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sábado, 31 de dezembro de 2011

Nutricionista ensina como acertar na escolha da carne para o churrasco

Estima-se que metade da carne comercializada no Brasil não é inspecionada


O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo e produz anualmente 9 milhões de toneladas de carne — 7,3 milhões só para consumo doméstico. No entanto, estima-se que metade da carne comercializada no país não passa por inspeção federal e até mesmo frigoríficos legalizados operam sem cumprir as normas fitossanitárias básicas.

Daí a importância de escolher bem a carne para garantir um churrasco saboroso e saudável. A nutricionista da Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo, Martha Machado, dá alguns conselhos para reconhecer a carne bovina própria para o consumo.

O primeiro cuidado é verificar a procedência: basta checar se há carimbo do Serviço de Inspeção Federal (SIF).

— O carimbo SIF é a melhor garantia de que a carne é resultante de bois inspecionados e vacinados. Ele certifica abates bovinos acompanhados desde o curral até o fim do processo de refrigeração, congelamento e transporte do produto — explica a nutricionista.

De acordo com a profissional, o consumidor não deve comprar carne exposta à temperatura ambiente. Ela aconselha a verificar se a carne apresenta aspecto saudável, isto é, cor vermelho-claro e consistência firme. Carnes de cor escura ou com manchas cinzas e verdes devem ser dispensadas.

Outra lembrança da nutricionista é que carnes resfriadas devem ser consumidas em até três dias. Já as carnes congeladas podem ser conservadas de três meses a um ano antes de serem consumidas.

Fonte Zero Hora

Receitas caseiras não ajudam a prevenir a dengue, alertam especialistas

Para escapar da picada do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, muita gente recorre a receitas caseiras que circulam na internet ou dicas de amigos. Especialistas alertam que as recomendações alternativas não ajudam a prevenir a doença.

Comer alho, cebola, inhame, tomar vitamina C, chá de cravo da índia ou acender vela de andiroba são algumas das receitas populares. Mas nada disso impede uma pessoa de ser alvo da picada do mosquito, afirmam pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). No caso dos alimentos, por exemplo, a pessoa teria de consumir grandes quantidades para liberar o cheiro das substâncias no suor e desviar a atenção do mosquito, explicam os pesquisadores.

Outra recomendação é passar repelente na pele. Segundo o epidemiologista e diretor do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Edimilson Migowski, alguns produtos conseguem afastar o mosquito. Porém, o professor alerta que os repelentes agem, em média, por três horas e não podem ser passados no corpo a todo tempo.

“Durante uma parte do dia, você vai ficar descoberto”, diz. O mosquito tem hábitos diurnos e prefere alimentar-se no amanhecer ou ao entardecer. Pode picar as pessoas também no período da noite.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, também não indica as receitas caseiras. “Não tem eficácia comprovada e faz com que as pessoas não adotem as medidas eficazes.”

Jarbas Barbosa destaca a adoção de hábitos dentro de casa para acabar com os criadouros do mosquito. Entre eles, tampar a caixa d`água, desentupir as calhas, tirar a água das bandejas do ar condicionado e dos pratinhos dos vasos de planta e colocar tela em privadas e ralos pouco usados – que acumulam água parada, locais preferidos do mosquito para depositar os ovos.

Fazer essa vistoria em casa e no escritório pelo menos uma vez por semana é o suficiente, informou o secretário. Do ovo até a fase adulta, o ciclo de vida do Aedes aegypti leva de 7 a 10 dias.

“Quando você joga fora a água parada elimina de 60 a 100 larvas do mosquito. Nenhuma outra medida vai evitar [o surgimento] de tantos mosquitos de uma única vez”, acrescentou o professor Edimilson Migowski.

Um levantamento divulgado pelo ministério mostra que 48 municípios apresentam risco de surto de dengue neste verão. Em cada cidade, as equipes de saúde encontraram larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis visitados, taxa considerada preocupante.

A proliferação do mosquito da dengue aumenta no verão devido à alta temperatura e às chuvas que aumentam o número de locais com água parada e facilitam o depósito de ovos do inseto.

Fonte Agência Brasil

Ministério da Saúde adverte para perigos com fogos de artifício

Os brasileiros costumam usar fogos de artifício para animar a festa da virada do ano. Segundo o Ministério da Saúde, é aconselhável tomar alguns cuidados para evitar acidentes.

Em caso de acidente, a recomendação é lavar o ferimento com água corrente, não tocar na área queimada e nem passar cremes ou outras substâncias no local, como manteiga, creme dental, clara de ovo e pomadas. Os feridos devem procurar de imediato o serviço de saúde.

Um levantamento do Ministério da Saúde mostra que 137 pessoas morreram em decorrência de acidentes com fogos nos últimos 15 anos e quase 6 mil foram internadas. No caso das mortes, mais de 28% delas ocorreram na faixa etária de 30 a 49 anos. De janeiro a outubro deste ano, foram cinco mortes e 461 internações. Queimaduras, dilaceração do rosto e amputação de dedos são os ferimentos mais frequentes.

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal alerta para que as pessoas não soltem foguetes ou rojões com as mãos e próximo ao rosto. O ideal é comprar um produto que venha com uma base para ser instalada no chão com apoio de pedras. Na hora de acender os fogos, manter distância de 30 a 40 metros de outras pessoas e também de casas, hospitais, redes de fiação elétrica e postos de gasolina.

Outra orientação é não soltar fogos após a ingestão de bebida alcoólica. Se o foguete ou rojão falhar, não tente acender novamente. O ideal é jogá-lo dentro de um balde com água para inutilizá-lo. É aconselhável ler as instruções do fabricante na embalagem e comprar os produtos em estabelecimentos autorizados pela Polícia Civil.

A lei autoriza a venda de fogos de artifício para maiores de 18 anos. Crianças podem brincar somente com os chamados “estalinhos” (que não tem pólvora), de preferência supervisionadas por um adulto.

Fonte Agência Brasil

Férias no exterior exigem vacinação contra sarampo e rubéola

Quem vai viajar para o exterior nas férias, deve vacinar-se contra o sarampo e a rubéola. A recomendação é do Ministério da Saúde e vale, principalmente, para os brasileiros com destino à Europa, aos Estados e Unidos e a outros países americanos.

Nessas regiões do mundo, quem não está imunizado, corre o risco de contrair as doenças. No continente europeu, por exemplo, foram registrados, este ano, mais de 25 mil casos de sarampo, em 33 países.

O ideal é tomar a vacina 15 dias antes da viagem. A dose está disponível nos postos de saúde e protege também contra a caxumba. Crianças com 1 ano de idade devem tomar a vacina novamente, mesmo imunizadas anteriormente. A vacinação é contraindicada para bebês com 6 meses de idade e pessoas com restrições médicas.

No Brasil, não há circulação dos vírus do sarampo e da rubéola. Os casos notificados de sarampo no país são considerados importados, ou seja, a infecção ocorreu por vírus presente em outros países. Em 2011, foram 42 casos importados em oito estados. Os sintomas mais comuns da doença são febre, tosse seca, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite.

A transmissão das duas doenças acontece pela via respiratória, quando o doente expele secreções ao tossir, falar ou respirar. Outra forma de contrair rubéola é quando grávidas infectadas transmitem o vírus para o bebê, o que pode levar o feto à cegueira e surdez. Os sintomas são aumento dos gânglios, febre e dores de cabeça e no corpo.

Fonte Agência Brasil

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Seringas de vidro em estojo

Antigamente o farmacêutico vinha em nossa casa para dar injeção e as seringas eram de vidro. Ele trazia um estojinho de metal com seringas e agulhas. Antes de aspirar o medicamento, ele colocava álcool dentro do estojo junto com a seringa e agulhas, e acendia , para que o fogo fizesse a esterilização. E ninguém morria!!