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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Técnica de fertilização aumenta as chances de gestação de meninas

Descobertas na medicina podem ferir a ética médica?
Procedimento já é usado para diminuir os riscos de aborto. Médicos brasileiros encabeçaram a descoberta

Médicos brasileiros descobriram que um dos métodos de fertilização, empregado em casais com infertilidade masculina, eleva as chances de gestação de meninas.

O trabalho foi apresentado durante o Congresso Europeu de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), realizado em 2011, em Estocolmo, na Suécia.

A técnica, chamada pelos especialistas de super ICSI (injeção intracitoplasmática do espermatozoide morfologicamente selecionado) permite visualizar o espermatozóide com uma resolução de 6600 vezes, e produz embriões com maior probabilidade de estarem geneticamente normais.

“Curiosamente, o procedimento mostrou que a incidência de embriões do sexo feminino também foi expressivamente maior: 64,7% contra 53,8%”, explica Edson Borges, diretor do Fertility, Centro de Fertilização Assistida, em São Paulo, e um dos responsáveis dos pela descoberta.

A Super ICSI aumenta as chances de fecundação, gravidez saudável e diminui o risco de aborto. Segundo o especialista, não há razão cientifica clara que justifique a prevalência de espermatozoides femininos.

O “achado”, como Borges define a descoberta, não fere a ética médica tampouco abre precedentes para que futuros pais decidam previamente o sexo de seus desejados filhos.

“É interessante, surpreendente e desperta para estudar mais e melhor a fisiologia do espermatozóide. Apenas isso.”

A escolha do sexo do bebê só é permitida quando empregada para prevenir a transmissão de doenças genéticas relacionadas ao sexo, como a hemofilia – prevalente em meninos.

“Somente nesses casos se justificaria selecionar embriões do sexo feminino. No geral, porém, tratam-se apenas de possibilidades. Via de regra, o esperma que carrega o cromossomo X resultará numa criança do sexo feminino e o que carrega o cromossomo Y produzirá um menino. Nossa seleção é feita para garantir embriões saudáveis, que podem resultar numa gestação bem-sucedida. Jamais discriminamos o sexo do bebê”, afirma Borges.

Assumpto Iaconelli, ginecologista e especialista em fertilização assistida, prega cautela na utilização da técnica. “Esses dados somados trazem importantes implicações éticas. A técnica IMSI (Super ICSI) não deve ser considerada um procedimento de seleção sexual natural. Portanto, não dever ser procurada ou recusada por pacientes cuja intenção é ter uma criança de um sexo específico.”

Fonte Delas

Mais peso reduz sucesso da fertilização



Mulheres com sobrepeso e obesas tiveram piores resultados nas chances de engravidar por fertilização in vitro e de ter o bebê

Quanto mais pesada a mulher, maior será a dificuldade dela para engravidar e dar à luz um bebê por meio da técnica de fertilização in vitro (FIV). De acordo com um estudo liderado por Barbara Luke, da Michigan State University, nos Estados Unidos, as chances de perder o bebê também são mais frequentes entre as grávidas com sobrepeso e obesidade, quando comparadas com mulheres de peso normal.

Estudos anteriores já haviam mostrado piores resultados de FIV em mulheres mais pesadas, embora eles tenham provado que o peso extra foi diretamente responsável pelos problemas reprodutivos nessas mulheres.

"Falhas nos índices de sucesso do tratamento e de gravidez com o aumento de peso cresceram significativamente especialmente entre as mulheres acima do peso", escreveram Luke e seus colegas na revista científica Fertility and Sterility.

O grupo de pesquisadores colheu dados de um sistema de comunicação que inclui mais de 90% dos tratamentos de FIV feitos nos Estados Unidos – informações sobre os 150 mil ciclos de tratamento de fertilidade feitos em 2007 e 2008 em 361 clínicas daquele país.

Para cada ciclo, o sistema de informação incluída se o ciclo foi cancelado, se levou a uma gravidez, se a gravidez terminou em um aborto espontâneo, se terminou com um bebê natimorto, ou se a mulher deu à luz um bebê vivo.

Na maioria dos ciclos também estavam disponíveis dados sobre a altura e o peso das mulheres antes de iniciar o tratamento. Desde o início até o final do tratamento de fertilidade, as mulheres mais pesadas tiveram resultados piores.

"Sabemos que o excesso de peso e obesidade não são bons (para FIV), o problema é o quão ruim é isso e onde estão os efeitos ruins?" disse Brian Cooper, da clínica Mid-Iowa Fertility, em Clive – ele não esteve envolvido no estudo.

Cerca de 9% dos ciclos em mulheres com peso normal foram interrompidos precocemente, em comparação com 16% dos ciclos nas mais pesadas – aqueles com um índice de massa corporal superior a 50, o que equivale a uma mulher de 1,60m de altura com mais de 136kg.

Mulheres com peso normal tiveram uma chance de 43% de engravidar durante cada ciclo, utilizando os seus próprios óvulos para fertilização in vitro, em comparação com 36% das obesas. As taxas entre as mulheres com sobrepeso e as menos obesas ficaram entre essas duas percentagens.

Para as mulheres que engravidaram, a tendência continuou, com as mais gordas tendo quase o dobro de chances de perder o bebê quando comparadas a mulheres com peso normal. Para as mulheres com sobrepeso e obesidade que tentavam engravidar, mesmo uma pequena perda de peso ajuda, disse Howard McClamrock, um especialista em infertilidade da Universidade de Maryland, em Baltimore. Embora a pesquisa tenha apontado cada vez mais para uma conexão entre peso extra e piores resultados na FIV, a razão não é clara, aponta o especialista.

Uma explicação é de que excesso de gordura libere mais estrogênio, o que induz o cérebro a pensar que os ovários estão trabalhando quando eles na verdade não estão – isso faria com que o cérebro deixasse de fazer a sua parte para colocar os ovários para funcionar como deveriam, explica Cooper.

Luke e seus colegas lembraram que nos dados coletados para análise não haviam informações sobre fatores que podem afetar o sucesso da FIV, como estilo de vida ou dados sobre os parceiros dessas mulheres.

Fonte Delas

Seis dicas para quem quer engravidar em 2012


Positivo no exame: cuidar do peso e parar de fumar
são duas dicas para aumentar as chances de engravidar
Veja o que fazer para evitar problemas e frustrações ao longo do período de tentativas

Se engravidar está no topo da sua lista de desejos para o ano que vem, é bom saber que a tarefa exige ao menos um mínimo de preparação. E não estamos falando de maturidade, casa própria, boa situação financeira ou estabilidade no trabalho.

Quem planeja uma gravidez para 2012 precisa, antes de mais nada, colocar a saúde em dia. Veja a seguir algumas dicas que podem ajudar a conquistar o sonho de ter um bebê – ou ao menos diminuir estresse e problemas relacionados ao tema.

Não comente o plano
Não fique alardeando aos quatro ventos que você está tentando engravidar. As pessoas são naturalmente curiosas com esse tema e ser cobrada o tempo todo não vai ser legal, acredite.

Vá ao médico
Comunique seu desejo ao seu ginecologista e peça a ele um check-up pré-gestacional, para avaliar a sua saúde e verificar o histórico familiar de doenças. Você também deve começar a tomar ácido fólico pelo menos 4 meses antes de começar a tentar.

Cuide do peso
Sobrepeso e obesidade podem ser um problema para quem que tentar a maternidade, pois os quilos a mais dificultam a gravidez e são fatores de risco para doenças sérias como diabetes e pressão alta. Da mesma forma, mulheres magras de mais têm taxas mais altas de infertilidade, pois o organismo fica fraco demais para suportar uma gravidez.

Faça exercícios
Além de controlar o peso, fortalecer a musculatura e melhorar a postura – acredite, você vai precisar dessas três coisas quando estiver grávida – a atividade física previne o aparecimento do diabetes gestacional, ajuda a controlar a pressão sanguínea, alivia o estresse e melhora o sono. Tudo isso junto forma um organismo mais saudável, o que ajuda a aumentar as suas chances de engravidar.

Não beba ou fume
Pesquisas científicas já constataram: mulheres que bebem e fumam têm mais dificuldades para engravidar. Antes de começar a tentar pare de fumar e limite o consumo de álcool a ocasiões especiais.

Faça sexo
Parece uma dica boba, mas não é. Especialistas em reprodução dizem que uma parte dos casais não consegue ter filhos simplesmente porque não faz sexo com uma frequência que aumentaria as chances de engravidar. Na espécie humana, ter sucesso na reprodução é mais complexo do que parece: um casal jovem e saudável que transa três vezes por semana pode levar até um ano para engravidar.

Fonte Delas

domingo, 1 de janeiro de 2012

China anuncia primeira morte humana por gripe aviária em 18 meses

Resultados de exames comprovaram que o motorista havia contraído o vírus H5N1

Um motorista de ônibus do sul da China que contraiu o vírus da gripe aviária faleceu neste sábado (31), anunciaram as autoridades do setor de saúde do país, e se tornou a primeira vítima fatal desta doença em 18 meses.

Chen, de 39 anos, morador da cidade de Shenzhen, teve febre no dia 21 de dezembro e foi levado para um hospital no dia 25, onde foi diagnosticado com forte pneumonia.

Resultados de exames comprovaram que o motorista havia contraído o vírus H5N1, segundo o departamento de saúde da cidade, que tem 10 milhões de habitantes.

As autoridades informaram que o homem não teve contato direto com aves de curral no mês anterior à doença e nem havia abandonado a cidade.

O departamento da província de Guangdong, onde fica Shenzhen, anunciou que o motorista faleceu em consequência das complicações que afetaram seus pulmões, coração e fígado.

- Até agora, as 120 pessoas que tiveram contato direto com ele não apresentaram sintomas anormais, afirmou uma fonte médica.

Em nota, a Secretaria de Agricultura e Pesca afirmou que não está claro onde o paciente foi infectado.

- Não recebemos nenhuma notificação de aves infectadas.

Entenda o vírus
O vírus H5N1 é letal para os humanos em 60% dos casos. Os sintomas incluem febre, tosse, dor de garganta, pneumonia e problemas respiratórios.

A doença, no entanto, não é de fácil contágio entre humanos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) nunca identificou um contágio de humano a humano do vírus desde que ele ressurgiu em 2003.

As autoridades da Chinas e de Hong Kong estão em contato estreito desde 21 de dezembro, depois da suspensão do comércio de aves de curral vivas do centro financeiro em consequência da descoberta de animais infectados, e anunciaram que aumentarão as medidas de controle.

Hong Kong foi o primeiro país a registrar uma epidemia de gripe aviária importante em 1997, com a moerte de seis pessoas, provocada por uma mutação desconhecida do vírus na época. Milhões de animais foram sacrificados.

China tem maior risco
A China é considerada um dos países de maior risco para a epidemia da gripe aviária, pois tem a maior população de aves de curral do mundo e muitos frangos nas zonas rurais convivem com humanos.

No último caso registrado na China, uma jovem grávida morreu vítima da doença em junho de 2010 na província de Hubei (centro).

Com a morte de Chen, 27 pessoas faleceram na China desde 2003 vítimas da gripe aviária, dos 41 casos registrados.

No mundo morreram 330 pessoas, em particular na Indonésia, o país mais afetado.

Os cientistas temem uma mutação do H5N1 que transforme o vírus em uma doença facilmente transmissível entre humanos, o que poderia provocar milhões de mortes.

A OMS afirmou na sexta-feira que está "profundamente preocupada" com a possibilidade do H5N1 tornar-se mais contagioso entre humanos depois da produção da mutação de alguma cepas em laboratório.

Duas equipes de pesquisas diferentes - uma da Holanda e outra dos Estados Unidos - encontraram formas de alterar o vírus H5N1.

Fonte R7

Detox: comece o ano com esse suco

Cenoura, laranja, limão: alguns dos ingredientes
do suco antioxidante para limpar o organismo
Repleto de antioxidantes, vitaminas e minerais, ele desintoxica e renova as energias

No início dos anos 80, o treinador Wanderlei de Oliveira, diretor técnico da assessoria esportiva Run for Life, de São Paulo, conheceu um mestre de ioga hindu com mais de 70 anos, muito saudável. Entre outras habilidades, o sábio homem corria 10 km em 42 minutos – um feito e tanto para a idade. Um de seus segredos, compartilhado com o treinador, foi um suco desintoxicante.

 
A receita original leva laranja, limão, cenoura, beterraba, gengibre, própolis, pó de guaraná, levedura de cerveja e mel silvestre.

“Com o passar dos anos acrescentei pólen, tomate e hortelã”, diz Oliveira.


Analisado sob o ponto de vista nutricional o suco contém grande quantidade de antioxidantes – elementos que combatem o envelhecimento e previnem doenças – e é repleto de nutrientes, como betacaroteno, vitamina E, C, as do complexo B, sódio, potássio, ferro, cálcio, magnésio, fósforo e zinco.

O treinador topou passar a receita do supersuco para nós, que estamos repassando para você, leitor.

“Ao tomar o suco mentalize que está recebendo o que a natureza tem de mais puro – a energia e as vitaminas dos alimentos”, ensina Oliveira. Bom 2012!

Ingredientes
suco de 2 laranjas e 1 limão
1 cenoura pequena
1 beterraba pequena
1 tomate pequeno
4 fatias de gengibre
18 folhas de hortelã
10 gotas de própolis
1 colher (chá) de pó de guaraná
2 colheres (chá) de pólen
2 colheres (chá) de levedura de cerveja
1 colher (sopa) de mel silvestre

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem. Tome em seguida, sem coar, de preferência pela manhã, antes do café da manhã.

“O efeito de bem-estar é imediato. Além disso, você sentirá os benefícios para a saúde (como pele saudável e intestino regular) com a ingestão frequente por anos seguidos”, atesta Oliveira.

Fonte iG