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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Primeiros Socorros: Ferida inflamada

A inflamação é uma reação do organismo a qualquer agente agressor. Ela pode surgir por várias razões, como uma picada de inseto, uma batida e um corte, entre outros.

É importante não confundir inflamação com infecção. Esta última é gerada pela ação de microorganismos como fungos, vírus e bactérias. Já a inflamação é uma reação do próprio organismo.

Como reconhecer:
A inflamação se caracteriza por uma área geralmente avermelhada, inchada e dolorida.

Como agir:
- Faça compressas com bolsa de água fria ou pano úmido no local para aliviar a sensação de calor
- Em feridas inflamadas que não estejam abertas, é possível fazer uso tópico de antiinflamatórios
- Em feridas abertas, é necessário consultar um médico, pois há possibilidade da inflamação se transformar em infecção

Fonte iG

FDA aconselha consumidores a usar paracetamol conforme instruções

A agência americana que regula fármacos quer que os consumidores saibam que tomar uma dose de acetaminofeno/ paracetamol maior do que a recomendada pode potencialmente causar sérios danos ao fígado ou mesmo morte.

Dentistas, rotineiramente, tratam de dor aguda dos pacientes. Em alguns casos, eles recomendam que os pacientes comecem a usar o acetaminofeno/ paracetamol vendido sem prescrição antes da consulta para o tratamento.

Acetaminofeno/ paracetamol é o nome genérico do ingrediente ativo de produtos vendidos sem prescrição como o Tylenol e de medicamentos vendidos com prescrição como o Vicodin e Percocet. O ingrediente é encontrado em mais de 600 remédios para alívio da dor e febre, gripes e resfriados, alergia e auxiliares do sono vendidos com ou sem prescrição, segundo a FDA.

Quando usado conforme as orientações, o medicamento é seguro e eficaz, mas "tomar ainda que só um pouquinho a mais do que o prescrito, ou usar mais do que um remédio que contenha acetaminofeno" pode ser fatal.

A FDA alerta os pacientes a sempre seguir as orientações do médico e também as orientações na bula do medicamento ao usar produtos contendo acetaminofeno/ paracetamol. É especialmente importante que os pacientes falem com o médico se beberem álcool regularmente ou tiverem sido diagnosticados com doença hepática. A agência também aconselha os pacientes que tomam warfarina – medicamento que afina o sangue – a discutir a ingestão de acetaminofeno/ paracetamol com um médico porque a combinação pode elevar o risco de hemorragia.

Ao dar esse medicamento para crianças, a FDA recomenda que os pais:
  • Verifiquem os ingredientes ativos em todos os outros medicamentos que a criança estiver tomando.
  • Leiam as informações fornecidas pelo médico da criança e também as informações na bula e sigam as instruções.
  • Escolham o medicamento correto com base no peso e idade da criança para determinar se o medicamento está certo para seu filho, qual a quantidade a dar, qual o intervalo de horas entre as doses e quando parar de dar o acetaminofeno/ paracetamol e procurar a ajuda de um médico. Se a dose apropriada ao peso ou idade de seu filho não estiver listada na bula ou você não souber o quanto dar, pergunte ao farmacêutico ou médico o que fazer.
  • Não use uma colher porque você pode dar a quantidade errada. Use o dosador que vem com o medicamento para obter a dose exata. Se não houver dosador, pergunte ao farmacêutico.
  • Nunca dê mais de um medicamento que contenha acetaminofeno/ paracetamol. Se você der mais, poderá prejudicar seu filho.
  • Caso o medicamento não alivie a dor ou a febre em crianças ou adultos, a FDA recomenda com veemência que os pacientes não tomem mais acetaminofeno/ paracetamol e conversem com um médico, enfermeiro ou farmacêutico.
Fonte colgate.com.br

É homem contra mulher na saúde bucal

Parece que ter dois cromossomas X pode gerar uma saúde bucal melhor. As mulheres são mais proativas do que os homens na manutenção dos dentes e gengiva, de acordo com uma nova pesquisa publicada no Journal of Periodontology de abril.

Mulheres são praticamente duas vezes mais propensas a ter feito check-ups odontológicos regulares no ano passado, agendado o tratamento recomendado após esses check-ups e ter melhores indicadores de saúde periodontal, incluindo menor incidência de placa dental, cálculo e sangramento durante sondagem, fatores esses que podem ser usados como marcadores da doença periodontal.

Mulheres também têm um melhor entendimento do que a boa saúde bucal acarreta juntamente com uma atitude mais positiva em relação a consultar o dentista, afirma o estudo.

O estudo incluiu mais de 800 pessoas com idades entre 18 e 19 anos. As pessoas foram solicitadas a completar um questionário escrito sobre estilo de vida, conhecimento dental, atitude dental e comportamento de saúde bucal. Os participantes também foram submetidos a um exame bucal para determinar se tinham indicadores de doença periodontal.

De acordo com a Associação Dental Americana, a doença periodontal é uma infecção dos tecidos que suportam o dente. Sua gengiva não é colada nos dentes tanto quanto parece. Existe um pequeno espaço raso em formato de "V" chamado de sulco entre o dente e a gengiva.

As doenças periodontais atacam logo abaixo da linha da gengiva no sulco, onde fazem com que a ligação entre o dente e seus tecidos de suporte se rompa. Conforme os tecidos são danificados, o sulco se transforma numa bolsa: geralmente, quanto mais severa a doença, mais profunda a bolsa.

É possível ter doença periodontal e não apresentar sinais de alerta. Essa é uma das razões por que os check-ups regulares e exames periodontais são tão importantes.

Fatores de risco incluem fumar ou mascar tabaco, doenças sistêmicas como diabetes, várias medicações como esteróides, drogas para terapia do câncer e contraceptivos orais, próteses que se tornaram mal adaptadas, dentes apinhados, restaurações que se tornaram defeituosas e gravidez, segundo a FDA.

A ADA diz que os sinais de alerta incluem: gengiva que sangram facilmente; gengiva vermelha, inchada ou sensível; gengiva afastada dos dentes; mau hálito persistente ou gosto ruim; dentes permanentes que estão com mobilidade ou se separando; alterações na maneira como os dentes se encaixam ao morder ou qualquer alteração no encaixe de próteses parciais.

Fonte colgate.com.br

Dossiê: bebidas não alcoólicas

As vantagens e desvantagens de saborear algumas das bebidas mais presentes no dia a dia

Não tem conversa: a água é, de longe, o líquido mais saudável para consumir. “Não há substituto à altura dela. Trata-se do solvente universal do corpo humano, responsável por umedecer os tecidos, regular a produção de calor e transportar nutrientes e resíduos. Assim, bebidas que contêm outras substâncias só tendem a aumentar a necessidade de tomar água”, confirma a nutricionista Neila Wendling, do Conselho Regional de Nutricionistas da 8ª Região – Paraná (PR).

Mas, infelizmente, nem todo mundo consegue se contentar apenas com esse refresco. Por isso, o iG Saúde foi atrás de informações sobre outros tipos de bebidas que lotam as prateleiras dos supermercados e, de alguma forma, acabam entrando na rotina alimentar. Conhecendo mais sobre cada uma, é possível fazer escolhas melhores e mais saudáveis na hora de matar a sede. Saiba mais sobre chá, suco de frutas, refrigerante, águas saborizadas e levemente gaseificadas, água de coco, bebidas isotônicas, leite de vaca, leite de soja e café.

Suco de fruta
Assim como o chá, o melhor é apostar na versão natural, preparada com a fruta fresquinha. Opte por não colocar açúcar na bebida, já que isso aumenta bastante o valor calórico do refresco. Se não der para utilizar frutas in natura, uma boa é investir nas polpas congeladas, que mantêm o potencial nutritivo. Para aproveitar os benefícios dos ingredientes, sugere-se consumir a bebida logo após o preparo.

Para Amanda Buonavoglia, nutricionista Associação Paulista de Naturologia (Apanat), “sucos com polpas congeladas são interessantes para um lanche da tarde, principalmente se forem batidas com leite ou iogurte natural. Assim, além de refrescante, a bebida se torna fonte de cálcio”. Sucos especiais - desintoxicantes, energizantes, etc - podem garantem saúde e bem-estar.

Agora, se falta tempo para criar as próprias receitas, é bom saber que, apesar de mais práticas, as versões industrializadas são justamente as menos vantajosas do ponto de vista nutricional. Isso porque além de apresentar um teor bem reduzido de vitaminas e minerais reúnem boas doses de açúcar, aromatizantes e corantes artificiais. De qualquer forma, todas as opções oferecem calorias, portanto, nada de exageros!

Chá
De preferência, prepare-o com água fervente e ervas, pois assim é possível preservar o conteúdo de fitoquímicos – compostos orgânicos que agem sobre funções do organismo. É importante ressaltar que cada erva provoca um efeito e, por isso, seu consumo deve estar atrelado à necessidade de cada pessoa. Por exemplo: alguns chás são calmantes, como aqueles feitos com camomila, hortelã e melissa.

Outros são estimulantes, como os de ginseng e guaraná. Há também há os digestivos, tais como o de boldo-do-chile, sálvia e cravo-da-índia, e os famosos “emagrecedores”, como os chás verde, branco, preto e vermelho.

Apesar de existirem ervas que alegam tratar uma infinidade de problemas, deve-se ter em mente que o consumo exagerado pode comprometer o funcionamento saudável do organismo em vez de beneficiá-lo. Por outro lado, “se achar mais prático tomar a bebida industrializada, saiba que o teor de fitoterápicos é reduzido e o produto geralmente apresenta conservantes e flavorizantes artificiais”, lembra José Irineu Golbspan, médico nutrólogo de Porto Alegre (RS). Alguns chás são terapêuticos e ajudam a proteger a saúde.

Refrigerante
Para os amantes dessa bebida, um aviso: não há nada de bom para falarmos sobre ela, já que seu conteúdo é formado basicamente por aditivos químicos e açúcar. “As versões diet, light ou zero também não oferecem vantagens, pois o açúcar somente é substituído por adoçantes artificiais, que são substâncias químicas de difícil eliminação pelo fígado”, avisa o especialista de Porto Alegre.

Quer mais motivos para excluir os refrigerantes da dieta? Aqui vão: eles estão relacionados ao aumento de peso, a maior risco de problemas cardiovasculares, à distensão abdominal e, como se não bastasse, podem favorecer o surgimento de cáries e a baixa densidade óssea (o ácido fosfórico presente no refrigerante do tipo cola é conhecido por retirar atrapalhar a absorção desse mineral). Se a tentação for maior e não der para evitar a bebida, o ideal é limitar bastante seu consumo (que tal uma vez na semana?).

Águas saborizadas e levemente gaseificadas
As águas saborizadas são bem similares aos sucos em pó em relação ao valor nutricional, apresentando teor reduzido de vitaminas e minerais e quantidades consideráveis de sódio e aditivos químicos. De acordo com Neila, do CRN-8, “a única indicação seria para pessoas que não conseguem tomar água pura. Ainda assim, devido à composição, o consumo deve ser limitado”.

Já as águas descritas como “levemente gaseificadas” são, na verdade, refrigerantes (basta ler o rótulo!). Quando comparadas às bebidas mencionadas no tópico acima, percebe-se que contêm menores quantidades de aditivos e açúcar. E só. Ou seja: não adianta investir nesse produto para substituir o refrigerante, ok? Afinal, ele também está longe de ser uma opção saudável.

Dica: Já pensou em fazer sua própria água saborizada? Pois então anote aí a dica da nutricionista da Apanat: em uma jarra de vidro cheia de água coloque algumas folhas de hortelã, meia maçã cortada em pedaços e uma rodela de gengibre.
Água de coco
Formada por água, carboidratos, potássio, cálcio, sódio, magnésio e cloro, trata-se de uma bebida natural e muito saudável. Por ter um conteúdo similar aos fluidos do nosso corpo, é considerado um isotônico, excelente para reidratar o organismo – principalmente após atividades físicas intensas.

Por causa do índice glicêmico elevado, portadores de diabetes devem consumir a bebida com cautela. Apesar de não ser altamente calórica – um copo fornece cerca de 40 kcal e 10 gramas de carboidratos – a recomendação geral é que não haja abusos. Vale lembrar que as versões industrializadas podem conter aditivos e até glucose, mas, no final das contas, são muito mais benéficas do que os refrigerantes.

Bebidas isotônicas
Essas bebidas ganham esse nome quando carregam compostos que as tornam similares ao soro do nosso corpo. Por isso, só faz sentido consumi-las após atividades físicas intensas, que provocam a perda de uma grande quantidade de líquidos e sais minerais. Caso contrário, conta Amanda, podem facilitar o aparecimento de cálculos renais (as famosas “pedrinhas”) e prejudicar o rim.

“Também estão liberadas para ajudar em quadros de desidratação severa e diarreias”, completa a nutricionista.

Leite de vaca
É visto como uma bebida saudável, já que é fonte de cálcio, riboflavina, fósforo, magnésio, proteínas de alto valor biológico, ou seja, muito aproveitadas pelo organismo. O cálcio, claro, é o nutriente mais festejado do leite de vaca e seu consumo está relacionado à proteção dos ossos.

“No entanto, é preciso lembrar que há vários alimentos com mais cálcio do que o leite”, frisa Golbspan.

Entre os tipos A, B e C da bebida, é melhor ficar com o primeiro, que é produzido com o mínimo de contato manual e embalado ainda na fazenda. A versão desnatada, ao contrário da integral, tem valores reduzidos de colesterol, gordura saturada e calorias. O problema é que a ausência de lipídeos compromete um pouco o sabor. Sendo assim, Neila diz que uma boa alternativa é apostar no meio termo, ou seja, o leite semidesnatado.

Vale lembrar que o leite mais importante para a saúde do bebê é o humano. Portanto, a bebida produzida pela vaca só deve ser introduzida a partir do primeiro ano de idade, quando a criança já consegue digerir elementos mais complexos. No caso de pessoas intolerantes à lactose (açúcar do leite) ou alérgicas a alguma proteína do leite (como a caseína), é bom avaliar opções como leites de soja, cabra, arroz ou oleaginosas.

Leite de soja
É uma boa pedida para quem não pode ingerir lactose e caseína, dois componentes do leite de vaca que são altamente alergênicos. Porém, perde em relação ao conteúdo de cálcio. A boa notícia é que existem versões enriquecidas com esse nutriente.

Por ser isento de colesterol, pobre em gorduras saturadas e rico em fibras e isoflavonas (componentes que agem como o hormônio estrogênio, ainda que menos potentes), o leite de soja é indicado para quem tem histórico familiar de doença arterial coronariana, osteoporose e alguns tipos de câncer. Não se pode esquecer de que a proteína da soja é a única do tipo vegetal considerada de alto valor biológico (como a de ovos, leite de vaca ou carne) pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Café
Sua principal característica é a ação estimulante, causada por um de seus componentes, a cafeína. Para que ela não chegue a ser prejudicial, provocando ansiedade, insônia e indisposição gástrica, recomenda-se o consumo de aproximadamente duas xícaras de café forte ou quatro de café carioca.

“Além da cafeína, a bebida também apresenta cálcio, ferro, zinco, aminoácidos e vitaminas”, diz Golbspan.

É importante mencionar que duas substâncias do café (chamadas cafestol e kahweol) têm sido estudadas por causa de sua relação com o aumento da pressão arterial e elevação de colesterol. “No entanto, o uso de filtro de papel seria capaz de reter esses componentes, evitando prejuízos à saúde cardíaca. O mesmo não ocorreria com o expresso”, conta a nutricionista do CRN-8.

Por outro lado, há fortes evidências de que, além de ser estimulante, a cafeína tem efeito antioxidante e protetor para algumas doenças, como a diabetes feminina, assim como outras substâncias encontradas na bebida (ácido clorogênico e compostos fenólicos são bons exemplos). Isso significa que ainda não há por que barrar o consumo do cafezinho. Mas tem que ser moderado!

“E, se possível, adoçado com mel. Se o sabor não agradar, utilize, sem exagero, adoçante à base de sucralose”, ensina o nutrólogo de Porto Alegre.

Fonte iG

5 dicas para resistir aos exageros de fim de ano


É possível saborear os deliciosos pratos de natal sem perder a linha
Para não chegar ao ano novo com quilos a mais e peso na consciência, adote boas atitudes à mesa agora!

Quem exagera nos encontros e festinhas de dezembro e se joga nas guloseimas de Natal e Réveillon, invariavelmente começa o ano novo com quilinhos a mais e uma boa dose de sentimento de culpa por não ter se controlado. Mas ainda é possível planejar o cardápio e adotar uma nova atitude pensando em sua saúde.

“Com tantas festas, entre amigos e familiares, é comum exagerar e só parar no começo do ano ou, pior, depois do Carnaval. Iniciar a temporada com hábitos alimentares errados prejudica o fígado e o pâncreas, altera a pressão sanguínea, eleva o nível de colesterol e faz mal ao coração”, alerta Isa Bragança, cardiologista especializada em medicina do esporte e diretora da CardioMex – Clínica Médica Desportiva, do Rio de Janeiro.

E para compensar os prejuízos do “pé na jaca”, assim que terminam as festas muita gente se impõe dietas restritivas. “Isso também é ruim. Não precisa ser assim. Atitudes simples e a substituição de alimentos calóricos por opções mais leves é o melhor caminho”, diz a nutricionista Elaine de Pádua, de São Paulo.

Para começar bem o ano novo, a cardiologista Isa Bragança sugere desde já a redução do consumo de carne vermelha, gorduras, açúcar e álcool. “Quem adotar uma nova postura à mesa a partir de agora, certamente começará 2012 com maior disposição física e mental”.

Confira as dicas das especialistas para aproveitar bem às festas e chegar ainda melhor no ano novo:

- Diminua a ingestão de açúcar alguns dias antes do Natal e adote uma alimentação mais leve. Evite as carnes vermelhas e os pães.

- Não pule refeições como forma de “poupar” calorias para a grande ceia. Não é porque você está se preparando para as festas da última semana do ano que vai deixar de almoçar ou jantar. É importante ingerir pequenas porções várias vezes ao dia.

- Persista em seu planejamento alimentar, inclusive durante as ceias. Preencha metade do prato com saladas, reserve uma parte para uma porção de carne - de preferência branca - e o restante complete com receitas mais encorpadas. A opção mais gordurosa é o pernil de porco – prefira chester ou peru. Para acompanhar, molhos leves. Bacalhau e peixe também são boas pedidas, desde que preparados de maneira simples, com azeite e legumes, e não fritos, com creme de leite ou gratinados. Na hora da sobremesa, escolha apenas um tipo e sirva-se sem exageros. Quanto mais proteína e gordura você consumir, mais difícil será a digestão e maior a sensação de mal estar após a festa.

- Modere o consumo de álcool nas festas. Limite a ingestão a dois drinques, revezando a bebida com sucos e água, o que também evita a desidratação e a sensação de ressaca no dia seguinte. Álcool em excesso, além de fazer mal à saúde, leva você a desistir mais facilmente da dieta.

- Durma bem e faça exercícios. Procure manter sua rotina normal e o mais saudável possível, ainda que seja um mês atípico.

Fointe iG