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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Tratamento do câncer pode afetar também a saúde bucal

Se você está passando por um tratamento contra o câncer, é possível que não esteja pensando na saúde bucal, mas é preciso saber que os tratamentos contra o câncer podem afetar todas as partes do corpo, inclusive a boca.

Uma boca não saudável pode aumentar o risco de desenvolver os efeitos colaterais da terapia contra o câncer e pode até mesmo interferir no tratamento.

Se você, atualmente, está sendo tratado contra o câncer, é importante informar ao seu dentista quais tipos de tratamento você está realizando, uma vez que eles podem enfraquecer o sistema imunológico e deixá-lo mais propenso a desenvolver infecções. Se possível, consulte seu dentista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento, para que ele possa realizar um exame dental e os tratamentos necessários para doença gengival, cárie dentária (veja o link "tooth decay" em http://www.colgate.com/app/CP/US/EN/OC/Information/Articles/Oral-and-Dental-Health-Basics/Common-Concerns/Cavities-Tooth-Decay.cvsp) ou outras infecções na sua boca.

Durante o tratamento do câncer, úlceras doloridas e/ou boca seca (especialmente em pessoas em tratamento para câncer de cabeça ou pescoço) são possíveis efeitos colaterais. Além de causar desconforto, isso pode aumentar o risco de cárie dentária, uma vez que a saliva remove partículas entre os dentes e ajuda a reduzir o risco. Seu dentista pode lhe receitar saliva artificial para ajudar a melhorar seu conforto e proteger seus dentes.

Seu dentista pode, também, fornecer moldeiras especiais que se encaixam na sua boca. As moldeiras são usadas para aplicar um gel de flúor regularmente nos dentes durante o tratamento do câncer, o que ajuda a fortalecê-los e protegê-los.

Alguns passos a serem seguidos para manter uma boca saudável incluem:
  • Escovar os dentes duas vezes ao dia com creme dental fluoretado;
  • Limpar entre os dentes todos os dias com fio dental;
  • Cessar o uso de produtos derivados do tabaco;
  • Enxaguar a boca após vomitar, usando um quarto de colher de chá de bicarbonato de sódio em uma xícara de água morna;
  • Umedecer a boca seca bebendo água, chupando uma pedra de gelo, mascando goma de mascar sem açúcar ou chupando balas sem açúcar; evitar enxaguatórios bucais que contenham álcool e perguntar ao dentista sobre saliva artificial;
  • Procurar produtos dentais que exibam o Selo de Aprovação da American Dental Association, que indica que o produto atende às normas de segurança e eficácia – e que ele faz o que a embalagem promete;
  • É importante falar com seu dentista sobre qualquer problema que você tenha com sua boca. Como os dentistas são especializados em cuidar de dentes e gengiva, eles podem ajudar a limitar os problemas bucais que podem surgir durante o tratamento contra o câncer.
Fonte colgate.com.br

Comida para espantar a insônia

Inclua alface no jantar e tenha uma noite de sono tranquila
Alface, banana ou coentro ajudam a ter uma noite de sono tranquila. Confira esse e outros alimentos que ajudam a dormir melhor

A famosa receita de vó, o leite morno, pode ser tiro e queda para quem tem dificuldades de pegar no sono. O segredo é apostar em alimentos como este, ricos em triptofano, um aminoácido usado pelo corpo na produção serotonina, o neurotransmissor que ajuda na redução do ritmo cerebral, e também de melatonina, hormônio que regula o sono.

Acrescidos de algumas doses de carboidratos, a combinação fica ainda mais potente, já que o carboidrato influencia na liberação de insulina que limpa o caminho para o triptofano agir mais facilmente. Pesquisas internacionais também já relacionam o magnésio e o cálcio como substâncias importantes para dormir tranqüilo.

Confira a lista de nove alimentos para preparar sua noite de sono desde a hora do jantar.

ALFACE: muito utilizada pelos egípcios para ter uma noite de sono tranqüila, a alface contém lactuário, uma substância com poderoso efeito sedativo. “Chega a ser semelhante ao ópio”, diz Wendy Green, em seu livro “50 coisas que você pode fazer para combater a insônia” (Ed. Larousse).

BATATA: Rica em carboidrato e também em triptofano, ela pode ser uma ótima pedida para aqueles dias mais agitados. Só tome cuidado na hora do preparo. Quando fritas, seu valor calórico triplica. Pesquisadores norte-americanos confirmaram que, quando preparadas de maneira saudável, a batata não contribui para o ganho de peso. Portanto, que tal fazê-la ao forno?

BANANA: Uma única unidade contém triptofano, melatonina, serotonina e magnésio, todas essas substâncias que auxiliam o corpo a relaxar e, consequentemente, ter sono. Nela, também podem ser encontradas vitamina C e B6, fibras e potássio.

CEREJAS: Além de vitaminas A, B e C, essa fruta contém melatonina, substância que ajuda a estimular o corpo ao sono. Três ou quatro seriam suficientes para esse propósito.

COENTRO: a grande quantidade de magnésio presente neste tempero faz dele um excelente aliado no combate à insônia. “Na medicina tradicional iraniana é recomendado para aliviar esse problema”, revela David Grotto, no livro “101 alimentos que podem salvar a sua vida” (Rd. Larousse)

ESPINAFRE OU BRÓCOLIS: o segredo dessas duas verduras de cor verde escura está no magnésio. Segundo o nutricionista inglês Patrick Holford, autor de “A Bíblia da Boa Nutrição” (tradução livre, sem edição em português), esse minério é um poderoso relaxante e ajuda o corpo a lidar com as conseqüências do estresse. A dose diária indicada é de 300mg.

IOGURTE: O cálcio também tem sido celebrado como um importante nutriente quando o assunto é dormir bem. A nutricionista Adelle Davis, uma das mais respeitadas dos Estados Unidos, afirma em seus estudos que a insônia é um dos primeiros sintomas da deficiência de cálcio. O Ministério da Saúde recomenda a ingestão diária de 1000mg de cálcio por dia para um adulto.

MARACUJÁ: quem tem dificuldades para dormir ou crises de insônia com certeza já ouviu falar em passiflora. A substância extraída da flor do maracujá ganhou fama por seu potencial relaxante. A fruta, por sua vez, tem passiflorine, uma variante dessa substância, mas com o mesmo poder tranqüilizador. Faça um suco com dois maracujás pelo menos uma hora antes de deitar.

NOZES: novamente a responsável é a melatonina. Esse hormônio que ajuda a regular o sono está presente em grande quantidade nas nozes. Além disso, também têm magnésio e é uma ótima fonte de ômega-3.

Fonte IG

Pé de atleta

Definição

O pé de atleta é uma infecção nos pés causada por fungo. O termo médico é tinea pedis. Ele pode durar pouco ou muito tempo e pode voltar a ocorrer após o tratamento.

Nomes alternativos

Tinea pedis, infecção por fungo - pés; tinea do pé; infecção - fungo - pés; dermatofitose - pé

Causas, incidência e fatores de risco

O corpo normalmente hospeda uma grande variedade de micro-organismos, incluindo bactérias e fungos. Alguns deles são úteis para o corpo. Outros podem, sob certas condições, multiplicar-se rapidamente e causar infecções. O pé de atleta ocorre quando um tipo específico de fungo cresce e se multiplica nos seus pés (principalmente entre os dedos) ou, com menos frequência, nas mãos.
Dentre as infecções fúngicas conhecidas como infecções por tinea, o pé de atleta é a mais comum. Pode ocorrer ao mesmo tempo que outras infecções de pele por fungo, como a dermatofitose ou coceira de jóquei (tinea crural). Esses fungos proliferam em áreas quentes e úmidas.

O risco de contrair pé de atleta aumenta se você:
  • Usar sapatos fechados, principalmente se forem de plástico
  • Permanecer com os pés molhados por longos períodos
  • Suar muito
  • Desenvolver uma pequena ferida na pele ou na unha
O pé de atleta é contagioso e pode ser transmitido por contato direto ou contato com outros itens, como calçados, meias e o piso e banheiros ou piscinas.

Sintomas

O sintoma mais comum é apresentar pele rachada e descamada entre os dedos. A área afetada geralmente fica vermelha e coça. Pode haver sensação de queimação ou ardor e podem ocorrer bolhas, vazamento ou encrostação. Além dos dedos do pé, os sintomas podem ocorrer nos tornozelos, palmas e entre os dedos das mãos.
Se o fungo espalhar para as unhas, elas podem ficar descoloridas, grossas e até quebrar.

Exames e testes

O diagnóstico é baseado principalmente na aparência da pele. Se algum exame for realizado, algumas opções são:
  • Cultura da pele (os fungos das manchas da pele são capazes de se desenvolver em laboratório)
  • Biópsia de lesão da pele (o exame pode mostrar fungos sob o microscópio)
  • Teste do KOH (hidróxido de potássio) na lesão (raspados da pele em KOH mostram fungos sob o microscópio)

Tratamento

Os pós ou as pomadas antifúngicos vendidos sem receita médica podem ajudar a controlar a infecção. Eles geralmente contêm miconazol, clotrimazol ou tolnaftato. Continue usando o medicamento por uma ou duas semanas após a infecção para evitar que ela volte.

Além disso:
  • Mantenha seus pés limpos e secos, principalmente entre os dedos
  • Lave os pés cuidadosamente com sabonete e água e seque a área por completo. Tente fazer isso ao menos duas vezes por dia
  • Use meias de algodão limpas e troque as meias e o calçado quantas vezes forem necessárias para manter os pés secos

Foto: ADAM
Pé de atleta, tinea pedis

O pé de atleta geralmente responde bem aos cuidados caseiros, embora ele possa voltar. Para evitar infecções futuras, siga os cuidados descritos em Prevenção.
Infecções graves e constantes que não respondem aos cuidados caseiros em duas a quatro semanas e pé de atleta recorrente podem precisar de tratamentos adicionais recomendados pelo seu médico. Medicamentos antifúngicos mais fortes que exigem receita médica podem ser necessários. Isso inclui medicamentos tópicos, como cetoconazol ou terbinafina e comprimidos.
Os antibióticos podem ser necessários para tratar infecções bacterianas secundárias que ocorrem com o fungo (por exemplo, por coçar demais).

Evolução (prognóstico)

As infecções de pé de atleta variam de leves a graves e podem durar muito ou pouco tempo. Elas podem persistir ou voltar, mas geralmente respondem bem ao tratamento. Medicação prolongada e cuidados preventivos podem ser necessários.

Complicações

  • Recorrência do pé de atleta
  • Infecções bacterianas secundárias como a celulite
  • Linfangite e linfadenite
  • Efeitos colaterais sistêmicos dos medicamentos (consulte os medicamentos específicos)

Ligando para o médico

Ligue para o médico imediatamente se:
  • Seu pé inchar e parecer quente ao toque, principalmente se surgirem faixas vermelhas. Esses são sinais de uma possível infecção bacteriana. Outros sinais são pus ou outra secreção e febre
  • Você tiver diabetes e desenvolver pé de atleta
Também ligue para o médico se os sintomas de pé de atleta não desaparecerem após um mês realizando os cuidados caseiros.

Prevenção

Para evitar o pé de atleta:
  • Seque seus pés completamente após tomar banho ou nadar
  • Use sandálias ou chinelos em chuveiros ou piscinas públicas
  • Troque as meias com frequência para manter os pés secos. Isso deve ser feito pelo menos uma vez ao dia
  • Use pós secativos ou antifúngicos para evitar o pé de atleta se você tiver propensão a contraí-lo ou se frequentar lugares em que o fungo do pé de atleta for comum (como chuveiros públicos)
  • Use calçados bem ventilados e, de preferência, feitos de materiais naturais como o couro. Alternar os calçados diariamente pode ajudar, assim eles secam completamente entre cada uso. Evite usar calçados de plástico
Fonte IG

Os riscos ocultos das lentes de contato

Falta de higiene e cuidado com uso de lentes
de contato pode provocar doenças oculares
Ministério Público quer que perigos do uso inadequado do produto, como cegueira e conjuntivite, venham na embalagem

Para corrigir problemas na visão, ou apenas brincar de colorir os olhos é preciso cuidado, higiene e informação. Os prejuízos que o uso incorreto das lentes de contato podem provocar na saúde são múltiplos e sérios.

Úlcera de córnea, conjuntivite alérgica, irritação ocular e cegueira listam os danos mais graves aos olhos. Tais doenças, porém, não constam nas embalagens dos principais fabricantes do produto comercializado no Brasil. O consumidor não recebe nenhuma orientação sobre riscos e cuidados exigidos pelo material.

O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pedindo que cobre dos fabricantes de lentes de contato informações sobre os problemas que elas podem causar à saúde. A exigência, é que os dados sejam incluídos nas embalagens ou nos rótulos dos produtos.

A recomendação, encaminhada pelo procurador da República Claudio Gheventer, foi resultado de um ano de apuração do material comercializado nas principais farmácias do País. Segundo Gheventer, o MPF verificou que as embalagens das lentes da Johnson & Johnson e da Novartis não possuem as mais básicas informações.

O procurador afirma que as bulas, contendo as advertências e instruções de uso, são entregues separadamente aos comerciantes, que ficam encarregados de repassá-las ao consumidor, o que não necessariamente é feito.

“É evidente a violação ao Código de Defesa do Consumidor e à própria regulamentação da Anvisa, que preconiza que essas instruções estejam nas embalagens”, assevera.

Gheventer ainda revela que as fabricantes reconhecem os riscos, mas alegam que é permitido pela legislação entregar o material separado da bula. A afirmação, para o procurador, comprova que a fiscalização é flexível e dá espaço para tais condutas. Após a notificação, a Anvisa tem 45 dias para informar se vai acatar ou não a recomendação do MPF.

Como usar
Apesar do acesso fácil, não são todas as pessoas aptas a fazer o uso das lentes de contato, revela Newton Kara José, oftalmologista do Hospital Sírio Libanês de São Paulo. “Os olhos precisam ser saudáveis para suportar o material. Doenças na córnea, irritações ou inflamações são impeditivos automáticos para substituir os óculos pelas lentes.”

O especialista também alerta que o material não devem ser utilizadas por menores de 15 anos. Na visão de Kara, os pacientes mais jovens não possuem maturidade suficiente para identificar possíveis complicações.“Não adianta controle e fiscalização dos pais. Cabe ao paciente reconhecer, entender os riscos. O desleixo dessa fase pode provocar complicações sérias.”

O uso das lentes exige cuidados constantes. Kara explica que é fundamental lavar o material ao final do dia e deixá-lo na solução de limpeza específica para as lentes de contato. Embora não exista nenhuma contraindicação, o uso das lentes não deve ser excessivo. Além disso, é importante que os óculos não sejam descartados. É uma segurança na falta ou impossibilidade de usar lentes, defende.

Sinais óbvios
Ao menor sinal de irritação ou dor, é imprescindível retirar as lentes dos olhos e fazer a higienização com o líquido recomendado pelo oftalmologista. Se após a limpeza o incômodo permanecer, é sinal de que o material pode ter provocado uma lesão na córnea ou, no mínimo, agredido os olhos.

Respeitar o prazo de validade das lentes descartáveis ou de longa duração é essencial. Segundo o médico, a maioria do pacientes faz a troca quando começa a sentir algum incômodo. “Com o passar do tempo, o usuário fica relapso. Os olhos manifestam o desconforto rapidamente. Além de higiene e controle, é fundamental o acompanhamento médico e a troca de lentes dentro do prazo. O incômodo, usado como termômetro de validade, pode representar um comprometimento já existente, provocado pela perda de qualidade do material.”

Cores e maquiagem
No caso de lentes coloridas, a orientação é ainda mais severa. Independente do uso diário ou esporádico, o material deve ser higienizado constantemente. O especialista pontua que a falta de conhecimento e informação banaliza o uso das lentes de contato. “As lentes coloridas podem gerar complicações muito maiores. Os usuários não estão preparados, desconhecem os procedimentos de limpeza. A ausência de grau não elimina os riscos.”

As mulheres devem ter cautela redobrada. Segundo Kara, a maquiagem também representa um potencial fator de risco à saúde dos olhos. Rímel, lápis, delineadores e demais instrumentos para reforçar a beleza feminina impregnam os olhos e, conseqüentemente, as lentes. “A maquiagem é muito contaminada, um meio altamente propício para o crescimento de bactéria.”

Fonte IG

Médicos alertam para utensílios que não devem ser compartilhados


Maquiagem: cada uma tem que ter a sua
Para evitar contágio por fungos ou bactérias, o ideal é que copos, escova de cabelo, rímel e batom sejam de uso exclusivo

Você está no toalete, retocando a maquiagem, e uma amiga pede: “me empresta o batom?”

Seja o batom, o rímel, a sombra, o delineador, a escova de cabelo, melhor não emprestar. Nem se seja sua maior amiga.

Simplesmente pelo fato de que de uma boca à outra, de um olho ao outro, podem ser transmitidos fungos e bactérias responsáveis por irritações que variam de sensação de ardor e coceira persistente a reações mais sérias como infecções.

“O ideal é utilizar a própria maquiagem. É como a escova de dente. É mais seguro e muito mais higiênico fazer uso exclusivo. Sabemos cientificamente que alguns microorganismos (vírus, bactérias, fungos) podem permanecer vivos fora do organismo e ser transmitidos quando há o contato inadvertido com um objeto contaminado”, diz o oftalmologista Leo Carvalho, membro da Academia Americana de Oftalmologia e diretor do setor de Oftalmologia da Clínica Dom Bosco, de São Paulo.

Entre os riscos de infecções oculares estão conjuntivites bacterianas ou virais, blefarites, herpes e tracoma (causado pela clamídia).

Pelo batom também há o risco de transmissão do vírus da herpes, além de inúmeras bactérias, que podem causar de mau hálito a doenças na gengiva e cáries, entre outros problemas.

“Compartilhar objetos que carreguem gotículas de saliva – como talheres, copos, escova de dente e batom – implica vários riscos”, alerta a dermatologista Suzy Rabello, do Hospital Bandeirantes, de São Paulo.

Até a escova de cabelo pode transmitir doenças. “O compartilhamento desse objeto contaminado pode levar a uma infecção fúngica (micose) conhecida como pitiríase versicolor ou disseminar piolhos, por exemplo”, diz a dermatologista.

É ideal ainda que as toalhas – tanto de corpo quanto de rosto – sejam de uso pessoal e sejam trocadas e higienizadas com frequência.

Da cabeça aos pés é preciso ter cuidado. “Nem os chinelos estão livres. Infecções fúngicas, conhecidas como pé de atleta, são facilmente transmitidas por meio de calçados emprestados”, completa a especialista.

No salão de beleza, o perigo está nos utensílios de manicure não esterilizados. “Há muitos salões que ainda utilizam estufas para limpeza dos instrumentos e não autoclave, o que não promove a desinfecção total.

Por meio de alicates e lixas contaminadas há a possibilidade de transmissão de micoses para as unhas e para a pele, além do grave risco de transmissão de hepatites B, C e até HIV. O ideal é que cada pessoa tenha seus próprios materiais”, alerta a médica do Hospital Bandeirantes.

Fonte IG