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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Coração volta a bater sozinho depois de 2 meses preso a aparelho artificial

Médicos do Instituto Nacional de Cardiologia afirmam que evento ocorre em apenas 1% dos casos

Era a tarde do dia 12 de agosto quando o coração do comerciante Sérgio Alexandre Genaro, de 48 anos, voltou a bater sozinho depois de passar por quatro cirurgias e ficar dois meses completamente parado, funcionando graças a um coração artificial, que pesava 600 gramas e estava preso pelo lado de fora do corpo.

O desfecho inesperado fez Genaro ser o primeiro paciente do Brasil com indicação para transplante cardíaco cujo órgão voltou a bater espontaneamente.

"Não há outros casos como esse registrados no Brasil. A literatura internacional aponta que isso ocorre em cerca de 1% dos casos", afirmou o cirurgião cardíaco Alexandre Siciliano, do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), responsável pelo implante do coração artificial.

Genaro entrou na mesa de cirurgia no dia 2 de junho para operar o coração - que estava com quatro artérias completamente entupidas. Apesar de sentir cansaço e falta de ar, o comerciante nunca havia suspeitado que poderia haver algo errado com o seu coração.

O problema só foi descoberto quando ele fazia os exames pré-operatórios para uma cirurgia de pedra nos rins: os resultados demonstraram que Genaro já havia sofrido microinfartos silenciosos e o seu coração poderia entrar em colapso a qualquer momento, caso não fosse operado.

"Fui encaminhado direto para o INC. Lá soube que meu coração funcionava com apenas 30% da capacidade e disseram que minha cirurgia teria de ser feita com urgência", diz.

A parada. Por causa da gravidade do problema no coração, o comerciante precisou receber quatro pontes (duas safenas e duas mamárias) para ajudar o fluxo sanguíneo. O coração, entretanto, não suportou a circulação extracorpórea e parou de bater.

"O risco de o coração não voltar depois da cirurgia é pequeno, mas existe. Colocamos um dispositivo para manter a oxigenação e dar assistência para o coração e o pulmão. Era a única alternativa para pensarmos nos próximos passos", explica Siciliano.

Surpreendendo os médicos a cada minuto nessa fase crítica, Genaro manteve todas as funções preservadas, até mesmo as neurológicas. O comerciante entrou para a lista de transplante e, para suportar a espera, a equipe decidiu implantar o coração artificial - que ficou conectado ao órgão natural de Genaro.

O coração artificial é um equipamento descartável usado em pouquíssimos casos para dar uma assistência ao paciente. É ele que faz o serviço de bombear o sangue do coração para o corpo, substituindo as funções do órgão debilitado.

Parte dele é conectada ao ventrículo esquerdo do paciente e parte fica presa para fora do corpo (mais informações nesta página). O aparelho funciona ligado à energia elétrica, mas também possui uma carga de bateria que pode mantê-lo funcionando por algumas horas. Também é possível fazer bombeamento manual.

Ao acordar e saber que estava com um coração artificial para fora do corpo, Genaro se assustou. "Pedi para ninguém encostar porque era aquilo que estava me mantendo vivo. Foi horrível ver aquela borracha saindo do meu corpo e o sangue circulando. Achei que aquilo não ia suportar esperar o transplante."

E não foi fácil. O comerciante permaneceu internado e, aos poucos, seus órgãos começaram a ficar comprometidos. Ele chegou a precisar de respiração mecânica e a fazer hemodiálise. "O aparelho faz um barulho horrível, é ruim para dormir. E eu tinha de ficar isolado por causa do risco de infecção", diz.

Aos poucos, os médicos perceberam que o coração natural de Genaro estava recuperando as funções. Entusiasmados, começaram a diminuir a capacidade de suporte do aparelho, até que o órgão natural voltou a bombear sangue sozinho. "Chorei muito quando soube, foi um presente de Deus. Eu nasci de novo."

Raro. Segundo o cirurgião Siciliano, apenas dez pacientes usaram o aparelho em seis anos - três foram para o transplante, seis morreram enquanto esperavam a cirurgia e apenas Genaro conseguiu se livrar do equipamento espontaneamente.

"Hoje ele está livre do aparelho, da insuficiência cardíaca e da necessidade de transplante. É raríssimo. A literatura aponta que apenas em 1% dos casos o coração volta a bater. E é muito menos comum em pessoas que haviam tido um infarto, já que, neste caso, as células morrem", diz Siciliano.

Genaro recebeu alta no dia 10 de outubro e se recupera na casa da irmã. Faz acompanhamento mensal das funções cardíacas e teve de se adaptar a uma rotina com remédios, dieta e exercícios físicos. Seus dedos dos pés e das mãos, que ficaram necrosados por falta de circulação e quase tiveram de ser amputados, estão voltando ao normal aos poucos.

O comerciante está afastado do trabalho e ainda depende de perícia do INSS para saber se poderá retomar as atividades. "Eu quero e consigo voltar a trabalhar", finaliza.

Fonte Estadão

Leitora questiona atuação da Anvisa sobre caso de prótese mamária

Já que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirma que não existem relatos de problemas com as próteses mamárias de silicone da marca PIP (Poly Implant Prothese), no Brasil, vamos a um relato de caso: o meu.

Em julho de 2007, coloquei próteses da marca PIP. Tudo correu bem e dentro do esperado. Em meados de 2010, quando comecei a ouvir as notícias sobre a qualidade da prótese, da falência da empresa na França e a possibilidade de ruptura, resolvi fazer uma ultrassonografia mamária, mesmo não sentindo dores ou qualquer outro sintoma de ruptura de próteses.

Para minha surpresa, a prótese esquerda estava rompida. Procurei por outro cirurgião plástico que me recomendou uma ressonância magnética mamária. Nesse exame, foi descoberto uma ruptura intra e extracapsular de prótese mamária esquerda com impregnação por silicone dos linfonodos axilares esquerdos.

Sou médica veterinária e posso dizer que entendo um pouco de medicina. Os linfonodos axilares são considerados satélites, ou seja, são de suma importância no diagnóstico de neoplasias (tumores), principalmente, as mamárias e o linfoma.

Eric Gaillard/Reuters
As próteses da extinta marca PIP foram feitas com silicone industrial, em vez de silicone cirúrgico
As próteses da extinta marca PIP foram feitas com silicone industrial, em vez de silicone cirúrgico

Em três meses, troquei as próteses com um renomado cirurgião paulista. No momento da cirurgia, foi encontrado uma coleção líquida próxima a prótese rompida. Após inúmeros exames/análises microbiológicas, tratava-se de uma coleção líquida de caráter inflamatório. Nada de grave.

Quando descobri a ruptura entrei em contato com a EMI, empresa responsável pela importação e distribuição no Brasil das próteses francesas, e tive a seguinte resposta: "Toda prótese de silicone está sujeita a ruptura. Por isso, só vamos reembolsar o valor da prótese", disse um atendente.

Sim, toda prótese está sujeita a ruptura. Mas, pelo menos por 10 anos, os médicos não recomendam a troca justamente por ser pouco provável essa ruptura. Além disso, a prótese que eu comprei era para ser segura e, teoricamente, não vazar pelo meu organismo.

Depois dessa resposta, procurei pelos meus direitos. Por cerca de um ano, sofri as consequências deste extravasamento para os linfonodos. Eles estavam aumentados, sentia dores a palpação e tinha que passar cerca de sete dias a base de anti-inflamatórios e analgésicos.

Não tenho a quem recorrer. Eu tinha condições financeiras de realizar a troca rapidamente. Mas, e as milhares de mulheres que não têm?

Anvisa, acorde! Há casos de problemas com esta prótese no Brasil. Vocês não se preocupam porque aqui não teve nenhum caso? Então, está aí, o caso que vocês queriam. Mexam-se!

OUTRO LADO
Em relação à carta da leitora Camila Torres da Silva Faldon, publicada no "Painel do Leitor", a Anvisa solicita a publicação da resposta a seguir.

Agradecemos sua manifestação sobre a prótese mamária PIP, porque ajudará a Anvisa na orientação que vem prestando à sociedade sobre possíveis incidentes com esta marca.

De acordo com orientação da Anvisa de abril de 2010, tanto pacientes quanto profissionais de saúde que conheçam incidentes e/ou reações adversas com implantes da marca PIP devem informar o corrido à autoridade sanitária para que esta possa adotar as providências cabíveis ao caso.

A Anvisa não tem como conhecer situações que não lhe sejam relatadas pelos canais de comunicação formais que disponibiliza à sociedade, como o serviço 0800.642.9782 e o seu portal: http://www.anvisa.gov.br/

Esta Agência se coloca à disposição para mais esclarecimentos sobre este tema e recomenda a leitura das informações e dos alertas, em seu endereço eletrônico, sobre os implantes mamários da marca PIP.

Fonte Folhaonline

Estudo decifra ação hemorrágica de subtipos do vírus da dengue

Pesquisadores nos EUA e na Nicarágua deram um passo importante para entender por que o vírus da dengue causa sintomas relativamente leves em alguns casos e, em outros, pode desencadear hemorragias letais.

Um dos fatores de risco mais ligados à versão hemorrágica da doença é ter sido infectado antes por um dos subtipos do vírus da doença.

O causador da dengue se divide em quatro grandes linhagens (conhecidas pelos números 1, 2, 3 e 4). Quem, por exemplo, é infectado pelo subtipo 1 e se cura fica permanentemente imune a ele.

No entanto, ganha imunidade apenas temporária aos demais subtipos. Se for infectado de novo por um deles, corre mais risco de desenvolver a doença hemorrágica.

A equipe liderada por Eva Harris, da Universidade da Califórnia em Berkeley, mostrou que a infecção prévia é só um dos fatores para desenvolver a forma mais severa da doença. Outro ponto crucial é a genética do vírus, a qual varia bastante, mesmo dentro de cada subtipo.

Harris e companhia chegaram a essa conclusão analisando amostras obtidas de mais de 200 crianças da Nicarágua, que pegaram dengue entre 2004 e 2009.

O que eles viram é que há uma interação potencialmente explosiva entre a genética do vírus e o histórico de imunidade do paciente.

Uma variante do subtipo 2, por exemplo, era mais agressiva em pessoas que já tinham sido infectadas pelo subtipo 1. Outra forma da dengue 2, porém, não era perigosa para essas pessoas, mas trazia mais riscos para quem já teve o subtipo 3.

Os dados devem ajudar, por exemplo, na formulação de vacinas antidengue.

Fonte Folhaonline

Dono da fábrica de próteses da PIP já trabalha em outra empresa

O fundador da empresa francesa PIP (Poly Implant Prothèse (PIP), Jean-Claude Mas, a mesma que produziu próteses mamárias com silicone irregular que podem se romper e colocar em riscos a saúde das mulheres, participa de uma nova sociedade para a exportação dos mesmos produtos para a América Latina, revela nesta sexta-feira o jornal francês "Nice-Matin".

Conforme a publicação, Mas aparece como "consultor técnico e comercial" da FIT (France Implant Technologie), criada em junho por seus dois filhos para a fabricação de próteses mamárias de baixo custo destinadas principalmente à exportação.

A FIT nasceu para substituir a PIP, dissolvida judicialmente em 2010 após a detecção de problemas em próteses fabricadas com silicone irregular, não o recomendado para fins médicos.

No plano de negócio da nova empresa, Mas aparece como "um criador genial" que vai assessorar o presidente, no caso, seu filho de 27 anos. Outros dois executivos da antiga PIP figuram na direção da FIT, assinala o "Nice Matin".

O plano de negócio da nova empresa tem elementos similares aos que provocaram o sucesso comercial da PIP --a marca era uma das líderes de venda--, a fabricação de implantes de baixo custo essencialmente para a exportação.

Esse modelo que funcionou até março de 2010, quando as próteses foram proibidas. "O mercado sul-americano obedece à regra de que a melhor prótese é a menos cara", indica o plano de negócio da FIT, segundo o jornal, que teve acesso a um documento confidencial.

A América Latina era o destino da metade dos implantes exportados pela PIP, que vendia fora da França 85% de sua produção, que chegou a ser de 100 mil próteses anuais.

A nova sociedade não se esquece de outros mercados, como o asiático e o europeu, indica o documento ao qual o "Nice-Matin" teve acesso.

FIT prevê vender suas próteses 10% mais baratas do que as de seus concorrentes e reduzir os custos de produção em 30%.

Para isso, planejam abrir antes de junho uma planta de produção no sudeste da França, onde já estava implantada a PIP, com 20 empregados e com o objetivo de produzir até 400 próteses diárias. O investimento para a unidade será de 2 milhões de euros, assinala a publicação.

Na França se acumulam até agora 2.200 denúncias contra a PIP, de um total de 30 mil pacientes que implantaram estas próteses. A liquidação judicial da empresa, no entanto, levou à demissão de pelo menos cem funcionários.

Após detectar problemas nos implantes, o governo francês recomendou às francesas que retirassem as próteses e se comprometeu a pagar a cirurgia de remoção, mas só subvencionará a colocação de novas nos casos em que as mesmas foram implantadas por motivos médicos e não estéticos.

Fonte Folhaonline

Livro lista 10 dicas para a pessoa nunca adoecer

A estratégia dos personagens do livro "Os Segredos das Pessoas que Nunca Ficam Doentes" não agrada muito aos médicos.

Em vez de simplesmente ter uma vida regrada e equilibrada, as 25 pessoas entrevistadas pelo jornalista americano Gene Stone se concentraram em mudar um hábito de suas vidas na tentativa de aumentar a longevidade e evitar doenças.

Ilustrações Alpino
Soneca rápida, com aproximadamente 30 minutos, pode melhorar a saúde do coração, a memória e o aprendizado
Soneca rápida, com aproximadamente 30 minutos,
pode melhorar a saúde do coração, a memória e o aprendizado

"Faz parte do ser humano essa busca por uma solução mágica, de preferência algo que não dê muito trabalho", afirma o oncologista Artur Katz, do Hospital Sírio-Libanês. "Comer dois tomates por dia, por exemplo, não vai livrar ninguém de ter câncer."

Mas algumas das soluções do livro não são tão fáceis. Tomar levedura de cerveja todos os dias ou comer alho são desafios.

Banho de água fria também requer certa coragem.

Dorival Pinheiro, 48, servidor público federal, toma banhos frios todos os dias há 30 anos, a não ser aos sábados, quando o aquecedor é liberado. "Fui motivado por um professor de biologia no colegial que disse que traz benefícios para a saúde."

Pinheiro diz que se sente mais relaxado e com melhor capacidade respiratória. "Percebo que fico menos doente e, quando pego um resfriado, recupero-me mais rápido do que os outros."

O infectologista Celso Granato, coordenador de patologia clínica do laboratório Fleury, afirma, no entanto, que não há comprovação alguma de que isso funcione.

"O que pode dar resultado a longo prazo é evitar o contato com pessoas doentes, especificamente em caso de doenças respiratórias e diarreias. Por isso pedimos para as pessoas lavarem mais as mãos em surtos de gripe", afirma o médico.

Para Katz, a receita básica para evitar adoecer é: "Não fume, não fume e não fume. Depois disso, o importante é manter um peso adequado, uma boa alimentação e fazer exercícios. Fazer isso já é bom. Mas muito mais que isso também não ajuda tanto."

OS SEGREDOS DAS PESSOAS QUE NUNCA FICAM DOENTES
AUTOR Gene Stone
EDITORA Lua de Papel
PREÇO R$ 19,90 (214 págs.)

1) BANHOS FRIOS
Defensores da prática dizem que a água gelada reduz o número de infecções e melhora a resposta imunológica, fortalecendo os contra-ataques do organismo contra invasores. Mas os banhos frios não são recomendados para quem tem problemas cardíacos, porque a água gelada pode alterar a pressão arterial --e só os mais corajosos os aguentam no inverno...

2) RESTRIÇÃO CALÓRICA
Adeptos da redução calórica afirmam que isso prolonga a vida e protege contra doenças. Por enquanto, só pesquisas com animais confirmam os benefícios da dieta. Além disso, uma redução drástica da comida abre as portas para transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, por exemplo.

3) COMER SÓ VEGETAIS
Uma dieta baseada em plantas reduz drasticamente o colesterol. Alguns estudos já ligaram a carne vermelha e leite a uma maior ocorrência de câncer.Outras pesquisas mostraram que comer mais vegetais não reduz a incidência de tumores e que cada tipo de alimentação está ligado a um tipo de tumor. Em resumo: a alimentação pode determinar qual tumor a pessoa pode vir a ter, mas nenhuma dieta elimina o risco.

4) COMER ALHO
Pesquisas já ligaram o consumo a menor pressão arterial e maior produção de óxido nítrico, que facilita a circulação do sangue e reduz a formação de placas nas artérias. Estudos também lhe creditam efeito antibiótico e antioxidante. Mas, fora o bafo, os médicos não garantem que comer alho tenha algum efeito.

5) SESTA
Pesquisas já mostraram que uma soneca rápida, de cerca de 30 minutos, pode melhorar a saúde do coração, além de aprimorar a memória e o aprendizado. A sesta reduz o nível dos hormônios do estresse, especialmente para quem tem empregos mais exigentes. O importante é não exagerar: 30 minutos são o bastante.

6) VITAMINA S (SUJEIRA)
Ter mais contato com sujeira, como não lavar direito os alimentos, pode evitar doenças como alergias e inflamações. Essa hipótese é defendida por parte dos cientistas, que acredita que se proteger excessivamente da sujeira acaba levando o sistema imune a respostas exageradas, causando doenças.

7) PROBIÓTICOS
O consumo de iogurtes, levedura de cerveja, queijo cottage, entre outros alimentos, povoa nosso corpo com bactérias "boas", que ajudam a defesa contra as "más". Já é aceito que esses alimentos ajudam a repovoar a flora intestinal após episódios de diarreia. Mas ainda não se sabe se comer todo dia faz diferença, porque temos colônias de bactérias boas naturalmente.

8) PENSAMENTO POSITIVO
Muitos estudos já mostraram que o pensamento positivo reduz os níveis de estresse e pode aumentar a resistência contra gripe. Estudos mostram que a atitude positiva pode influenciar até no sucesso de um transplante de rim. O efeito placebo é um exemplo de como a crença pode fazer até um tratamento falso funcionar.

9) ÁGUA OXIGENADA
Um dos personagens do livro tem o costume de enfiar a cabeça, todos os dias, em uma pia com água quente e água oxigenada para ficar "imune" a infecções. O peróxido de hidrogênio, de fato, é usado para limpar ferimentos, mas daí a dizer que pode nos tornar mais saudáveis, é um passo e tanto.

10) EVITAR GERMES
Bactérias podem sobreviver por horas em maçanetas e outros objetos. Apertos de mãos, locais fechados, manusear carrinhos de supermercados, tudo isso pode carregar germes para o corpo. Lavar as mãos com frequência, especialmente depois de ter contato com doentes, pode mesmo evitar doenças, mas não é garantia, segundo os médicos.

Fonte Folhaonline