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sábado, 10 de março de 2012

Remédios de uso contínuo podem favorecer o ganho de peso

Medicamentos para transtornos de humor em geral acrescentam quilos na balança. Conheça outros e veja como lidar com o problema

Medicamentos tomados em escala mundial para transtornos de humor, hipertensão, diabetes e outras condições crônicas podem ter um efeito colateral prejudicial: ganho de peso.

Enquanto para algumas classes de remédios existe a possibilidade de substituição, ajustar medicamentos não é simplesmente uma questão de troca, explica Ryan Roux, diretor-chefe da farmácia do Harris County Hospital District, em Houston (EUA).

No final de 1990, o médico Lawrence Cheskin fez uma pesquisa sobre medicamentos de uso contínuo e obesidade.

“Alguns fazem uma diferença perceptível logo no início, fazendo com que muitos pacientes fiquem famintos. Poucos meses tomando e você ganhou cinco quilos”, diz Cheskin, agora diretor do Johns Hopkins Weight Management Center, em Baltimore.

Para ajudar a aumentar a consciência, Roux compilou uma lista de medicamentos que interferem no peso, dividindo-os entre os que favorecem o ganho de peso, os que não interferem e os que provocam perda de peso.

Entre os antidepressivos que promovem ganho de peso estão: paroxetina, sertralina, amitriptilina e mirtazapina. A bupropiona e a fluoxetina foram para a lista dos que não interferem ou provocam perda de peso.

“Em geral os antidepressivos mais antigos são mais propensos a causar ganho de peso do que os ISRS [inibidores seletivos da recaptação de serotonina]”, explica Cheskin.

Remédios para transtornos de humor também acarretam ganho de peso. Entre eles estão os antipsicóticos clozapina, olanzapina, risperidona e quetiapina. Além destes, o uso prolongado de sais de lítio, o ácido valpróico e a carbamazepina também pode engordar.

Drogas com efeitos hormonais, como antipsicóticos e esteroides, são outros medicamentos que estão entre os maiores culpados do ganho de peso, aponta Cheskin.

“Eles agem no cérebro, e o controle do apetite é basicamente uma função do cérebro. Por isso eles fazem você sentir mais fome”, disse ele.

Os dois especialistas concordam que a baixa aderência aos medicamentos de uso prolongado ou contínuo é algo muito comum, independentemente de afetar ou não o peso do paciente. Com medicamentos antipsicóticos, disse Roux, o desafio é manter as pessoas tomando os remédios, pois elas tendem a parar assim que se sentem melhor.

Quando drogas como a olanzapina – usada para tratar esquizofrenia e transtorno bipolar – causam ganhos de peso de 20 quilos ou mais, isso é outra importante barreira na adesão ao tratamento.

Entre os medicamentos para pressão arterial que podem gerar ganho de peso estão o metoprolol, o atenolol, o propranolol, a amlodipina e a clonidina.

Segundo Cheskin, é possível contrabalancear os efeitos de muitos desses medicamentos fazendo mudanças na dieta.

“Recomendo aumentar o teor de fibras e água, e diminuir a quantidade de calorias. Espalhar calorias durante várias refeições, cinco ou seis por dia, é melhor do que guardar tudo para apenas uma refeição.”

Corticosteroides como a prednisona e a metilprednisolona, importantes para o tratamento de condições como a artrite reumatoide, asma e alguns tipos de câncer, também são notórios por adicionar quilos a quem os consome.

“No caso dos esteroides, estamos falando de aumento das reservas de gordura”, diz Roux. O peso extra pode se depositar em torno do tronco, e muitas vezes a pessoa passa a reter sal e água, explica o especialista.

Em vez de desistir da droga, Cheskin sugere: “Por favor, fale com seu médico para ver se há alguma alternativa. No caso dos esteroides, por vezes é possível tomá-los a cada dois dias ou em doses menores. Mas infelizmente não há substituto para os esteroides se você precisa deles.”

Mudar o medicamento para outro que não cause ganho de peso não funciona para todo mundo, adverte Roux.

“Eles têm diferentes mecanismos de ação, e sua doença não pode estar controlada”, alerta ele.

Fonte iG

Como cuidar dos dentes do meu bebê?

Os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer

Como devo cuidar dos dentes do meu bebê?
Os bons cuidados bucais começam cedo na vida. Mesmo antes dos dentes do bebê nascerem, existem alguns fatores que podem afetar sua futura aparência e saúde. Por exemplo, a tetraciclina, um antibiótico comum, pode causar a descoloração ou manchas nos dentes. Por esta razão, não deve ser usada por mães que estão amamentando ou mulheres na segunda metade da gravidez.

Como os dentes do bebê geralmente nascem por volta dos seis meses de idade, não há razão para usar os procedimentos padrão da higiene bucal, ou seja, a escovação e o uso do fio dental. Mas, os bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais que todos os pais devem conhecer. Entre esses cuidados estão a prevenção das cáries causadas pelo uso da mamadeira e a certeza de que seu filho está recebendo uma quantidade adequada de flúor.

O que são as cáries de mamadeira e como evitá-las?
São cáries causadas pela exposição freqüente a líquidos que contém açúcar, como o leite, as fórmulas comerciais preparadas para bebês e os sucos de fruta. Os líquidos que contém açúcar se acumulam ao redor dos dentes por longos períodos de tempo, enquanto seu bebê está dormindo, provocando as cáries, que primeiro se desenvolvem nos dentes anteriores, tanto da arcada inferior quanto da superior. Por esta razão, nunca deixe sua criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Ao invés disso, na hora de dormir, dê a ele uma mamadeira com água ou uma chupeta que tenha sido recomendada pelo seu dentista. Ao amamentar, não deixe o bebê se alimentar continuamente. E após cada mamada, limpe os dentes e as gengivas do seu bebê com um pano ou uma gaze umedecidos.

O que é o flúor? Como saber se meu bebê está recebendo a quantidade certa de flúor?
O flúor faz bem mesmo antes de os dentes do seu filho começarem a aparecer. Ele fortalece o esmalte dos dentes enquanto estes estão se formando. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantidade de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você recebe em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que é colocada nela, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), fale com seu pediatra ou dentista sobre as gotas de flúor que podem ser administradas ao seu bebê diariamente. Se você usa água engarrafada para beber e para cozinhar, avise seu dentista ou médico. É possível que eles receitem suplementos de flúor para seu bebê.

Fonte Colgate-Palmolive

Dor nas costas é a líder de afastamento do trabalho

Em um ano foram 160 mil licenças trabalhistas. Causa é a recordista nacional em licenças

A líder absoluta em causas de afastamento no trabalho é a dor nas costas, responsável por quase 160 mil licenças anuais, mostra o levantamento feito pelo iG Saúde no site do Ministério da Previdência Social.

Para o presidente do comitê de coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), Luis Eduardo Munhoz, a abrangência de profissionais que podem ser acometidos por este problema justifica a liderança.

“Desde funcionários que precisam carregar muito peso no serviço a pessoas que passam horas em frente ao computador em postura inadequada, todos são suscetíveis”, diz o especialista.

Segundo ele, os outros fatores que estão por trás das dores nas costas também estão presentes nas mais variadas profissões.

“Além da predisposição genética para este tipo de dor (encontradas em processos degenerativos como artrose e bico-de-papagaio), as costas também são sobrecarregadas pelas horas extras, pela falta de musculatura no abdômen, pela obesidade e pelo estresse”, explica.

“É um órgão alvo do cérebro. A manifestação nas costas pode ser sintoma de um processo depressivo ou de exaustão do profissional, que não será detectado por um raios X, por exemplo.”

Luis Eduardo Munhoz já foi consultor de perícias médicas do Rio Grande do Sul e pondera que esta ligação em cadeia das dores nas costas com outros problemas de saúde dificulta a avaliação médica, tanto para afastar o funcionário do trabalho quanto para validar se ele está apto e curado para voltar as suas funções.

“É um meandro de difícil avaliação, por causa dos ganhos secundários do afastamento”, afirma o ortopedista. “Existem pesquisas que mostram que após seis meses de afastamento por dores, 50% dos trabalhadores conseguem voltar a exercer plenamente suas funções. Depois de um ano, é remoto o retorno da maioria”, explica.

“A dor não pode ser avaliada só por laudos físicos, exige avaliação psicológica também. Algumas relações para a incapacidade são bem estabelecidas, outras mais duvidosas e isso precisa ser levado em conta na perícia.”

Prevenção
Ajustar o ambiente de trabalho ao próprio bem-estar – com mobiliário adequado e exercícios laborais – é considerado pelos especialistas uma das estratégias preventivas mais eficientes para as dores nas costas.

Além disso, o controle do peso também é uma necessidade, já que a obesidade altera a postura, compromete coluna e pescoço e pode ser ponto de partida para as dores. Outra indicação são os exercícios físicos, sempre com orientação especializada, que fortalecem a musculatura. Entre os mais indicados estão o pilates, a ioga e a meditação.

Fonte Delas

Massagem com pedras quentes

Ela usa pequenos cristais e pedras para aquecer pontos vitais e aliviar o estresse

Assim como ocorre com muitas outras terapias, a massagem das pedras não tem uma origem específica. Na verdade, ela se baseia em técnicas de diversos povos que utilizavam pedras vulcânicas ou cristais para tratamentos de proteção, boa sorte, força e energização o corpo.

“Acredita-se também a técnica tenha surgido entre os monges, que utilizavam as pedras quentes sobre o estômago para manter a energia vital do corpo durante os períodos de jejum”, afirma o massoterapeura, Marcos Yshida Ferrari.

Como é feita
A terapia das pedras quente consiste em espalhar pelo corpo do paciente pedras - geralmente de origem vulcânica, ou cristais – levemente aquecidas na água. Elas são dispostas principalmente no rosto, braços, pernas, na região vertebral e abdome. Em alguns casos, o massoterapeuta alterna a aplicação de pedras quentes com pedras frias. Alguns especialistas também combinam a técnica das pedras quentes com outras massagens e tarapias, em busca de melhores resultados.

Benefícios
Profundo relaxamento e alívio do estresse

Cuidados
A técnica não é aconselhável para pessoas que sofrem de algum tipo de infecção. Como geralmente ela vem acompanhada da aplicação de óleos aromáticos, é importante relatar ao massoterapeuta problemas alérgicos.

Preço
Uma sessão dura, em média, uma hora, e custa cerca de R$ 100.

Fonte Delas

Cinco erros comuns da dieta

Quem está de dieta, mas não perde peso, deve ficar atento. Veja o que pode estar causando o fracasso do regime

Quem nunca ouviu alguém dizer que faz dieta e não emagrece?

A reclamação costuma ser recorrente e pode, muitas vezes, ser resolvida com um ajuste aqui ou ali.

Confira a lista com cinco erros comuns cometidos por quem quer perder peso.

Fazer dieta
Parece estranho, mas é verdade. Hoje, nos consultórios de nutricionistas e endocrinologistas, em vez de dieta, o protagonista no tratamento da obesidade é o plano alimentar.

A diferença é grande e começa já na definição entre um e outro. Dieta é provisório e passageira, plano alimentar é para sempre. Portanto, pense em emagrecer como um plano a longo prazo e não imediato.

Pular a entrada
Veja bem: nesse quesito não estão contemplados os pães cortados finos com manteiga ou pasteis de queijo. Vale como entrada um bom prato de salada com folhas verde-escuras (como a rúcula), tomate e um tempero básico e saudável como o azeite. Antes de partir para o arroz, feijão ou macarrão, sirva-se de salada e fique saciado precocemente.

Dormir com fome
Não se alimentar corretamente à noite é um erro. Primeiro porque pela manhã, ao acordar, a fome ainda estará lá, mas dessa vez pontecializada pelas horas de estômago vazio. As chances de exagerar no café da manhã – e de optar por alimentos mais calóricos – aumentam. Em segundo lugar porque passar fome pode prejudicar seu sono e dormir mal engorda. Essa relação já foi comprovada pelos pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

À noite, para ter um sono tranquilo, prefira alimentos com menor valor calórico, pobre em gorduras, de fácil digestão, com menor teor de sódio e açúcar.

"Só hoje"
Essa é a frase típica utilizada por quem vira e mexe arranja uma desculpa para fugir da dieta. O aniversário do namorado, o almoço de família ou um dia estressante no trabalho não são motivos para comer sobremesa duas vezes ou encher o prato de lasanha. Mesmo em um happy-hour dá para fazer escolhas saudáveis. E quando a tristeza, o estresse ou a ansidade bater, não desconte na comida, ela não vai resolver o seu problema.

Abrir mão do doce
Não é preciso abrir mão totalmente de comer doce para reduzir o manequim, pelo contrário. Os nutricionistas permitem a ingestão de frutas secas ou até mesmo um chocolate amargo uma ou duas vezes por semana, por exemplo. Dessa forma, você não passa vontade e ataca uma caixa inteira de bombons na semana seguinte. Mas fique atento: de acordo com os especialistas, existe sim um momento mais adequado para saciar esse desejo: é depois do almoço! Dessa forma, o açúcar se mistura com outros nutrientes e não provoca picos de insulina no sangue.

Fonte Delas