Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Monte seu kit de primeiros socorros

Kit de primeiros socorros: em casa e no carro
É sempre válido ter um em casa e no carro. Saiba o que deve compor o kit

Você pode comprar estojos montados – eles são vendidos em farmácias e supermercados – ou pode montar o seu kit em casa. Ele deve conter:

- Algodão

- Analgésico

- Antitérmico

- Antisséptico

- Esparadrapo

- Gaze

- Luvas de látex

- Micropore

- Soro fisiológico

- Termômetro

- Tesoura

Fonte iG

O quanto meus dentes podem tornar-se brancos?

Cremes dentais clareadoras também auxiliam na remoção de manchas e mantém os dentes sempre brancos a custos acessiveis.

Uma mudança de dois ou três tons de branco pode fazer uma grande diferença no sorriso de quase todas as pessoas. O objetivo deve ser chegar na melhor tonalidade e ainda parecer natural.

O quanto seus dentes podem ser clareados depende de muitos fatores, alguns que podem ser controlados (como a escolha por um método clareador ou não, ou a porcentagem de princípio ativo no produto) e outros não (como a cor natural de seus dentes ou a resposta deles ao clareamento).

- Uma sessão de clareamento ativada por luz, às vezes chamada de clareamento assistido (clareamento de consultório), pode custar US$ 500 ou mais e resultar em dentes muito mais brancos, instantaneamente.

- Uma moldeira personalizada criada pelo seu dentista para clareamento domestico custa em torno de US$ 300 e, normalmente, você deverá usá-lo por muitas horas durante o dia ou durante a noite por duas semanas.

- Produtos para clareamento disponíveis nas farmácias ou nas lojas do varejo podem conter menores concentrações do princípio ativo comparados àqueles encontrados no consultório do dentista. Cremes dentais clareadoras também auxiliam na remoção de manchas e mantém os dentes sempre brancos a custos acessiveis.

A maioria dos clareamentos não são permanentes.
Não fumantes que não tomam café ou chá, freqüentemente não observam a alteração na coloração dos dentes depois do clarearemento, até por cinco anos. Seus resultados dependerão de seus hábitos e dos alimentos ingeridos. Se, como acontece com muitas pessoas, você acha difícil eliminar da sua dieta café, chá, refrigerantes com cola, vinho tinto ou outros itens que provoquem manchas você pode necessitar de retoques regularmente.

Fonte Colgate-Palmolive

Descoberto o gene da “sensação de cansaço”

Pesquisa encontra explicação genética para sensação de cansaço
Pesquisa revela uma variação genética comum em que é sonolento durante o dia

Por que duas pessoas podem ser igualmente privadas de sono e, no dia seguinte, uma delas se sentir mais cansada e apática do que a outra?

A resposta pode estar em seus genes, sugere um novo estudo.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA) descobriram que existe uma variação genética comum em indivíduos sadios que são mais sonolentos e mais cansados quando privados de sono. O gene está relacionado à narcolepsia - que provoca sonolência diurna excessiva - mas estudos anteriores já haviam mostrado que até um terço das pessoas que apresentam esta variação têm o padrão de sono considerado saudável.

"Este gene específico, que é presente em cerca de 30% da população, pode ser um biomarcador para prever como alguém vai responder se não dormir bem", disse a autora do estudo Namni Goel, professora assistente de psicologia e psiquiatria da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia.

"Este estudo fornece evidências claras de que os genes podem ser uma peça chave e determinam o modo como reagimos à privação do sono", completou Jeffrey Ellenbogen, chefe do depertamento de Medicina do Sono do Hospital Geral de Massachusetts.

"É importante ressaltar que o tipo de privação de sono examinada neste estudo é chamada de ‘privação parcial de sono’. Não é apenas uma técnica de laboratório, é algo que acontece com milhões de pessoas, por uma variedade de razões ", acrescentou. "E este marcador genético é comum. Então, estamos falando de um monte de gente que este estudo descreve como potencialmente suscetível à maior sonolência."

Métodos
Para o estudo, publicado nesta terça-feira (26) na revista Neurology, Goel e seus colegas analisaram 92 adultos saudáveis, sem a variação genética e 37 adultos saudáveis que tinham o gene, mas não possuíam distúrbios do sono.

Nas duas primeiras noites, eles passaram 10 horas na cama e ficaram completamente descansados. Nas cinco noites seguintes, os participantes foram submetidos à privação parcial de sono crônica: só quatro horas noturnas na cama. No restante do tempo, as luzes ficaram acesas e eles puderam ler, jogar ou assistir filmes para ajudá-los a permanecerem acordados.

Durante o estudo, os pesquisadores mediram a sonolência dos participantes, a qualidade do sono e fizeram uma auto-avaliação, perguntando sobre sua atenção, memória e capacidade de resistir ao sono durante o dia. As pessoas com a variante genética eram mais sonolentas e mais cansadas e também tinham o sono mais fragmentado. Por exemplo, durante a quinta noite da privação do sono, aqueles com o gene, acordaram em média quatro vezes, enquanto aqueles sem a variação de genes acordaram duas vezes.

As pessoas portadoras do gene tiveram uma menor vontade de dormir durante as noites em que era possível passar 10 horas na cama. E elas também passaram menos tempo no chamado “sono profundo”.

Não houve diferença na forma como os dois grupos se comportaram na auto-avalição sobre memória e atenção após a privação do sono. Também não houve diferença na capacidade de resistir ao sono durante o dia.

Uma possível explicação para estes achados em particular é que "pode haver diferentes variações genéticas que regulam as respostas fisiológicas à privação de sono versus o modo como elas são capazes de agir nestas situações," disse Goel. “Às vezes, as pessoas avaliam que sentem-se bem e ainda assim seus desempenhos são péssimos e vice-versa", explicou Goel.

Ela acrescentou que são necessários mais estudos para replicar essas descobertas em outras populações, bem como identificar outros possíveis biomarcadores que podem explicar porque algumas pessoas parecem ser particularmente resistentes à devastação da privação do sono.

Novos tratamentos
Os autores de um editorial que acompanham o estudo disseram que as conclusões "são particularmente importantes para as pessoas envolvidas no trabalho em turnos e viagens intercontinentais". Afirmaram esperar que a investigação resulte em novos tratamentos para minimizar ou eliminar os efeitos em pessoas que respondem mal ao a privação do sono.

"Há sempre uma tendência de fazer julgamentos sobre alguém que dorme até meio-dia. Dizem que ele é preguiçoso ou algo assim", disse o editorial do co-autor do estudo, Amit Verma, diretor médico do Sono do Hospital Metodista, em Houston. "Mas o que este estudo destaca é que, se você está mais sonolento do que o seu amigo ou seu cônjuge depois de ter sido privado de sono, pode realmente ser uma razão genética."

Fonte iG

15 opções "magras" de lanches

Refeições leves de até 100 calorias ajudam a saciar a fome e a evitar excessos. Saiba quais alimentos valorizam a sua dieta

Para manter uma alimentação saudável ou eliminar os excessos – no prato e no corpo – não é preciso seguir uma ditadura alimentar.

Censurar alguns alimentos é recomendado, mas o fundamental, embora clichê, é manter a disciplina e evitar sucumbir à fome.

Além da refeição balanceada e do prato colorido, outro grande aliado da dieta é o lanchinho da tarde. Usada com moderação e critérios, a minirrefeição nocauteia a ansiedade, sacia a fome (ou a vontade de comer) e evita excessos e pecados.

A regra não é geral e a escolha da refeição deve ser feita de acordo com o estilo de vida dos aspirantes a magros e saudáveis. Carolina Ribeiro, nutricionista funcional da Clínica Dermatológica Juliana Neiva, no Rio de Janeiro, explica que o valor calórico limite é variável, depende do peso e do objetivo de cada um. O ideal, defende a especialista, é buscar produtos naturais e ingerir pequenas porções entre o almoço e o jantar.

O grande vilão de tal recomendação, alerta Carolina, é considerar um pão de queijo, ou os deliciosos (e gordos) salgados de padaria como uma opção de lanche. Bolachas de água e sal e barrinhas de cereais, supostamente leves, também devem permanecer apenas nas prateleiras dos supermercados.

“A indústria alimentícia investe em uma linguagem assertiva, oferecendo produtos com cara de magros, mas extremamente prejudiciais para quem deseja emagrecer.”

Cuidados
A nomenclatura light e diet são sedutoras. Quando não entendidas, porém, provocam um resultado bastante negativo. Comer um chocolate diet nem sempre é vantajoso na balança.

“O chocolate diet tem mais calorias, mas não tem açúcar, é feito com adoçante. É preciso ter bem claro essa diferença antes de investir nesses alimentos”, diz a especialista.

Outra dica é: não tenha medo da gordura. Castanhas, ou frutas como açaí e abacate, quando usadas com moderação, ajudam a emagrecer e saciam a fome.

"A gordura vegetal é boa para o organismo e não deve ser abolida. A gordura animal é que, em excesso, representa risco à dieta e deve ser evitada.”

Os sucos são uma ótima opção para abrandar a fome, mas devem ser feitos com fruta e água. “Para fazer um suco de laranja, são usadas, no mínimo, quatro unidades da fruta, número bem maior do indicado para o lanche da tarde. Nesse caso, comer uma porção da fruta é mais indicado.”

A pedido do iG Saúde, a nutricionista lista algumas dicas que devem ser lembradas na hora de preparar ou comprar os lanchinhos da tarde.

Confira 15 opções de até 100 calorias que ajudam a valorizar o regime:

15 opções de lanches

1) um sanduíche quente de pão árabe pequeno integral com uma fatia média de queijo minas derretido (opcional: usar orégano)

2) um pequeno sanduíche (1 fatia de pão integral cortada ao meio) com duas unidades de mussarela de búfala e uma unidade de tomate seco (lavar bem o tomate seco para tirar o óleo)

3) uma fatia de melancia, abacaxi ou uma pêra

4) um torrada integral com pasta de grão de bico (uma colher de sopa) ou de atum com requeijão light, ou com ricota temperada com azeite e azeitonas

5) cenourinhas baby (6 unidades)

6) um potinho de iogurte light

7) mix de castanhas, nozes, amêndoas... (quantidade: 1 xícara de café)

8) uma salada de frutas com 1 colher sopa de granola sem açúcar (se precisar adoçar, use mel)

9) uma banana amassada com 1 colher de sopa de aveia e 1 colher de chá de mel

10) um copo de suco de fruta

11) um punhado de frutas desidratadas (damasco, uva passa, banana passa)

12) ovinhos de codorna (6 unidades)

13) azeitonas (6 unidades)

14) uma fatia média de queijo branco cortada em cubinhos com azeite e orégano

15) um chocolatinho amargo 70% cacau (20g ou um tablete)

Fonte iG

Como evitar excessos ao comer fora de casa

Conheça um método que adota técnicas de conscientização e estratégias elaboradas por especialistas em nutrição e comportamento

É fácil comer demais em restaurantes. Mas pesquisadores da Universidade do Texas, em Austin (EUA), desenvolveram uma estratégia que ajudou um grupo de mulheres de meia-idade que comem fora com frequência a evitar o ganho de peso e até mesmo a perder alguns quilos.

Os pesquisadores batizaram a técnica de “Comer Consciente no Restaurante” e ensinaram as mulheres a prestarem atenção ao que comiam e a como se sentiam enquanto faziam isso.

O objetivo era obter satisfação com porções menores e abandonar os talheres no prato antes de se sentirem muito cheias.

“Comer fora se tornou uma parte importante da nossa cultura. Fazer isso frequentemente, consumindo alimentos altamente calóricos em grandes porções contribui para a ingestão de calorias em excesso e para o ganho de peso”, diz a principal autora do estudo, Gayle Timmerman – ela é professora-associada de enfermagem.

“E, convenhamos, dizer às pessoas para deixarem de comer fora não é viável.” Tampouco é razoável ficar dizendo às pessoas para comerem apenas opções de baixa caloria, defende.

“Você não pode simplesmente dizer: 'Escolha os legumes cozidos no vapor’. As pessoas não saem para comer legumes no vapor. Elas comem fora buscando algo que não comem em casa.”

Por conta disso, afirma Timmerman, é preciso criar estratégias para ajudar a evitar o excesso de calorias nas refeições fora de casa, permitindo que as pessoas sigam podendo desfrutar da experiência sem se tornarem obesas.

O estudo, publicado na edição de janeiro e fevereiro do Journal of Nutrition Education and Behavior, foi feito com 35 mulheres de idades entre 40 e 59 anos, que comiam fora pelo menos três vezes por semana e que estavam, em sua maioria, com sobrepeso ou obesas. Comer fora significava fazer qualquer refeição – café da manhã, almoço ou jantar – fora de casa ou mesmo tomar um café com leite e bolo no Starbucks.

Cerca de metade das mulheres participaram sessões semanais de grupo, de duas horas, durante seis semanas, nas quais o foco era a redução de calorias e gorduras ingeridas ao jantar fora, enquanto a outra metade ficou em lista de espera. As sessões abordaram os fundamentos da Nutrição, o tamanho das porções, e informações sobre calorias e teor de gordura dos alimentos.

Essas mulheres também aprenderam estratégias específicas para usar quando jantassem fora, como, por exemplo, quais são os alimentos que menos engordam no cardápio de restaurantes mexicanos e italianos.

Entre as dicas estavam:
1. Quando fizer o pedido, peça ao garçom que traga uma embalagem para viagem junto com a refeição e reserve a metade dela para levar para casa antes mesmo de começar a comer. “Pesquisas mostram que quando você tem menos comida no prato, come mais devagar, o que ajuda você a se sentir mais saciado”, diz Timmerman. “Se esperar para colocar a comida na caixa, você tende a pensar ‘Bem, eu não quero desperdiçá-la’ e antes que perceba, tem um prato limpo na sua frente.

2. Peça sempre à la carte. Se você realmente não quer comer três tacos, arroz e feijão, peça apenas dois tacos e fim de papo. E mais: “peça o molho à parte para ter certeza de que não está recebendo mais calorias com as quais você não contava ou que você sequer deseja”, diz Timmerman.

3. Se está em dúvida entre levar para casa ou deixar no prato aquele restinho, deixe no prato. “Gosto de focar a escolha nas ‘calorias amadas’ e evitar as ‘calorias odiadas’”, conta Timmerman. “Coma os alimentos que você ama, e deixe de lado os alimentos neutros, que fazem pouca diferença para você. Eu, por exemplo, não sou fã de arroz. Então, quando como fora, peço ao garçom para nem trazer o arroz. Estamos o tempo todo comendo ‘calorias odiadas’ que não estamos particularmente amando comer.” As exceções, acrescentou Timmerman, são os alimentos altamente nutritivos. “Você pode não ser um grande fã de brócolis, mas deve comê-lo mesmo assim.”

4. Divida, seja o prato principal, uma porção de batatas fritas ou a sobremesa. Seja criterioso com o que vai comer e saboreie cada pedaço. “Suponhamos que você decida comer batatas fritas. Mastigue uma por uma, devagar, prestando atenção ao prazer que sente com a textura, o cheiro e o gosto. Depois, é bom se perguntar: ‘Será que eu realmente preciso comer uma porção inteira delas para me sentir satisfeito ou posso comer apenas um punhado?’”

5. Concentre-se em como se sente ao comer. O corpo leva cerca de 20 minutos para se dar conta de que está cheio e pesquisas já mostraram que comer mais devagar pode evitar o comer em excesso, dando ao cérebro tempo de registrar a sensação de saciedade. Segundo Timmerman, mastigar os alimentos por mais tempo também pode ajudar a diminuir o ritmo e a favorecer a sensação de saciedade.

6. No restaurante chinês, escolher arroz no vapor em vez de frito pode reduzir em 100 calorias ou mais a refeição. Em casas de filé, peça ao garçom um corte de carne magra e, ao comer comida italiana, um molho a marinara é uma escolha melhor do que o cremoso Alfredo. Parmesão de berinjela? Não se deixe enganar pelo vegetal. A berinjela absorve óleo como poucos vegetais e, na maioria das vezes, é um prato extremamente calórico.

7. Na pizzaria, lembre que salsicha e pepperoni são lotados de calorias. Uma pizza vegetariana é, naturalmente, uma boa escolha. Mas se você não gosta de brócolis e cogumelos, aposte no lombo canadense – ele tem menos calorias do que as outras carnes.

Para as mulheres no estudo, aprender esses recursos pareceu funcionar. Embora a intenção da pesquisa fosse apenas impedi-las de ganhar peso, depois de seis semanas, elas realmente perderam uma média de aproximadamente 3 a 4 quilos. Diários alimentares mostraram que elas também passaram a comer cerca de 300 calorias a menos por dia.

Isso é uma ótima notícia, diz Joy Dubost, nutricionista e porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética.

“Às vezes você ouve na mídia, ou até mesmo nutricionistas aconselhando: ‘se você quer perder peso, não coma fora’. Mas é possível fazer isso, aproveitar e realmente perder peso com este programa”, afirma ela.

Os diários alimentares das participantes do estudo mostraram ainda que elas estavam consumindo menos calorias em casa. Sendo assim, a perda de peso foi, provavelmente, resultado de uma mudança geral nos hábitos alimentares, e não apenas de quando elas saíam para jantar fora, Dubost acrescenta.

Para qualquer um tentando técnicas semelhantes, uma das chaves é planejar com antecedência as escolhas alimentares, antes mesmo de chegar ao restaurante. É válido pesquisar o conteúdo nutricional dos pratos do menu no site do restaurante, lembra Timmerman.

“Você precisa ter um plano. É muito fácil de consumir calorias extras, até intencionalmente. No ambiente alimentar que temos hoje, não podemos nos dar ao luxo de não prestar atenção. Ou vamos ganhar peso”, diz Timmerman.

Pesquisas prévias mostraram que as pessoas consomem cerca de 230 calorias extras nos dias em que comem fora. Para John E. Lewis, professor associado de psiquiatria e ciências comportamentais da Escola de Medicina da Universidade de Miami, focar nos aspectos sociais, mentais e emocionais do comer em excesso faz muito sentido.

“Técnicas de conscientização estão ganhando em popularidade para um monte de condições de saúde, e particularmente para pessoas que precisam perder peso", diz ele.

E, ainda assim, nunca é demais lembrar que comer fora com muita frequência – seja em fast-foods ou restaurantes com bufê livre – é parte do problema, diz ele. Cozinhar refeições saudáveis em casa ainda é a melhor escolha para a sua dieta, sugere ele.

Fonte iG