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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Campanha do GDF vai distribuir 1,8 milhão de camisinhas durante o Carnaval

Começou ontem (07/02) a campanha promovida pelo Governo do Distrito Federal para incentivar o uso de preservativos durante o Carnaval.

A campanha educativa, que tem o slogan "Neste carnaval seja qual for o seu parceiro use sempre camisinha”, irá distribuir aproximadamente 420 mil unidades extras de preservativos durante os dias de folia, somadas às 1,4 milhão unidades que são distribuídas mensalmente. A campanha educativa também estará no rádio, busdoors, painéis em pontos de ônibus, folders, cartazes, leques e outras mídias.

De acordo com o último boletim epidemiológico da SES/DF divulgado em outubro pela Gerência de DST/Aids e Hepatites Virais, os casos acumulados desde o início da epidemia, na década de 1980, até outubro de 2010, são de 255 pessoas infectadas. A taxa de incidência da Aids (número de casos novos) manteve o índice de 13,6 casos por 100 mil habitantes, o mesmo registrado em 2008.

Os jovens com práticas homossexuais de 15 a 24 anos são o principal foco da campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval deste ano. Isso porque, de 1998 a 2010, o percentual de casos entre a população homossexual inserida nessa faixa etária subiu 10,1%, conforme boletim epidemiológico de 2011.

Em todo o país, no ano passado, para cada 16 jovens com prática homossexuais portadores do vírus HIV, haviam 10, na mesma situação com práticas heterossexuais. Em 1998, esse número era de 12 jovens para cada grupo de 10.

O sexo sem preservativo continua sendo a mais importante forma de transmissão do HIV. Registrou-se o aumento do número de casos (tanto absoluto como percentual) na transmissão heterossexual e declínio dos casos provocados por uso de drogas injetáveis.

Entre pessoas do sexo masculino, observa-se uma estabilização na proporção de casos nas categorias homo e bissexual. A transmissão via sexual em mulheres vem representando quase a totalidade dos casos: 94,8%, em maiores de 13 anos.

Vale lembrar que o uso persistente da camisinha previne também contra a gravidez não desejada, contribuindo para a redução de Hepatites a Sífilis e outras formas de Doenças Sexualmente Transmissíveis

Informações da Secretaria de Saúde do DF

Fonte Correio Braziliense

Gestão das UPAs será terceirizada para melhorar condições de atendimento

UPA de Samambaia: com a terceirização, o governo espera resolver problemas como a falta de pessoal (Breno Fortes/CB/D.A Press - 11/5/11)
UPA de Samambaia: com a terceirização, o governo espera
resolver problemas como a falta de pessoal
Gestão das quatro unidades de média complexidade que estão prontas e de outras 10 ficará por conta de uma organização social

Para resolver as falhas de atendimento na Unidade de Pronto Atendimento de Samambaia e conseguir abrir outras 13 até o fim do ano, o governo decidiu terceirizar a gestão das UPAs. A Secretaria de Saúde lançou ontem um edital para convocar empresas interessadas em construir e gerir 10 novos pontos de atendimento de média complexidade, além de 30 clínicas de família. Nos próximos dias, o GDF também vai abrir um processo de concorrência para escolher uma organização social que ficará responsável pelas quatro UPAs que já estão prontas.

A empresa vencedora fará a gestão das unidades do Recanto das Emas, do Núcleo Bandeirantes e de São Sebastião, além do centro de atendimento de Samambaia, que já está de portas abertas há um ano. A expectativa do governo é que os quatro centros comecem a funcionar no começo de abril, nos moldes da terceirização. As 10 UPAs que ainda não têm estrutura pronta devem ser inauguradas até dezembro.

A decisão de terceirizar as unidades foi divulgada pelo governo um dia depois que o Conselho Regional de Medicina ameaçou interditar o centro de Samambaia, por condições precárias de trabalho. Em inspeção no local, o CRM e o Sindicato dos Médicos do DF constataram que faltam profissionais, ambulâncias, remédios e segurança para as equipes. Sob o risco de desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Secretaria de Saúde está impedida de contratar novos funcionários. Assim, a terceirização foi a única saída encontrada pelo governo para acabar com os problemas no local.

Fonte Correio Braziliense

Justiça obriga SUS a fornecer alimento especial a bebê alérgico

Família do Paraná diz não ter condições de arcar com os gastos

A União, o Estado do Paraná e o município de Campo Mourão devem fornecer alimento especial para um bebê de três meses que sofre de alergia a todos os tipos de leite.

A determinação da obrigação solidária, confirmando liminar expedida aos pais da criança, partiu do desembargador federal Vilson Darós, da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A decisão é do dia 3 de fevereiro.

Alguns dos sintomas causados pela alergia alimentar são coceira na boca, dor estomacal, vômito, diarreia, queda de pressão arterial, choque anafilático, irritação na pele e falta de ar.

A dieta especial, segundo os médicos, deveria ser à base do suplemento em pó Pregonin Pepti ou Alfaré. A fórmula seria o único alimento possível para a criança. Como cada lata custa R$ 85 e, em um mês, são consumidas dez latas, a família, cuja renda mensal era de R$ 1.257, não conseguiria arcar com o valor.

Ao pedir na Justiça que o SUS (Sistema Único de Saúde) custeasse o alimento, os pais da criança obtiveram decisão liminar. A União, então, recorreu ao tribunal, alegando não ser responsável pelo pagamento, e sim o governo estadual.

Mas o desembargador Vilson Darós manteve a decisão. Segundo ele, a participação solidária dos três entes federativos é regrada pela Constituição Federal, que estabelece a gestão tripartite do SUS.

- É importante considerar que a requerente, de apenas três meses, encontra-se em estágio de vida que inspira cuidados mais intensos com a saúde, diante da maior fragilidade apresentada pelos bebês. Nessa fase, a ingestão de todos os nutrientes necessários é fundamental para o adequado desenvolvimento físico e mental do ser humano.

Entretanto, o desembargador determinou que fosse realizada perícia médica, a fim de averiguar a real indispensabilidade do medicamento, com a busca de uma alternativa entre os produtos inscritos na lista de fornecimento gratuito do SUS.

Fonte R7

Atletas explicam como lidam com a TPM durante as competições

Avanços da medicina trouxeram mais conforto e segurança às esportistas

Mulheres atletas precisam vencer os limites do corpo. E quando o esporte é coletivo nada pode dar errado. Neste caso, ficar de TPM não é permitido. O esporte pode ser coletivo, mas o tratamento é individual, como você vai ver na segunda reportagem da série "Cuidado: a TPM vem ai”, do Jornal da Record.

Por conta dos benefícios da atividade física no corpo humano a incidência de tensão pré-menstrual entre atletas mulheres é bem menor do que entre mulheres comuns. Poderia ser uma boa noticia se os efeitos da TPM para elas não interferissem tanto na rotina, nos treinos, nas grandes competições. Basta uma atleta, uma TPM daquelas pra desequilibrar o time inteiro.

Há pouco mais de uma década, os novos métodos pra lidar com a TPM eram vistos por muitas atletas com uma certa preocupação.

O conhecimento e os avanços na medicina com remédios e implantes de ultima geração trouxeram mais conforto e segurança a quem precisa do corpo em plena forma o tempo todo.

Veja abaixo matéria completa do Jornal da Record.

Assista:

  Fonte R7

Hospital do Mandaqui (SP) amplia 70% do atendimento

Complexo ganha 150 leitos e dobra capacidade da UTI adulto

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo entregou nesta terça-feira (7), as obras de reforma e ampliação do Conjunto Hospitalar do Mandaqui, maior hospital público da zona norte da capital paulista. O número de leitos passa dos atuais 300 para 450.

Com investimentos de R$ 65 milhões em reformas, obras e novos equipamentos, o hospital agora terá sua capacidade de atendimentos de urgência e emergência à população ampliada em 67%, além de dobrar o número de leitos de UTI adulto e aumentar o número de cirurgias de 4,8 mil para 7,2 mil por ano.

Além da reforma para modernização de antigos pavilhões, também foi construído uma nova área no complexo, com 8,4 mil m², que inclui áreas de internação geral com 150 leitos, auditório para 104 pessoas, salas administrativas e um heliponto para recebimento dos resgates aéreos que proporcionará maior agilidade para os casos de traumatologia encaminhados para a unidade.

Mais de 20 mil m² de área passaram por obras em todo o complexo hospitalar. No Pavilhão Miguel Pereira, edifício principal do complexo que abriga em seus sete andares as unidades de internação geral, diagnósticos, pronto atendimento, pronto-socorro e centros cirúrgicos e obstétricos, além da modernização das áreas já existentes, foram criados mais nove consultórios para atendimento, oito salas cirúrgicas e oito boxes de para atendimento a traumas. As áreas de internação e os quartos de trabalho de parto também foram ampliados.

No edifício principal ainda foi implantada uma moderna área para a realização de exames de endoscopia, colonoscopia e broncoscopia e uma unidade de diagnósticos por imagem que poderá aumentar a capacidade de produção de exames internos e externos do hospital em até 40%.

Com a reforma, os leitos de UTI adulto passam de 22 para 44, além de mais sete leitos de UTI infantil, totalizando 13. O centro cirúrgico também foi ampliado, e de 6 passa a ter 10 salas modernas e equipadas.

A ampliação do Mandaqui, juntamente com a contratação de novos profissionais, que está em andamento, permitirá aumentar o número de consultas de pronto-socorro de 15 mil para 25 mil por mês.

A área infantil também foi reformulada e agora conta com enfermarias exclusivas para crianças, com até 15 anos, vítimas de trauma, uma sala de aula e uma brinquedoteca destinada à realização de atividades lúdicas.

Além do Pavilhão Miguel Pereira e da nova área construída, a portaria principal, os alojamentos dos funcionários e o sistema de geradores também foram reformados.

“O Conjunto Hospitalar do Mandaqui é um serviço de grande importância para a cidade de São Paulo, sendo referência, principalmente, nos atendimentos de urgência e emergência para vítimas de acidentes graves. Esta reforma é fundamental para modernizar e ampliar a assistência prestada à população”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

Fonte R7