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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Dengue: Faça a sua parte, entre nesta luta!

Caminhada mobiliza os cariocas para o combate ao mosquito transmissor da dengue

A oitava edição da Mobilização contra a Dengue pela Cidade do Rio começa hoje (6) com uma caminhada. A partir das 8h, grupos de pessoas vão sair das unidades municipais de saúde para informar a população sobre como evitar os focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. As escolas públicas também participam da atividade, com a orientação dos agentes de vigilância em saúde.

Em outras edições, o evento chegou a mobilizar quase 100 mil pessoas na cidade, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. Este ano, quase três mil agentes e outros profissionais de saúde vão participar da ação.

Nas escolas municipais, as crianças também serão orientadas por agentes de vigilância em saúde. Os alunos vão procurar e destruir os focos do Aedes aegypti na unidade em que estudam.

Desde abril do ano passado, o governo fluminense vêm promovendo as caminhadas “para sensibilizar os cidadãos sobre a necessidade de cuidar de sua rua e do entorno de sua residência como um espaço coletivo”.

De acordo com os números divulgados ontem (4) pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, a capital fluminense foi responsável por 51 das 140 mortes por dengue registradas no estado no ano passado.

Fonte Agência Brasil

União Europeia quer tornar mais rígido controle de implantes mamários

Com o escândalo envolvendo próteses mamárias da marca francesa PIP, a União Europeia estuda tornar mais rígido o controle de implantes de seios e outros produtos médicos na região.

De acordo com o porta-voz da Comissão Europeia, Fréderic Vicent, o órgão já trabalha para rever as regras em vigor desde 2007 e duas propostas devem ser apresentadas ainda neste semestre.

Segundo ele, os países precisam monitorar a rota dos implantes, da produção na fábrica até o implante na paciente.

Na França, foram identificados 20 casos de câncer em mulheres com implantes de seios da marca PIP (Poly Implants Protheses), mas não há confirmação que o produto cause a doença, conforme informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.

No entanto, o governo aconselha que 30 mil francesas retirem as próteses da marca, como precaução. Investigações indicam que a PIP usou silicone industrial para a produção dos implantes, ao invés de silicone medicinal. A taxa de ruptura de próteses da marca é muito superior em comparação à de outras marcas.

Antes da falência em março de 2010, a PIP produzia 100 mil próteses por ano, sendo que 84% delas eram exportadas para a América Latina, Espanha e o Reino Unido. Estima-se que 300 mil mulheres tenham colocado próteses da marca em todo o mundo.

No Brasil, foram vendidas 24.534 próteses da PIP. Estima-se que 12 mil mulheres usem o produto. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica descartam a necessidade de remoção preventiva ou troca das próteses. O procedimento é indicado somente em caso de ruptura do implante. A orientação é que as mulheres procurem médicos e hospitais onde operaram para avaliar as condições da prótese.

A Anvisa já rastreou todos os municípios onde foram feitas as cirurgias plásticas com próteses mamárias da PIP. De acordo com o diretor adjunto da agência reguladora, Luiz Roberto Klassmann, as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais serão acionadas para orientar os hospitais e clínicas a entrar em contato com as pacientes.

A imprensa francesa noticiou hoje que a PIP também produziu próteses para homens (peitoral, glúteos e testículos). O diretor Klassmann afirmou que a EMI, que importava o produto da marca francesa, tinha autorização somente para vender próteses mamárias femininas no Brasil.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Fonte Agência Brasil

Remédios genéricos devem ter alta de até 15% em São Paulo, estima associação

O preço dos remédios genéricos poderão ter elevação de até 15% no estado de São Paulo. A estimativa é da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos.

De acordo com a entidade, o aumento se deve a alteração no sistema de cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado, que entrou em vigor no começo do ano.

Até o final de 2011, o ICMS sobre os medicamentos em São Paulo era calculado com base no valor que o varejista final, as redes de farmácias, pagavam aos distribuidores. Agora, a conta é feita a partir do valor máximo, permitido pelo governo, do medicamento. Não houve mudança na alíquota, que continua em 18%.

Segundo a associação, os produtos mais afetados serão os mais baratos, consumidos pela população de baixa renda. “Vai haver uma cobrança menor de imposto sobre os produtos mais caros, e vai aumentar a arrecadação sobre o genérico. É uma ação Robin Wood ao contrário”, destaca o presidente da associação, Odnir Finotti.

Em outubro, uma pesquisa da Fundação Procon de São Paulo constatou que os genéricos estavam, em média, 58,47% mais baratos do que os medicamentos de marca. “O genérico continuará sendo vantajoso. A questão é saber se as pessoas que estão comprando os medicamentos vão poder comprar o tanto quanto compravam antes”, disse Finotti.

Em nota, a Secretaria da Fazenda de São Paulo informou que, com a nova norma, ocorrerá uma tributação mais adequada sobre o efetivo preço praticado nas farmácias. “Será possível também impedir a utilização de eventual prática evasiva de subfaturar o preço da indústria, para conseguir menor tributação”.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que a nova forma de cálculo da base do imposto só se justificaria se fosse seguida da redução da alíquota do imposto. “A utilização de uma base de cálculo mais elevada irá aumentar significativamente a arrecadação e só se justificaria se viesse acompanhada de redução da alíquota nominal para 12%, dispensando a utilização das respectivas tabelas, como já foi feito pelo estado do Paraná”, disse em nota. A Anvisa alertou também que o novo cálculo pode impactar no preço dos remédios do Programa Farmácia Popular do governo federal.

Fonte Agência Brasil

Exames: Perfil Hormonal Feminino

O que é
Exame de sangue que dosa os principais hormônios femininos no organismo da mulher.

Para que serve
Avalia a função da glândula tireoide, os hormônios sexuais – estrogênios, progesterona,
prolactina (relacionado com a amamentação e também um indicador tumores cerebrais), LSH e FSH (relacionados com o funcionamento dos ovários), testosterona (ligado à libido) – e também hormônios como cortisol (estresse) e a insulina, entre outros.

Como é feito
O exame é feito pela coleta de sangue de uma veia do braço. Também é possível fazê-lo por meio da coleta de saliva – no Brasil, porém, a realização deste tipo de teste não é comum.

Preparo
Jejum de 10 horas. Para o cortisol, o sangue deve ser coletado antes das 8h.

Valores de referência
Dependem da faixa etária, da técnica utilizada pelo laboratório e também do ciclo menstrual da mulher.

Fonte iG