas cidades de Campinas (SP), Campo Grande (MS), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP) e São Paulo (SP), considerando o horário local, preferencialmente no período vespertino, com data prevista para o dia 18 de dezembro de 2011, em locais que serão divulgados na internet, no site www.quadrix.org.br.

Validade

O prazo de validade do concurso será de 02 anos, podendo ser prorrogado por igual período.

Remuneração: ANS diz não ter previsão para que haja controle de honorário médico

Agência reconhece que os honorários médicos estão defasados, o que faz com que ela, venha implementando ações e programas para facilitar o entendimento entre médicos e operadoras

O diretor-presidente da ANS Suplementar), Maurício Ceschin, disse não haver previsão legal para que a Agência faça controle dos preços pagos a prestadoras de serviços médicos ou o repasse dos honorários médicos. As informações são do jornal Infomoney
Apesar disso, a Agência reconhece que os honorários médicos estão defasados, o que faz com que ela, conforme publicado pela Agência Senado, venha implementando ações e programas para facilitar o entendimento entre médicos e operadoras.

Para Ceschin, o modelo que prioriza o consumo de materiais em detrimento da melhor remuneração do trabalho médico, bem como o envelhecimento da população e a inovação tecnológica, está entre os desafios do setor.

Reunião
Conforme decisão da audiência pública realizada na última terça-feira (22) na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado, as operadoras de planos de saúde vão se reunir com a ANS e com representantes da categoria médica para buscar resolver a demanda dos médicos por reajuste nos valores de honorários.

O senador Paulo Davim (PV-RN) informou que, nos últimos dez anos, as operadoras reajustaram as mensalidades dos planos de saúde em cerca de 160%, enquanto que os valores pagos aos médicos cresceu 40% no período.

Para o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), o acréscimo nas mensalidades dos planos nos últimos dez anos foi ainda maior, de 400%, o que, na opinião dele, configura “mercantilização” da saúde.

O secretário de saúde suplementar, Márcio Costa Bichara, lembrou que os médicos realizaram paralisação em abril e em setembro para mostrar à sociedade a gravidade da situação. Bichara defende que o Estado deve intervir na situação, que prejudica sobretudo os usuários.

Fonte SaudeWeb

Orçamento autoriza emendas individuais para a Saúde de até R$ 2 mi

No total, deputados e senadores poderão apresentar até R$ 15 milhões em emendas, dos quais R$ 2 milhões serão obrigatoriamente para a saúde

A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta quarta-feira (23) uma mudança no parecer preliminar ao projeto orçamentário de 2012, para autorizar a apresentação de emendas individuais, até o limite de R$ 2 milhões, para ações no Ministério da Saúde. O parecer aprovado no dia 10 de novembro permitia somente a destinação do valor para a área de atenção básica, que envolve a construção, ampliação, reforma e aparelhamento de postos de saúde.

Essa redação prejudicava, sobretudo, parlamentares que atuam em cidades de maior porte, onde a carência está na área hospitalar e de alta complexidade, e não em postos de saúde. No total, deputados e senadores poderão apresentar até R$ 15 milhões em emendas, dos quais R$ 2 milhões serão obrigatoriamente para a saúde.

Fonte SaudeWeb

Mec distorce informação, diz Cremesp

Entidade denuncia que o Mec distorce informações ao propor o fechamento de 33 vagas e autoriza a abertura de 220 novos cursos de medicina em São Paulo

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) divulgou nesta quarta-feira (23) comunicado que repudia a manobra do Ministério da Educação na abertura de três novos cursos de Medicina no Estado de São Paulo.


Confira parecer na íntegra:

O MEC distorceu a informação, ao fazer divulgar que irá suspender provisoriamente 33 vagas em um curso mal avaliado de São Paulo, ao mesmo tempo em que autorizou a abertura definitiva de outras 220 vagas em três novas escolas.

Em novembro de 2009, parecer da Secretaria de Educação Superior do MEC, publicado no Diário Oficial da União, indeferiu o pedido de autorização de um novo curso em São Paulo, que também recebeu parecer desfavorável do Conselho Nacional de Saúde, diante da ausência de necessidade social e do excesso de escolas médicas no estado. Dois anos depois, inexplicavelmente, a mesma escola é agora aprovada.

Com isso, em 2012, estarão em atividade em São Paulo, 34 cursos de Medicina que oferecerão mais de 3.000 vagas por ano. Em dez anos – de 2002 a 2011 – foram autorizadas 900 vagas em onze novos cursos. São Paulo já conta com 2,6 médicos por 1.000 habitantes, uma das maiores concentrações do mundo.

Muitos dos cursos são altamente lucrativos – cobram até R$ 5.400,00 a mensalidade -, não têm sequer hospital-escola, não têm corpo docente qualificado e não estão integrados ao Sistema Único de Saúde.

O Cremesp recebe mais de 3.500 denúncias contra médicos por ano e os processos éticos por má prática não param de crescer. O Exame do Cremesp avaliou, em sete anos, aproximadamente 5.000 formandos de escolas médicas paulistas. Desses, 2.250 (46,6%) foram reprovados, o que revela deficiência em algumas escolas já existentes, além de uma situação que coloca em risco a saúde e a vida da população.

O MEC pode e deve cumprir seu papel, fechando escolas e cursos sem qualidade e diminuindo vagas naquelas ineficientes e, aí sim, se necessário, autorizar a abertura de escolas públicas de qualidade e com docentes comprovadamente capacitados.

O governo federal e o MEC devem explicações à sociedade sobre a omissão diante da péssima qualidade do ensino médico e sobre os reais interesses que movem a abertura desenfreada de cursos de Medicina.

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo

Fonte SaudeWeb

Redução de estômago por videolaparoscopia vai ser paga por convênios

Decisão firmada pela ANS e CFM estipul que, a partir de janeiro de 2012, operadoras devem realizar a cobertura do procedimento

Uma decisão firmada entre a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelo Conselho Federal de Medicina estipula que a partir de janeiro de 2012 a videolaparoscopia vai passar a ser paga pelos convênios.

Segundo o diretor do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica, Luiz Vicente Berti, a videolaparoscopia é um método menos invasivo que representa uma economia aos planos a médio prazo, devido à redução dos dias de internação e da menor incidência de complicações.

Ele diz que a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) criou uma campanha com o tema “Obesidade sem marcas” e considera o impacto dessa ação muito positivo, pois contribuiu para o debate e a mudança das regras.

A cirurgia minimamente invasiva e aplicável em todas as técnicas cirúrgicas, a Videolaparoscopia representa uma importante evolução tecnológica da medicina, de acordo com Berti. Ele conta que nela, são feitas de quatro a sete mini-incisões de 0,5 a 1,2 centímetros cada uma, por onde passam as cânulas e a câmera de vídeo.

E ressalta que das quase 60 mil cirurgias bariátricas realizadas em 2010 no Brasil, 35% foram feitas via Videolaparoscopia. A taxa de mortalidade média é de apenas 0,23% – abaixo do índice de 1% estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) –, contra 0,8% a 1% da cirurgia aberta (laparotomia).

Fonte SaudeWeb