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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Intermédica inaugura centro clínico dentro de shopping no Rio de Janeiro

Pronto-Atendimento 24 horas, atendimento ambulatorial com especialistas, exames e pequenos procedimentos estão entre os serviços médicos disponíveis

A operadora Intermédica, pioneira em medicina preventiva, inaugura Centro Clínico dentro do Shopping Unigranrio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A nova unidade está equipada e preparada para realizar mais de 10 mil atendimentos mensais, incluindo pronto-atendimento 24 horas (a partir da segunda quinzena de janeiro de 2012) e atendimento ambulatorial em diversas especialidades. Para colocá-la em operação, foram investidos cerca de R$ 2 milhões, incluindo projeto, espaço, obras de adequação e equipamentos.

Trata-se do primeiro centro clínico próprio de uma operadora de saúde no interior de um shopping center no Rio de Janeiro. “A ideia surgiu a partir da necessidade de instalar uma unidade em um local que dispusesse de segurança, infraestrutura, facilidade de acesso e proximidade de todos os outros serviços no município”, afirma, em comunicado, o diretor médico do Grupo NotreDame Intermédica, Pedro Onófrio. O município de Duque de

Mais de 20 mil beneficiários já são atualmente atendidos pela Intermédica naquela região, demandando a ampliação das opções de atendimento com uma unidade própria.

A unidade contará com pronto-atendimento e terá serviços ambulatoriais em Clínica Médica, Cardiologia, Ortopedia, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Dermatologia, Cirurgia Geral e outras especialidades. Exames radiológicos e pequenos procedimentos de baixa complexidade poderão ser realizados.

O Centro Clínico não terá internação, mas está localizado próximo aos hospitais-base credenciados na Baixada Fluminense. Além disso, funcionarão no local as atividades dos Programas de Medicina Preventiva da Intermédica, como o Programa Gestação Segura (PGS) e o Programa de Apoio ao Paciente com Doenças Crônicas (PAC).

Fonte SaudeWeb

Dois hospitais de Bauru entram em greve

Cerca de 1,2 mil funcionários reivindicam pagamento de 13º e melhores condições de trabalho

Os 1,2 mil funcionários do Hospital de Base (HB) e Maternidade Santa Isabel, de Bauru, entraram em greve nesta segunda-feira (26), por tempo indeterminado, para reivindicar o pagamento do 13.º salário e melhores condições de trabalho.

Os dois hospitais, referência para 60 municípios da região, estão sob intervenção estadual desde que, há dois anos, foram encontrados desvios de verbas públicas pela Associação Hospitalar de Bauru, mantenedora das unidades de saúde. A greve ocorre uma semana após os 200 médicos do HB e da maternidade darem prazo de 30 dias para o Estado transferir para outra instituição a gestão dos dois hospitais.

Segundo o diretor jurídico do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Bauru, José Marques, apenas a escala de plantão de urgência e emergência está funcionando nos hospitais. Ele diz que pagamento do 13.º deveria ter sido feito até a sexta-feira passada. “A Diretoria Regional de Saúde e a Associação Hospitalar alegam que o Estado não repassou os recursos de R$ 1,5 milhão necessários para o pagamento”, conta.

Além da falta de pagamento, segundo Marques, funcionários e médicos convivem com a precariedade no atendimento. “Pacientes são obrigados a serem transferidos para outros hospitais, porque faltam remédios, materiais e equipamentos.” Como exemplo, ele citou exames de endoscopia que foram suspensos. “Assim acontece com outros exames e atendimentos.”

Segundo ele, a solução estaria na transferência de gestão dos dois hospitais para outras instituições, como a Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), de Botucatu, responsável pelo hospital da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu, que manifestou interesse pela maternidade.

Fonte SaudeWeb

Proposta: Maiores de 60 anos poderão ter atendimento preferencial na rede pública

Idosos anos não poderão esperar mais de 60 minutos. Caso haja necessidade de cirurgia, esta será marcada para até 30 dias

Maiores de 60 anos poderão ter atendimento preferencial na rede de saúde pública. A Câmara está analisando o Projeto de Lei 2171/11, que além de prever a prioridade, estabelece prazos máximos para o atendimento dos idosos.

Pela proposta do deputado Nelson Bornier (PMDB-RJ), ao chegar para realizar um exame ou uma consulta, os maiores de 60 anos não poderão esperar mais de 60 minutos. Caso haja necessidade de cirurgia, esta será marcada para até 30 dias.

Os idosos também não poderão esperar mais de uma hora para marcar exames e consultas. Esse tempo deverá ser contado a partir do momento em que receberem a senha para este fim, que deverá obrigatoriamente conter a data e hora.

Exames e consultas deverão ser agendados para até sete dias após a data de marcação. De acordo com a Agência Câmara de Notícias, Bornier justifica sua proposta afirmando que os idosos são os mais afetados pelo estado precário em que se encontra a saúde pública do País.

Ele lembra que são frequentes as notícias divulgadas pela imprensa sobre o estado precário dos serviços de saúde pública no Brasil. Essa situação acarreta danos a toda a população e, portanto, torna-se preciso assegurar ao idoso a prioridade no atendimento.

Fonte Saudeweb

Veja remuneração para profissionais da área de Psicologia Clínica

Em média, um psicólogo clínico ganha R$ 2.255,88 no Brasil

Confira a remuneração da área de Psicologia:

Cargo: Psicólogo Clínico
Média Salarial: R$ 2.255,88

Cargo: Psicólogo Hospitalar
Média Salarial: R$ 1.994,81


Metodologia
O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos, de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.

Fonte SaudeWeb

Viva Planos tem auditoria Baker Tilly como braço direito

Consultoria internacional é parceira da operadora para disputar o, cada vez mais concentrado, mercado da saúde suplementar

Difícil sobreviver no mercado de planos de saúde, ainda mais nos últimos anos, quando o processo de aquisições se tornou constante. Mas isso está longe de ser um percalço para a Viva Planos de Saúde, empresa de medicina de grupo com três anos de mercado. Para brigar dentro de um segmento tão competitivo, a operadora é gerida pela consultoria e auditoria internacional Baker Tilly.

A Baker Tilly é muito mais que uma consultoria dentro da operadora. Além de responsável pela gestão, ela tem o representante da filial no Brasil, Marcelo Sávio, como sócio da própria Viva Planos. A empresa foi idealizada por Sávio e o outro sócio, Ricardo Almeida, após atuarem como consultores na área de saúde em diversas empresas pelo Brasil. ”O que desenvolvemos na Viva é fruto de um trabalho de 15 anos. Idealizamos uma operadora de saúde a partir do benchmark que fizemos em varias empresas de saúde do País. Identificamos o que poderia ser melhor nesse mercado”, conta Almeida.

Além de operadora, a empresa oferece serviços como saúde ocupacional, medicina preventiva e programa de medicamentos com lista de remédios gratuitos e com descontos para usuários. Já na contratação de um plano corporativo é traçado o perfil epidemiológico daquela população e as informações são usadas para o gerenciamento de crônicos e programas de medicina preventiva. Um desses programas é o Qualiviva – que tem foco na qualidade de vida dos funcionários. Ele é realizado em parceria com os gestores de RH das empresas no processo de acompanhamento de consultas médicas, peso e alimentação daqueles que pertencem a grupos de risco como é o caso dos doentes crônicos.

A operadora tem atuação local, suas 30 mil vidas estão na Região Metropolitana de Recife (PE) e municípios vizinhos, totalizando 50 cidades. Neste semestre, a operadora lançou um plano de expansão para interior do estado envolvendo cidades do Agreste e Sertão pernambucano.

As mudanças não se restringem aos locais de atendimento, a carteira da Viva Planos também está se transformando. Apesar de o segmento pessoa física representar 58% da carteira, a realidade dos novos contratos tem seguido a tendência do mercado geral, ou seja, planos empresariais. “Nós iniciamos a operação crescendo de carteira pessoa física, mas nos últimos dois anos a empresa está focando nos planos corporativos. Na comercialização atual temos um volume maior de pessoa jurídica do que pessoa física”, afirma o executivo.

A empresa pretende fechar 2011 com R$ 38 milhões de faturamento. Para 2012, a perspectiva é que a cifra fique entre R$ 60 e R$ 70 milhões. Para os próximos anos, a operadora pretende consolidar a marca no estado pernambucano, mas já tem em vista, a expansão para outras regiões brasileiras.

Gestão
Para brigar no mercado de saúde suplementar, a Viva aposta no relacionamento com a rede prestadora. Sem a menor pretensão de verticalizar sua atuação, a operadora investe em treinamento para rede credenciada e para seus próprios corretores. De acordo com Almeida, são cerca de R$ 700 mil por ano gastos em treinamento. “Não tem como nos dias de hoje não pensar na qualificação e capacitação de pessoas que participam da nossa prestação de serviços”, diz o executivo.

São oferecidos cursos para recepcionistas a líderes de clínicas, laboratórios e hospitais, além dos próprios corretores da Viva. Os treinamentos englobam desde temas como administração financeira, Balanço Scored Card, técnicas de comercialização e motivação, entre outros.

Este é um diferencial da operadora apontado por Almeida, e uma das estratégias para garantir uma boa relação com a rede credenciada para a disputa no mercado pernambucano. “É preciso muita coragem para enfrentar esse mercado de gigantes. Ele é extremamente difícil, pois são vários atores: médicos, hospitais, justiça, a judicialização da área de saúde, o próprio associado que às vezes não entende o que está contratando, órgãos reguladores. Tem que fazer um trabalho focado na qualidade e respeito ao consumidor, pois é fundamental que a operadora de saúde tenha a visão de entrega do produto final, ou seja, o usuário tem que receber o produto conforme adquiriu”, finaliza.

Fonte SaudeWeb