terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Meta é implantar política ampla, moderna e corajosa, diz presidenta sobre plano de combate ao crack
Ao comentar o lançamento de um conjunto de ações para o enfrentamento ao crack na semana passada, a presidenta Dilma Rousseff disse ontem (12) que a meta do governo é implantar uma política ampla, moderna e corajosa de combate às drogas.
No programa semanal de rádio Café com a Presidenta, ela lembrou que R$ 4 bilhões serão investidos até 2014 em uma rede integrada que atue em três frentes: garantir o cuidado e o tratamento para dependentes químicos; reprimir o tráfico e o crime organizado; e educar jovens para prevenir o contato com as drogas.
Segundo Dilma, o país conta atualmente com 26 unidades públicas de acolhimento para usuários no Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é chegar a 574 unidades até 2014, por meio de parcerias com instituições privadas e comunidades terapêuticas.
“Para receber recursos do governo, essas instituições terão que seguir as novas normas da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] relativas à higiene do ambiente, ao atendimento e, principalmente, ao respeito aos direitos humanos e à manutenção do contato dos pacientes com a família”, explicou.
Outra novidade é a ampliação do atendimento nos centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) para 24 horas. Isso porque, de acordo com a presidenta, um paciente que tenta se livrar das drogas pode ter uma crise de abstinência no meio da noite ou durante o fim de semana.
“E, às vezes, é o atendimento nas emergências dos hospitais que salva a vida de um usuário de drogas. Vamos criar 2.462 novos leitos em enfermarias especializadas no atendimento aos dependentes de álcool, crack e outras drogas. Mais 1.142 leitos serão reformados e reequipados”, concluiu Dilma.
Fonte Agência Brasil
Exames: Glicemia de jejum
O que é
Exame de sangue que mostra a taxa de glicose na corrente sanguínea com o organismo em jejum.
Para que serve
Ao informar se os níveis do açúcar (glicose) coletados do sangue após jejum obedecem a uma determinada faixa de valores medidos em mg/dL (miligramas por decilitro), este exame é o primeiro passo laboratorial na investigação do diabetes. Serve também para acompanhar a doença, inclusive durante a gravidez.
Como é feito
O exame é feito por coleta de sangue de uma veia do braço.
Preparo
Necessita de jejum calórico de oito horas.
Valores de referência
Níveis de glicose normais: 75 e 110 mg/dL.
Fonte IG
Primeiros Socorros: Infarto
Como reconhecer:
- Dor no peito
- Formigamento e dor nos braços e nos ombros, especialmente do lado esquerdo
- Desconforto na região do estômago (pode ser confundido com azia)
- Palpitação
- Suor excessivo e palidez
- Náusea
- Falta de ar
- Formigamento e dor nos braços e nos ombros, especialmente do lado esquerdo
- Desconforto na região do estômago (pode ser confundido com azia)
- Palpitação
- Suor excessivo e palidez
- Náusea
- Falta de ar
Como agir:
- Chame imediatamente o serviço médico de emergência
- Mantenha a vítima deitada e afrouxe as roupas dela
- Transmita calma
- Se ela entrar em parada cardíaca inicie os procedimentos de reanimação
- Mantenha a vítima deitada e afrouxe as roupas dela
- Transmita calma
- Se ela entrar em parada cardíaca inicie os procedimentos de reanimação
Como prevenir:
- Ter uma alimentação saudável
- Não fumar
- Não beber em excesso
- Praticar exercícios físicos
- Verificar o colesterol regularmente
- Ficar atento a fatores de risco como obesidade, diabetes e hipertensão
- Se informar sobre seu histórico familiar de doenças do coração
- Adotar um estilo de vida que ajude a diminuir o stress do dia a dia
- Não fumar
- Não beber em excesso
- Praticar exercícios físicos
- Verificar o colesterol regularmente
- Ficar atento a fatores de risco como obesidade, diabetes e hipertensão
- Se informar sobre seu histórico familiar de doenças do coração
- Adotar um estilo de vida que ajude a diminuir o stress do dia a dia
Fonte IG
Miocardiopatia hipertrófica é comum e pode ser fatal
Morrer ou largar o emprego milionário? O dilema vivido pelo personagem Walace Mu (Dudu Azevedo), na novela Fina Estampa, teve um desfecho diferente do que costuma acontecer: ele colocou fim à carreira de lutador por causa de um sério problema no coração.
A miocardiopatia hipertrófica, doença que tirou o personagem do ringue, na vida real leva milhares de atletas a nocaute.
Nos Estados Unidos, onde já há dados sobre o assunto, 50% das mortes súbitas de atletas são decorrentes dessa doença. E no Brasil, embora ainda não existam levantamentos, a miocardiopatia ganhou as telas da TV na cena, real, em que o zagueiro do São Caetano Serginho, 30 anos, caiu morto no chão, vítima dessa disfunção cardíaca.
A miocardiopatia hipertrófica é frequente, acomete uma em cada 500 pessoas em todo o mundo, e se caracteriza pela espessura aumentada do septo interatrial, região localizada na parte superior do coração. O normal é que essa estrutura meça 4 milímetros. No atleta, em função do esforço demasiado, pode chegar a 14 milímetros. Em quem tem a doença, a espessura é de 16 milímetros.
“O espessamento da parede obstrui a passagem do sangue, impedindo a circulação correta”, explica Nabil Ghorayeb, conceituado especialista brasileiro em cardiologia do esporte e médico do Hospital do Coração (HCor).
“Quando o corpo precisa de maior circulação de sangue, o coração não consegue dar, porque está obstruído. É daí que pode vir a morte súbita”, complementa a cardiologista Isa Bragança, diretora da Cardiomex, clínica especializada em atividade física para cardíacos.
Aa condição pode ou não ser fatal dependendo da genética de cada indivíduo.
“Ela tem caráter variável, depende de mutações genéticas para ser grave. Por isso, há pessoas que têm a doença e não apresentam problemas e há pessoas que podem morrer por conta disso”, alerta a cardiologista.
Por esse motivo, a doença é especialmente perigosa em jovens, já que não se sabe ao certo como irá evoluir.
“A miocardiopatia precisa ser bem diagnosticada para ser acompanhada de perto”, alerta Ghorayeb.
Sem dor
Em Fina Estampa, o lutador Walace Mu reclama de dores no peito. Os sintomas da miocardiopatia, no entanto, são disparos no coração, sincopes e, em alguns casos, sensação de cansaço. A miocardiopatia hipertrófica raramente provoca dores.
A doença precisa ser investigada com cautela, principalmente em atletas. “Quando eles apresentam estruturas com 13mm, vale averiguar de forma mais minuciosa, com avaliação genética ou ressonância magnética do coração”, alerta o médico. Além desses exames, a atividade física é suspensa por 90 dias, período em que o coração deve voltar ao tamanho normal. Se isso não acontece, o diagnóstico é confirmado.
Isa Bragança alerta para a importância de uma avaliação cardiológica antes de iniciar qualquer tipo de atividade física, mesmo em quem não é atleta.
“O ideal é fazer o exame com um médico do esporte ou cardiologista, colher dados dos familiares e fazer um ecocardiograma e eletrocardiograma”, diz.
Tratamento
Para o atleta, o diagnóstico quase sempre representa o fim da carreira. “Acompanhei o caso de um paciente que jogava no Flamengo e apresentou o problema. Mesmo muito talentoso, ele teve que parar, teve que abadonar o sonho para permanecer vivo. Foi um golpe duro para ele e para a família”, relata Ghorayeb. A cardiologista da Cardiomex reforça: “quem tem o problema pode fazer uma caminhada leve, mas não deve fazer atividade física competitiva.”
Além do afastamento, duas formas são as mais comuns de tratamento: medicamentoso, com remédios que impedem a contração do coração com muita potência; e a intervenção cirúrgica, em que um pedaço do órgão é retirado. Menos frequente, a injeção de álcool no local afetado também vem sendo utilizada.
“É um novo tratamento. Os médicos provocam um pequeno infarto no local, a região morre e murcha”, explica Nabil.
Fonte IG
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