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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Alergias

Definição

A alergia é uma resposta ou reação imunológica exagerada a substâncias que, geralmente, não são nocivas.


Causas, incidência e fatores de risco

As alergias são relativamente comuns. Fatores genéticos e ambientais atuam sobre elas.
O sistema imunológico normalmente protege o corpo contra substâncias nocivas, como bactérias e vírus. Ele também reage contra substâncias externas, que, em geral, são inofensivas e não causam nenhum problema para a maioria das pessoas.
Mas para alguém com alergias, a resposta imunológica é exagerada. Quando reconhece um alérgeno, o sistema imunológico libera substâncias químicas, como as histaminas, para combatê-lo.


Foto: ADAM
Mastócitos liberam histaminas quando é encontrado um alérgeno. A resposta da histamina pode produzir espirro, coceira, urticária e lacrimejamento

Isso provoca irritação, inchaço, produção de muco, espasmos musculares, urticárias, erupções e outros sintomas que variam em cada pessoa.
Entre os alérgenos comuns estão o pólen, o mofo, a caspa de animais e o pó. Alergias a alimentos e medicamentos também são comuns. As reações alérgicas também podem ser causadas por picadas de insetos, joias, cosméticos, temperos e outras substâncias.
Algumas pessoas apresentam reações tipicamente alérgicas a temperaturas quentes ou frias, à luz do sol ou a outros desencadeadores ambientais. Algumas vezes, o atrito (esfregar ou friccionar a pele de forma brusca) causa os sintomas.
Uma alergia específica geralmente não é passada para as gerações seguintes de uma família (herdada). Entretanto, se o pai e a mãe são alérgicos, é provável que você também seja. A chance é maior se a sua mãe tem alergias.
As alergias podem agravar determinadas doenças, como sinusite, eczema e asma.

Sintomas:


Foto: ADAM
Reações alérgicas

Os sintomas das alergias variam, mas podem incluir
  • Problemas respiratórios (tosse, falta de ar)
  • Ardência, lacrimação ou irritação nos olhos
  • Conjuntivite (olhos vermelhos e inchados)
  • Tosse
  • Diarreia
  • Dor de cabeça
  • Urticária
  • Irritação no nariz, na boca, na garganta, na pele ou em qualquer outra área
  • Corrimento nasal
  • Erupções na pele
  • Cólicas estomacais
  • Vômito
  • Respiração difícil ou ruidosa
A parte do corpo que entra em contato com o alérgeno é responsável pelos sintomas que você apresenta. Por exemplo:
  • Geralmente, os alérgenos que são respirados geralmente causam congestão nasal, irritação no nariz e na garganta, produção de muco, tosse ou respiração difícil ou ruidosa
  • Os alérgenos que entram em contato com os olhos podem causar olhos irritados, úmidos em excesso, vermelhos ou inchados
  • Ingerir um alimento que lhe dá alergia pode provocar náusea, vômito, dor abdominal, cólicas, diarreia ou uma reação grave e possivelmente fatal
  • Os alérgenos que entram em contato direto com a pele podem causar urticárias, erupções, irritação, bolhas ou mesmo descamação
  • As alergias a medicamentos geralmente envolvem todo o corpo e podem produzir uma grande variedade de sintomas

Exames e testes

Seu médico realizará um exame físico e perguntará, por exemplo, quando a alergia ocorre.


Foto: ADAM
Sintomas das alergias

Talvez sejam necessários testes de alergia para determinar se os sintomas são realmente alérgicos ou se são causados por outros problemas. Por exemplo, ingerir alimentos contaminados (intoxicação alimentar) pode causar sintomas similares às alergias a alimentos. Alguns medicamentos (como a aspirina e a ampicilina) podem produzir reações não alérgicas, incluindo erupções. Uma tosse ou corrimento nasal pode, na verdade, ser causado por uma infecção.
O teste feito na pele é o método mais comum para testar as alergias. Um dos tipos de testes feitos na pele é o teste por puntura. Nesse teste, são colocadas na pele pequenas quantidades das substâncias suspeitas de causar as alergias e, em seguida, são feitas pequenas picadas na região para que a substância penetre. A pele será observada atentamente para verificar o surgimento de sinais de reação, como inchaço ou vermelhidão. O teste feito na pele pode ser uma boa opção para bebês e crianças pequenas.
Outros tipos de testes feitos na pele são o teste de contato e o teste intradérmico. Para obter mais informações, consulte: Teste de alergias
Os exames de sangue podem medir os níveis de substâncias específicas relacionadas a alergias, principalmente a imonuglobulina E (IgE).
Um hemograma, principalmente o exame de leucócitos eosinófilos, também pode ajudar a revelar alergias.
Em alguns casos, o médico pode recomendar que você evite determinados itens para verificar se ocorre uma melhora do quadro ou que você use itens suspeitos para ver se há alguma piora. Isso é chamado de "teste de uso ou eliminação". Geralmente, ele é usado para descobrir alergias a alimentos ou medicamentos.
O médico também pode verificar a sua reação a desencadeadores físicos aplicando calor, frio ou outra estimulação ao seu corpo e observando se ocorre uma resposta alérgica.
Às vezes, um alérgeno suspeito é dissolvido e colocado em gotas na pálpebra inferior para verificar se ocorre uma reação alérgica. Esse procedimento só deve ser realizado por um médico.

Tratamento


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Introdução ao tratamento de alergias

Reações alérgicas graves (anafilaxia) precisam ser tratadas com um medicamento chamado epinefrina, que pode salvar vidas se for administrado imediatamente.
A melhor maneira de diminuir os sintomas é, em primeiro lugar, tentar evitar os elementos que causam a alergia. Isso é especialmente importante para as alergias a alimentos e a medicamentos.
Existem diversos tipos de medicamentos disponíveis para prevenir e tratar as alergias. O medicamento recomendado pelo seu médico vai depender do tipo e da gravidade dos seus sintomas, da sua idade e da sua saúde geral.
Doenças específicas causadas por alergias (como a asma, a rinite alérgica e o eczema) podem exigir tratamentos adicionais.
Medicamentos que podem ser usados para tratar as alergias:
ANTI-HISTAMÍNICOS
Os anti-histamínicos podem ser adquiridos com ou sem receita médica. Eles estão disponíveis em diversas formulações:
  • Cápsulas e comprimidos
  • Colírios
  • Injeção
  • Líquido
  • Spray nasal
CORTICOIDES
Os medicamentos anti-inflamatórios (corticoides) estão disponíveis em diversas formulações:
  • Loções e pomadas para a pele
  • Colírios
  • Spray nasal
  • Inalador
Os pacientes com sintomas alérgicos graves podem utilizar comprimidos ou injeções de corticoides prescritas por curtos períodos.
DESCONGESTIONANTES
Os descongestionantes podem ajudar a aliviar a congestão nasal. O spray nasal descongestionante só deve ser usado por poucos dias, porque pode causar um efeito "rebote" e piorar a congestão. Os descongestionantes em comprimidos não causam esse problema.
OUTROS MEDICAMENTOS
Os antileucotrienos são medicamentos que bloqueiam especificamente as substâncias desencadeadoras de alergias. O zafirlucaste (Accolate) e o montelucaste (Singulair) são aprovados para as pessoas com asma e alergias a ambientes internos ou externos.
INJEÇÕES CONTRA ALERGIA
As injeções contra alergia (imunoterapia) poderão ser recomendadas se não houver como evitar o alérgeno e se os sintomas forem difíceis de controlar. As injeções contra alergia impedem que o seu corpo tenha uma reação exagerada ao alérgeno. São administradas injeções regulares do alérgeno, e cada dose é ligeiramente maior do que a dose anterior até que a dose máxima seja atingida. As injeções, entretanto, não são uma boa opção para todas as pessoas e exigem visitas frequentes ao médico.

Evolução (prognóstico)

A maioria das alergias pode ser facilmente tratada com medicamentos.
Algumas crianças podem curar uma alergia quando crescem. Isso ocorre principalmente com as alergias a alimentos. Entretanto, como regra geral, depois que uma substância desencadeia uma reação alérgica, ela continua a afetar a pessoa.
As injeções contra alergias são mais eficazes quando usadas para tratar as pessoas com sintomas de rinite alérgica e com alergias graves a picadas de insetos. Elas não são usadas para tratar as alergias a alimentos pelo risco de uma reação grave. As injeções contra alergia podem exigir anos de tratamento, mas elas funcionam na maioria dos casos. No entanto, elas podem causar efeitos colaterais desconfortáveis (como urticárias e erupções) e consequências perigosas (como a anafilaxia).

Complicações

  • Anafilaxia (reação alérgica possivelmente fatal)
  • Problemas respiratórios e desconforto durante a reação alérgica
  • Sonolência e outros efeitos colaterais dos medicamentos

Ligando para o médico

Marque uma consulta com seu médico se:
  • Ocorrerem sintomas alérgicos graves
  • O tratamento para alergias não estiver mais funcionando

Prevenção

A amamentação de crianças por, no mínimo, quatro meses ou mais pode ajudar a evitar a dermatite atópica e a alergia ao leite da vaca, além da respiração difícil ou ruidosa na infância.
Entretanto, mudar a alimentação da mãe durante a gravidez ou durante a amamentação parece não ajudar a evitar as doenças relacionadas a alergias.
Para a maioria das crianças, mudar a alimentação ou consumir fórmulas especiais não parece evitar esses problemas. Se houver histórico familiar de eczema e alergias nos pais ou irmãos da criança, converse com o pediatra sobre a alimentação do bebê. O momento certo de introduzir alimentos sólidos em geral e usar diversos alimentos específicos pode ajudar a evitar algumas alergias.
Também existem evidências de que os bebês expostos a determinados alérgenos transportados pelo ar (como ácaros e caspa de gato) podem apresentar menor probabilidade de desenvolver as alergias correspondentes. Isso é conhecido como a "hipótese da higiene" e surgiu a partir de observações de que os bebês que vivem em fazendas tendem a apresentar menos alergias do que as crianças criadas em ambientes mais estéreis.
Depois que as alergias se desenvolvem, tratá-las e evitar cuidadosamente aquilo que causa as reações pode prevenir o surgimento de outras alergias no futuro.

Foto: ADAM
Condições ambientais e hereditárias, número e tipo de exposições e fatores emocionais podem indicar uma predisposição a alergias

Fonte iG

Primeiros Socorros: Fratura

A fratura é a interrupção na continuidade de um osso. Ela pode ser causada por quedas, impactos fortes ou movimentos violentos.

Há vários tipos de fraturas. As mais comuns são as dos membros (mãos, pés, braços, pernas, etc.). Em geral, fraturas na cabeça, no pescoço e na coluna exigem um cuidado maior no atendimento inicial.

Fraturas expostas são aquelas em que o osso quebrado rompe os músculos e a pele. Nestes casos, mais complexos e graves, o ferimento no local da fratura está em contato com o ambiente e, se não for tratado, podem dar origem a infecções e deficiências.

 

Como agir:

- Faça um primeiro diagnóstico observando o que aconteceu. Normalmente a pessoa que sofreu uma fratura sentirá muita dor no local, ao apalpá-lo ou movimentá-lo

- Chame socorro imediatamente ou, se a pessoa estiver em condições de ser transportada de carro, leve-a um hospital

- Imobilize o membro fraturado segurando a área com firmeza ou com a ajuda de um papelão, dobrando-o em três (como se fosse uma calha). É possível ainda usar um pedaço de madeira, uma atadura e um lençol (sem apertar muito). A imobilização vai diminuir a dor

- A fratura que não é devidamente tratada pode causar uma deformação no osso, dor, artrose e problemas de movimentação

- Em caso de fratura exposta imobilize o membro como está e não tente colocar o osso no lugar. Cubra o local com um pano esterilizado ou bem limpo, para evitar o contato com o ambiente

- Se o socorro demorar, lave o local com água corrente abundante ou com soro fisiológico e seque com o pano limpo. Não coloque nenhuma outra substância

- Se houver um sangramento muito intenso, faça a compressão firme do local, segurando o membro na posição oposta ao fluxo do sangue. Exemplo: se a fratura for no pulso, faça a compressão no antebraço

Fonte iG

Anestesia geral é muito mais profunda que sono

Cientistas mostram que mesmo a mais leve delas é mais profunda que o sono mais pesado

Anestesia geral, sono e coma são três das formas mais importantes em que uma pessoa perde a consciência. O que acontece com o cérebro no momento em que a anestesia geral é aplicada, porém, continua sendo um mistério. No final de dezembro, os cientistas Emery Brown, Ralph Lydic e Nicholas Schiff publicaram um artigo mostrando que mesmo o mais profundo dos sonos não é tão profundo quanto a mais leve das anestesias gerais.

O artigo, na revista The New England Journal of Medicine, faz uma análise do que se sabe na área e propõe uma estrutura para estudar a anestesia geral. “As ferramentas clínicas, de exame físico, eletroencefalografia e técnicas de imagem usadas para estudar o sono e o coma podem ser adaptadas para a anestesia geral”, afirmou Emery Brown, que é professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e anestesista, ao iG.

Antes de estudá-la, no entanto, é necessário entendê-la. “Anestesia geral não é um sono é um coma reversível. Diferentemente de um coma devido à um ferimento no cérebro o coma da anestesia geral pode ser revertido com o fim do efeito do medicamento”, explicou Brown. E completou: “Os pacientes geralmente perguntam se a anestesia geral é um tipo de sono profundo. A resposta é não. Anestesia geral não é uma forma de sono seja ele profundo ou não. Ela é um estado fisiológico e comportamental único do corpo que foi desenvolvido e refinado nos últimos 165 anos para que as intervenções cirúrgicas e muitas técnicas de diagnóstico e procedimentos terapêuticos pudessem ser feitos de forma segura e humana”.

A falta de entendimento do funcionamento da anestesia geral cria ainda uma situação contraditória para os que querem estudá-la. “De um lado há uma percepção pública e em muitas partes da comunidade científica de que anestesia geral é um procedimento de alto risco e voluntários humanos não deveriam fazer parte no estudo dela. A perda de controle sentida pelos pacientes que recebem anestesia geral aumenta ainda mais essa percepção e, em muitos casos, eles tem mais medo da anestesia do que do procedimento ou da intervenção que será feita(...). Por outro lado como a anestesia geral é considerada suficientemente segura por que estudá-la mais. [A resposta é que] obviamente o conhecimento de como e onde os anestésicos agem irão fazê-la ainda mais segura”, comentou Brown.

A segurança, no entanto, é apenas um dos aspectos do estudo da anestesia geral.A possibilidade de criar anestésicos com menos efeitos colaterais como náusea e vômitos e o desenvolvimento de formas mais precisas de monitorar quão profundamente um paciente está ou não anestesiado também são desejáveis segundo o trio de pesquisadores. “A anestesia geral é uma peça central da ciência básica e prática da neurociência do cérebro. O potencial que seu estudo pode trazer para a neurociência ainda precisa ser realizado”, afirmou Brown.

Fonte iG

Cientistas criam "fígado virtual" para auxiliar operações

Recurso vai ajudar a planejar melhor as cirurgias de retirada de tumores e deve aumentar as chances de recuperação dos pacientes

Com fundos da União Europeia (UE), uma equipe de cientistas e cirurgiões europeus desenvolveu um "fígado virtual" para ajudar a planejar melhor as operações para retirada de tumores – recurso também poderá aumentar as probabilidades de recuperação dos pacientes.

Intitulado PASSPORT (Simulação específica de pacientes e formação pré-operatória realista), o projeto foi desenvolvido para auxiliar os cirurgiões com um serviço que os ajuda a decidir se devem ou não operar um paciente, informou nesta quinta-feira a Comissão Europeia (CE).

Com o uso do "fígado virtual", os cirurgiões poderão ver exatamente onde se encontra o tumor no paciente e, principalmente, como deverão intervir para extirpá-lo com sucesso.

Segundo a Comissão Europeia, menos de 50% dos pacientes afetados são submetidos a uma operação cirúrgica, um índice considerado baixo. No entanto, essa porcentagem poderia aumentar com a chegada do "fígado virtual".

Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão Europeia e comissária europeia da Agenda Digital, afirmou que a tecnologia desenvolvida pelo projeto PASSPORT "é um marco que melhorará o diagnóstico, as intervenções cirúrgicas e permitirá salvar vidas".

O projeto, que começou em junho de 2008 e foi concluído somente no último mês de dezembro, teve um custo total de 5,5 milhões de euros, dos quais 3,6 milhões vieram de fundos da UE.

Fonte iG

Corrida: Evite lesões conhecendo seu tipo de pisada

Foto: Augusto Gonçalves
O atletaAdriano Bastos corre na esteira na fase dinâmica do teste da pisada
A informação ajuda na escolha do tênis mais adequado, garantindo conforto e menos risco de se machucar

Correr é uma atividade física bem fácil de ser praticada. Você calça o tênis e pode rodar por ruas ou parques em qualquer lugar do mundo.

Essa liberdade é um das coisas que mais me atrai no esporte. Mas o ato simples de calçar o tênis requer alguns cuidados.

Antes de comprar o modelo mais bonito (e como os fabricantes têm feito tênis lindos!) ou o mais tecnológico (igualmente, eles têm caprichado no quesito), é importante conhecer seu tipo de pisada.

Como fazer isso? A observação mais apurada de um especialista e alguns testes podem ajudar no diagnóstico.

Seu pé pode ser normal, plano ou cavo. E sua pisada pode ser pronada (pisada para dentro); supinada (pisada para fora) ou neutra (não tem desvio de pisada). Com essas informações você pode escolher um modelo mais adequado para o seu pé – o que irá proporcionar maior conforto e menos riscos de lesões.

Com o crescimento do filão "corrida", muitas lojas especializadas em esporte vêm oferecendo e aperfeiçoando o teste da pisada. O mais novo e tecnológico desses recursos, batizado de Foot ID, chegou ao Brasil no início desse mês na Flagship Store Asics, em São Paulo. A loja abriga o laboratório para o teste, além de oferecer linhas especiais de vestuário para corrida, futebol e lifestyle.

Por meio do exame, o corredor conhece as dimensões reais de seu pé e descobre qual o tipo de pisada e pegada, com informações analisadas por uma equipe altamente treinada e conectada com o banco de dados mundial da marca, que informa qual calçado é o mais recomendado para o usuário.

Na primeira fase do teste é feita uma análise 3D dos pés do corredor, por meio de um software desenvolvido no Japão. Neste momento os pés são escaneados e medidos com lasers e ajuda de oito câmeras.

Em uma segunda etapa, é feita uma análise da corrida: o corredor faz o teste em uma esteira com um par de tênis neutro, com marcadores embutidos. O teste dura cerca de 15 minutos.
“A maioria dos testes apenas escaneiam a sola do pé. O Foot ID analisa o pé inteiro, conseguindo identificar deformidades, calos e angulações que aumentam a precisão e colaboram para uma excelente corrida”, explica Raul Filho, gerente de varejo da Asics, especialista no Foot ID.

“É um teste bem mais preciso, que dá segurança para a escolha do tênis. O calçado correto faz toda diferença na corrida, tanto para ter melhor performance quanto para evitar lesões”, atesta o atleta Adriano Bastos, heptacampeão da Maratona da Disney, figura frequente nas corridas de rua por todo o país.

Para realizar o Asics Foot ID é necessário fazer um agendamento pelo telefone (11) 3064-0674.

Resultado detalhado do Foot ID de Adriano Bastos: pisada pronada - Foto: Augusto Gonçalves

Fonte iG