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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Misteriosa epidemia assola cortadores de cana na Nicarágua


 Uma epidemia misteriosa está assolando os cortadores de cana da América Central e já matou mais homens do que o vírus HIV e a diabetes juntos.

A doença renal matou tantos trabalhadores nesta região que os moradores já passaram a chamar La Isla (A Ilha) de La Isla de las Viudas (A Ilha das Viúvas).

A doença não se limita à Nicarágua. Há inúmeros casos registrados em seis países da América Central, situados na região costeira do Oceano Pacífico.

As causas da epidemia ainda permanecem desconhecidas, mas a teoria mais recente é de que as vítimas estariam, literalmente, trabalhando até a morte.

Fonte iG

Dançaterapia é usada no trabalho para aliviar estresse

As práticas da dançaterapia podem ser em grupo ou individuais
Técnica mistura terapia corporal, dança e movimentos teatrais. Saiba mais

Engravatados – até aqueles que não se arriscam nem mesmo nas escuras pistas de dança – são convidados a mexer o corpo, em movimentos coreografados, para aliviar o estresse. Isso bem na hora do expediente, à luz do dia, entre uma reunião e outra.

O exercício físico – e mental – faz parte da dançaterapia. Como o próprio nome revela, o objetivo desta prática é promover o conhecimento do corpo, a prevenção de lesões trabalhistas – resultantes das horas passadas em frente ao computador – e ainda aliviar a tensão típica das grandes corporações.

As técnicas foram idealizadas pela bailarina argentina María Fux há mais de 30 anos. Antes, ficavam restritas aos estúdios e profissionais da dança, além de terapeutas interessados em novas abordagens pedagógicas.

Depois, como conta em seu livro “Ser dançaterapeuta hoje”, María diz que a prática foi adaptada às pessoas com dificuldades sensoriais, como cegos, surdos, portadores de deficiências físicas ou modalidade reduzida. Até que chegaram ao mercado de trabalho.

“A dançaterapia é aplicada no ambiente corporativo com resultados positivos”, afirma Mirian Loverro, diretora do Centro Brasileiro de Dançaterapia e uma das discípulas de María.

“O trabalho é desenvolvido em grupos e com acompanhamento individual. Ele auxilia no gerenciamento do estresse, minimização de dores corporais e estimula a autoconsciência e a intuição. Trabalha, ainda, a autoestima e a integração das pessoas”, diz Mirian, que já teve como clientes empresas multinacionais, supermercados, departamentos de telemarketing e áreas de recursos humanos.

Como faz?
Os movimentos que compõem a dançaterapia mexem o corpo de forma lenta, geralmente ao som de músicas instrumentais.

Os praticantes, orientados pelos terapeutas, tateiam objetos de olhos ou ouvidos tapados para aguçar os sentidos. Em alguns momentos, há repetição de sílabas e vogais em voz alta.

As práticas, de duração média de 50 minutos, são compostas ainda por simulação de brincadeiras infantis e outras vivências, como caminhar na areia, reencontrar um velho amigo, passear na floresta.

Apesar de existir sugestão de movimentos por parte do dançaterapeuta, explica em seu site Pio Campo – um dos professores do método e idealizadores da técnica – não existe coreografia e nem é preciso saber dançar para praticar.

Os movimentos são livres – não há certo ou errado – e até é melhor que não se tenha conhecimento da dança. Quem sabe dançar “tem movimentos estereotipados”, afirma Campos. Segundo os professores, não é isso que se busca na dançaterapia. As pessoas quando fazem os movimentos, manifestam seus estados de espírito.

Atrelado à prática – um pouco parecida com as ginásticas laborais – são ensinadas técnicas de respiração e postura. Os movimentos ajudam ainda flexibilidade e no alívio das dores, as recordistas em afastamentos das pessoas do trabalho, segundo levantamento feito pelo iG Saúde no banco de dados do Ministério da Previdência Social.

A terapeuta Miriam Loverro elenca outros benefícios da prática. “Ela melhora a capacidade cardiorespiratória, ajuda na concentração e na memória”, diz. Como os movimentos liberam endorfina, o hormônio do bem-estar, eles ainda acalmam e são uma espécie de “analgésico natural”, como define a fisioterapeuta da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Mariana Schamas.

Fonte iG

HPV está em 30% dos casos de câncer de pênis


Pesquisa mostra que HPV causa câncer de pênis
Estudo brasileiro pioneiro no mundo comprova que vírus também causa tumores em homens

O mesmo tipo de vírus que pode evoluir para um câncer de colo de útero entre as mulheres também provoca tumores malignos no pênis, comprova uma pesquisa brasileira pioneira no mundo.

Três em cada dez homens que têm câncer peniano – que pode levar a amputação e morte em casos mais graves – estão contaminados pelo HPV, sendo que a transmissão mais comum dele é via sexo sem proteção.

O estudo, conduzido por profissionais do Hospital AC. Camargo – referência nacional no tratamento oncológico – mostrou que em 85% dos casos dos cânceres de pênis HPV positivos há presença do subtipo 16 do vírus (são cerca de 100 tipos existentes), justamente o mais recorrente nos casos femininos de câncer de colo de útero.

“Estamos diante de um problema grave. Se isso não for alertado e não desenvolvermos conscientização, teremos uma epidemia de cânceres ginecológicos, penianos e também na área da cabeça e do pescoço”, afirma a bióloga e geneticista Silvia Rogatto, uma das autoras do estudo.

Além do sexo com penetração, as relações sexuais orais desprotegidas já são apontadas como causa de câncer na boca, laringe e faringe, conforme mapearam pesquisas recentes que alertam sobre o assunto.

Segundo as projeções do Instituto Nacional do Câncer (Inca) são registrados em média 5 mil casos de câncer de pênis anualmente. Deste total, 1000 resultam em amputações totais ou parciais, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Já o câncer de colo de útero é o segundo mais incidente entre as mulheres, atrás apenas do de mama, o que reforça a necessidade de ações de prevenção entre os dois gêneros.

A mutilação peniana é decorrente do diagnóstico feito em estágios avançados da doença e, alerta o Ministério da Saúde, o público masculino tem mais resistência em visitar o médico e fazer exames preventivos – enquanto 16 mil consultas anuais são feitas em ginecologistas, apenas 2 mil homens visitam o urologista no ano.

Vacinas
A relação entre HPV, câncer peniano e câncer de cabeça e pescoço já tinha sido o argumento para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar, no ano passado, a vacinação contra o HPV para o público masculino. Até então, a imunização era restrita para mulheres.

Por ora, as doses preventivas só estão disponíveis em clínicas particulares brasileiras. Para chegar ao Sistema Único de Saúde (SUS), declarou recentemente o ministro da saúde, Alexandre Padilha, seria necessário torná-la mais versátil.

Tratamentos
A pesquisa do AC Camargo, além de encontrar associação do câncer de pênis com o HPV, detectou que mutações no DNA e nas células dos pacientes com a doença também influenciam na letalidade do tumor.

Para chegar aos resultados, foram avaliados 42 homens com o diagnóstico da doença e feito um mapeamento genético do câncer. “Essas alterações podem direcionar os médicos e a própria indústria a elaborar tratamentos mais certeiros e com menos efeitos colaterais”, diz Silvia Rogatto.

“Isso pode incentivar os homens na busca de tratamento, já que muitos ficam distantes por receio extremo das amputações”, completa.

É importante ressaltar que as mutilações não são regra universal, porém indicadas justamente quando há demora para o diagnóstico, o que reduz os índices de sucesso de tratamentos como quimioterapia e radioterapia.

Além do HPV, outros estudos epidemiológicos já mostram outras causas do câncer de pênis. Um deles, feito também pelo AC Carmargo, identificou que quase 15% dos doentes relataram fazer sexo com animais (zoofilia). A má higiene é outro caminho para a infecção.

Fonte iG

Corrimento exagerado pode indicar risco de infertilidade


Secreção vaginal em excesso causa incômodo e pode dificultar a gravidez
Secreção vaginal alterada está entre os sintomas de doenças sexuais e de inflamações perigosas

O corrimento é visto por muitas mulheres como um incômodo sem complicações sérias, possível de ser tratado com soluções caseiras. Há quem simplesmente ignore o problema, na esperança do tempo resolver tudo sozinho, o que é um erro grave.

A secreção vaginal exagerada e de consistência, cor e cheiro alterados, pode estar associada a doenças sexuais e infecções perigosas, com risco até de infertilidade.

Na maioria dos casos, o corrimento é resultado de um desequilíbrio na flora vaginal. “Ali existem bactérias e fungos em equilíbrio. É algo normal”, esclarece Maria Lúcia Iglesias, ginecologista do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Existem vários fatores que podem interferir neste equilíbrio. “Estresse e baixa imunidade são dois deles”, aponta a médica. A baixa imunidade, inclusive, pode ser resultado direto do estresse.

Quando há queda na imunidade, as bactérias e fungos da vagina podem se proliferar de forma acentuada, aumentando o corrimento.

“É natural haver secreção na vagina. O problema surge quando ele está acima do normal, a ponto de causar desconforto ou odor forte”, afirma Maria Lúcia.

Se a secreção tiver cor amarelada, é indício de infecção bacteriana. Uma das bactérias que frequentemente causam o problema é a gardnerella. “Ela provoca um odor acentuado”, relata a médica.

Candidíase
Já entre os fungos, o mais comum é a cândida. Ela faz parte do trato vaginal, mas pode proliferar acima do esperado e causar candidíase. “A doença causa uma secreção branca e pastosa, que provoca coceira, irritação e dor”, detalha a médica.

É relativamente fácil tratar a candidíase. Na primeira vez que ela acontece, o médico pode optar até por um antifúngico oral. Em caso de reincidência, existem cremes para uso intravaginal. A candidíase, no entanto, pode voltar.

“Essa é uma das principais dificuldades. Como a doença pode ter causas imunológicas, ela pode também se tornar crônica”, afirma.

Calças de tecido sintético
O corrimento também pode ser provocado pelo uso de calças de tecido sintético. “Elas reduzem a ventilação”, esclarece Maria Lúcia. Outro fator externo é o uso de absorventes. “A mulher começa a ter secreção, então resolve usar absorvente. Mas ele agrava ou provocar uma reação, que aumenta ainda mais a secreção. É um ciclo vicioso”, diz a ginecologista.

Sabonetes, íntimos ou não, também podem causar reações. “Neutro é o melhor, tem risco menor de gerar problemas”, recomenda a médica.

Doenças sexuais
Nos casos mais graves, a secreção exagerada pode ser resultado de alguma doença sexualmente transmissível (DST). A mais comum se chama tricomoniase, causada por um protozoário.

“Ela provoca uma secreção meio verde, meio amarelada, com odor muito forte”, descreve a ginecologista. O tratamento da doença é simples, feito com antibiótico oral e deve também ser dado ao parceiro da mulher.

Contudo, a tricomoniase é perigosa porque pode ser uma porta de entrada para a clamídia, que causa infertilidade. “O protozoário da tricomoniase é parecido com um espermatozóide. Ele tem uma cauda e pode abrir caminho para a clamídia seguir pelo canal do colo do útero”, explica. É como se a clamídia pegasse carona com o protozoário.

O problema é que a clamídia avança de forma silenciosa, quase sem sintomas, e provoca uma infecção grave no útero. Somente quando a situação já está grave demais, com inflamação acentuada, o corrimento se torna mais forte e pode chamar mais a atenção da mulher.

“Essa inflamação é chamada de cervicite e pode atingir as trompas, causando uma obstrução tubária”, alerta o ginecologista José Gonçalves Franco Jr., presidente da comissão de reprodução humana da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

A cervicite pode dificultar a gravidez e, em alguns casos, o problema pode se tornar definitivo. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores serão as chances de curar a doença.

Exames frequentes
A melhor forma de prevenir qualquer problema grave é usar presertativo em todas as relações sexuais e, ao primeiro sinal de desconforto, procurar um ginecologista. “O papanicolaou deve ser feito regularmente”, recomenda Maria Lúcia.

Se houver suspeita de corrimento por desequilíbrio na vagina, os médicos recomendam um exame chamado bacterioscopia. Ele permite visualizar as bactérias em excesso e se há algum tipo que não faz parte da flora normal da vagina.

Também é preciso investigar o que estaria causando o corrimento, tanto fatores ambientais (roupas e sabonetes, por exemplo) quanto imunológicos. Alguns médicos chegam a combinar o uso de remédios com vitaminas e até recomendam uma visita a nutricionistas, para melhorar os hábitos alimentares.

Fonte Delas

Alerta: deixar calcinha secando no banheiro favorece infecções

A calcinha pode ser lavada durante o banho, mas
deve ser colocada para secar em lugar arejado
Essa e outras manias femininas podem colocar sua saúde em risco. Conheça os perigos e veja como evitar problemas

Existem coisas que só as mulheres fazem – e acham que são inofensivas. Calcinha pendurada no box do banheiro é uma delas. Dormir de maquiagem, outra. E que mal teria em sentar em cima de uma das pernas, não é mesmo? Não é bem assim. Essas manias tipicamente femininas podem trazer de desconforto momentâneo a problemas mais sérios de saúde.

Veja a seguir algumas dessas atitudes que podem ser prejudiciais ao bem-estar, comentadas por especialistas.

Lavar a calcinha e deixá-la pendurada no box
O banheiro costuma ser uma área da casa muito quente e úmida, o que favorece a proliferação de fungos.

“A umidade associada ao calor são vilões da saúde íntima feminina”, alerta a ginecologista Tathiana Parmigiano, do Hospital do Coração (HCor), de São Paulo.

“Se a roupa íntima for seca neste ambiente, pode ficar repleta de fungos e provocar infecções vulvares e vaginais”, completa a ginecologista Denise Gomes, diretora médica da Plena Clínica, de São Paulo.

As especialistas dizem que não há problemas em lavar a peça íntima durante o banho – de preferência com sabonete neutro de glicerina. Mas ela deve ser colocada para secar em local arejado logo após. “E antes de usar a roupa é recomendado passá-la”, diz Denise.

Dormir de absorvente interno
O problema está relacionado ao tempo de uso do absorvente, que não deve ser superior a oito horas. “Por isso as ‘dorminhocas’ devem ficar atentas”, alerta a ginecologista Denise Gomes. Ela lembra ainda que nos primeiros dias do ciclo o fluxo é mais intenso e o absorvente interno pode não dar conta, provocando extravasamento do sangue na calcinha, o que também favorece a proliferação de fungos e o surgimento de infecções ginecológicas.

Usar protetor de calcinha diariamente
O que parece uma medida de higiene pode levar a problemas. “Não se deve usar protetores diários nem pela manhã e muito menos à noite. O uso contínuo aumenta o calor e a umidade da região – e esses são dois fatores importantes para o aparecimento de corrimento vaginal”, explica a ginecologista Tathiana Parmigiano.

Segundo a especialista, os absorventes diários ou "protetores de calcinha" facilitam a alteração do pH vaginal e o desenvolvimento de vaginites (como a candidíase) ou infecções bacterianas.

“Além disso, sensibilizam a pele da região vulvar (região genital externa), que frequentemente fica vermelha e irritada”, diz.

Ela aconselha deixar que a região genital “respire”, principalmente à noite. “Fique atenta ao material de sua lingerie e, se possível, durma sem calcinha”.

Dormir de maquiagem
Isso deixa a pele suja e cheia de impurezas. “A consequência será o aparecimento de cravos e espinhas”, explica a dermatologista Fabiana Corio, da Della Clínica, de São Paulo. O ideal é primeiro usar um bom demaquilante, indicado a seu tipo de pele, e depois lavar o rosto com sabonete neutro. Para finalizar, aplique um tônico e um hidratante.

Espremer espinha em dia de festa
Não se deve espremer espinhas nem em dia de festa, nem em dia nenhum. “O que está ruim pode ficar ainda pior”, alerta a dermatologista. A pele contém bactérias espalhadas por todo corpo, inclusive nos dedos usados para espremer o cravo ou a espinha. “Feito de maneira errada pode deixar manchas, cicatrizes e levar a infecções”.

Usar bolsa pesada sempre no mesmo ombro
Além da dor provocada pelo excesso de peso, essa repetição, que muitas vezes começa pelo fato do ombro sobrecarregado já ser um pouco mais alto que o outro, pode piorar a elevação.

“Isso acaba levando a um desvio lateral inadequado da coluna, uma inclinação do tronco, chamada de escoliose”, explica o fisioterapeuta Carlos Wiering, especialista em RPG e ergonomia, de São Paulo. A solução é diminuir ao máximo o peso da bolsa e alternar os ombros.

A posição pode levar a dores nas costas e até varizes
Sentar em cima da perna (em forma de 4)
Trata-se de uma posição inadequada porque exige esforço extra da coluna e de outras partes do corpo.

“Ao sentar assim, ocorre um desequilíbrio de apoio e muitos músculos e articulações são sobrecarregados. Se essa condição de desequilíbrio fosse passageira (10 minutos) não haveria problema. Mas as mulheres com essa mania, quase um vício, chegam a ficar na mesma posição até não sentirem mais a perna que está por baixo”, diz Wiering.

Segundo o especialista, além de sobrecarregar a articulação do quadril e suas estruturas musculares, o posicionamento repetitivo pode comprometer a circulação, favorecendo o aparecimento de problemas como varizes e inchaços e sobrecarga na corrente linfática.

Usar brincos muito pesados
Adereços de peso exagerado podem incomodar as orelhas, provocando dor e até rompimento do lóbulo. “Também podem levar a um mecanismo de compensação da cabeça. E a cabeça mantida em posição errada, levará a fadiga da musculatura do pescoço, provocando dores e torcicolos”, diz o fisioterapeuta.

Usar salto alto continuamente (ou saltos altíssimos de vez em quando)
Principalmente a mulher que já tem dor nas costas deve ficar atenta à escolha do salto. ”Toda vez que levantamos o calcanhar do chão, a coluna vertebral se esforça e se contrai para compensar esse desequilíbrio não natural do corpo. Tal desequilíbrio pode, com o tempo, provocar dores na coluna e nos joelhos”, explica Wiering.

O especialista recomenda quem já tem dores nessas regiões evite ao máximo o uso de saltos. “E se você não tem dor nenhuma, use salto com moderação, escolhendo preferencialmente modelos como plataforma e meia-pata, que equilibram a elevação do calcanhar e a parte da frente do pé”.

Fonte Delas