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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Alimentos poderosos contra a celulite



Semente de girassol: quantidade ideal não
ultrapassa uma mão fechada em concha

 Sete opções de ingredientes fáceis de incluir no dia a dia e que vão garantir a saúde da pele

Alimentação adequada e exercício físico regular são essenciais para manter a celulite longe da pele. Melhorar a aparência da região onde os temidos furinhos já estão instalados também é possível com base nessa dupla.

Alguns alimentos, se inseridos na dieta, também podem modificar o aspecto de pernas, quadris e abdome, locais mais comuns da inflamação do tecido adiposo.

“Eles hidratam e revitalizam a pele, por isso, ajudam a reduzir o problema”, afirma Fabiana Marangoni, nutricionista do Spa Fazenda Igaratá, em São Paulo.

Nas próximas refeições, não se esqueça de incluir:
Castanha-do-pará: essa semente contem selênio em sua composição, antioxidante que atua na renovação celular, garantindo a saúde da pele.

Cenoura: o mesmo betacaroteno que ajuda a conquistar um bronzeado duradouro é o responsável pela proteção das células e consequente redução da inflamação. O resultado é uma redução na celulite.

Gengibre: esse alimento tem o poder de acelerar o metabolismo, além de ação antioxidante. Com o metabolismo funcionando a mil, as gorduras tendem a ser absorvidas.

Laranja: a fruta tem vitaminas C e B, além de minerais. Essas substâncias ajudam as células da pele a absorverem melhor os nutrientes, evitando que eles se acumulem e formem os furinhos.

Linhaça, gergelim e girassol: sementes são ricas em ácidos graxos essenciais e, por isso, atraem água, retendo-as dentro das células, garantindo hidratação.

Morango: além de serem antioxidantes, impedem que os radicais livres fragilizem os tecidos, abrindo caminho para a celulite.

Salmão: esse peixe é rico em ômega-3, substância com propriedade anti-inflamatória, que melhora a aparência da pele reduzindo a inflamação.

Fonte iG

Modelo atacada com ácido recupera visão com células-tronco

Foto: PA Ampliar
Kate depois das 100 cirurgias
Médicos usaram tecidos da córnea de um doador anônimo para desenvolver as células, que foram então colocadas no olho

Uma ex-modelo e apresentadora de TV britânica que ficou parcialmente cega após um ataque com ácido teve a visão restaurada após uma cirurgia com células-tronco.

Katie Piper, de 29 anos, sofreu queimaduras de terceiro grau e ficou desfigurada depois que um ex-namorado mandou que um rapaz jogasse ácido sulfúrico em seu rosto, em 2008.

Após mais de cem cirurgias, a maior parte das cicatrizes desapareceu, mas o olho esquerdo continuava prejudicado.

Em entrevista à BBC, Piper contou que não conseguia enxergar silhuetas e tinha uma péssima noção de profundidade.
Kate logo após o ataque
"Depois de passar três anos e meio tentando aceitar que eu sempre seria cega de um olho, eu ouvi sobre uma cirurgia pioneira que tinha o potencial de restaurar minha visão com o extraordinário poder das células-tronco", escreveu Piper no website da fundação que ela criou para ajudar vítimas de queimaduras, a Katie Piper Foundation.

Eu entrei em contato com o médico responsável e me apresentei como voluntária para ser uma das poucas pessoas no mundo a passar pelo tratamento, que envolvia colocar células-tronco diretamente no meu olho."

Doador anônimo
Médicos no Queen Victoria Hospital, no condado de West Sussex, no sudeste da Inglaterra, usaram tecidos da córnea de um doador anônimo para desenvolver as células, que foram então costuradas ao olho de Piper.

Seu olho foi então coberto com uma membrana amniótica, que envolve o embrião dentro do útero e que foi doada por mulheres que passaram por cesáreas, que servia como curativo.

Após algumas semanas, ela começou a perceber os resultados. "Eu já tinha me resignado (com a perda da visão em um olho). Agora, ter isso restaurado é uma sensação maravilhosa", diz.

Fonte iG

O que explica o nascimento de bebês gigantes?

Foto: AE
Gustavo nasceu com seis quilos e 54 centímetros
Três fatores são apontados como causas do problema. Diabetes gestacional é o mais comum e pode aumentar chances da criança se tornar um adulto obeso

 Após nove meses de gestação, o bebê tem aproximadamente 3,5 quilos e mede de 45 a 50 centímetros. Há muitas exceções à regra, naturalmente. Mas poucas tão impressionantes como a de Gustavo, nascido com seis quilos e 54 centímetros em abril do ano passado, em Salvador, na Bahia. O bebê quase bateu o recorde do indonésio Muhammad, nascido com 8,7 quilos e 62 centímetros, em 2009. O que faz com que essas crianças nasçam assim tão grandes?


O obstetra Frederico Peret, especialista em gravidez de alto risco de Belo Horizonte, Minas Gerais, enumera três causas principais para o bebê nascer acima do peso comum. Uma é de ordem constitucional: se a mãe e o pai forem grandes, as chances do bebê nascer maior que o esperado, com aproximadamente 4,5 quilos, aumentam. Outra é a obesidade da mãe, que também pode colaborar para a obesidade da criança, pois levanta a possibilidade de uma anormalidade em relação à glicose no corpo. E esta segunda causa pode estar associada à mais importante a ser discutida: o diabetes gestacional.

Grandes e frágeis
“Se a mãe tem um nível de glicose elevado no organismo, a criança também vai ter”, diz Peret. De acordo com a pediatra Alessandra Cavalcante, do Hospital e Maternidade São Luiz, o metabolismo da mulher pode ter uma variação em relação à produção de insulina – hormônio responsável pelo controle da taxa de açúcar no sangue – durante a gravidez e, assim, o bebê pode correr o risco de nascer com o peso acima do normal. “São os bebês que chamamos de GIG – sigla de Grande para a Idade Gestacional”, diz. Mas não é habitual uma mãe com este tipo de problema ter um bebê com mais de 4,5 quilos.

Segundo Alessandra, é possível que uma criança nascida com seis quilos – como é o caso de Gustavo – tenha alguma alteração no próprio metabolismo. Peret explica o mecanismo. “O feto entende o excesso de glicose que chega até ele como energia; isso o faz produzir mais insulina, ocasionando o maior crescimento, já que a insulina é um hormônio anabólico”, diz. Com o metabolismo desregulado, estas crianças podem ser vítimas da hipoglicemia – diminuição do nível de glicose no sangue – ao nascer.

A alteração do metabolismo da criança a partir do diabetes gestacional da mãe pode até ser fatal. “Quanto mais a criança cresce dentro do útero, mais energia ela precisa. Muitas vezes a placenta não é suficiente para suprir aquela demanda”, afirma Peret. Além disso, de acordo com o ginecologista e obstetra Gustavo Kröger, especialista em reprodução humana da clínica GENICS – Medicina Reprodutiva e Genômica, nestes casos não adianta insistir no parto normal: se o bebê está acima de quatro quilos, a cesárea é a melhor opção.

Maternidade controlada
Desenvolver diabetes durante a gestação não significa ter o problema pelo resto da vida. Porém, Kröger diz que as chances existem. Há casos de mulheres diabéticas que só descobrem a doença durante a gestação, o que também traz riscos à saúde do bebê se o problema não for controlado. Por isso não se pode esquecer do exame de glicemia de jejum, normalmente realizado durante o pré-natal. O teste de tolerância oral à glicose também pode ser feito caso alguma alteração no organismo for apresentada no primeiro exame. E cuidar da alimentação é sempre altamente indicado.

Para evitar que o diabetes faça estragos durante a gestação, é preciso estar atenta aos riscos. “A mulher com histórico de diabetes na família ou com mais de 40 anos tem maiores chances de desenvolver diabetes gestacional”, alerta Peret. Se o problema já foi diagnosticado, será necessário fazer o teste de glicemia capilar periodicamente, para monitorar os níveis de glicemia do sangue. Uma consulta ao médico vai definir a necessidade de insulina e a dieta adequada.

O principal problema que o bebê costuma ter é a hipoglicemia ao nascer. “Depois da primeira semana de vida já não há tantos riscos à saúde”, diz Alessandra. Mas um quadro de diabetes gestacional não diagnosticado e, consequentemente, não controlado, segundo Peret, pode selar o destino do bebê e fazer com que ele se torne uma criança, um adolescente e um adulto obeso.

Fonte Delas

Diabetes pré-gravidez quadruplica risco ao bebê

Pesquisa feita com 400 mil mulheres na Grã-Bretanha mostra maior índice de problemas congênitos em filhos de diabéticas

Mães que sofrem de diabetes têm risco quatro vezes mais elevado de dar à luz bebês com defeitos de nascença, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha.

A pesquisa da Universidade de Newcastle, publicada na revista cientìfica "Diabetologia", analisou mais de 400 mil gestações no nordeste da Inglaterra entre 1996 e 2008. A conclusão é de que o diabetes aumenta as chances de os filhos nascerem com defeitos tais como problemas cardíacos congênitos e mielomeningocele - ou espinha bífida - o fechamento incompleto do canal da coluna vertebral.

Os médicos já aconselham as mulheres a controlar o nível de açúcar no sangue antes de tentar engravidar. Na Grã-Bretanha, essa recomendação é de que o nível de açúcar fique abaixo de 6,1% antes da gravidez. Tanto o diabetes tipo 1, que tende a aparecer na infância, e o tipo 2, majoritariamente em decorrência da má alimentação, levam a problemas de controle do nível de açúcar no sangue, e podem ter como consequência defeitos de nascença, aborto e excesso de peso do bebê.

Na pesquisa da universidade britânica, 1.677 das 401.149 mulheres pesquisadas tinham diabetes. Nestas, observaram os pesquisadores, os riscos de defeitos de nascença eram de 72 em cada mil nascimentos, contra 19 em cada mil entre as mulheres sem diabetes preexistente.

Segundo o estudo, o nível de açúcar antes da gravidez é "o fator mais importante", possível de ser controlado pela mãe para evitar anomalias, que normalmente aparecem nas primeiras quatro ou seis semanas.

A coordenadora da pesquisa, Ruth Bell, disse que o número de gestações ocorrendo com pouco controle dos níveis de açúcar "é mais do que o desejável".

"É um problema quando a gravidez não é planejada ou quando as pessoas não estão cientes de que precisam de acompanhamento médico antes da gravidez", afirmou. Para Bell, entretanto, "a boa notícia é que, com acompanhamento médico antes e durante a gravidez, a maioria das mulheres com diabetes poderá ter um bebê saudável".

Fonte Delas

Gravidez: beber no fim do primeiro trimestre pode ser mais perigoso ao bebê

Ingestão de álcool aumenta riscos de Síndrome Alcoólica Fetal. Saiba mais sobre ela

Já se sabe que beber durante a gravidez deixa os fetos mais vulneráveis a um amplo espectro de anormalidades chamado de Síndrome Alcoólica Fetal.

Agora, um novo estudo aponta a segunda metade do primeiro trimestre da gestação como um momento crítico no desenvolvimento de algumas das características mais reveladoras da síndrome.

Autores do estudo também destacaram que não há quantidade segura de consumo de álcool durante a gravidez, já que a quantidade de bebida capaz de produzir esses efeitos em recém-nascidos varia de mulher para mulher.

“O fato de não termos encontrado um limite seguro é relevante”, disse a autora do estudo Christina Chambers, professora associada de pediatria e medicina preventiva da Universidade da Califórnia, em San Diego.

“Nem todas as crianças nascidas de mulheres que bebem muito têm todas as características. Há factores de suscetibilidade sobre os quais não sabemos nada ainda.”

O estudo foi publicado na edição online da revista científica Alcoholism: Clinical & Experimental Research. Os autores dizem que a pesquisa é uma das primeiras a analisar o impacto da frequência, da quantidade e do tempo de exposição ao álcool nessa condição.

A Síndrome Alcoólica Fetal pode resultar em problemas físicos, comportamentais e de aprendizagem. Pessoas com a síndrome pode ter características faciais anormais, como uma crista suave entre o nariz eo lábio superior, tamanho da cabeça pequeno, baixa estatura e olhos pequenos.

As 992 mulheres que participaram do estudo foram incluídas no Programa de Pesquisa Clínica do Serviço de Informação sobre Teratogenia da Califórnia (EUA) entre 1978 e 2005, que forneceu avaliações de risco confidenciais para quaisquer potenciais exposições a toxinas durante a gravidez.

A cada três meses durante o restante da gestação, elas foram questionadas sobre o uso de álcool e outras substâncias, incluindo as datas específicas de utilização, número de doses ao dia, número de episódios em que houve abuso de álcool e o total ingerido nessas ocasiões.

Informações sobre o desenvolvimento dos bebês das participantes foram coletadas após o nascimento, e cada recém-nascido foi então examinado por um especialista em defeitos de nascimento, para procurar evidências da síndrome alcoólica fetal, bem como outras condições.

Enquanto níveis mais elevados de exposição ao álcool foram fortemente ligados a um risco maior de recém-nascidos menores, mais leves, com cabeças pequenas e uma crista suave entre o nariz e o lábio superior, as associações mais significativas foram observadas em crianças expostas durante a segunda metade do primeiro trimestre de gravidez – de 43 a 84 dias após a concepção.

Para cada drinque a mais no total médio diário de bebidas consumidas durante este estágio da gravidez, havia um risco 25% mais elevado de o bebê ter um cume suave entre o nariz eo lábio superior, uma chance 22% maior de ter lábio superior anormalmente fino, um risco de 12% a mais de ter uma cabeça menor do que o normal, 16% mais risco de ter baixo peso ao nascer, e uma chance 18% maior tamanho reduzido ao nascer.

Além disso, a probabilidade de nascer com tamanho menor do que o normal foi associada com o consumo de álcool em qualquer trimestre, segundo o estudo.

“Já são quase 40 anos de pesquisa [sobre a Síndrome Alcoólica Fetal], mas um dos grandes desafios é determinar quais são as janelas de risco e os padrões de quantidade de uso de álcool, e o estudo aborda isso”, disse Tom Donaldson, presidente da Organização Nacional de Síndrome Alcoólica Fetal, em Washington, DC.

“Este artigo mostra claramente que o risco começa com qualquer uso.”

Chambers e seus colegas teorizam que a exposição ao álcool durante as primeiras seis semanas de gravidez – quando muitas mulheres ainda não sabem que estão grávidas – pode resultar em maiores taxas de aborto, embora o estudo não incluiu as mulheres que tiveram abortos espontâneos ou natimortos.

Fonte Delas